The Rager
12 Adore you
Notas iniciais
Os dias seguintes se passaram sendo uma chatice, Elena não podia fazer nada, e eu acabava por fazer exatamente o mesmo.
Após os dias recomendados de repouso, Elena continuava deitada na cama 24h por ida, e não do jeito que eu desejava. A morena estava pálida e depressiva, o que quase me fazia sentir culpa. Porem a parte boa foi que ela não mencionou mais os ex, o que já era um avanço.
Mas eu estava realmente preocupado com ela, a mesma nada fazia, mal comia e falava...
Isso estava me dando nos nervos, novamente quando pensei que a tinha por completo, não a tinha certamente. Havia sempre algo no caminho. Mas eu não deixaria ficar assim, não deixaria que ela ficasse triste.
Fui ate o quarto dela e abri as cortinas o que a fez acordar, ela se cobriu novamente e resmungou. Peguei seu antibiótico e coloquei ao lado da cama junto com a agua, eu não queria prejudicar a saúde dela. Eu queria que ela tivesse seus filhos, porem comigo.
Sentei do lado da cama a tirei a coberta de sua cabeça e os cabelos de seu rosto. Lhe acariciei a face e ela sorriu fraco, mesmo com os olhos fechados era capaz de ver as olheiras em seu belo rosto. Tão linda, tão perfeita.
– Ei, acorda dorminhoca. – falei e lhe dei um selinho.
– Nãoo. – resmungou e se escondeu embaixo do travesseiro.
– Vamos, acorde e fique mais bela ainda, vamos sair. – a puxei e fiz com que sentasse no meu colo.
– O que? Vamos aonde Damon?
– Sair, ir por ai, nos divertir, sentir novos ares... — lhe apertei contra mim, beijando sua cabeça.
– Eu não estou afim, Damon, sério... – tentou recusar, mas posso ser mais teimoso ainda que ela.
– Vamos sim! – fiz com que seu rosto ficasse de frente para o meu, segurando sua face de ambos os lados. – Você já teve seu tempo para lamentar, pequena. Agora tem que esquecer, ou pelo menos tentar. E eu lhe ajudarei! — ela me olhou e assentiu.
– Obrigado, obrigado por cuidar tão bem de mim como tem feito nesse semana... Desculpe por não ter agradecido ou retribuído, mas saber que não tem mais ninguém aqui, — disse acariciando o ventre. – dói tanto Dam, tanto, mais ainda por saber que a culpa foi minha. Se eu não tivesse teimado em levar as caixas nada disso teria acontecido... Meredith tinha se oferecido para levar e... – neguei com a cabeça e a calei.
– Foi uma fatalidade, não foi culpa sua nem de ninguém.
Ela me abraçou e distribuiu beijos por minha face me apertando contra ela, abri um sorriso largo com isso.
Ela sentou novamente em meu colo, me olhando sorrindo, era tão bom tê-la, principalmente assim.
– O que foi, no que esta pensando?
– Por onde você andou a minha vida toda? – a olhei admirado, tão perfeita... coloquei uma mecha de seu cabelo para trás de sua orelha. – Está me ouvindo? Eu apenas comecei a viver, mas agora, agora iremos viver juntos, pra sempre querida, eu quero tanto... Eu adoro voce! – falei e pude sentir o brilho em meus olhos.
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