The Rager

20 A ligação.


Notas iniciais
gente, entrei num grupo do fb que é de escritores e leitores do nyah, vo deixa o link aq e daii quem quise olha la >< td bem?? Tava desde ontem falando que ia posta e não postei ‘-‘ sorry kkk booom tiver interessado em sabe o dia das postagens ou minhas ideias e etc... bom, vo por td la agora ^^ https://www.facebook.com/groups/NyahFanfiction.EscritoreseLeitores/ Ah e a co-autora de Because Of The Night postou cap novo hojeee o/ eeeh aushaus ficou mto bom, eu adorei... Então... boa leitura! Beijinhos, acho que a gata da Emilly Santos vai gostar, aproveitei a ideia que ela deu sobre o Joe, porem ele sera bem... discreto ;) escrivi ouvindo summertime sadness porem não escrevi ouvindo a versão da Lana, escrivi ouvindo o cover da Macy Kate -> link aqui amores http://www.youtube.com/watch?v=ap50e3I2zAE - NÃO REVISADO –

~JOSEPH~

Já estalado no quarto de hospedes do meu irmão, peguei o meu ipod touch e coloquei minha musica favorita.

Deus! Eu virava uma bicha com o começo dessa musica!

– I got my red dress on tonight… Dancing in the dark in the pale moonlight… Got my hair up real big beauty queen style…Highheels off, i'm feeling alive… — continuei cantando e dançando super animado até a porta abrir abruptamente. – AAAH! – gritei e logo tapei minha boca, o ipod havia caido no chao. Me apressei nervoso e o ajuntei do chão. Verifiquei e nada estava quebrado, graças a Deus, o abracei e lhe fiz leves carinhos. – Oh, meu bebezinho! – lhe dei um beijo e olhei para a porta para verificar quem era o invasor tão mal educado.

Era Damon, me lançando um olhar confuso. Dei de ombros e lhe disse:

– O que? Um homem não pode ter amor á seus brinquedos?

– Ah... pode! Claro que pode... mas você... me pareceu ter amor ate demais, Joe...

– Ai, Damon! Não me venha dar uma de preconceituoso! u.u E aquela garota! Muito mais nova que você não é? – perguntei- lhe.

– Nós. Afinal, temos a mesma idade, não esqueça. Embora você tenha nascido oito minutos antes. — lhe mostrei a língua e sentei na cama e cruzei as pernas, colocando a mão direita na testa.

– Oh! Nem me lembre irmão! Estou gastando fortunas para meu rosto não ficar como um maracujá seco, Deus! – ele me olhava estranho. – A garota! Qual a idade dela? 18, 19? – especulei.

– Não, ela tem 25. – falou naturalmente caminhando por meu quarto analisando tudo minuciosamente. Levei as mãos ao meu rosto em um gesto de espanto.

– Tem um rosto de bebe! Ela é realmente linda, tão juvenil me pareceu...

– Oh sim, ela é encantadora! Amara ela ao conhece-la melhor! – disse com um sorriso discreto.

– Já a amo! É ela, não é? Que lhe trouxe o sentimento, o dom de amar, irmão! – falei encantado. O amor era tão lindo, e tão distante para alguém como eu. Era difícil se encontrar um parceiro que não fosse uma bicha escandalosa. Já com Enzo...

– Sim, ela é tão... especial... Realmente diferente, Joe! – dessa vez seu sorriso foi enorme, seus olhos brilhavam.

– E você, como andam as namoradas? – perguntou. Sorri e lhe neguei.

– Você se nega a ver o que esta a sua frente, não é irmão? Não finja que não sabe do que falo! – lhe apontei. Damon deu de ombros e sentou na ponta da cama.

– Nunca quis lhe ofender perguntando, tinha apenas... desconfianças.

– Bom, sim sou gay Damon. – falei e dei de ombros. Ele sorriu.

– Quem te ve não diz, anda como um homem normal...

– Eu sou um homem normal. – lhe cortei. Ele me olhou assustado.

– Não quis dizer isso. Apenas que você não faz questão de mostrar, alguns são bem escandalosos... – riu.

– Realmente. – rimos por alguns segundos e logo o silencio se estabeleceu.

– Quando... Percebeu seus reais interesses? – perguntou meu irmão.

– Não é um negocio Damon. Na clinica, havia um amigo, ele sempre foi muito companheiro. Se chamava Lorenzo, ele nunca me falou seu sobrenome. Desconfio que nem ele mesmo recordava. Estava na clinica desde que tinha dezesseis anos. Eu fui aos vinte e dois... ele se viciou em comprimidos, esses muito fortes. Bom, ele me contou que quando estudava, sentia algo estranho quando via seus colegas se banhando no ginásio após jogar futebol. Me senti condescendente. Sabe que nunca tive amigos homens, no orfanato era eu, você e as meninas. Você as aproveitava, elas se jogavam em cima de nós. – Damon sorriu e assentiu. – Mas elas eram apenas amigas minhas. Quando saímos vi que eu tinha algo errado. Você era rodeado de amigos e namoradas e eu não tinha os mesmos interesses. Então seus amigos me ofereceram as drogas... Achei que eu seria normal que fzesse aquilo. Doce ilusão. Hoje eu sei que não sou anormal. Damon, eu nasci assim, poderia ter sido você, qualquer um.

– Tem meu apoio irmão, fique todo o tempo que quiser. – sorriu e me deu um abraço. – E onde anda o tal Lorenzo? – perguntou.

– Bom, ele saiu da clinica no mesmo dia que eu, então fomos morar juntos em Paris. Foram os melhores meses de minha vida...

– Então terminaram? – questionou. Sorri triste.

– Quem me dera. Ele foi atropelado, de proposito. Mataram ele! Um dos caras que ele devia quando foi para a clinica. – respirei fundo. Damon apenas me encarava sem nada dizer. – Ainda não me conformo com isso! Me diga, que direito uma pessoa tem de tirar a vida de alguém?! Pois te digo Damon, nenhum. Assassino nenhum tem direito de perdão. Até mesmo uma mulher que faz um aborto! Mesmo um bebe é um ser vivo, eu repugno qualquer tipo de pessoa que seja capaz de tal ato. – Dam assentiu e falou:

– Concordo. Bom, vou sair com Elena, mais tarde nos vemos? – perguntou e assenti.

– Sim, claro.

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Eu estava na sala comendo uma maça e o telefone residencial tocou, bom Damon havia saído com a pequena menina. Não vi problemas e atendi.

– Residência dos Salvatore, sim. – revirei os olhos, aquilo era patético.

– Damon? É o Alaric. – falou o homem.

–Nã...

– Damon é sobre Caroline. – bom, minha voz era muito parecida com a de Dam, totalmente compreensível. Não custava eu atender e dar recado.

– Caroline?

– Sim. Você me mandou vigiar o que aconteceria depois que ela ficou em coma. – Damon sempre bom.

– Porque ela estava em coma mesmo? – perguntei avaliando minhas unhas, precisavam de um trato.

– Ora, você a atropelou não lembra? – enrijeci no mesmo momento. – E não fez direito, devia ter me mando faze-lo. A vadiazinha acordou do coma, logo terá alta...

– Oque? – eu não acreditava que meu irmão...

– Se quiser posso dar um jeito. – falou o sujeito.

– Como assim? – ele riu.

– Bom, seria um pena se ela se eu fosse visita-la e sem querer a sufocasse com o travesseiro. O que acha?

– Não, não! Deixe comigo, eu mesmo resolvo isso. – e desliguei o telefone. Eu teria que ver o que meu irmãozinho andava fazendo.

Notas finais
Bom, agora a coisa esquenta! Uashauhs Digam o que acharam, recomendem também, please... continuem me mandando ideias, estou amando as ideias de vcs! Beijinhos, Carolyn