The Rager

21 Checando informações


Notas iniciais
Ola ola, desculpa pela demora, mas como vocês sabem meu note é muito bom, e essa semana ele resolveu tirar férias também! Que lindo né!? Enfim, não, ele ainda não esta funcionando, e agora acho que ele estrago pra vale e meu pai se recusa a manda arruma ele. Então vocês se perguntam, como estou postando esse capitulo?? :s e eu respondo: pelo pc do meu irmão que não para de me enche para mim sai logo. Bom, boa leitura, LEIAM AS NOTAS FINAIS.

~JOSEPH~

Fui até o hospital que a menina que o rapaz citou... Ca alguma coisa. Eu precisava checar, não era possível que meu irmão fosse capaz de querer o mal de alguém.

Fui até a recepcionista.

– Olá. – e agora como eu faria para ver a garota? Ah! Claro... – Sou Damon Salvatore... – nem precisei terminar. Claro, eu não era a copia de Damon, mas éramos parecidos.

– Claro Senhor! Caroline Forbes, certo? – devia de ser ué. Acenei com a cabeça.

– Claro, isso mesmo! – falei sorrindo. -Quarto 1864, vigésimo quinto andar senhor. O elevador fica por ali. – disse me indicando á direita.

– Muito obrigado.

Fiz o que ela falou e logo eu estava de frente para a porta do quarto. Na cama uma mulher loira estava com a cabeça virada para o lado contrario me impedindo de vê-la, olhava pela janela.

– Veio terminar o trabalha já que não conseguiu me matar? – perguntou ainda sem me olhar com aa voz embargada.

– Eu...

– Me avisam de toda visita que chega. Muito gentil deixar a conta do hospital no seu nome, chefe querido. Logo já matou nosso filho, me matar não seria nada... – ela se virou, o rosto estava com um lado meio esfolado. – Você não é o Damon! – falou assustada limpando as lagrimas. – O covarde não teve coragem de vir fazer ele mesmo? Fico surpresa não mandou Alaric, quem é você, novo ajudante? Ric deixou de fazer coisas para o covarde desalmado do Damon?! Logo será morto também! – cruzou os braços.

– Meu Deus garota, como você fala! E muita besteira por sinal. Sou irmão do Damon, Joseph. – me aproximei e estendi a mão para ela que me que olhou brava.

– Precisa cumprimentar agora? Me mate logo. – deu de ombros.

– Nossa, dramática! Que historia é essa de matar, cruzes! – sentei na beirada da cama e a menina me avaliava. – Bom, recebi um telefonema de um tal de Ric, ele me falou de você... pensou que eu fosse meu irmão. Ele sugeriu coisas... – assumi um tom serio. – Porque está aqui?

– Você não sabe mesmo quem é seu irmão, não é? – neguei temendo a resposta. – Olha você parece ser um cara legal. Vou te contar tudo que precisa saber.

– Por favor. – pedi.

– Bom, uma longa historia. A alguns meses Damon conheceu uma garota...

– Elena? – perguntei. Ela respirou fundo de revirou os olhos.

– Sim, não interrompa! Ele ficou obcecado por ela, mas ela era noiva. Então ele me fez embebedar e seduzir o noivo dela. Eu amo seu irmão, faria qualquer coisas por ele. Eu fiz, e ela deixou o rapaz. Logo ela descobriu que ela estava gravida, então me pediu que eu a empurrasse da escada de onde ela trabalha, tem uma grande escadaria lá. Mas eu não podia fazer aquilo, eu... desconfiava que estava gravida, não poderia participar daquilo. – tudo aquilo não podia ser verdade meu irmão não poderia ser capaz de fazer aquilo. – Então ele me despediu e mandou Alaric, o homem que te ligou, fazer. Ele fez, e deu certo. Fiquei uns meses longe dele. Descobri que estava gravida – ela sorriu e pôs as mãos no ventre, lagrimas grossas desceram. – Achei que ele amoleceria e lhe contei. Ele ameaçou me matar se eu não tirasse. Eu neguei veemente e o alertei que contaria tudo o que ele havia feito para Elena, pobre garota. Ele continuou firme. Fui até minha mãe no mesmo dia, ela me deu uma mini câmera e deixou no primeiro botão da minha blusa. Desconfiávamos de Damon faria algo e com a câmera poderíamos prende-lo se ele o fizesse. Sabe, mamãe é xerife. E Damon fez. Eu estava voltando para casa a pé, minha mãe mora muito perto.

– O que ele fez?

– Me atropelou, eu tentei fugir. Ele mesmo fez, e desceu do carro para conferir. – falou secando as lagrimas e fungando.

– Essa câmera que falou... – eu estava em choque. Não, aquele não podia ser meu irmão. Ele não seria capaz de fazer atrocidades como essas. Matar dois bebes, um sendo de seu sangue...

– Está segura. Não posso deixar que ele desconfie... Você não contará ao é? Prometa-me!

– Não contarei, lhe prometo. – peguei suas mãos juntas e as beijei. Pobre garota.

– Vou me vingar de Damon, não tenho medo dele. Ele me tirou meu bebe! Vou fazer ele perder o que mais presa. – assenti. Meu irmão não merecia a garota Elena.

– Lhe ajudarei no que for preciso, conte comigo. – bateram na porta e entrou um rapaz avaliando uma prancheta. Ele tinha cabelos castanhos claro. Logo vi seus olhos verdes.

Caroline empaleceu.

– Stefan. – falou. – Esse é o ex- noivo de Elena. – me sussurrou. Ele olhava para ela assustado.

– Olá...

– Caroline. Nossa te deixei mesmo muito bêbedo! – falou rindo levemente.

– Desculpe... – ele passou as mãos nos cabelos. – Eu não liguei porque, bom você viu, eu sou... era comprometido. Ainda estou me acostumando com isso de ser solteiro.

– Desculpa, sei que não foi sua culpa... – Car tentou.

– Não se culpe, eu bebe demais...

– Não, — ela me olhou e vi que teve uma ideia. – Damon, o namorado de Elena, ele me mandou vir no hospital, lhe convidar para beber... Bom o resto você sabe. – falou colocando uma mecha do cabelo atrás da orelha.

– O que...? Damon?! Como assim, o que está dizendo? – ele parecia muito transtornado.

– Foi ele também que mandou derrubarem Elena da escada para que perdesse o bebe, seu filho. – delatou. Sua face ferveu em raiva pura.

– O que?! Eu... eu sabia! Mas... Espere o que você tem haver com isso, como você sabe disso?!

– Eu era secretaria e amante dele na época. Ele que me atropelou, me fez perder meu bebe. Meu e dele. – falou raivosa. Meu irmão era um monstro sem coração, me pergunto como aconteceu. Ele teria que pagar. E eu tinha a obrigação de ajudar a faze-los se redimir. – E nós, nós três, vamos nos vingar, Stefan. – falou decidida. – O que me diz?

– Nada me deixaria mais feliz. – falou decidido. – Pela Lena, por meu filho.

– Joe? – perguntou-me ela com a sobrancelha arqueada.

– Ajudarei vocês, meu irmão não pode passar impune. Mas sem machucar ele, sim? – Carol apenas sorriu.

– E o que faremos? – perguntou o rapaz bonito, Stefan.

– Ah querido, lamento Joe, mas teremos que usar violência, assim como ele não nos poupou d tal. – sorriu maléfica.

Notas finais
Geeeente, digam o que acharam e por favor, recomendem a fic, caso venha recomendações eu posto não dois mais três capítulos em um dia! E no final, de bônus a sinopse da minha próxima fic *---* espero que recomendem pq tenho ótimas ideias, ps: os três caps serão bombásticos, prometo. Próximos caps terá pov Damon e Elena. Beijinhos, Carolyn Fer xoxo