The Poison Smoother
23 Capítulo 23 - The Poison Smoother II
Notas iniciais
(E afrontas pra responder).
Quando a história é boa, a gente não pede review, a gente ganha. Isso pra mim em minhas fanfics já é o suficiente. Se precisa incomodar os outros pedindo comentários, não tem confiança no que escreve.
Sumir leitores faz parte, e eu compreendo.
E pedir pra comentarem à respeito do que aconteceu, não é pedir review. Até porque, existem várias redes sociais e em várias delas tenho uma galera daqui, no twitter principalmente. Sem contar as MPs (Mensagens Privadas) aqui do Nyah, então pedir pra comentar e pedir review são coisas diferentes.
Só isso que quis esclarecer hoje... Como sempre digo, incentivem-me se quiserem, não vou sair daqui e qualquer fanfic minha não vai morrer por bobagem.
Novo comunicado no meu perfil pra quem se interessar.
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E eu sei que vocês vão me matar hoje sabe?
Quase me mataram por causa do Slash, e hoje me matarão por causa da Marjorie u.u
Boa leitura!
Bem vinda "IzzaStradlin" e "SweetChild".
Marjorie – Slash? Acorda! ... Slash?
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Slash nem deu sinal.
Marjorie – Merda!
Marjorie se levantou correndo, jogou um roupão por cima do corpo e saiu correndo. Abriu a porta do quarto de Duff desesperada.
Marjorie – Duff! Pega seu carro agora! O Slash desmaiou, temos que ir para o hospital!
Maressa – Calma Marjorie, respira, o que houve? Porquê sua boca está sangrando?
Marjorie – Eu não tenho tempo pra explicar agora, anda logo Duff!
Duff se levantou correndo, vestiu sua roupa e desceu as escadas, pegou o carro e o parou em frente a casa. Marjorie voltou para o quarto e trocou de roupa, Maressa fez o mesmo. Logo Duff colocou Slash no colo e o levou até o carro.
Marjorie e Maressa o seguiram. Marjorie foi ao banco de trás com Slash em seu colo. Duff correu com o carro o mais depressa que pôde. Durante o caminho Marjorie explicou a situação.
Marjorie – Nós estávamos transando e quando estávamos terminando, sem querer ele mordeu minha boca e depois disso apagou.
Maressa – Calma, se controla! Ele vai ficar bem, foi só um corte pequeno!
Marjorie – Não interessa o tamanho do corte, interessa o veneno em meu sangue! Merda, isso não pode estar acontecendo...
Duff – Calma Marjorie, fica calma.
Maressa – Eu vou ligar pra Mayla.
Maressa discou para Mayla.
Maressa – Caixa postal.
Marjorie – Ela deve estar com o Mittch agora.
Maressa – Vou insistir.
Chegaram ao hospital, levaram ele lá pra dentro e logo trouxeram uma maca. Marjorie foi acompanhando até onde pôde, tentando explicar o acontecido.
Marjorie – Ele foi envenenado por uma cobra!
A maca continuava andando e o médico tentava achar o orifício de mordida.
Médico – Mas onde foi a picada?
Marjorie – Ele não foi picado... Olha, é uma longa história, só tirem o veneno do sangue dele.
A maca entrou por uma porta que Marjorie não pôde passar. Maressa e Duff chegaram correndo.
Maressa – A Mayla está vindo pra cá.
Marjorie bufou e se assentou em uma cadeira que tinha ali.
Duff – Eu vou buscar água.
Duff saiu de lá e Maressa se abaixou do seu lado.
Maressa – Eu sei que é pedir muito, mas você precisa ficar calma.
Marjorie suspirou e tombou a cabeça pra trás.
Marjorie – Desculpa pela forma rude que estou te tratando, mas eu realmente estou preocupada.
Maressa – Tudo bem – sorri.
Duff chegou com o copo de água e entregou pra Marjorie. Ela bebeu todo o conteúdo.
Marjorie – Merda – colocou a mão no abdômen.
Duff – Está sentindo dor?
Marjorie – Estou com o abdômen dolorido.
Maressa – Ainda? Acho melhor eu chamar um médico.
Marjorie – Não, não faz isso! Eu só vou sair daqui quando eu souber que o Slash está bem.
–--
Algumas horas depois...
Médico – Vocês que são os conhecidos do Saul Hudson?
Marjorie – Somos nós, como ele está?
Médico – Ele está estável. Mas o veneno continua no sangue dele, temos que aguardar e ver se o organismo dele o expulsa sozinho.
Marjorie – Como assim? E se não expulsar?
O médico não respondeu.
Marjorie – Onde ele está?
Médico – Quarto 759, ala 43.
Marjorie foi andando depressa, não sabia onde ficava o quarto, mas certamente o acharia. Duff, Maressa e o médico a seguiram. Ela entrou no quarto e viu Slash deitado na cama com uma calça branca larga e estava sem camisa. Haviam alguns fios ligados em seu peito e tinha uma máscara de oxigênio em seu rosto.
Ela se aproximou e passou a mão no rosto dele. Os outros entraram no quarto e encostaram-se à cama. O médico tinha o prontuário nas mãos. Mayla chegou de repente.
– Eu assumo o caso de agora adiante – pega o prontuário das mãos do médico.
– Mas...
– Sem mais, eu sou a médica da família e sei como proceder nesse caso.
O médico saiu da sala.
Marjorie – Me fala, como podemos ajudar o Slash?
Mayla – Eu conversei com os outros médicos e a situação dele está complicada. O organismo dele está muito debilitado pelo abuso de álcool e drogas.
Marjorie – É tudo minha culpa.
Mayla – Não é! Se ele não tivesse com esse quadro, as gotas do seu sangue só o fariam ficar um pouco tonto, talvez um desmaio passageiro, mas nada tão sério.
Marjorie – E agora?
Mayla – Temos que esperar mais algumas horas pra ver como o organismo reage ao veneno. Com sorte vai o expulsar.
Marjorie – E se não tivermos sorte?
Mayla – Conversamos sobre isso depois...
– Putz, que calça ridícula essa que me colocaram...
Slash disse isso murmurando com dificuldade e tirando o oxigênio de seu nariz.
Marjorie – Slash? – se aproxima – Você está bem? Me desculpa...
Slash – Shhh. Fica quieta.
Slash fitou o ombro dela. Ela percebeu e fez o mesmo. Tinha a marca de um chupão. Marjorie abaixou a cabeça e corou. Slash sorriu.
Slash – E você ainda acha que não valeu a pena?
Mayla – Slash, eu preciso que você fique com a máscara de oxigênio, esse ar precisa entrar em seus pulmões pra você respirar melhor.
Marjorie colocou a máscara nele novamente. Quando ele tentou pronunciar alguma coisa...
Marjorie – Shhh. Agora eu que preciso que fique quieto.
Ele sorriu.
Mayla – Tenta descansar um pouco.
Ele fechou os olhos e logo dormiu.
Maressa – Mayla, a Marjorie está sentindo dor no abdômen de novo.
Marjorie – Não estou!
Mayla se aproximou e tocou o abdômen dela. Marjorie tentou segurar a voz, mas não teve jeito. Soltou um leve gemido de dor.
Mayla – Você pode estar com alguma coisa séria. Me deixa fazer alguns exames...
Marjorie – Não, eu vou esperar o Slash melhorar.
Duff – Se seu fígado ou pâncreas explodir antes dele acordar, não vai ficar com remorso.
Marjorie – Não me interessa, eu vou esperar.
Mayla – Vamos esperar pelas próximas horas...
Marjorie – Tudo bem, eu vou ficar aqui.
Maressa – Sendo assim... Eu vou voltar pra casa e volto de manhã cedo. Tudo bem pra você?
Marjorie – Tá, ta tudo bem.
Elas se despediram, Duff levaria Maressa.
Marjorie se assentou em uma poltrona perto da cama de Slash. Mayla se encostou à cama e ficou preenchendo alguns papéis no prontuário dele. Marjorie tombou a cabeça pra trás e bufou.
Marjorie – Como foi com o Mittch?
Mayla – Ah... É... Bem... Foi...
Marjorie – Estou ouvindo.
Mayla – Foi legal.
Marjorie – Legal? Só isso que tem a me dizer?
Mayla – O quer que eu diga? Que saí com ele, fui dar uma volta, nos pegamos e eu não resisti em ir pra cama com ele?
Marjorie – Basicamente isso – sorri.
Mayla – Então, foi isso.
Marjorie – E meu irmãozinho é bom de cama?
Mayla – MUITO bom de cama.
Marjorie – Suspeitei. Se eu sou ele também é.
As duas riram.
Marjorie – É uma pena ele já ter saído em turnê. Nem aproveitaram um ao outro direito.
Mayla concordou.
Mayla – E essa marca em seu ombro?
Marjorie corou.
Mayla – Tá, não precisa me explicar – sorri – é brincadeira. Mas preciso saber o que realmente aconteceu com Slash.
Marjorie assentiu e contou toda a história pra Mayla.
Mayla – Farei o meu possível.
Nesse momento a máquina que media os batimentos cardíacos de Slash, começou a fazer os barulhos um pouco mais rápidos que antes.
Marjorie – O que é isso?
Mayla – O corpo de Slash está lutando. Não precisa se preocupar. Se o barulho ficar mais rápido ou mais devagar é isso que significa.
Marjorie – Tudo bem.
Mayla – Agora eu tenho que ir para casa, mas daqui a algumas horas já estarei aqui. Como eu vim correndo pra cá, tem algumas coisas que tenho que resolver.
Marjorie assentiu e Mayla saiu.
Com o passar do tempo Marjorie acabou dormindo...
–--
De manhã...
– Marjorie, acroda! Marjorie!
Marjorie acordou assustada.
– Você precisa sair do quarto agora!
Marjorie – Hã? Por que Mayla?
Ela olhou para o lado e viu vários médicos em volta de Slash, ela se assustou.
Mayla – Eu preciso que você saia, depois eu te explico a situação.
Mayla encaminhou Marjorie até a porta e ela saiu.
Marjorie ficou do lado de fora esperando desolada, não sabia o que se passava. Se assentou e juntou os dois joelhos ao seu queixo e ficou olhando para o nada.
Logo os rapazes da banda e Maressa, chegaram ao hospital.
Axl – E então, o que está havendo?
Marjorie – Não sei...
Izzy – Como assim não sabe?
Marjorie – Eu não sei porra!
Duff – Calma pessoal... Marjorie, explica o que aconteceu.
Marjorie – A Mayla me acordou e me tirou do quarto, vi um monte de médicos lá e foi isso.
Todos ficaram em silêncio. Mesmo que quisessem dizer alguma coisa, não poderiam.
–--
Algumas horas depois...
Mayla foi até o pessoal.
Marjorie – E então?
Mayla – Ele está estável... Ele teve uma convulsão, a pressão caiu... Mas o estabilizamos.
Marjorie bufou.
Mayla – Mas se esse veneno avançar para o fígado pode ser fatal.
Marjorie olhou assustada.
Marjorie – E não há nada que possamos fazer?
Mayla – O corpo dele não expulsou o veneno e nessa situação, só temos uma alternativa.
Marjorie – Que é?
Mayla se assentou ao seu lado.
Mayla – Quando alguém é picado por uma cobra, nós usamos o seu próprio veneno para fazer um antídoto, certo? E nesse caso...
Marjorie – Vocês precisam do meu sangue.
Mayla – ELE precisa do seu sangue. E vai precisar de uma boa quantidade.
Marjorie – E o que estamos esperando? Vamos logo com isso, eu doo o meu sangue pra ele.
Mayla – Marjorie, transfundir sangue não é o mesmo que tirar sangue. Requer mais cuidados.
Marjorie – Eu não me importo, eu quero fazer! Eu coloquei ele nessa situação e eu vou tirar.
Mayla – Eu vou precisar fazer exames em você primeiro.
Marjorie – Tudo bem.
Mayla – E preciso de alguns históricos médicos.
Marjorie – Eu vou em casa e daqui a pouco estou de volta.
Mayla assentiu e Marjorie saiu.
Steven – Em que isso é perigoso pra Marjorie?
Mayla – Nós não conhecemos muito bem o organismo dela. Ele é diferente dos demais por causa dessa mutação genética... Pode ser que seja uma transfusão comum, mas pode ser que alguma coisa dê errada e acabe prejudicando ela.
Izzy – Mas ela está decidida...
Maressa – E pode ter certeza que não vai voltar atrás.
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Marjorie chegou em casa, procurou as papeladas. Aproveitou para lanchar e tomar um banho, e sem demorar muito, voltou para o hospital.
Chegando ao hospital, foi com Mayla até a sala de exames. Realizou todos eles sem nenhum tipo de problema. Após termina-los, foi até o quarto de Slash ficar com ele.
Mayla acompanhou todas as análises que estavam sendo feitas com os exames de Marjorie. Tinha que ser cautelosa, principalmente pelo fato de ninguém saber sobre ela.
Mais tarde quando os exames ficaram prontos, foi até o quarto de Slash. Marjorie estava ao seu lado segurando sua mão. Ele ainda inconsciente.
Mayla – Estou com o resultado de seus exames aqui.
Marjorie – E então? Eu posso doar meu sangue pra ele?
Mayla – Não...
Marjorie – Por quê?
Mayla – Marjorie, você está grávida.
Notas finais
Espero que tenham gostado... E ainda nem sabemos o que vai acontecer com o Slash né? rs.
Até amanhã!
(Pra quem ler meu comunicado, bem... Quero saber se alguém tem alguma coisa pra sugerir pra que eu escreva uma nova fanfic. Já escrevi do Duff (amor da minha vida *-*), do Axl e Izzy, Slash... Pela ordem natural, falta o Steven, mas uma história dele é muito complicada de escrever. Mas quem tiver alguma ideia interessante e que queria me contar, talvez baseie em cima disso e queira montar outra fanfic... Ah, eu prefiro escrever do Guns atual do que voltar a 1900 e bolinha pra contar o que todos já sabem. Não entendam como crítica, mas por aqui devem ter umas 134567 garotas que fugiram com o Axl pra Los Angeles e mais umas 1234578 que são conhecidas dele e do Izzy em Lafayete e acabaram ficando com um deles no final).
[Brandon, por favor... Não fique tão revoltado... Se você espalhar essa história pro povo do Nyah, vai dar merda].
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