The Petrova Fire
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Hello dark princess, senti tanta falta de vocês que vou até usar um coraçãozinho brochante pera, ♥
Bem vindos leitores/as novos! Espero que a minha dark vibe conquiste vocês.
Devido a rumores de que o Elijah é bom eu vou ter que a contragosto explicar antes do tempo o PORQUE dele ter liberado a Elesma, polêmica nos comentários, polêmica! ps:odeio vocês isso era segredo
- Quando você drena muitas bruxas, e por drenar quero dizer sugar até a última gota de sangue absorvendo suas energias vitais, você passa a conservar certas abilidades, como a capacidade SENSITIVA delas. Meu objetivo não é mudar os personagens, só liberar seu lado mais sombrio então o Elijah continua fiel ao irmão, só que ele não é mais puritano como antes, se ele a liberou é porque ele sentiu ou viu alguma coisa.ISSO É TUDO QUE EU VOU FALAR NÃO SOU OBRIGADA!
e SIM o Kol ~~~~gostoso~~~~ ainda é um Milkaelson
Já perceberam que eu posto sempre por essa hora? Entre meia noite e uma da manhã desde o premier? Que crazi, tá chega de falar.
Boa leitura
Mystic Falls – 4 anos atrás
- Matthew Donnavan. É uma honra imensurável recebê-lo senhor.
Matt assistiu a Isobel fazer uma expressão fingida de alegria enquanto se curvava. Ela tinha mandando dar uma festa só pelo pretexto de tê-lo em Mystic Falls, ele odiava essa cidade, tão pequena e redundante, ser um senhor aqui deveria ser um saco. Além disso, Matt não era muito do estilo de ser o Senhor de algum lugar, ele preferia viajar pelo mundo provando humanos de todos os lugares.
- O que quer Isobel?
- Ora, estou apenas tentando agradar como sua humilde serva e homenageá-lo pela sua grandeza – ela se virou para trás e pediu para trazerem algumas escravas de sangue ao aposento.
- Então por que ter comigo em privado e não lá fora com o resto dos convidados?
- Bom, já que tocou no assunto master Matt, eu na verdade preciso de um pequeno favor de amigo seu – ele olhou para ela esperando que a mesma continuasse – Preciso entrar em contato com Lorde Damon.
Matt soltou um riso de escárnio com o pedido malicioso dela. Quando ia respondê-la quatro escravas de sangue entraram no quarto prendendo sua atenção, ele não estava realmente com fome, mas nunca dispensava um bom sangue, e Isobel era conhecida por ter escravas de sangue “doce”. Isobel percebeu que a atenção da sua peça chave estava focada sobres suas escravas e ficou satisfeita em perceber que as simples já haviam o agradado.
- Ai estão vocês queridas – ela disse com uma falsidade natural enquanto se virava para as escravas de olhos vidrados – Peguem as facas e encham a taça do master Matt sim, não a deixem vazia.
As jovens acenaram positivamente e a primeira delas andou em direção a mesa pegando uma faca esguia passando-a no pulso e enchendo uma taça que logo foi entregue a Matt. Ele saboreou o sangue com precisão, era sempre bom beber do néctar da vida.
- Então? Pode me conectar com Lorde Damon? – perguntou Isobel
- O que você quer com ele?
- Nada em particular, só tenho um presente para ele.
- Tentando entrar nas graças do Damon Isobel? – ele riu
- Eu só quero garantir que nenhum vampiro vai tentar invadir a Minha Mystic Falls – ela deu ênfase no “minha” em um ato burro de superioridade – Lorde Damon manda em metade do reino, não há alguém que vá querer desrespeitá-lo – Matt olhou para ela analisando a suposição evidente, mas ele ainda não estava convencido em levá-la até Damon e ela sabia disso – Eu posso mostrá-lo a você.
Dizendo isso ela saiu do quarto encontrando Jhon parado na porta esperando por ela.
- Onde esta ela?
- No poço.
- No poço?! – ela exclamou zangada – O que diabos ela está fazendo no poço Jhon?
- De castigo, o que mais as escravas fazem no poço?
- Por que diabos ela está lá?
- Ela enfiou a faca de prata na perna do Mason essa manhã. Eu tive que castigá-la, dois dias no poço.
- Diabos Jhon! Eu preciso mostrá-la ao Matt santo inferno! – ela o encarou inconformada, tentando pensar em algo rápido – Você vai precisar me trazer a outra.
Jhon se virou para ela com os olhos medrosos, ele temia que ela pedisse isso.
- Ela não está pronta Isobel.
- Ela é igual a irmã, suas filhas são gêmeas ou já se esqueceu? Se uma está pronta a outra também está. – disse ela com impaciência.
- Mas e se ela –
- Já chega Jhon! – ela agarrando pelo pescoço e o tirando do chão ela repetiu pausadamente – Vá. Buscar. Ela.
Do lado de dentro do quarto Matt franziu a testa em confusão por não conseguir escutar Isobel, com a sua audição privilegiada ele deveria ser capaz de escutá-la. Uma das escravas de sangue estava atrás dele massageando seu pescoço enquanto outra se aproximava espalhando com os dedos o sangue do corte recém aberto no pulso.
Se concentrando fundo ele tentou ouvir mais uma vez sem sucesso, frustrado Matt afastou a escrava com violência, pronto para se levantar, quando a porta se abriu novamente revelando uma Isobel sorridente.
- Master Matt, esse é meu presente para Lorde Damon. Entra querida.
Isobel afastou-se para o lado permitindo que Matt tivesse uma visão perfeita da garotinha de cabelos chocolate atrás dela. Ele respirou fundo sentindo o cheiro de sangue jovem e inocente, ela usava um vestido branco comum em escravas e aparentava ter não mais que treze anos. Seus olhos estavam dilatados e sua respiração acelerada, mas ela não cheirava a medo o que o deixou confuso, suas bochechas e a ponta do nariz estavam avermelhadas o que indicava que ela estava com frio.
- Você sabe que Damon não gosta de crianças. – ele disse tentando parecer indiferente enquanto continuava a encarar a garotinha de bochechas vermelhas, as noites eram frias em Mystic Falls, mas a temperatura já não fazia diferença para ele a muito tempo.
- Ela vai crescer. Eventualmente.
Matt olhou para ela enquanto erguia uma sobrancelha.
- Escravas de sangue não duram muito.
- Ela é um tipo especial de escrava, a treinei especialmente para ele. – Matt olhou para ela com desdém enquanto volta a encostar-se à cadeira. “Ele não vai me levar ao Damon” ela pensou em desespero enquanto sua mente trabalhava em algo para ajudá-la, a única opção que lhe vinha em mente era um pouco arriscada. “Minha primeira opção nunca foi ela” sua mente martelava “Se algo der errado a outra ainda vai estar a salvo e pura, talvez Damon goste de uma escrava pura pra variar” – Você pode testá-la se quiser. – ela acrescentou esperançosa.
Ela tinha captado a atenção dele e isso era bom, ia dar tudo certo, tinha que dar. Matt observou enquanto ela mandava as outras escravas saírem do quarto e se virou, com os olhos dilatados, para a garota ainda parada ao pé da porta.
- Elena, este é master Matt, e eu quero que mostre a ele o que lhe ensinei, dê prazer a ele.
A garota sacudiu a cabeça lentamente e começou a andar enquanto Isobel se sentava no sofá logo sendo esquecida por Matt que batia os dedos no encosto da cadeira lentamente. A garota atravessou o quarto parando na frente da cadeira dele, colocou os cabelos todos de um só lado do pescoço sentando no seu colo em seguida, foi quando ele escutou a voz dela pela primeira vez.
- Morda-me. – ela colocou as mãos no pescoço e tentou puxá-lo para frente – Por favor?
Ele ficou rígido pela ousadia inicial dela em tocá-lo, mas logo se deixou guiar pelas mãos quentes até o pescoço que pulsava com vida. Abrindo a boca e mordendo com força sem se importar se ela sentiria dor ou não ele entendeu o significado da palavra euforia. Assim que o sangue bateu em sua garganta seu olhos se fecharam e um leve gemido escapou-lhe aos lábios.
Aquela criança humana tinha sem dúvida o sangue mais delicioso que ele já provara. O gosto não era uniforme, parecia se modificar na medida em que descia pela sua garganta, causando um frenesi inexplicável. Ele levou as mãos à cintura da menina apertando com força enquanto sentia as pequenas mãos agarrarem seus cabelos e o puxarem pra mais perto ainda e sua mente ser preenchida com imagens.
Sangue. Humanos dizimados. Morte. Destruição. Poder. Escravas. Sexo. Uma sensação indescritível se formava em seu âmago enquanto ele a puxava mais para cima em seu colo, forçando seus quadris para baixo, tentando acalmar o volume formado nas calças, suas mãos subiam pelo vestido da escrava o levantando lentamente, tentando obter o máximo do prazer que um humano poderia lhe dar. A voz firme e preocupada de Isobel se fez presente de algum lugar que ele não pode identificar.
- Já chega.
De repente Matt estava em um quarto branco sem muitos detalhes, somente o barulho suave do mar percorriam o local. Ele percebeu que estava sem camisa quando duas mãos tocaram o seu peito. Matt olhou para baixo só para encontrar uma versão mais velha da garota, ela estava mais alta, os quadris largos e as curvas proeminentes chamaram sua atenção enquanto ela sussurrava.
- Eu posso te dar tudo o que você quiser Matt. – puxando o com as pernas pra mais perto ela continuou – Todo o prazer que puder imaginar. Tudo seu
Ela mordeu o próprio lábio com força e o beijou, fazendo-o provar o gosto de sangue e luxúria enquanto os quadris se encontravam com os dela. Foi quando outra voz que ele deveria reconhecer soou novamente arrancando a boca dela da dele. Abrindo os olhos dilatados e com a boca repleta de sangue ele observou como Isobel tirou a garota do seu colo e lhe deu uma tapa forte no rosto fazendo um eco por toda sala.
- Eu disse já chega! – a garota levou a mão ao rosto, respirando pesadamente como se tivesse acabado de corre por kilometros. O sangue ainda escorria através da ferida aberta no pescoço, manchando a parte superior do vestido – Fora.
Matt limpou a boca saboreando os restos de sangue enquanto observava a garota percorrer o quarto lentamente. Quando chegou a porta ela puxou a maçaneta e olhou para trás, diretamente pra ele, seus olhos estavam dilatados e a marca de dedos se fazia presente no seu rosto corado, os cabelos estavam um pouco bagunçados e o vestido amassado, o sangue correndo pelo seu pescoço cheirando deliciosamente bem. Ela sorriu quase que imperceptivelmente e partiu, quando ela deixou o quarto ele soube o que fazer.
Isobel o encarava languidamente, ela sabia que tinha ganho no momento em que o escutou gemer, mas Elena tinha ido longe demais. Isobel sabia que ela estava lhe dando visões no momento em que ela sorriu, sua sorte era que Elena ainda não conseguia controlar as expressões faciais, ou ela nunca teria conseguido pará-la a tempo e estaria tudo perdido. Ela ia pagar-lhe pela insolência depois, ela faria o castigo da irmã parecer um prêmio.
-E então — ela pediu desconcertada – Vai me levar até Lorde Damon agora?
- Com uma condição.
- Qual?
- Quero usá-la até que a entregue a Damon.
Mystic Fall — Presente
Faltava pouco mais de uma hora para o sol nascer de novo quando a carruagem chamativa de Isobel cruzou a fronteira de Mystic Falls. Ela suspirou feliz sabendo que seu castelo estava perto agora, só mais alguns minutos e ela chegaria lá. A maldita luz do sol os impedira de viajar a maior parte do tempo, fazendo a viagem demorar bem mais que o planejado, mas ela estava chegando agora, entregaria uma das gêmeas para Damon e tudo ficaria bem.
Kol cavalgava rapidamente sentindo os cheiros na brisa da noite, ele sempre ficava atento em viagens, ataques eram sempre possíveis e seu irmão ainda estava por ai em algum lugar. Ele avistou quando Tyler em sua forma não humana passou como um raio por entre as arvores correndo não muito longe, suas forma maldita lhe permitia ter um olfato ainda mais desenvolvido que os vampiros, era muita sorte de Damon tê-lo de livre e espontânea vontade.
Ele saiu de sés pensamentos quando percebeu que chegaram na frente de um grande casaram com as tochas já apagadas “O maldito sol já está se levantando de novo”, pensou com desgosto. Tyler parou ao seu lado já de volta a forma humana usando somente uma calça velha e rasgada fazendo Kol soltar um som de desgosto.
- Põe uma camisa menino lobo eu não tenho que ver isso.
- Medo de se apaixonar?
Kol se virou para ele exibindo as presas enquanto Tyler também deixava os caninos proeminentes a mostra.
- Meninos – eles se viraram para trás para encontrar Damon saindo de dentro da carruagem de Isobel, que insistiram pra ele viesse com ela, e fizeram uma reverencia a ele. – Se comportem ou farei vocês se comportarem. – Ele olhou ao redor e soltou o ar antes de continuar – Finalmente.
Notas finais
Espero não está decepcionando em quesito de estória porque eu não costumo escrever em terceira pessoa, na verdade essa fic foi minha estreia nesse tipo de escrita, as vezes fico me coçando pra tacar um pov, só que eu acho que em terceira pessoa fica mais sexy e enigmático!
Tava morrrendo de saudades de escrever, as fúrias malditas já
CARAIO VOU POSTAR 00:59 CERTIM, FALO FUI!
Fale com o autor