Notas iniciais
OLHA QUEM VOLTOU!!!!!!!!!!!!
Advinha quem fez aniversário domingo, quem? Quem? Quem? Quem?
Como eu ia dizendo no capitulo passado, as fúrias malditas já - CARALHO UMA RECOMENDAÇÃO NOVAAAAAAAAAAAAAAA *---------*
Thnx Ricci, minha snow white das trevas pela biutifúùl recomendação, eu quase postei o capitulo no momento em que vi! Mas eu queria que o momento sai-se tão perfeito quanto eu imagino, e eu espero que eu tenha conseguido retrata-lo bem.
Parafraseando nosso declarador da independência:
Se é para o bem do povo e alegria da nação, diga que hoje eu posto!
Boa leitura, quer dizer, uma dark leitura MUAHAHAHAHAHA ~chega

Katherine abriu os olhos vagarosamente enquanto a luz do sol entrava pela janela. Pela claridade que fazia ela deduziu que já deveriam passar das 7h, tirando o braço que se encontrava em sua cintura ela se virou lentamente na cama pronta pra sair. Puxando o lençol de cima do corpo ela se sentou e puxou o vestido por cima da cabeça, mas assim que seus pés tocaram o chão, duas mãos a puxaram de volta pra cama a assustando.

– Aonde você pensa que vai?

A voz melodiosa do Mason atingiu os seus ouvidos enquanto os dedos dele percorrendo a pele dela lhe tiravam um gemido.

– Eu preciso ir, Isobel está aqui.

– É dia – ele respondeu enfiando a mão embaixo do vestido dela, subindo os dedos pela perna – Aquela sangue suga não vai sair da toca tão cedo.

– Eu sei, mas ela trouxe convidados. – Kath suspirou quando ele a invadiu com os dedos tornando seus pensamentos confusos – Elena e eu... e eu... nós... oh Deus Mason!

– O que gatinha? – ele enfiou outro dedo nela enquanto beijava o ombro exposto e acariciava os seios dela por cima do vestido.

– Eu... Elena....

– Hum...

– Nós precis... arrum... o salão...e...e...

– Eu só preciso fazer uma coisinha antes.

Dizendo isso ele a virou de costas no colchão, entrando nela completamente. Katherine gemeu ao se sentir ser preenchida e levou as mãos aos braços dele apertando com força. Manson beijou todo o pescoço dela, subindo pelo queixo e enfim alcançando a boca. Das escravas da Isobel, Kath era de longe a melhor foda, todos os treinamentos que ela e a irmã receberam eram realmente notáveis. Ele nunca tinha tido a oportunidade de foder a Elena puritana, mas seu corpo clamava por Kath como um humano clamava por água.

O lobo dentro dele adorava as sensação que ela causava. Sua mente era invadida por cheiros e sons diferentes, enquanto ele era tentado a tirar uma prova do sangue que ela carregava nas veias. Mason sentia o movimento que ela fazia pelos braços dele enquanto ele a fodia, sua mente era quase ausente quando ela o empurrou ficando por cima.

– Muito melhor.

A visão dos seios dela subindo e descendo foram o suficiente pra que chegasse perto do seu ápice. Ele agarrou a cintura dela a movendo pra cima e pra baixo com força, enquanto ela revirava os olhos de prazer, ele adorava quando ela revirava os olhos, sempre o fazia vir quase que instantaneamente.

Katherine caiu sem forças em cima dele com o seu rosto na curvatura do pescoço. Era sempre mais cansativo entreter o lobo, mas as suas duas metades sedentas por ela a faziam se sentir gloriosa. Ela deu uma mordida na tentativa falha de marcá-lo no pescoço e se levantou, fazendo uma careta enquanto arrumava o velho vestido manchado e amassado.

Mason a observava estupefado na cama, ela piscou pra ele e com um sorriso sacana foi embora. Enquanto andava pelo corredor ela se pegou pensando que aquela poderia ser a ultima vez que transava com Mason. Se Damon a escolhesse ela provavelmente iria embora em seguida, deixando o seu belo lobinho pra trás.

Um biquinho se formou em seus lábios enquanto ela parava na porta do seu quarto. Mason era uma ótima transa e ela odiaria deixá-lo. Forçando a maçaneta ela percebeu que sua porta estava trancada, ela nunca trancava a porta. Tentou empurrar a maçaneta de novo sem sucesso, se alguma das outras garotas tivesse no quarto dela de novo ela ia cometer um assassinato!

Ela bateu na porta com força deixando toda a sua raiva transparecer.

Elena pulou assustada ao ouvir o som da porta. Ela tinha acordado desorientada e mal se lembrava da noite anterior até achar Matt em baixo da sua cama. A luz do sol tentava serpentear para dentro do quarto quando ela fechou as janelas com medo de que ele se queimasse. Ela quase não tinha conseguido transmitir seus pensamentos pra ele ontem e ele quase a drenou.

Ele deveria estar realmente com muita saudade do sangue dela, ele sempre parava quando a coisa estava apertada, mas ontem ele não tinha parado e nem parecia que ia. Ela arrumou o pano de cama de modo que o cobrisse por inteiro deixando a pouquíssima claridade restante longe dele quando uma batida na porta soou a assustando.

Ela andou devagar até a porta enquanto as batidas soavam mais altas. Ela olhou pra trás com medo de que Matt acordasse, mas seu ouvidos não erma tão sensíveis durante o dia. A voz da sua irmã se fez presente a medida que ela se aproximava da porta.

Kath continuava batendo na porta com sua paciência duplamente esgotada.

– Eu juro que se algumas de vocês vadias tiver mexendo nas minhas coisas eu vou – a porta se abriu de súbito a fazendo se desequilibrar e revelando uma Elena aparentemente de mau humor e com olheiras enorme.

– A porra desse quarto é meu!

– E meu! Então não tranque a porta – ela fez uma careta antes de continuar – Você tá horrível.

– Nossa Kath um elogio matinal? Que tocante. – Elena levou a mão ao peito fingindo estar emocionada fazendo Kath suspirar com impaciência.

– Vamos sua vadia preguiçosa a cozinha não vai se limpar se limpar sozinha.


– “Vamos sua vadia preguiçosa!” – Elena resmungou fechando a porta e se virando pra seguir a irmã. Ela manteria Kath ocupada e longe do quarto até o anoitecer, sem o sol Matt poderia finalmente sair do quarto delas.


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Damon esperava que aquela maldita viagem realmente, realmente valesse a pena. Toda a ida a Mystic Falls tinha sido completamente cansativa um vez que eles tinham que parar sempre que o sol nascia. Ele não via a hora de acabar com aquela maldita maldição da luz solar.

Eles quase foram tostados no ultimo dia de viagem, mas Tyler conseguiu encontrar um abrigo bem a tempo, agora que tinham finalmente chegado ele não via a hora de voltar pra casa, a imagem do irmão irresponsável tomando conta dos seus dominós o tirava do serio.

Isobel insistira em dá uma estúpida festa para apresentá-lo aos senhores da casa e suas escravas de sangue, mas ele só estava interessado em duas delas que não se encontravam a vista. Damon tentava não demonstrar a impaciência que sentia. Sua vontade era de quebrar todos os pescoços na sua frente por desperdiçarem o seu tempo!

Ele só queria pegar logo a maldita humana e concretizar a profecia, mas Isobel insistia em transformar tudo em um circo. Olhando ao redor ele percebeu que seus homens se divertiam. Tanto os vampiros quanto os humanos. As humanas de Isobel ficaram tão animadas ao verem outros humanos que nem precisaram ser convencidas a entretê-los, os puxaram para o quarto por vontade própria.

Tyler se encontrava parado ao seu lado sem expressão evidente. Aquela festa estava lhe dando nos nervos! Ele não bebia sangue humano frequentemente, escravas de sangue o tiravam do serio. Ele não sabia explicar, mas simplesmente não tinha paciência com elas.

Certa vez ele até se transformou em lobo enquanto estava em uma quarto e acabou rasgando duas garotas de cima a baixo. Um pequeno sorriso surgiu com a lembrança. Ele não gostava, mas o lobo dentro dele definitivamente tinha um gosto peculiar pelo sangue, não tanto quanto os vampiros , mas ainda assim uma preferência e as vezes ele agradava ao lobo, e depois de dias sedentos ele não via a hora de satisfazê-lo.

Mas não hoje, não, o seu lobo teria que esperar. Tyler não confiava em Isobel, ela cheirava a manipulação e ele estava determinado a se manter longe dela e de tudo que ela tocasse até que Damon o pedisse pra fazê-lo.

Kol se encontrava no canto oposto da sala, cinco escravas competiam pela sua atenção ele estava com o pulso de uma na boca, sua expressão era de uma pessoa área, entretanto ele estava atento a toda a sala, principalmente a retaguarda de Damon.

Ele conseguia ver Damon impacientemente bebendo de uma escrava sentada em seu colo enquanto Tyler analisava a sala. Ele acenou discretamente para Kol que retribuiu confirmando que estava tudo certo. Kol tentava não se focar muito no sangue, as escravas de Isobel eram deliciosas e ele fez uma nota mensal para levar um pra si próprio quando ela entrou no cômodo.

Damon já não conseguia disfarçar sua impaciência quando Isobel entrou, ela aramara todo um circo e ainda não se fazia presente. Ele empurrou rudemente a escrava que se encontra em seu colo e observou ela rastejar até o vampiro mais próximo.

– Meu lorde – ela fez uma breve reverencia antes de continuar – Pronto?

– Eu não estaria aqui se não estivesse. – ele respondeu cortante fazendo-a engolir seco. Ela sabia que era perigoso brincar com a paciência de Damon, mas era necessário se quisesse que suas meninas tirassem o máximo dele.

– Me siga – Damon se levantou e o cãozinho sarnento dele também – Talvez seja melhor o senhor ir sozinho – ela disse tentando parecer discreta e acenando para Tyler. Damon respondeu sem nem se virar.

– Você fica.

– Mas senhor, e se ela –

– Você fica, Tyler!

Tyler emitiu um pequeno rosnado para a víbora que agora sorria zombeteira enquanto Damon a acompanhava pelo salão. Kol passou por ele sendo arrastado pelas garotas para algum lugar enquanto sorrisos decoravam as suas feições. Ele revirou os olhos e se sentou observando Damon sumir ao longe no corredor.

Isobel conduziu Damon pelos corredores até pararem em uma porta que ao ser aberta revelou uma escadaria que conduzia para baixo. Ele encarou Isobel com uma sobrancelha arqueada a espera de uma explicação.

– Eu construí novos quarto no subterrâneo. Assim o maldito sol não nos incomoda tanto – ela completou descendo levantando as sais e começando a descer, sendo seguida de perto por Damon. Nenhuma tocha ou luz era evidente no local, entretanto não era necessário que tivesse alguma. Com sua visão aguçada eles conseguiam enxergar todas as portas no longo corredor subterrâneo.

Algumas portas exibiam fitas vermelhas, amarradas na maçaneta, que exalavam o cheiro de sangue. Damon deduziu que os quartos deveriam estar ocupados. Ele forçou a audição em vão tentando capturar algum barulho de outro possível hospede mas só o silêncio predominava no local.

Isobel parou na frente de um quarto com duas grandes portas. Ele parou atrás dela e a observou abrir o quarto com pouca mobília iluminado por uma lareira. Ela se virou para trás olhando para ele e o encorajando a entrar. O quarto não era muito enfeitado, uma grande cama de madeira escura com uma cabeceira e um guarda roupa lateral, uma lareira no canto esquerdo e bastante espaço interno.

– Pra que a iluminação desnecessária?

– Minhas escravas não enxergam no escuro.

Ele conseguia distinguir o som de leves respirações enquanto duas silhuetas femininas se encontravam na sua cama. Uma garota de cabelos cacheados se sentou sorrindo seguida por uma idêntica de sorriso semelhante. Os tons de pele oliva emoldurados pelos cabelos castanhos logo o fizeram as reconhecer como as garotas da foto.

As gêmeas.

Damon respirou fundo sentindo o cheiro de excitação e sangue que exala por todo o quarto. As garotas se levantaram e começaram a caminhar em direção a ele enquanto Isobel assistia a cena com um sorriso no rosto. Em breve Damon escolheria uma e ela daria a outra a Niklaus, ficando livre e protegida por um bom tempo. Pensando nisso ela foi silenciosamente se retirando do quarto, se Damon ainda tinha dúvidas sobre achar uma humana suas meninas iam acabar com elas rapidamente.

Afinal, elas tinham sido treinadas por longos anos só para agradá-lo, e agora era a hora de provarem que aprenderam tudo direitinho, ou Isobel se certificaria que elas aprenderiam o que é implorar pela morte.

– Boa noite Lorde Damon, lhe vejo pela manhã.

Damon nem se deu ao trabalho de se virar, a porta foi fechada e logo tudo que ele podia ouvir era o som da respiração das duas garotas a sua frente. Elas o analisavam com olhos de corça enquanto os sorrisos continuavam em seus belos lábios.

Ele não tinha dúvidas de que as gêmeas eram umas das criaturas mais bonitas que ele já tinha visto. Seu corpo se ascendeu em desejos só de olhá-las e sentir o cheiro que vinha delas, apesar de serem adolescentes seus corpos eram curvilíneos e avantajados, e ele não via a hora de tocá-las.

– Então você é lorde Damon? – perguntou a de cabelos lisos.

– Eu disse que ele não era velho.

Elas o circularam como o leão circula sua presa e quando uma delas estava atrás dele sussurrou.

– Estende os braços. – ele abriu os braços e observou a garota da frente começar a desabotoar os lentamente os botões da sua camisa. Ela fazia tudo com precisão enquanto seu cheiro adocicado preenchia o local o fazendo querer mordê-la. Duas mãos puxaram o seu rosto e um par de lábios logo se colaram aos dele iniciando um beijo provocante.

Damon sugou o lábio inferior da garota cravando as presas com força, sentindo ela apertar a base do seu cabelo descendo as mão pelo pescoço, e depois pelos ombros, retirando a camisa já desabotoada pela irmã. Um par de mãos subia pela sua barriga descoberta enquanto a garota de cabelos cacheados o puxava querendo beijá-lo também.

Assim que os lábios dela tocaram os dele ele também a mordeu, sentindo um frenesi se espalhar por todo o seu corpo. Isobel tinha razão, o sangue era indescritível e memorável. Ele agarrou a cintura da garota enquanto seios macios eram pressionados contra suas costas e mordidas suaves eram depositadas em seu ombros.

O gosto do céu o fez gemer enquanto ele descolava a boca da dela e descia os beijos pelo pescoço, apertando os seios no processo e a mordendo em seguida, o fluxo no pescoço era constante o fazendo revirar os olhos. Ele já se sentia ficar animado.

As mãos na sua cintura o puxavam tentando chamar sua atenção, o fazendo tirar as presas do pescoço da escrava que agora fazia um bico de abandono. Ele se virou para trás lambendo os lábios e encontrando a outra com uma expressão zangada.

– Você me esqueceu! – ela acusou emburrada.

– Isso é porque você é chata. – ele respondeu dando de ombros sentindo eu pescoço pegajoso com o sangue que escorreu enquanto ela abria a boca em uma expressão de incredulidade

– Eu vou te mostrar quem é chata. – dizendo isso ela colocou no peito dele o empurrou, o fazendo cair de costas na cama e montando nele em seguida.

Ela sorriu com o espanto eminente nos olhos dele e lhe puxou os cabelos o beijando com força, movendo de modo a ficar sentada diretamente em cima do seu volume evidente na calça. Damon agarrou a cintura dela a fazendo se mover, tentando se aliviar com o contato.

Ela mordeu o lábio dele e se sentou ereta apoiando os braços do lado da sua cabeça.

– Quem disse que você podia se mexer?

– Quem disse que você manda em mim?

Ele os virou na cama, para provar seu argumento, ficando por cima, arqueando seu pescoço e enterrando as presas com força a fazendo gritar. Damon gemeu sentindo o medo da morte e se deliciando com o grito estridente dado por ela, foi então que o estranho aconteceu. Ele a sentiu sorrir, um sorriso discreto que logo virou uma gargalhada o fazendo se afastar intrigado.

Ela levou a mão ao pescoço tocando o corte levemente emitindo um gemido de prazer e dor. Ele abriu a boca para dizer algo, mas ela o empurrou juntamente com um par de mãos o puxava pra baixo, deixando-o de costas na cama de novo.

Cachinho tinha voltado, e ela o observava de cima, com os lábios inchados e vermelhos de sangue enquanto o pescoço exibia uma mordida recém aberta por ele no lado esquerdo. A outra garota também se ajoelhou na cama exibindo sua mordida no lábio e o pescoço sangrando.

Elas se olharam discretamente antes de olharam discretamente antes de olhar para Damon que observava o sangue escorrendo hipnotizado.


– Eu acho que ele tá pronto. – uma delas sussurrou enquanto a outra desamarrava lentamente a parte de cima do vestido. Damon estava prestes a ser imerso em uma nuvem de prazer sem volta, uma nuvem perigosa, venenosa e tentadora.


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– Você acha que vai funcionar? – perguntou o homem deitado grande cama de dossel. – As vezes eu odeio esse feitiço, gostaria de escutar o que está acontece.

– Mais é claro que vai funcionar! – ela respondeu saindo do espartilho recém desamarrado pela escrava. – Não esqueça que a magia é de mão dupla, ninguém pode nos escutar também.

– Bom.

– Muito bom. – ela concordou saindo lentamente do vestido e observando o homem na cama a comer com os olhos – Agora ninguém vai se levantar contra nós. – ela completou sorrindo e se aproximando da cama. Ela também daria tudo para saber o que ocorria, mas mandaria uma escrava verificar pela manhã, o importante era que tudo estava saindo como planejado.

Notas finais
E o maior super hiper ultra mega big fodástico capitulo da fic vai para..... TODOS OS MEUS LEITORES QUE NÃO VÃO ME DEIXAR NO VÁCUO! Como o de costume, bem vindos leitores novos, bem vindos!!!!!♥ ♥
Leitores sem conta, cês também ♥ ♥
Conseguiram identificar quem era quem? Nosso lorde se encontra em uma orgia de sangue agora...hum hum. O Kol é sexy né? Pode fala eu deixo.
Espero que a as trevas estejam conquistando vocês. Beijo nos dark hearts.
ps: foi o maios caps que já escrevi até agora né? Tô impressionadaney