Notas iniciais
SEGUREM SEUS VAMPIROS PORQUE AS GÊMEAS TÃO NA ÁREA!
Bem vindos novos dark readers!!!
Cara eu me delicio lendo os comentarios de vocês, é legal ver o que cada um ta achando..... ~misteriosssss~
Capitulo dedicado a todos os meus leitores, os que comentam sempre, os fantasminhas, os que leem
"escondido", os que não tem conta no nyah.... Mordidas Salvatorianas para todos vocês!
Boa leitura

– Isobel está voltando com Lorde Damon. Aposto que ele é gostoso!

Elena revirou os olhos para a irmã enquanto terminava de lavar as locas na cozinha. Seu vestido rasgado no joelho dava asas a imaginação dos senhores na casa. Sua irmã estava amassando a massa do pão, Isobel adora pães embebidos em sangue humano, mas só Katherine conseguia fazê-los com perfeição, então Kath os fazia.

Ela secou as mão na toalha em torno da cintura enquanto se dirigia até a irmã.

– Ouvi dizer que ele está para morrer.

– Serio? – ela deu um sorriso maldoso antes de continuar – Eu não me importaria se ele morresse no meio das minhas pernas. – ela piscou o olho para Elena que abriu a chocada, e depois riu junto com a irmã.

– Seria uma perda de tempo assim como Mason! – Elena cuspiu para a irmã.

– Você tá falando serio? Mason é um ótimo amante, tem um fogo de lobisomem... Você deveria tentar – ela piscou para irmã e continuou – Mas eu quero algo melhor. Ouvi dizer que ele é o rei de todos os vampiros da América do Norte, e que tem um magnífico castelo em algum lugar na Itália, por isso a Senhorita Isobel o convidou para cá.

– Não vejo o porque de continuar trazendo esse homem insignificante para sua cama, não gosto dele.

– Eu faço o que eu quero. Isobel não se importa e você também não deveria!

– Isobel não sabe por isso ela não se importa. – Elena corrigiu-a.

– Ah irmãzinha Isobel sabe pode apostar, ela sabe de tudo! Quando você resolver abrir as pernas um pouco mais e provar os vampiros e lobisomens venha me dizer como viver a minha vida! – ela cuspiu cheia de veneno.

Elena cerrou os punhos com força.

– Você sabe que eu não quero um dos inúteis daqui, eles não tem nada a me oferecer. Você sabe que eu quero...

– Poder. – a irmã completou por ela enquanto colocava a fornada de pães no fogo – Nós duas queremos Eleninha, nós duas queremos, mas enquanto ele não chega você poderia se divertir.

Katherine deixou as palavras pairando no ar enquanto elas terminavam de arrumar a cozinha em silêncio, apenas ouvindo os gritos de alguma escrava de sangue recém chegada. Elas se olharam rapidamente negando com a cabeça pela menina que ainda tentou resistir, mas logo a voz dela foi silenciada.

– Terminamos aqui. Kath vá escovar os cavalos, Isobel pode querer usá-los quando chegar com o velhaco.

– Por que não vai você? Não sua escrava!

– Preferi ir limpar o sangue de outra escrava? Porque eu não me importaria nem um pouco em ver você com a bunda no chão no meio de todos aqueles vampiros se alimentando.

Ela olhou para Elena tentando decidir qual opção era menos repugnante, ela não gostava de animais, mas a sala com os vampiros do Jhon parecia ainda mais nojenta. Ela sorriu para a irmã antes de se dirigir aos estábulos.

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Katherine saiu para o ar frio da noite tentando ignorar os calafrios, ela preferia sempre andar de dia quando os chupadores de sangue não a incomodavam, não que ela não gostasse de ser adorada por todos eles, mas Isobel sempre a castigava quando a via com alguém, depois dava sangue para que ela se recuperasse e a deixava presa por dois dias sem água e nem comida.


Ela tentou andar mais rápido para chegar logo ao celeiro sentindo o frio de 0°C contra o rosto fazendo seu cabelo voar para todos os lados. Ela exalou o ar assim que entrou no celeiro repleto de tochas nas paredes para aquecer os animais. Observando os cavalos de raça pura da Isobel enquanto procurava por uma escova ela percebeu que teria uma longa noite pela frente.

Duas horas depois de escovar todos os cavalos de Isobel, Katherine se levantou da cadeira sentindo as costas pedirem pela sua cama, ouvindo a porta do celeiro abrir ela se virou para trás.

– Ola?

Ela apertou os olhos tentando enxergar mas não conseguia ver muita coisa, como nenhum barulho veio ela supôs que deveria ser só o vento gelado da noite que abrira a porta. Ela se virou de novo para o cavalo que tinha acabado de escovar e o encarou antes de se dirigir ao balcão para guardar o que tinha pegado, foi quando ela sentiu barriga e peitos musculosos serem pressionados nas costas dela enquanto mãos percorriam pelo seu estomago.

Ela arfou surpresa quando ele puxou seu cabelos, arqueando o pescoço dela e inalando fundo.

– Inferno, como eu senti falta desse cheiro Elena – as mãos que estavam no estomago, viajaram para os peitos dela apertando-os por cima do vestido — O cheiro do teu sangue.

Katherine ficou menos tensa ao reconhecer a voz do bastardo que a assustara.

– Eu não sou a Elena. – ela sussurrou contendo o ódio fora da voz. Ele soltou os peitos dela a agarrando pela cintura e a virando rapidamente para frente, ela se deliciou com a confusão eminente no rosto do vampiro. – Somos idênticas lembra Senhor Matthew?

– Katherine? – ele perguntou com um tom de nojo na voz

– A senhor Matthew — ela começou agarrando o colarinho dele — Não há necessidade de me receber com tanta emoção. – ele puxou as mão dela com força se afastando frustrado.

– Cadê a sua irmã?

– Não sei, da última vez que a vi ela estava servindo de empregadinha da nova escrava de sangue.

Matt se afastou dela frustrado. Ele tinha percorrido uma grande distância para ver Elena e ela ainda não estava aqui. Ele tinha sentido falta do sabor afrodisíaco do sangue dela, e agora ela não estava aqui.

Katherine pulou assustada quando ele chutou uma balde com força o fazendo estilhaçar uma das baias.

– Eu preciso da sua irmã – ele disse com um tom cortante e impaciente.

– Eu posso ajudá-lo se quiser. – ela disse tentando parecer o mais doce possível.

– Por acaso eu disse que preciso de você? Eu quero Elena!

Katherine se segurou para não enfiar uma estaca no meio do peito dele e assisti-lo queimar. Ela usou toda a sua paciência para respondê-lo.

– Somos gêmeas senhor, tudo o que tens dela podes ter de mim também.

Matt olhou para ela como se a tivesse vendo pela primeira vez. Se ela não tivesse dito que não era Elena, ele teria mordido ela sem se importar em reparar, totalmente idênticas. Ele encarou o pulso dela fixamente esperando que fossem realmente idênticas. Como se lesse seus pensamente ela fechou a mão em punho e estendeu o braço com as veias salientes para ele.

Ele sentiu quando o rosto começou a mudar ao sentir o cheiro delicioso de sangue. Katherine sorriu sabendo que tudo em que ele podia pensar agora era o sangue em baixo da sua pele, tão perto e alcançável.

“O cheiro é o mesmo” ele pensou antes de puxá-la rápido e lhe enfiar as pressas no pulso.

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Depois de pegar um atalho escondido na mansão Elena foi parar na floresta. Depois de limpar a bagunça feita pelos idiotas ela entrou na passagem a muito escondida saindo na floresta “maldita” de Mystic Falls, muita gente dizia que ela era assombrada por isso que ela gostava de vir aqui, era uma chance menor de que a procurassem.

Ela caminhou por uns 15m antes de achar a trilha perdida que a levou até o pequeno lago. Ela adorava se banhar naquele lago, mas a noite estava muito fria hoje, então ela se contentava em sentar e observar as estrelas torcendo para que chegasse logo o dia em que ela deixaria aquele inferno de cidade no meio do nada.

Ela se deitou na grama úmida e começou a sussurrar baixinho o nome de todas as constelações que ela se lembrava. Ao que pareceram ser algumas horas depois ela acordou com um barulho distante, ela não percebeu que tinha cochilado, já deveria ser madrugada. Ela praguejou enquanto se levantava as pressas, se Jhon fizesse a contagem das escravas enquanto ela não estivesse lá ela estava perdida, ele ia dar uma surra nela de novo.

Elena correu pela floresta tentando voltar para a mansão o mais rápido possível, ela sentiu a sensação estranha que não sabia explicar, mas continuou correndo. Ela avistou o fim da trilha e suspirou aliviada, ela já podia ir devagar agora, estava bem perto, então ela ouviu barulhos. Virando a cabeça para trás ela percebeu que uma carruagem estava vindo rápida na sua direção.

Se ela não saísse do meio naquele exato momento ela seria esmagada, então ela se jogou para o lado rolando na grama fria machucando o tornozelo e tento um galho de árvore enfiado na sua mão. Ela mordeu o lábio com força, sentindo o gosto do próprio sangue, para não gritar e entregar sua posição. Ela continuou imóvel por mais alguns instantes para se certificar de que ninguém tinha parado ali e então se sentou e vagarosamente arrancou o galho da mão fazendo o sangue espinar no lado direito do seu rosto.

O corte tinha sido profundo, quase atravessara sua mão, e agora doía como o inferno. Ela fez o seu melhor para ficar em pé e quase caiu de novo ao sentir a dor no pé. Agarrando-se em uma árvore próxima ela lutou contra a tontura que lhe atingiu tentando não desmaiar ali no meio do nada, se algum vampiro a achasse provavelmente a drenaria, foi quando ela ouviu o som de vozes.

Sua mente se tornou automaticamente mais ágil, sendo tomada pelo instinto de sobrevivência enquanto a adrenalina corria solta no seu sistema. Ela amaldiçoou a mão cortada ignorando a dor e a apertando contra o vestido, eles provavelmente podiam cheirá-la. Ela ouviu o som de galhos se partindo bem próximo aonde estava e se escorou atrás da árvore mais próxima enquanto sentia seu corpo deslizar até o chão.

Mordendo a mão ela se concentrou em diminuir o ritmo dos seus batimentos cardíacos, tentando ter mais chance de sobrevir, outro galho se partiu e ela apertou os olhos com força se concentrado mais difícil.

Um minuto. Dois minutos. Três minutos. Nada. Ela esperou mais um minuto só para ter certeza mais nenhum barulho se fez presente, sentindo-se corajosa ela se atreveu a colocar a cabeça para o lado afim de olhar atrás da árvore. Seus olhos percorreram o espaço aberta tentando enxergar na escuridão, mas ela não via nada, olhando ao redor novamente ela decidiu que estava limpo, mas quando ela se virou para frente para levantar teve que segurar um grito ao ver o homem agachado na frente dela com a cabeça inclinada para o lado e encarado-a com curiosidade.