The Partner

20 Conhecendo e revendo pessoas indesejáveis


Notas iniciais
Vocês perceberam que agora está sendo dificil postar dois dias seguidos? Então, estou me preparando para provas e fazendo muitos trabalhos neste final de bimestre, ainda não sei quando poderei postar o próximo capítulo. Talvez segunda ou terça. Só sei que estou cheia de ideias para ele, mesmo que as vezes eu tenha um bloqueio criativo em algumas partes.
E ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, obrigada Anny Salvatore Bieber pela recomendação maravilhosa. Sério, seis recomendações? Estou pulando, dançando thriller e peidando pêssegos (que são cheirosos) de tanta alegria. Vocês são as melhores e eu dedico essa capítulo a Anny pela recomendação divastica.
Bom, não estava com tanto entusiasmo nesse capítulos, achei até que algumas partes ficaram cansativas, mas eu só sou a escritora e o que vale é a opinião de vocês, pois os leitores são mais importantes que os escritores.
E eu finalmente tomei vergonha na cara e postei uma foto de um dos personagens que vai aparecer aqui neste capítulo.

Madeline’s POV

Como de costume, fiquei na casa do Lucas. É sempre assim, quando meus pais estão em missão sempre ficava na casa dele. Quando éramos menores, compartilhávamos nossos professores particulares recomendados pelo FBI e até os treinadores quando nossos pais não estavam. Tinha uma babá naquele tempo, e assim que os professores e os treinadores saiam a memória dela era apagada e tudo que ela sabia era que passamos o dia inteiro brincando ou jogando vídeo game no quarto do Lucas. É por isso que ela gostava de ser nossa babá, ela não fazia nada e ainda ganhava pra isso. Só que agora, estamos maior e não temos babás, nem professores mega inteligentes e nem treinadores provisórios.

Ben foi o primeiro a ser deixado em casa. Ele não morava muito longe, para a minha surpresa, era apenas quatro quarteirões de distância. Jason não mora muito perto, mas ainda é na cidade, então os meninos já marcaram de fazer um monte de coisas.

Assim que chegamos, Lucas pegou todas as nossas coisas do carro do Jason e se despediu dele e da Pattie.

— Fique bem. — Pattie disse depois de me abraçar. — Sei que é difícil, mas vai passar logo.

— Obrigada — Agradeci.

— Acho que ainda vamos nos ver — Jason disse sorrindo e eu apenas assenti. —, espero que fique bem.

— Vou ficar. — Falei rapidamente e coloquei uma mexa do cabelo atrás da orelha.

— Até mais, então. — Ele me abraçou e entrou no carro logo depois da sua mãe.

Lucas já estava destrancando a porta da casa e eu fui em sua direção colocando os fones novamente. Olhei de relance para trás e vi Jason dar partida no carro enquanto sua mãe conversava com ele.

— Estava com saudades de casa. — Lucas disse entrando.

A casa do Lucas, é como se fosse a minha segunda casa, pois passei bastante tempo aqui. Já sou de casa, como se fosse uma Besson.

Subi as escadas em direção ao quarto de hóspedes, quis dizer, em direção ao “meu quarto” e coloquei algumas das coisas minhas que tinha trazido. Lucas me seguiu e colocou o resto e depois foi ao seu quarto para deixar as suas coisas lá.

Fui até a cama e me joguei nela, depois mudei a música do meu iPod para Thanks For The Memories do Fall Out Boys. Aumentei no último volume e comecei a cantarolar junto com a música.

Uma trilha sonora perfeita para o que estou sentindo agora.

É claro, eu sabia que isso iria acontecer. Sabia que a minha existência em Los Angeles não passaria de vagas lembranças na vida das pessoas que tive contato. É claro que eles sabem de mim, mas não lembram. É confuso, mas eu sei como funciona isso. Se a pessoa for esperta o suficiente, consegue ter vagas lembranças. É como um número de telefone insignificante anotado em um papel qualquer a pessoa anota, colocar em qualquer lugar e depois esquece isso, pois não tem importância, e mesmo que um dia ela tenha uma vaga lembrança disso, não vai conseguir achar o papel. Eu e o Jason somos o papel nisso tudo.

— Mad! — Disse Lucas tirando meus fones.

— Que foi? — Perguntei confusa e me sentando na cama.

— Sai dessa. Vem — Ele pegou minhas mãos e me puxou para fora do quarto. —, vou fazer aquele doce de coco que a nossa babá brasileira fazia.

— Beijinho! — Disse animada.

— Ah você quer um? — Ele me puxou e depositou um beijo na minha bochecha sorrindo. — Já saiu do luto, agora?

— Não.

Então me deu mais um beijo.

— E agora?

— Não. — Ri.

E ganhei mais outro beijo.

— Tá, agora você saiu, pois não vou ficar o dia inteiro aqui — Ele me soltou e começou a descer as escadas.

O segui até a cozinha e fiquei sentada o observando preparar o beijinho. Lucas era esperto, até para o lado culinário. Uma vez quando a memória da nossa babá tinha acabado de ser apagada, ela gritou para descermos, pois tinha feito um doce para nós pensando que não tínhamos comido durante a tarde inteira. Quando chegamos à cozinha, vimos o doce e comemos, fui a que mais gostou e desde desse dia sempre pedi para ela fazer beijinho(como ela disse que chamava) do Brasil, o lugar de onde veio. Lucas parou de ficar fitando a bunda dela enquanto ela cozinhava e prestou mais atenção em suas mãos, então um dia ele me fez uma surpresa e descobri que havia aprendido a fazer beijinho.

— Sabe, vou encontrar os meninos amanhã de tarde na pista de skate, vai querer ir? — Perguntou Lucas.

— Você sabe que eu não sei andar de skate.

— Aprende. Sempre tentei ensinar para você, mas nunca quis.

— Porque eu estava ocupada demais desvendando os códigos que meu pai me mandava por e-mail. — Disse.

— É, você sempre foi careta. — Disse ele fazendo uma cara engraçada.

— E você um idiota.

— Sempre. — Ele piscou para mim e então pegou um pacote de coco ralado e colocou na panela voltando a mexer.

Quando ele terminou de fazer, colocou na geladeira me proibindo de ir lá pegar antes de vinte minutos, pois disse que iria dá dor de barriga.

— Amanhã eu faço o almoço se você fizer a janta hoje. — Disse ele sorrindo para mim e se sentando no meu colo.

— Claro seu obeso. — Disse rindo.

É, o Lucas conseguiu me distrair um pouco. Mas mesmo assim, eu fico pensando no Daniel. Sem contar que eu não peguei a receita de estrogonofe com ele, e mesmo que a internet possui várias receitas, não vai ser a mesma coisa de perguntar a ele.

— Pensando no “namorado”? — Lucas disse fazendo aspas com as mãos e eu ri.

— É estranho saber que eu conheci uma pessoa e que essa pessoa me conheceu, mas de um dia para o outro não sabe mais nada sobre mim. — Disse passando meus braços em volta da barriga definida do Lucas.

— Essa é parte ruim das missões Avançadas — Disse ele colocando sua mão sobre a minha. —, mas você vai se acostumar.

— É.

— Entãooo... Agora já pode pegar o beijinho.

— Legal. — Disse jogando ele no chão e correndo em direção a geladeira.

— Ei, quase quebrei a perna.

— Tô nem ligando. — Disse enchendo a colher de beijinho e comendo.

— Eu quero um pouco também. — Lucas falou se aproximando com uma colher.

— É meu.

Comecei a correr pela casa enquanto o Lucas gritava:

— EU QUE FIZ!

–

N 3ª Pessoa

Estava de noite, todos dormiam, exceto duas pessoas reunidas em uma mesa na cozinha, o único cômodo da casa aceso.

— Eles voltaram para as suas casas e você não fez o que combinamos. — Disse o homem que voltou novamente a casa do garoto.

— Olha, só me dê mais tempo.

— Bom, agora tudo ficará mais fácil, já que eles não estão em missão. Então, trate logo de cumprir o que prometeu antes que eles viagem para outro lugar.

— Sabe, eu estou cansado de tudo isso. Tá, CIA e FBI não se bicam e tal. Mas o que vamos ganhar sequestrando a garota?

— Vamos provas que nem um dos melhores agentes deles consegue superar os nossos — Respondeu o homem como se fosse óbvio. —, a CIA sempre foi melhor que o FBI, e eles têm que saber disso.

O garoto massageou a têmpora pensando e então pousou suas mãos sobre a mesa da cozinha olhando diretamente para os olhos do homem sério a sua frente.

— Vou pensar em tudo com cuidado e quando estiver pronto eu aviso e vamos por o plano em prática. — Disse.

— Assim espero. — O homem se levantou da cadeira e então seguiu em direção a saída.

O garoto nem sequer fez questão de acompanhá-lo, afinal, o odiava. Odiava todos que tentavam pressioná-lo. Isso tudo era muito novo para ele, tinham que entender isso.

Pois ao contrário de Jason e Madeline, ele foi treinado para se tornar um agente sem saber de nada. Todas as aulas extras que sua mãe pedia para não comentar a ninguém era tudo treinamento. Suas aulas de artes marciais, matemática avançada, línguas estrangeiras, tudo!

O garoto saiu da cozinha e seguiu para o seu quarto. Chegando lá, pegou a câmera e começou a visualizar as fotos.

— Como vou conseguir fingir? — Disse para si mesmo ao ver a foto de MadelineMcPherson sorrindo enquanto conversava com um cliente do Starbucks depois de servi-lo.

–

Madeline’s POV

Lucas pegou seu skate de dentro do carro enquanto eu encarava o lugar.

Havia adolescentes em todos os cantos. Várias pistas lotadas e nossa... Muitos garotos bonitos. Um grupo passou por mim e alguns assoviaram, respondi com um sorriso tímido. Não sabia ao certo se foi meu rosto ou minhas pernas desnudas que chamou a atenção deles. Estou vestindo um shorts jeans um pouco curto do que geralmente uso, mas era o único que combinava com minha regata branca com pequenos detalhes vermelhos.

— Onde eles devem estar? — Perguntou Lucas com o skate nas mãos e passando os olhos pelo local.

— Ali. — Apontei já vendo Ben conversando com uma garota.

Eu e o Lucas fomos até o outro lado do local e eu fiz questão de estragar o barato do Ben.

— Meu amor — Disse o abraçando por trás. —, achei você!

Ben se virou para trás rapidamente assim que o soltei.

— O que...

— Eu sei, eu sei. Também te amo. — Falei dando um selinho nele e depois fitando a menina. — Quem é ela?

— Ah... Eu vou indo. Só tinha perguntado qual era a melhor pista para iniciantes. — A garota disse sem graça. — Tchau.

— Mas...

— Meu amor, você disse que ia transar loucamente comigo hoje. — Falei e a aposto que a menina escutou, pois começou a andar mais rápido e em poucos minutos estava bem longe.

— Ah é, eu disse mesmo, então vamos logo — Ben falou me abraçando e distribuindo beijos pelo meu pescoço.

— Seu idiota. — Disse dando um tapa nas costas dele. — Só falei aquilo para afastar a garota.

— Você não quer transar comigo? — Ben fingiu estar triste e o Lucas deu um tapão na cabeça dele o fazendo se separar de mim.

— Olha a indecência Sr. Patrick.

Quando Ben ia revidar o tapão, visualizamos o Jason acenando de longe acompanhado de um garoto alto e uma garota. Deduzi que seriam Charles Somers e Jennifer Johnson, os amigos do Jason do colegial. Ambos estavam com skates nas mãos e me senti deslocada, pois todos ali iriam andar de skate enquanto eu só ficaria assistindo.

— Oi pessoal. — Jason disse cumprimentando os meninos com um toque e dando um beijo na minha bochecha. — Bom, são eles que eu conheci em Massachusetts enquanto resolvia tudo da faculdade, eles também vão para Harvard. — Ele explicou para os amigos. — O estranho se chama Benjamim, mas chamá-lo de Ben é melhor. O loiro é o Lucas, e a baixinha é a Madeline, mas podem chamá-la de Mad.

Sorri para os dois, mas percebi que a garota me olhou de cima a baixo como se estivesse me avaliando. Fiz o mesmo com ela. Blusa xadrez e shorts rasgado. Cabelos pretos e olhos castanhos, sem contar que tinha belas curvas por baixo daquela blusa grande, o que me fez pensar se o Jason já a levou para cama. Bem provável.

— Sou Chaz e essa é a Jenny. — Disse o garoto alto e super bonito sorrindo.

— É um prazer conhecê-lo. — Falei sorrindo para o Chaz que piscou para mim.

É claro que o Jason percebeu a piscada e a indireta na minha frase. A indireta com certeza o deixou nervoso, mas por fora parecia normal. Não ia ficar fingindo simpatia para uma garota que sorriu para os garotos, mas para mim apenas me avaliou da cabeça aos pés sem nenhuma discrição. Por isso disse que foi um prazer apenas conhecer o Chaz. O que é verdade, já que ele é muito bonito.

Os meninos (isso incluiu aquela Jenny) estavam andando de skate, fazendo competição de quem conseguia descer pela barra sem cair. Fiquei apenas rindo das quedas deles e pensando o quanto aquilo era idiota, até que a Jenny conseguiu descer a maior barra sem cair. Os meninos a parabenizaram e eu revirei os olhos vendo o quanto ela estava adorando toda a atenção que estava recebendo de quatro garotos bonitos.

Levantei-me do lugar em que estava sentada e fui comprar um sorvete para distrair um pouco, já que eu era a única que não estava me divertindo. Até pedi para um dos meninos me ensinar, mas todos disseram a mesma coisa:

— Depois eu te ensino.

Comprei um sorvete de casquinha sabor chocolate e quando ia experimentá-lo, alguém esbarrou em mim fazendo o sorvete manchar a minha regata branca e cair no chão. Olhei para a pessoa que tinha acabado de arruinar minha regata e meu sorvete e dei de cara com o Chaz assustado.

— Me desculpa, a Jenny me empurrou e eu não vi você... Desculpa. — Falou tentando limpar a minha regata com a mão. Acredita que ele estava com as mãos exatamente nos meus seios?

— Ei. — Disse o afastando. — Eu limpo.

Peguei um guardanapo de papel que o sorveteiro me deu e comecei a passar pela minha blusa tirando o excesso de sorvete, mas de todo jeito ficou uma macha marrom na minha blusa.

— Sinto muito. — Disse Chaz mais uma vez.

— Tudo bem. — Falei sorrindo, afinal de contas, quem tinha culpa era a tal Jenny.

— Há, a Mad mal sabe chupar sorvete. — Ironizou Ben e eu o fuzilei com os olhos.

— Sempre disse que ela era fraca, nem consegue segurar uma casquinha de sorvete direito. — Jason disse rindo.

Marchei em sua direção super nervosa já mirando exatamente o local ao qual daria um belo chute.

— Você vai ver quem é a fraca. — Falei e ele começou a correr.

Corri atrás dele passando pelas pistas de skate e empurrando as pessoas que ficavam na minha frente. Estava prestes a puxar a camisa do Jason quando alguém me atropela com o skate e cai por cima de mim.

— Bosta. — Murmurei.

— Você está bem? — Perguntou o garoto me olhando sorrindo.

— Es...— Minha resposta morreu quando focalizei o rosto dele.

Pensei que ele morasse em Los Angeles, que não fosse mais vê-lo, principalmente aqui, tão perto da minha casa.

— Eu te machuquei? Por que eu sinto muito, você estava na minha frente e ai não deu tempo de parar, pensei que fosse conseguir desviar. Sinto muito. — Falou ele rápido demais.

Bom, no mesmo segundo ele saiu de cima de mim. Não exatamente porque ele quis. Jason foi quem o puxou e se agachou ao meu lado.

— Você está bem? — Perguntou preocupado.

Na verdade, ele não se referia a minha queda e sim ao garoto que esbarrou em mim. O garoto do beco.

— Estou. — Respondi vendo o garoto me olhar confuso e dizer “desculpa” silenciosamente antes de voltar a andar de skate.

Ele não se lembra de mim. Não se lembra do que quase fez comigo. E o que não sai da minha cabeça é o porquê dele ter sido cavalheiro comigo, sendo que ele podia muito bem ter dado aquele sorriso malicioso que me dá calafrios quando estava por cima de mim.

–

Jason’s POV

Quando pensei que havíamos se livrado de tudo relacionado a nossa última missão, aquele garoto aparece. Não deveríamos ficar abatidos, é claro. Só que não é estranho ele estar aqui em Atalanta exatamente no local em que Madeline e eu estamos?

— Nossa, você não está com sorte. — Chaz disse se agachando e ajudando a Madeline se levantar. — Se machucou?

— Não. — Respondeu ela.

Quando chegamos, percebi que Jenny segurava o riso. Bom, até eu riria se não tivesse visto aquele garoto.

— Acho que já vamos indo, né Madeline? — Lucas disse.

— É. — Concordou ela.

— Espera — Disse Chaz. — Antes de todos irem, quero convidá-los para uma festa lá em casa, vai ser nessa sexta à noite.

— As festas do Chaz são as melhores. — Comentei sorrindo.

— Pode contar a minha presença. — Disse Ben sorrindo.

— Com a minha também. — Disse Lucas.

— E a com a minha. — Madeline disse sem sorrir.

— Vocês pedem o endereço para o Jason. Ah e não se esqueçam de levar bebidas, pois eu não sei se conseguirei comprar o suficiente, então se você bebem, é bom levar algumas garrafas.

— Fechado. — Ben disse fazendo um toque com o Chaz, depois comigo e com a Jenny.

Lucas fez o mesmo que o Ben e Madeline beijou a bochecha do Chaz e depois lhe deu um abraço de despedida, veio em minha direção e enquanto me abraçava sussurrei:

— Fique bem.

Ela sorriu e se afastou indo em direção ao carro do Lucas.

Assim que eles foram embora, Jenny disse:

— Não gostei da garota.

— Se você parasse de avaliá-la com os olhos, talvez tivessem tido alguma conversa. — Disse.

— Cara, ela está namorando com algum daqueles garotos? — Chaz perguntou passando seu braço sobre meus ombros.

— Por que você quer saber?

— Responde primeiro.

— Não. — Disse.

— Então ela já tá no papo. Nossa, ela é muito linda. Você não disse como ela era quando falou dos amiguinhos de Harvard. Sério, além de linda é inteligente, tem como ficar melhor? — Chaz suspirou e Jenny deu um tapa na cabeça dele.

— Esqueceu que você derrubou o sorvete nela e a ainda colocou as mãos nos seios dela na maior cara de pau? — Disse.

— Idaí? Eu disse que foi um acidente. Isso não aconteceria se a Jenny não tivesse me empurrado.

— Bem feito. — Jenny disse dando de ombros.

— Vamos — Falei colocando meu braço sobre os ombros da Jenny. —, vou pagar um cachorro quente para vocês.

— E não esquece do milkshake de morango. — Disse Jenny.

— Tá, e um milkshake também.

— Ah e também o... — Interrompi o Chaz.

— Chega, eu não estou cagando dinheiro.

Na verdade, eu estava com a conta bem gorda, até porque o FBI paga muito bem os agentes, principalmente em missões Avançadas, sem contar também que tem boa parte da minha mesada, já que eu nunca gastava tudo. Mas perto dos meus amigos, eu sou aquele garoto mão de vaca que só gasta no máximo dez dólares com os outros.

Notas finais
Me fazem ter um orgasreview ahahahaahaha