The Other Winchester

15 The First Case: Moon River Brewing - Part One


Notas iniciais
Boa noite amores! Eu sei que fiquei mais de uma semana sem atualizar, mas o problema é que estive sem computador por esses dias. Minha intenção era postar isso há dois dias. Já estava tudo pronto, mas como meu computador não queria ligar, não tinha como eu copiar o arquivo já editado (Ps.: Fiquei com preguiça de escrever tudo outra vez... :S). Enfim, espero que gostem da primeira parte, da primeira caçada!!! Título do Capítulo: "O primeiro Caso: Moon River Brewing - Parte Um" No Gif: Zak, Nick e Aaron... Ghost Adventure! (adoooooooooooooooooooro... sou apaixonada pelo Nick)

P.O.V. Dean Winchester:

As circunstâncias que uniram a nossa família, foram as piores possíveis, mas de alguma maneira eu me senti bem. Sam ainda lutava contra a perda da Jéssica. Melissa dava suporte para ele. Eu não sabia o que fazer, eu não sabia o que dizer, por isso agradecia por ela estar ali.

– Cara, a gente deveria estar procurando o papai. – falou Sam me encarando, no banco do carona. Melissa buscava alguma coisa no computador de Sam.

– Nós já fomos para vários lugares e nada. Nem sinal do papai. – respondi. – Nesse meio tempo, é melhor fazermos o que sabemos fazer de melhor: Caçar.

– Eu não concordei com isso. – falou Sam chateado.

– Dane-se. Nós fizemos uma votação e vir caçar, ganhou por dois votos.

– Melissa só aceitou ir porque tem raiva do papai e não quer encontrá-lo. – falou Sam e eu, automaticamente, olhei pra a Mel através do retrovisor. Senti aquela raiva crescendo dentro dela e estiquei minha mão, na tentativa de tocá-la.

– Você também tem raiva dele, então, vai se ferrar. Seu hipócrita. – falou ela seriamente, dando uma tapa em minha mão. Voltei a colocar a mão no volante.

– É, mas ele sabe o que matou a mamãe e a Jéssica. Eu tenho o direito de caçar aquela coisa, tanto quanto ele.

– Nós vamos encontrá-lo, Sammy. – respondi interrompendo o que seria a coisa mais rara de se ver. Uma discussão entre Melissa e Sam. Era mais fácil começar a chover tortas do que eles brigarem. Já eu e a Melissa, éramos como gato e rato. – Agora dá para vocês fazerem as pazes? É um tédio quando vocês estão assim.

– Tá. – começou Sam. – Desculpa Melissa.

– Desculpas também. – respondeu ela.

– Viu como é mais fácil assim? – falei sorrindo e Sam deu um tapa na minha nuca.

– Ai. – resmungou Melissa alisando a sua nuca.

– Desculpa, Mel. – falou Sam.

– Não há problema. – respondeu Melissa e sorriu, quando voltou a pesquisar. – Achei.

– Então, diga logo. – falei enquanto diminuía a velocidade do carro. Virando para encarar a Mel pelo espelho retrovisor.

– Uma mulher foi encontrada morta, depois do horário de expediente, em um restaurante de uma rede famosa. A Moon River Brewing, em Savannah, Georgia.

– E como esse pode ser o nosso problema? – falou Sam.

– Acontece que o restaurante é famoso, devido aos fantasmas que aparecem por lá. – respondeu Melissa e eu assoviei.

– Adoro uma boa história de fantasmas. – respondi e olhei Sam pelo canto de olho e Melissa pelo retrovisor. Sam respirou fundo e se encolheu na cadeira. Ele não estava nada contente com o fato de não estarmos procurando o papai. Ele queria que prosseguíssemos, mas como faríamos se não sabíamos para onde ele havia ido? O papai parecia não querer que o encontrássemos.

Não queria que o Sammy pensasse que eu não queria encontrar o papai. Na verdade, eu queria sim saber o que aconteceu e saber também o porquê dele ter ido sem ter dito nada, ou simplesmente, não ter me ligado dizendo que estava bem.

Mas como eu disse, de certa forma o que aconteceu foi bom, porque nos uniu outra vez.

[...]

Chegamos em Savannah, cerca de cinco horas depois e paramos logo no restaurante, antes mesmo de fazermos o check-in no hotel. Queríamos saber com o que estaríamos lidando, antes de cair de cabeça nessa história. Nem bem pedimos uma mesa naquele lugar, já presenciamos algo que não se vê todo dia. Um homem estava falando, alteradamente.

– Eu nunca mais coloco meus pés aqui. – gritou ele.

– Por favor, senhor. Gostaríamos de nos desculpar pelo incidente e informar que de hoje em diante, terá livre acesso ao nosso estabelecimento, sem precisar pagar nada. – falou o gerente do lugar.

– Sabe o que eu quero que você faça com esse lugar, pode enfiar no...

– Oh, calminha cara! – falei me levantando e intervindo naquela conversa.

– Quem é você para mandar eu me acalmar? – falou ele seriamente e me encarou. O homem era duas vezes maior do que eu e duas vezes mais forte também. Ergui minhas mãos, como se dissesse para ele que eu não queria encrenca, até porque se esse cara me desse um soco, eu apagaria na hora.

Coloquei minha mão no bolso do casaco e tirei o distintivo do FBI. O cara me encarou e depois respirou fundo.

– Podemos conversar lá fora? Por favor? – perguntei e ele assentiu. Melissa e Sam ficaram sentados, comendo alguma coisa enquanto eu interrogava o cara, do lado de fora. Minutos depois eu retornei e me sentei na mesa.

– O que ele disse? – falou Melissa.

– Ele disse que estava próximo da mesa de sinuca e sentiu uma coisa fria lhe atravessar. Quando se virou, para tentar ver o que era, sentiu uma força lhe empurrar e ele caiu no chão, pensando que alguém o sufocava. Ele se levantou, pegou suas coisas e subiu correndo para cá. A partir daí, a gente presenciou o show.

– Tentou enforcá-lo? – perguntou Melissa.

– Exatamente. – confirmou Dean.

– Temos que saber a história desse lugar. Saber se alguém morreu aqui. – falou Sam.

– Eu já pesquisei Sam e temos um problema enorme nas mãos. Acontece que além desse lugar já ter sido um hospital, nesse terreno houve várias mortes. o caso mais conhecido é de uma mulher que caiu da escada e morreu aqui, empurrada por um cafetão.

– Merda! – respondi chateado. Odiava quando isso ocorria. Quero dizer, quando era apenas uma morte, tinha apenas um fantasma, mas quando nos deparávamos com uma situação dessas, de múltiplos assassinatos, tinham múltiplos fantasmas que queria nos matar.

– Temos que diminuir essa lista. – falou Sam e eu encarei o meu irmão.

– Sério que temos? Porque não vamos fazer uma sessão mediúnica e perguntar quem é que está fazendo isso? – falei ironicamente e Melissa me olhou sorrindo. – Não!

– Você é um gênio, Dean. – falou ela e se levantou.

– O que você vai fazer, Melissa? – perguntou Sam.

– Há alguns dias, eu assisti algo na televisão sobre um trio que se denominam como caçadores de fantasmas e eles estiveram aqui, passando uma noite nesse lugar.

– Que idiotas. – falei olhando para a Mel.

– É, eu concordo, mas eles gravaram a noite toda e pelo que eu pude perceber, gravaram coisas do tipo, tenebrosas. Eu pensei que fosse mentira, que fosse apenas uma encenação idiota para ganhar ibope, mas...

– Mas ai a funcionária morreu, misteriosamente. – falou Sam.

– Exatamente.

– O que você pretende fazer? – perguntei.

– Me empresta o seu telefone? – perguntou ela. – É ligação interurbana.

Melissa me olhou com os olhos brilhando e eu sabia que ela estava pensando em aprontar alguma. Está certo que ela tinha as melhores idéias quando fazia aquela cara, mas todas as vezes, eu sobrava nessas idéias. Sabia que essa não seria exceção.

Notas finais
É isso amores! Beijinhos e até a proxima (que eu espero que seja mais cedo do que dessa vez... kkkkkkkkkkk) Flávia e Karol.