The Originals New Version
14 Poder descoberto
Notas iniciais
P.O.V. Aro.
Quando Alec voltou algo estava diferente nele.
—Alec? Querido?
—Não me chama mais assim! Recuperei minha memória! Vocês mataram nossos pais! Se esgueiraram de quarto em quarto matando todos que amávamos para que não tivéssemos escolha!
—Para o mundo você está morto meu filho.
—Eu não sou seu filho!
Ele começou a liberar a névoa.
—Ela estava certa. Vejo isso nos seus olhos, eu vejo o seu medo.
—Irmão! Pare.
—Eu vou. Mas, só porque ele não vale a pena o tempo que eu gastaria matando ele. Eu vou embora e ai de quem tentar me deter. Eu vou embora e nunca mais vou voltar.
—Irmão, somos sua família.
—Não. Não são mais. Você prometeu Jane, depois que nos transformamos prometeu que nunca usaria seu poder contra mim e o fez mesmo assim. Então, não não somos mais família... irmã. Você e todos os amigos me dão nojo.
—Mas, o Mestre...
—O Mestre mandou?! Se ele te mandasse me matar ou se matar? Se mataria? Me mataria?!
—Alec... meu caro.
—Cale a boca! Seu loiro com cara de fuinha! Acabou. Vocês não me controlam mais. Nunca mais.
Ele estourou o colar com o brasão dos Volturi e o atirou no chão.
—Eu me envergonho dos meus atos, sei que isso vai me assombrar pra sempre, mas nunca é tarde para fazer o que é certo. E a minha servidão acaba aqui.
—Porque essa mudança repentina irmão.
—Porque eu me lembrei Jane. De quem eu sou. Eu me lembrei de como é ser uma pessoa, eu me lembrei da minha mãe, da nossa mãe ela sabia sobre os nossos poderes e nos fez prometer nunca usá-los um no outro. Eu mantive minha promessa, mas você não pode dizer o mesmo. Pode?
Alec pegou as malas e foi embora. Todos os membros da guarda tentaram impedi-lo. Ele incapacitou todos. Todos menos a irmã.
Ela não me obedeceu.
—Jane.
—Não.
—Não?
—Ele está certo. Faltei com minha palavra, arrastei o meu nome na lama, o nome da minha família e eu não vou usar o meu poder contra o meu irmão nunca mais. Ele é a única família que me resta. E eu não vou abandoná-lo. Por isso eu me demito também.
—Pronto. Nossa servidão acabou irmã. Somos livres.
Eles deram as mãos, pegaram as malas e foram embora e ninguém se moveu para tentar detê-los.
—Droga!
P.O.V. Felix.
Eu nunca tinha visto o Mestre Aro perder a compostura, nunca. Mas, ele destruiu a sala do trono.
—Maldita Cullen! Isso é obra dela! Vou pegá-la. Vou matá-la!
—Como vai matá-la irmão? Ela tem poderes além da imaginação. E ela é imortal.
—Eu a matarei nem que seja a última coisa que eu faça. Aquela cria de Mikaelson!
—Mais essa ainda Mestre. A família Original. E sem os gêmeos estamos desarmados. Indefesos.
—Somos mais fortes que os Originais!
—Mas, não mais fortes que todos os Cullens e os Originais juntos.
—Acha que os Cullens lutariam conosco?
—Lutariam Mestre e ainda tem os lobisomens.
—E rumores de híbridos.
—Híbridos existem á séculos.
—Híbridos de vampiro com lobisomem. Os filhos da lua. Eles se transformam quando querem. E sua mordida é letal para vampiros. Podem caminhar no sol.
—Besteira.
Logo os Originais e os Cullen invadiram o Castelo.
—Acha que pode ameaçar minha filha?!
Falou a mamãe híbrida pausadamente enquanto socava com força a cara do Mestre Aro.
Ela arrancou a cabeça dele fora.
—Eu posso lançar um encantamento e puff. Está liquidado. E ninguém vai poder fazer nada á respeito.
—Então lance. Você não tem coragem.
—O que está morto pode sim morrer. Phesmathos Incendea.
O corpo e a cabeça de Mestre Aro pegaram fogo.
—Mais algum voluntário?
—Matou meu irmão!
—Temos um voluntário. Mamãe.
Antes que Isabella pudesse fazer qualquer movimento Cauis entrou em combustão espontânea.
—Ele era meu. O outro você pode cuidar se quiser.
P.O.V. Dimitre.
Ela arrancou o coração do Mestre Marcus e bebeu seu sangue, quando acabou esmagou o coração com a mão.
Felix avançou sob ela e ela moveu sua mão e um dos meus melhores amigos entrou em combustão espontânea.
—Que pena. Ele merecia uma segunda chance.
—Façam estacas de madeira. Estacas são sempre úteis. E aos que restaram eu lhes dou uma escolha ir e recomeçar do zero, tentar formar uma família, encontrar o amor ou algo que os faça feliz ou ficar e encontrar algo que os faça felizes. Os seus quartos ainda são seus, vocês tem seu lar de volta. O Castelo é de vocês agora, vendam-no, fiquem com ele façam vocês e a suas famílias felizes.
—Espera. É só isso? Vai matar os Mestres e ir embora?
—É. Esse lugar tem sido sua casa á séculos, não cabe a mim expulsá-los de seu lar. Ele é de vocês por direito.
Ela se virou e foi embora. Levando a família junto com ela.
—O que faremos?
—Vamos votar.
—Votar?
—Quem quer vender o Castelo?
—Eu.
Disse Jane.
—Eu quero. Nosso amigo morreu aqui.
—Sim. Ele morreu aqui. Vamos vender.
Colocamos no jornal, na televisão, na internet e logo ele foi adquirido por um novo proprietário.
—Porque deixar seu lar?
—Esse não era nosso lar. Éramos escravos aqui. E queremos ser livres.
Todos tiramos nossos pingentes e os atiramos numa cova e enterramos.
—Ás vezes é necessário alguém de fora para ver o óbvio.
Disse Jane irritada com a própria burrice.
—Sim. De fato.
—Notei que o senhor tem um sotaque diferente. De onde veio?
—Da Romênia, Montes Cárpatos.
—Conde Drácula?
—Eu mesmo criança.
—Porque comprou nosso castelo?
—Eu gosto de castelos. Gosto de ter diferentes propriedades ao redor do mundo.

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