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15 Drácula meets the Pheonix
Notas iniciais
P.O.V. Drácula.
Ela estava caminhando pelo cemitério. O sangue escorria de sua boca.
—Eca. Até o sangue deles é ruim.
—Foi uma bela caçada. Muito impressionante. Tamanho poder.
Ela olhou pra mim.
—Não é uma caçada. É justiça. Se quiser tem um pouco pra você também.
—Nós não vamos lutar.
—Desculpa, mas você sabe o que A Fênix Negra é?
—Você sabe?
—Uma entidade cósmica. Uma deusa.
—Muito bom.
—Quem diabos é você?
—Eu peço desculpas, pensei que soubesse. Eu sou Drácula.
—Nem vem! Espera ai, então você é que é o tal Conde Drácula da fábula do Bram Stroker?
—Eu sou.
—Tem certeza? Porque se isso for uma pegadinha e o Drácula verdadeiro se é que ele existe souber, provavelmente vai te esganar.
—Você sabe quem eu sou. Assim como eu sei sem questionar que você é Alexandra Mikaelson.
—Ouviu falar de mim?
—Claro. Você é conhecida pelo mundo á fora.
—Não. Sério?
—Porque mais eu viria até aqui? Compraria esse Castelo?
—Espera, é o novo proprietário do Castelo Volturi?
—Sou. Eu vim pra conhecer a renomada Fênix. A assassina.
—Não sou assassina. Eles já estavam mortos, estavam escravizando aquela gente aterrorizando todo mundo. Eu sou a boazinha lembra?
—Talvez, mas seu poder tem origem na escuridão. Você deve senti-la.
—É. Eu sinto. Sou a única que pode contê-la, eu nasci para contê-la.
—Não. Nasceu para usá-la.
—Também. Mas, e você?
—Eu já amei. O nome dela era Lídia, eu tive um filho, mas ele já morreu.
—Eu imagino. Sinto muito.
—Creio que essas são as primeiras condolências que recebo pela morte deles.
—Sério? Cara, isso é cruel. Quer contar o que aconteceu?
—Eu prefiro não.
—Tudo bem. Mas, se algum dia quiser alguém pra conversar aqui está o meu celular e o telefone da minha casa. Sabe o que é um celular não sabe?
—Sim. Eu sei.
—Ótimo.
—Tchau. Eu tenho que dormir pelo menos três horas por dia pra não ficar com olheiras.
Ela saiu flutuando de volta a seus aposentos no hotel. Ela levitava enquanto dormia. Assim que eu entrei ela sentiu minha presença e despertou.
—Você é magnífica.
—Aposto que diz isso antes de morder todas as moças.
Ela se cobriu com o lençol branco já que não usava nada além de um pijama de seda e babados rosa e branco.
—Não. Você é diferente. Feita pra mim.
—Feita pra você? Pensei que a sua esposa Lídia fosse a sua alma gêmea. Espera, não tá achando que eu sou ela tá?
—Não Lídia se foi. Eu também pensei que ela fosse a minha como você diz, alma gêmea. Mas, não. É você.
—Talvez seja... só químico.
—Puxe o cabelo pra trás.
Ela puxou.
—O que espera encontrar?
—Eu procurei você pelo mundo todo. Esperei séculos por você. Pela criatura cuja escuridão se rivaliza com a minha.
—Você nem faz ideia do que é a escuridão verdadeira.
—Você já foi provada.
—Ele era...
—Indigno. Ele abandonou você. Deixou você escapar.
—Se quer beber... beba. Eu não me importo. Se beber demais vai se machucar.
Ela me deixou beber do sangue dela. E era o melhor sangue que eu já bebi na face da terra.

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