The Originals
11 Hipnose
Notas iniciais
GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO !
É URGENTE.

POV Neutro
Corpos estavam espalhados por todo lado, em meio a lascas de madeira e cacos de vidro da janela quebrada.
Cada superfície visível tinha sangue derramado, vermelho amarronzado, seco. E bastava olhar os corpos para saber o motivo: cada um tinha um par de feridas roxas e nítidas no pescoço.
O vidro rangia sob os pés da Xerife Forbes enquanto ele andava. Seus lábios estavam repuxados e as narinas infladas, como se ela estivesse sentindo um cheiro nauseante.
Mas aquele era apenas o começo de uma trilha de mortos.
A trilha levava para a casa dos Mikaelson.
POV Charlotte
O mais leve vestígio de luz aparecia pelas frestas da janela fechada.
Empurrei o cobertor e me levantei.
Fui até a janela e a abri, sentindo o aroma matinal agradável que invadira o quarto.
O sol estava escondido pelas nuvens. O vento ficava forte, gemendo pelos galhos das árvores e provocando uma chuva de folhas amareladas.
Vi uma viatura da polícia de Mystic Falls parar em frente a casa. Do carro desceu uma mulher de cabelos loiros e curtos. Seu distintivo dourado reluzia e então percebi que ela era a Xerife da cidade.
Fiquei atenta mesmo quando ela desapareceu de minhas vistas e entrou em nossa casa.
Eu podia ouvia a conversa da mulher com meu irmão se iniciando graças a minha audição sobre-humana:
– Bom dia, Xerife Forbes — a voz era de Niklaus.
– Dez mortos, Klaus. Dez mortos! E você nem se deu ao trabalho de esconder os corpos! Crianças! Se você quiser ficar na cidade, não arme uma carnificina. — a voz da Xerife era alterada, transparecendo sua fúria.
– Não sei do que você está falando. — a voz de Nik era de pura despreocupação.
– Vou te explicar bem então, Klaus Mikaelson! Na noite que se passou dez pessoas foram mortas, inclusive duas crianças e um adolescente. A trilha de mortos me trazia até aqui: sua propriedade. A cidade estava em paz há cinco meses e por um momento a esperança voltou para os cidadão de Mystic Falls, então os ataques começam novamente, o medo volta a assolar a cidade e são cobradas explicações.
– Não fui eu. Não mato para me alimentar, apenas por prazer. Sei me controlar em minhas refeições, Xerife. Além disso... o único Mikaelson que saiu de casa ontem foi... Charlotte. — ele disse entredentes, já desconfiava de mim.
– Como ?
– Não fui eu que ataquei. — sua voz era precisa
– Se não foi você, quem foi ? — a Xerife perguntou.
– Minha irmã.
– Rebekah ? Mas...
– Não. Não foi Rebekah. Foi Charlote. Uma irmã... desaparecida que ressurgiu.
– Sugiro que faça algo a respeito rápido. Se o Conselho desconfiar dela vão começar a agir e eu nada poderei fazer a respeito.
– Sugiro uma baile. — agora a voz era de Elijah, com seu costumeiro tom de confiança e superioridade. Era a primeira vez que ele falava durante aquela conversa com a Xerife. Imaginei se ele já estava ali. — Inclusive, convidaremos todos do Conselho.
– Admiro essa ideia estúpida, meu caro irmão. — Klaus disse com ironia. Imaginei um sorriso sarcástico se formando nos lábios de meu irmão. — Mas não posso dar uma festa quando meu... amigo está morto. — notei o tom de remorso na voz de Niklaus, quando ele se referiu a morte de Stefan. Me surpreendi com isso e como uma ironia do destino, Elijah falou exatamente o que se passava em minha mente:
– Não sabia que você se importava com alguém. Seja como for, o baile acontecerá. Será como um belo baile de Boas Vindas para nossa querida irmãzinha ressurgida. Não é mesmo, Charlotte ? — pelo visto, Elijah sabia que eu ouvia aquela conversa.
Revirei os olhos:
– Vá se ferrar, Elijah. — sussurrei, sabendo que ele ouviria.
~x~
Ouvi batidas na porta, em seguida a mesma se abriu e Rebekah colocou a cabeça para dentro.
– O que você? — perguntei.
– Não vai se arrumar? — Rebekah perguntou. — Estou indo fazer compras.
– O que é? Vai me chamar para ir? Onde está a Rebekah que queria me espancar porque tomei um pouquinho do sangue de Matt?
– Você ia mata-lo.
– Eu estava com muita fome. — dei de ombros, dando-me por inocente.
– Odeio quando você faz isso. — minha irmã murmurou.
– Faço o que? — ergo uma sobrancelha.
– Finge inocência. Esse sorriso, o cabelo, o rosto... tudo parecendo tão angelical, eu acreditaria nessa inocência se já não te conhecesse. Por dentro você é o demônio.
Abro mais um sorriso doce para provocar Rebekah.
– Elijah mandou você ser amigável comigo, não é?
– Você me odeia. — Rebekah disse, ouve certa tristeza em sua voz.
Olho para ela de soslaio, sentindo algo por Rebekah que pensei que nunca sentiria: pena.
Ela sempre se provou tão mulher, tão corajosa e forte. Realmente era. Sobreviveu a cento e um anos — os quais não tive chance de viver para tentar sobrevier.
Se havia algo que eu deveria sentir era inveja, mas tudo o que sentia era pena.
– Você é minha irmã. Minha família. Eu queria conseguir te odiar, Rebekah. Mas não posso. Nunca vou conseguir.
Rebekah ergueu os olhos e me encarou.
Sua expressão era de confusão, como se não soubesse se aquilo era uma "reconciliação feliz entre irmãs".
– Passei tempo demais magoada com você. Era minha vida mas você levava tudo como uma competição...
– Sinto muito, Char. — disse ela, interrompendo-me.
– Não importa. Fiquei afastada por cento e um anos e quando eu apareço... você quer me matar! Fala sério, Rebekah! Eu esperava uma recepção mais... agradável. — sorrio ironicamente.
– Você quase matou meu namorado — ela disse na defensiva.
– Que eu me lembre, você já matou vários dos meus pretendentes, já se alimentou de vários deles e transou com eles também! Que irmã malvada!
– Eu era diferente naquela época. Eu mudei.
– Também mudei. Por isso quase matei seu namoradinho. Vou tentar mata-lo outra vez e outra e outra, me alimentarei dele e me deitarei com ele também.
– Você não mudou. Está apenas se revelando.
– De qualquer maneira... estou adorando isso. — sorri com escárnio.
– Você não tem mais o que fazer além de me importunar? — o tom de voz da minha irmã deixava claro que eu finalmente havia deixado ela irritada e aquilo era extremamente divertido.
– Tenho muitas coisas para fazer : descobrir o porquê da minha ressurreição, matar Hayley, machucar seu amado Matt, provocar Elena Sonsa Gilbert, convencer Klaus e Elijah que mais um membro na família é loucura e procurar um jeito de trazer Stefan de volta.
– Stefan está morto. Por que está interessada em traze-lo de volta? Você nem se quer o conheceu.
Bom, era verdade. No passado fui amiga de Damon e o ouvia falar sobre o irmão constantemente, mas nunca havia falado com Stefan. O vi duas ou três vezes, de longe, e posso afirmar que ele era tão bonito quanto o irmão, embora as belezas fossem distintas.
– Você não tem nada para fazer além de comprar um vestido e se preocupar com sua própria aparência no baile enquanto hospedamos uma Loba vagabunda em casa e seu amigo está morto ? — com isso eu quis premiar Rebekah como a "Miss Futilidade do Ano". — Achou que esse seria um "eu te perdoo", não é? Não, Rebekah. Isso não vai terminar em um abraço e uma trégua. Morri por essa família. Continuo a me importar com nosso sangue sim, com nossa família. Mas não cometerei o mesmo erro duas vezes.
Rebekah engoliu em seco e se retirou.
Dei de ombros, despreocupada e fui para o banheiro, onde fiz minha higiene matinal.
Rebekah tinha certa razão : o baile seria a noite e eu não tinha nada o que vestir, por mais que não estivesse disposta a comemorar nada, precisava de algum vestido decente, já que eu teria os olhos de todos os convidados sobre mim.
Vesti-me com uma das várias roupas que foram postas em meu armário — Niklaus havia preparado todo o quarto para mim, inclusive minhas roupas, sapatos, roupas de cama e de banho, etc — e só então desci as escadarias enormes, pronta para sair de casa.
– Charlotte, onde vai? — perguntou a voz de Elijah, assim que eu abri a porta para sair.
Voltei a fechar a porta e me virei para encarar meu irmão.
Dei de ombros:
– Vai haver um baile. Rebekah vai fazer compras mas não quero a companhia dela e preciso de um vestido. — respondi, sem pausas.
– Creio que nesse caso, eu posso te acompanhar. — a voz que disse isso era feminina e eu sabia que conhecia muito bem : Katerina.
A Petrova saiu de trás de Elijah e exibiu um sorriso. Por um minuto achei que ela nem se quer poderia ser a verdadeira Katerina, pois seu sorriso era quase simpático. Ainda sim, ela não podia ser Elena, pois seus olhos brilhavam com uma espécie de chama ardente e atraente, sexy, que conquistaria qualquer um. Elena só tinha um olhar doce, que a fazia conquistar a confiança das pessoas alheias.
– Katerina ? — pergunto, erguendo uma sobrancelha. — Ah, você não pode estar falando sério ! Quer mesmo que eu saia com essa daí, Elijah ? Afinal, o que ela está fazendo em minha casa ?
– Em nossa casa. — corrigiu-me Elijah.
– Irmão, você está quase me fazendo ter vontade de quebrar teu pescoço. Primeiro Hayley e agora ela. Faça-me o favor. Depois de tantos séculos achei que teria superado.
Katerina observava tudo, dessa vez com um sorriso caçoador.
– Creio que você não tenha outra opção, a não ser ir com Hayley ou sozinha.
– Ir sozinha não é tão ruim.
– Katerina precisa explicar-lhe coisas das quais não tenho o mínimo tempo para esclarecer e ela já está indo comprar o vestido dela mesmo. — Elijah falava enquanto massageava as têmporas e percebi que talvez ele estivesse a ponto de perder a paciência comigo.
Revirei os olhos :
– O.K, tanto faz. — dei de ombros.
~x~
– Então, é isso ? Elena Gilbert é sua... cópia.
– Assim você me ofende. — Katerina disse, fingindo mágoa. Depois voltou sua atenção para a vendedora que nos atendeu e entregou a mesma o vestido vermelho que provara a alguns minutos atrás. — Vou levar esse mesmo.
Eu tinha que admitir, Katerina tinha um ótimo gosto. O vestido vermelho que ela escolhera lhe caía muito bem e ressaltava mais ainda suas belas curvas.
Eu, pelo contrário, havia escolhido o primeiro vestido que vi pela frente e que me serviu, mas até que não ficou tão ruim.
– Agora, me explique... como é que você e a Elena estarão no mesmo baile, no mesmo horário, com vestidos distintos e penteados também ?
– Quando humanos tolos vêem duas pessoas idênticas, não pensam que elas podem ser uma sósia. Pensam que são gêmeas. Os tempos mudaram, Charlotte. Até mesmo os que acreditam na existência de seres sobrenaturais são cautelosos, não saem empunhando crucifixos por aí.
– Então, Elijah convenceu o Conselho que você e Elena são gêmeas, é isso?
– Foi um trabalho difícil. Eu tive que dizer que nunca conheci meus pais e etc. No fim, acreditaram que eu era a gêmea de Elena, que inexplicavelmente foi abandonada pelos Gilbert e que eu ainda era uma recém nascida quando isso aconteceu.
– É para levar os dois vestidos juntos? — a vendedora perguntou.
– Tanto faz. — respondi com descaso.
A vendedora colocou um vestido em cada sacola. Paguei meu vestido e Katerina o dela. Eu estava surpresa por ter passado a manhã com a Petrova e não ter arrancado o coração dela.
– Então, quem vai ser seu acompanhante? — perguntou Katerina, sem demonstrar real interesse.
– Eu nem sabia que precisaria de um acompanhante.
– Todos terão um acompanhante. Eu e Elijah estaremos juntos no baile. — respondeu ela.
– Não vou precisar de um. — respondi. — Posso te perguntar algo?
– Bom, já está perguntando não é mesmo? — ela disse enquanto atravessávamos a rua.
– Você amou Damon?
– Não. Amei Stefan. — ela respondeu com naturalidade
– Como pôde enganar Damon, então? — falei, a minha voz não saiu com um tom de irritação, mas sim com um ar frustrado. Damon sofreu tanto quando achou que a vadia estava morta e talvez por isso nunca teve olhos para enxergar o que estava ali, bem sob o seu nariz, implorando atenção e amor. Não notou que eu era quem ele deveria amar e quem o amaria até morrer.
– Era minha especialidade. — ela respondeu.
Parei na frente dela, agora sim aparentemente irritada :
– Não se atreva a fazer com Elijah o que fez com Damon. Meu irmão merece muito mais.
– É diferente. Eu amo Elijah.
– É sua especialidade amar qualquer homem ou ao menos achar que sim. — digo por fim e dou as costas para ela, decidindo voltar para casa a pé.
POV Damon
A dor e melancolia não me abandonava nem se quer por um segundo.
Tomei mais um gole de uísque, direto do gargalo.
Meus pensamentos estavam tão distantes que nem percebi quando Elena apareceu na sala e só quando ela começou a falar que saí de meus devaneios :
– Damon. Não vai se arrumar ? — ela perguntou.
Ergui os olhos :
– Me arrumar para quê? — perguntei, sabendo qual seria sua resposta.
– O baile de Boas Vindas que os Mikaelson vão dar para a Charlotte. — a maneira como ela disse o nome de Charlie transparecia desdém, mas não dei atenção a isso.
– Não estou afim.
– Como? — agora Elena parecia indignada.
– Não vou.
– Damon, você já está aí nesse sofá há horas, ouvindo a mesma música, tomando o mesmo uísque. Desse jeito vai acabar entrando em uma depressão.
– Como você quer que eu fique, Elena? — gritei frustrado. — Quer que eu fique saltitando pela cidade para comprar a roupa que usarei num maldito baile enquanto Stefan está morto? Não sou como você.
Elena ia dizer algo, mas não o fez. Calou-se diante do que chamaria de grosseria. Só então percebi que ela já estava arrumada para o Baile. Era um vestido muito aberto nas costas, que a deixava com um ar sexy e na frente não havia decote, era algo bem reservado. As cores eram preto e branco e o vestido era tão longo que se arrastava no chão. O cabelo estava preso em um penteado simples e a única joia que usava era um brinco. De qualquer modo, estava bonita.
Suspirei, com um arrependimento no peito por ter sido tão grosseiro com ela. Desde o desaparecimento de Stefan eu passei a não ter mais tempo para Elena, ficava mais fora de casa procurando por meu irmão e quando Stefan morreu... isso não ajudou muito. Talvez eu estivesse sendo injusto com Elena.
– Será que tem algum smooking a minha disposição, senhorita Gilbert? — perguntei, exibindo meu melhor sorriso forçado.
Elena sorriu assentindo e acho que entendeu aquilo como um pedido de desculpas.
POV Charlotte
– Está bonita — a voz de Damon me surpreendeu, me fazendo tirar os olhos do meu reflexo no espelho para olha-lo.
– Ah ! Você chegou cedo. — falei, minha voz tremulou e eu sabia que meu coração estava batendo em disparada ao ver Damon ali, tão bonito, tão sexy, ainda mais que o de costume com um smooking.
– Elena está muito animada para o baile.
– E você? — perguntei.
– Nenhum pouco animado para o baile. — respondeu sorrindo fraco enquanto seus olhos guardavam a tristeza que sentia e a falta do irmão.
– Eu quis dizer : "Como você está?" e não "Está animado para o baile?"
Damon deu de ombros.
– Quer um abraço? — perguntei.
Ele forçou uma risada debochada:
– Por que diabos eu precisaria de um abraço?
– Não sei. Era o que você fazia quando eu estava a ponto de chorar : me abraçava.
– Você se lembra. — não era uma pergunta, mas uma afirmação.
– Quando voltei a vida minhas memórias estavam realmente bagunçadas, na verdade, ainda estão, mas nunca esquecerei o que tivemos. — falei — Mesmo que fosse só amizade.
A postura de Damon voltou a ficar tensa, como se ele reerguesse os muros em sua volta. Era o que ele sempre fazia, mas ao menos, eu sempre soube derrubar esses muros.
– Seja como for, não estou prestes a chorar. — ele mentira, eu tinha certeza disso.
Quebrei a distância entre nós dois. Ficando na ponta dos pés, passei meus braços por seu pescoço, apoiando minha cabeça em seu ombro e o envolvi em um abraço. Ele pareceu hesitar por alguns segundos, mas logo acabou retribuindo meu abraço também.
– Tudo o que eu sinto é dor. — ele disse, senti seus braços apertarem-me mais firme.
"- Esse é o problema da dor. Ela precisa ser sentida" — eu disse, acariciando suas costas.
Damon deu um passo para trás, recuano e me soltando. Ele me fitou intensamente, em silêncio e o que pediu em seguida me chocou :
– Me hipnotize.
– O que? — perguntei, sem entender.
– Você é uma original. Pode fazer isso. Me hipnotize. Faça-me esquecer a morte de meu irmão, pelo menos por essa noite. Já perdi meu irmão e não quero perder Elena, mas a cada dia que passa estou me afastando dela. Todos aceitaram tão bem a morte de Stefan, mas ainda estou aqui... em luto.
– Damon, ele é seu irmão. Foi a morte do seu irmão! — exclamo pasma.
– Até mesmo Elena aceitou a morte de Stefan. Era o que eu devia fazer também. Ela me ama e eu não estou dando a mínima para ele desde quando Stefan havia desaparecido. Não quero ser egoísta com ela como fui com meu irmão.
– Se Elena te amasse iria te ajudar a superar isso, não acha? Por que será que tenho a impressão de que ela não se importa, Damon? — gritei com fúria. Eu estava com raiva, porque finalmente havia percebido que o mundo de Damon ainda girava em torno de uma Petrova.
– Por favor, Charlie. — a forma como Damon me chamara quebrou meu orgulho e mesmo com raiva eu estava disposta a fazer o que ele pedira.
– Olhe em meus olhos. — falei, sabendo que mais tarde iria me arrepender de fazer o que eu faria. Damon obedeceu. — Hoje você vai estar feliz e se esquecer da morte de Stefan Salvatore. Mas isso vai durar apenas por hoje. Amanhã tudo voltará ao normal. — vi a pupila de Damon dilatar e depois voltar ao normal. Suspirei — Está feito.
Obs MissBieber : Leiam as notas finais. É urgente.
Notas finais
Primeiramente quero perguntar o porquê de tão poucos comentários no capítulo anterior. Sério. Fiquei deprê. Agradeço a todas que comentaram.
Como podem ver, esse capítulo ficou bastante grande e achei que ficou super entediante, mas foi preciso. Eu esperava postar o capítulo do baile com esse capítulo, mas quando cheguei na parte da hipnoze percebi que já tinha mais de duas mil palavras e apenas finalizei a parte para não deixar ainda mais chato.
No próximo capítulo então, várias surpresas ocorrerão.
Stefan está mais próximo do que todas vocês imaginam.
Aqui está o vestido que a Katherine comprou : http://www.polyvore.com/katerina_baile_de_boas_vindas/set?id=94993552
Aqui está o look da Elena para o baile :
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E aqui está o que Char vestiu cedo para sair com Kath :
http://www.polyvore.com/char/set?id=85391317
PRA QUEM É KLAROLINE AGUARDE O PRÓXIMO CAPÍTULO, HAVERÁ MUITAS EMOÇÕES !!!!!!!!!!!
COMENTEM SOBRE OS LOOKS !
o capítulo tá sem banner mas logo terá um, prometo.
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