Os Mikaelson estavam desconfortáveis em trabalhar em grupo. O máximo que conseguiam tolerar, era trabalho em família. Mas em grupo? E com caçadores? Pior ainda. Leah, que estava interessada em um caçador em questão. Resolveu deixar a história de Marcel para outra hora.

– Bem, vocês não acham que deveríamos descansar e deixar isso para amanhã? — digo rapidamente.

– Eu só fiquei curioso com uma coisa. — Elijah interrompe — Por que querem a cabeça de Marcel?

– Vejam bem, não temos porque explicar nossos motivos. E mesmo se tivéssemos, não o faríamos. Assim como vejo que vocês não querem dizer. — Dean estava sendo rude, oh oh, Leah o castigaria depois.

– Viram? Eles não vão dizer, muito menos nós. Agora vamos.

– Sua transa pode esperar, Leah. — Niklaus, maravilhoso com as palavras.

– Niklaus, eu estou com sono, vamos à um hotel.

– Hotel? Leah Mikaelson, ultimamente, você e Klaus estão dormindo em florestas na forma de lobos. O que deu em você?

– Rebekah, é tão ruim assim eu querer uma cama? Não posso mais satisfazer minhas vontades?

– Vejo que uma cama não é sua única vontade. — Nik dá um sorrisinho para Dean.

– O que eu faço e o que eu quero não é da sua conta, Klaus. Ou é? — fazer o que? Às vezes eu não media as palavras.

– Ah, o que? O que você quer? — Dean, ficara um pouco surpreso. Leah não queria essa reação nesse exato momento.

– É que, ah. Vamos logo.

– Ha ha. Vai tirar seu atraso de duas horas, Leah? — Niklaus era mesmo um empecilho.

– Então era você! Niklaus, o que eu disse sobre me espionar? — Leah estava começando a pensar que estava perdendo o jeito com as frases certas.

– Oh, eu estava no quarto ao lado. E você tem uma voz, am, potente. — sorrisinhos irônicos, Klaus era bom neles.

– Ah, é... Vamos logo. AGORA!

Dean a olhou com surpresa, fez o sinal de aprovação com a boca. E a seguiu.

Assim que chegaram à um dos hotéis 4 estrelas da cidade. Leah já se dirigiu ao atendente.

– Quero quatro quartos por favor. Com cama de casal.

– Espera, quatro quartos? Estamos em seis. Mesmo que eu e Dean dormíssemos no mesmo quarto. Faltaria um. E as camas de casal? Nós não somos tão chegados assim. — Sam, estava pegando o jeito estraga prazeres dos Mikaelson.

– Bom, Dean, você não se importaria de conversar sobre Marcel comigo? — Ainda bem que minha presa sexual entendera meu comunicado telepático.

– Oh, não me importaria não. Eu adoraria! — felicidade, era o que os lindos olhos verdes de Dean Winchester comunicavam.

– Mas, mesmo assim. Ainda faltaria um.

– Oh, querida Rebekah, achei que ficaria com Sam. — sarcasmo, como eu te amo.

– Ah, quando eu disse isso? Como assim? Leah! — Rebekah parecia uma daquelas adolescentes tentando em vão, esconder em quem estão interessadas.

– Ops, então são cinco? — olho para o atendente, que ficara paralisado esperando a resposta.

– Não, bem. Se a Rebekah não se importar. Posso ficar no mesmo quarto que ela. — Sam me direciona um olhar de agradecimento pelo "empurrãozinho".

– Ah, sim. Não, não ligo. — Rebekah faz o mesmo que seu, ahn, parceiro.

– Então, todos irão viver la vida loca esta noite. Mas e eu? — Klaus, o estraga prazeres oficial da família.

– E nós. — Elijah não ficava muito atrás.

– Bom, vocês podem ir ao bar. Ou à uma festa. E traçar algumas gatinhas. — Eu tenho boas ideias, é sério.

– Oh, Klaus pratica zoofilia agora? Que feio, Nik. Estou decepcionada.- Rebekah recuperara seu bom humor.

– Ha ha, hilário. E eu estou a ponto de quebrar seu parque de diversões.- Acho que Sam havia ficado feliz com a comparação. Seu sorriso indicava isso.

– Niklaus Mikaelson. Não estrague a felicidade de nossas irmãzinhas. Quer que eu te ajude à "pegar" alguém? Sabe, cavalheirismo é tudo. — Elijah nocauteia mais uma vez.

– Eu sei bem como arranjar uma garota. Só quis saber por que sou tão descartável assim. — Niklaus, como pode ver. Era super protetor com suas irmãzinhas queridas.

– Awn, Nik. Assim eu solto glitter. — De repente Dean faz sons de engasgo. Não sei porquê. — o que quer então?

– Nossas chaves.

– Oh sim, aqui estão. — Leah entrega as duas chaves para Klaus e Elijah. E a terceira para Rebekah. — Mais alguma coisa, meu amor?

– Unf. Vamos Elijah. Estou vendo que essa noite será dos homens.

– Ei, mas eu nã...- Tarde demais, Klaus já o estava levando até a porta.

– Então meus amados. Vamos à Funland.

Assim que chegam no quinto andar. Leah vai até sua porta. Entra no quarto e puxa Dean para dentro. Assim que ela ia fechá-la. Rebekah os interrompe.

– Como assim? E nós?

– Vocês? Rebekah, você e mamãe tiveram "aquela conversa" há mais de mil anos. Quer que eu te ensine como? Oh, desculpe, Sam.

– Tudo bem. Er. — coitado, o atingi em cheio.

– Leah! Você apenas vai para o seu quarto com seu gogo boy e me esquece?

– Hm, gogo boy. Gostei. Estou mesmo bem, Sam? — Dean e seu humor. Oh, como Leah estava gostando disso.

– Ah, é. Acho que sim.

– Hum hum. Pode dizer mais elogios, querida? — Dean olha para Rebekah.

– Não. — Dean faz beicinho diante da resposta de Rebekah. — Leah, pode me responder?

– Olha, Rebekah. Toda vez vai ser assim? Você me segurando? O que custa me deixar por uma noite?

– Está bem. Mas não vá reclamar quando eu fizer o mesmo! — Como as portas eram frente a frente. Rebekah empurra Sam para dentro e bate com força sua porta.

– Hum. Então somos só nós dois. — Dean diz normalmente.

– Só.

E a porta bate.