The Original Supernatural
3 Surpresas
– Nossa, Leah. Você é boa mesmo hein? – Dean estava realmente satisfeito, aquela mulher era um arraso! Boa em todos os sentidos.
– Haha, você e eu formamos uma bela dupla sexual. – jeito carinhoso de dizer que ele também fora bom demais. – agora vou tomar uma banho.
– Quer que eu te acompanhe, senhorita? – Dean com certeza queria bis.
– Oh, muita gentileza sua, sir. Mas eu vou mesmo tomar um banho.
– Ah, vou ficar em profunda depressão. Mas tudo bem. Vá, my lady.
– Haha, já volto. – Leah dá uma piscadela para o deus grego, e vai até o banheiro.
No outro quarto...
– Ah Sam. Você foi ótimo... Sam? – Rebekah abre os olhos e não vê nada ao seu lado, levanta,vai até o banheiro: nada. Resolve ligar para o celular de Sam, cai na caixa postal. Mas havia um bilhete: “Volto logo. Você foi maravilhosa. Beijos. Sam.” – Onde que você está, Sam.
Assim que Leah saí do banho, resolve fazer uma surpresinha para Dean, mas não vê ninguém ali. Só um bilhete:
“Volto logo. Beijos. Dean.”
Leah se troca, se arruma. E resolve ver como Rebekah e Sam estavam.
– Ah, Sam. Graças a... Leah? O que faz aqui? Não está com seu gogo boy?
– Ainda com isso, Rebekah? Onde está o Sam? – Leah, definitivamente, não gostava que achassem que ela não conseguia arranjar alguém.
– Ele me deixou esse bilhete.
– Nossa, ele também me deixou um quase igual. – Leah fica confusa, afinal. Por que os dois sairiam assim, do nada.
– O que está havendo?
– Não, sei Rebekah. Mas vou saber.
As duas vão atrás de Klaus e Elijah. Que estavam em seus quartos. Sozinhos. Sem vadias na cama do Klaus. Que estranho.
– Mas, o que pode ter acontecido?
– Nada de mais, Leah. Eles devem ter saído para beber.
– Verificamos os bares mais próximos. Não estão lá. E o que mais me deixa ansiosa: o chevy está lá. No estacionamento. Dean, pelo que ele me contou. Não sai sem aquele carro. Algo aconteceu, Elijah. E eu vou matar que pegou meu cara.
– Nossos caras, né Leah? Ou você acha que dormimos a noite inteira?
– Milagre você fazer algo com alguém. – Leah estava nervosa demais. Não conseguia se controlar.
– Isso vai se repetir, Leah? Toda vez que você se apaixona. E o cara dá no pé. Você vai ficar assim? – Klaus parecia não estar gostando muito da Missão Resgate aos Winchester.
– Ele não fugiu, Niklaus. O que Leah disse está certo. Aquele rapaz parece gostar muito do carro. E sair sem ele seria loucura. – Elijah, o salvador da pátria.
– Assim como você não larga os seus ternos não é? – Klaus nunca levava nada a sério. Ah como isso era chato.
– Chega. Vamos procurá-los.
– Mas, onde Leah? Não há pista alguma. — Rebekah também não estava ajudando muito.
– Rebekah, ameaçando você é incrível, mas na hora de pensar...
– O que quer dizer com isso? Que eu sou burra? Leah!
– Leah, não chame sua irmã de burra. Niklaus, não discorde de sua irmã. E Rebekah, use sua lógica.
– E o Papai Elijah ataca novamente. – Klaus, nunca desistia de suas piadinhas.
– Faço o máximo que posso. Bem, se o carro está lá. Devemos dar uma olhada. Você disse que ele deixou chave no quarto não é Leah? – Elijah era bom mesmo em acalmar e liderar.
– Sim, mas eu trouxe comigo. É isso que não entendo, por que ele deixaria a chave no quarto? Com um vampira que ele acabou de conhecer! Isso não é nada bom.
– Bem, então vamos lá checar o carro.
Quando chegaram no estacionamento, viram um bilhete com a arma de Dean agindo como peso. E nele se dizia isso:
“Me encontrem na fábrica onde tudo acontecia. Isto, se quiserem ver seus rapazes respirando.”
– É digitado. Não dá pra saber quem foi que escreveu, esperto. Mas, onde é a tal fábrica? — acho que Rebekah havia deixado sua lógica e inteligência em Mystic Falls.
– “...fábrica onde tudo acontecia...” onde pode ser isso? Bem, nas regiões mais próximas, só devem ter umas 7 fábricas abandonadas. Eu conheço aqui, e bem, fábrica onde tudo acontecia... Deve ser alguma onde sempre há criaturas sobrenaturais no local.. Uma é um ninho de demônios. Mas duvido que demônios tenham conseguido capturar os Winchester’s. Eles são burros e lentos demais. Outra é ponto de encontro de lobisomens. Mas lobisomens são um pouco fracos demais. Já eliminamos duas. Deve ter alguma que tem algo incomum. – Leah estava quase se matando para conseguir achar alguma fábrica que tivesse algo que nem sempre acontece.
– Sim, mas há uma. – Niklaus havia encontrado o que faltava.
– Qual? Niklaus, você fez algo? – Leah estava ficando preocupada.
– Uma fábrica, que eu descartei já. Mas à algum tempo. Eu transformava meus híbridos nela. Pegava lobisomens numa, mandava uns demônios pegarem sangue de doppelganger para mim. E eu mesmo fazia as transformações. Se há um lugar, deve ser lá.
– Como assim agora você confraterniza com demônios? Vai convidá-los pra Ceia de Natal agora? Fazer piqueniques, festas de aniversário de anos de demônio vividos? Histórias de terror na fogueira com marshmallows?
– Está exagerando, Leah. Eu fazia uma troca com eles. Pegava algumas pessoas em troca do sangue que eu precisava. Nada demais.
– Nada demais?! Você concordou em SALVAR VIDAS! E dá-las para demônios não é o fim perfeito.
– Esqueça essa história, faz um tempinho já. Não faço mais isso. Já que a minha doppelganger virou vampira. Graças ao meu melhor amigo! Não aguento mais traições!
– “Está exagerando”, Niklaus. Está certo, vamos esquecer. Vamos à essa tal fábrica. – Leah estava sem tempo para discussões.
A fábrica era a típica “fábrica abandonada”. Tinha todos os requisitos para ser: tons de cinza com bordas enferrujadas? Confere. Janelas quebradas e imundas? Confere. Ar sombrio e frio? Confere. Porta misteriosamente encostada? Confere. Sucatas em volta? Confere. Tudo o que uma fábrica abandonada tinha. Quando entraram no lugar. Veio uma voz de cima:
– Bem vindos ao salão da tortura! Se não fizerem o que queremos, verão seus queridos amigos serem torturados. Talvez eles sangrem até a morte, talvez não. Aí depende de vocês.
Essa voz, era a voz... do:
– Marcel. – os Mikaelson disseram juntos. Essa era uma das maiores surpresas do ano.
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