Notas iniciais
Olha eu aqui de novo!! Sei que demorei horrores com esse cap, mas eu ja me expliquei no cap passado... Espero a compreenção de todos. Vou tentar postar mais rapido, mas não garanto... Quero divulgar tbm minha outra fic, com parceiria de HHenry e Shocolaty... Aqui o link pra facilitar a vida de vcs. ashuash http://fanfiction.nyah.com.br/historia/122012/Entreolhares Bom, que saudade disso aqui, e de dizer... Atualizando... Boa leitura!

Ao chegar em casa Yanka retira um papel do bolso de sua calça, e sorri. Caminha em direção de seu quarto, e percebe que não tem ninguém em casa. Respira fundo. Lembra da discussão que teve com Sophya, e fica cabisbaixa.

Ao chegar no quarto, joga sua mochila em cima da cama e vai ligar o computador. Fazia tempo que não navegava na net. Assim que entrou no MSN, viu uma solicitação de amizade, leu o nome e não reconheceu. Pensou em recusar, mas ficou curiosa. Então aceitou. Assim que aceitou, a pessoa começou a falar.

MSN...

Alyshia diz:

- Nuss!! Nem acredito, depois de séculos que te adc, vc veio aceitar agora!!

Yanka Martins diz:

- É? E eu te conheço de onde mesmo?

Alyshia diz:

- É faz tempo mesmo... Vc não deve ta lembrada!

- Eu me chamo Alyshia, e uma vez te pedi teu numero, mas vc falou q não costumava dar seu numero, e nem ligar caso eu desse o meu

- Então pedi teu MSN, e desde então to esperando vc me aceitar...

- Vc até tava passeando com seu cachorrinho...

- Max o nome dele!

Yanka se lembra de Alyshia.

Yanka Martins diz:

- Claro! Agora me lembrei de vc!!

- Desculpe, minha memória não é das melhores, sou mega lerda! Ahsuash!

Alyshia diz:

- Tudo bem...

- Tbm não tenho uma memória mt boa, mas me proibi de te esquecer!!

Yanka Martins diz:

- Noooosss!!

- Ta ganhando mt coisa lembrando de mim não hein! Ashuasha!

- Brink’s xD

Alyshia diz:

- Acho que ganhei a noite desses últimos meses...

- Esperei mt vc me add, e agora finalmente vc aparece...

- Quero mt continuar mantendo contado com vc!!

Yanka Martins diz:

- Hehe...

- Ahh, desculpa por fazer vc esperar então!!

- Não se preocupe que manterei contato sim...

- Mas vou logo avisando, não entro mt no MSN...

- Mas pode mandar E-mail, q respondo, ok?

Alyshia diz:

- *-*

- Ok, mandarei vários E-mails pra vc!!

- E vou esperar cada resposta ansiosissima!!!

Yanka Martins diz:

- Hehe :$

- Ok, combinado então...

Yanka se lembra de Sophya. Decide ligar pra ela.

Yanka Martins diz:

- Hey Alyshia, vou ter q sair agora, ta?

Alyshia diz:

- =/

- Já? Pena... >

Yanka Martins diz:

- Mas não esquenta, depois nos falamos melhor!

- Gostei da sua energia! xD

Alyshia diz:

- *-*

- Tbm gostei mt de falar com vc...

- Foi pouquinho, mas valeu a pena!

- =D

Yanka Martins diz:

- =P

- To indo lá gata!

- Até depois!

- Bjão e se cuida!!!

Fuiii

Yanka está offline.

Yanka sai do MSN. Vai à procura de seu celular. Assim que o encontra digita o numero de Sophya. Chama por algumas vezes até cair na caixa postal. Ela estranha, tenta novamente, e de novo cai na caixa postal. Ela fica com raiva e não tenta mais. Joga o celular em cima da cama, e vai até a cozinha comer alguma coisa.

***********************************************

Sophya...

Quando chegou em casa, subiu para o seu quarto, onde teve uma surpresa.

- Ítalo?

- Oi Sophya! – Ele abre um sorrisão.

- Nossa, que surpresa te ver aqui, e no meu quarto... – Ela estranha o fato do garoto estar em seu quarto.

- Poxa, isso que é saudade! – Ele finge se decepcionar.

- Ain primo, deixa de drama vai... Só estranhei você ta no meu quarto enquanto eu nem estava em casa.

- Eu sei... É que vim procurar um livro, a Inês tava aqui comigo agorinha, mas ai teve que descer. Ai você chegou! – Ele sorri novamente.

Sophya devolve o sorriso. – Quando você voltou da suíça?

- Cheguei hoje mais cedo. Instalei-me em um apê. Fui à agência me colocar a par da situação lá. E depois vim pra cá, pra te ver, mas você não tava em casa, ai fiquei conversando com a Inês, e lembrei-me de um livro que te dei.

- Ah, e já achou? Qual mesmo você ta falando? “O Futuro Da Humanidade”?

- Esse mesmo! Você ta com ele ai?

- Não... Eu emprestei pra minha na... ér Amiga! – Ficou vermelha ao quase dizer namorada.

- Ah, que pena, eu ia pedir emprestado, mas tudo bem. Mas é amiga mesmo? – Ele riu contido.

Sophya ficou vermelha. – Claro que é uma AMIGA! – Sophya se irrita com a brincadeira do primo.

- Ok! Tava só brincando, precisa se estressar não! Mas me conta, como você ta? Ta namorando?

Sophya fica sem graça com a última pergunta. Mas disfarça. – To ótima primo, e não, não to namorando! E você? Você ta ótimo! Ta ainda mais lindo!

- É eu seu! – Ele sorri convencido.

- Nossa! Como é convencido!! – Ele mostra a língua.

Sophya deixa o telefone em cima da mesa, ele tava no silencioso. Ela se distrai conversando com o primo, e nem vê quando o telefone começa a tocar.

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Yanka estava na cozinha. Estava comendo um sanduíche que tinha acabado de preparar. Enquanto mastigava, pensava que mais uma vez foi injusta com Sophya.

-“Ele não deve ter visto tocar... Ou deve ta sem ele no momento.” – Pensou. Decidiu ligar novamente.

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Sophya e seu primo estavam recordando a infância. Lembravam de coisas constrangedoras que um fazia o outro passar.

- Sabe o que eu tava lembrando agora Sophya?

- Ai, ai... Não o que? – Ela deita na cama e o observa. Ele tava sentado em uma poltrona que tinha no quarto de Sophya.

- Lembrei que você era louquinha por mim! – Ele fala zombateiramente.

- Ah, seu chato! Nem era! – Ela mostra a língua. Mas na verdade estava muito sem graça, ela era mesmo afim do rapaz.

- Sei... Eu percebia, sempre percebi... O jeito que você me olhava... O jeito que me tratava...

- Ain, Ítalo! Pô, qual é? Nem era assim... Eu só tinha uma forte admiração por você. SÓ ISSO!

- Vou fingir que acredito! – Ele pisca. – Mas posso fazer um comentário?

- Claro!

- Você ta linda!! Cresceu muito! – Ele a olha dos pés a cabeça.

Sophya fica sem graça. Sente suas bochechas corarem. – Obrigada! Mas eu sempre fui linda!

- Aham! E quando usava aparelho? – Ele faz careta.

Sophya arremessa um travesseiro nele. – Seu chato!

- Que você adora! – Ele se aproxima.

- O que você ta fazendo? – Sophya se assusta.

- Nada que você não queira... Você quer? — Sophya não fala nada, porque não sabe o que falar. – Vou considerar seu silencio um sim! – Ele a beija. Ela corresponde o beijo.

******************************************

Yanka já tinha tentado várias vezes falar com Sophya. Imaginou que ela estava com muita raiva, por isso não estava atendendo. Resolveu passar uma mensagem.

“Oi meu amor, me desculpa por hoje no cinema. Fui uma idiota agindo daquela maneira... Eu te amo muito, e ver você babando por outro alguém, putz, meu deu uma raiva! Mas sei que é bobagem minha, que você me ama tanto quanto eu te amo! Me desculpa mesmo... Sei que hoje você não vai mais querer falar comigo, já que não me atende. Mas amanhã é outro dia, não é? Hehe... Te amo muito mozão! Até amanhã na escola! Beijo grande!”

Yanka envia. Estava ansiosa por uma resposta. A qual não obteve.

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- Ítalo? – Sophya abre os olhos lentamente.

- Desculpa Sophya! Não sei o que me deu! Na verdade sei, mas eu não tinha esse direito!

- Ítalo eu...

- É melhor eu ir pra casa! – Sophya assente.

Ele vai embora. Sophya fica confusa. Gostou do beijo, era bom... Pegou seu celular e viu as chamadas perdidas de Yanka. Ficou assustada, em seguida leu a mensagem. E começou a chorar.

- Como pude fazer isso com ela? – Seu choro aumentava de intensidade.

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Yanka tenta mais uma vez ligar, mas Sophya não atende. E finalmente desiste. A campainha toca, ela vai atender.

- Fala sua bêbada! – Dan assanha o cabelo de Yanka.

- Bêbada? Nem bebi! – Yanka mostra o dedo e arruma o cabelo.

- Eu sei, é só pra não perder a oportunidade de te zoar. – Ele diz debochado.

Yanka olha para a porta. – E vocês não vão entrar não? – Ela falava para Paula, Bruna e Davy.

- Estávamos esperando você nos convidar a entrar, sua mal educada! – Paula fala divertida.

- Paulinha já te mandei dar hoje?

- Deixa eu lembrar... Não! Vai me mandar dar? Olha que eu posso aceitar seu convite, já que sei que você quer me comer! – Paula rebate. Bruna revira os olhos.

- Cala boca Paula! – Bruna diz irritada. – Oi Káh! Tudo bem? – Bruna dá dois beijinhos em Yanka.

- Tudo ótimo minha linda! E você como tá?

- Poderia estar melhor, mas eu vou indo...

- Um dia você vai me contar quem é o idiota! – Yanka fala com um tom de raiva.

- Um dia você vai saber... Perceber...

- Um dia você vai parar de fazer mistério!

- Quem sabe um dia... – Bruna sorri docemente. Dan não gosta da cena e vira os rosto.

- Um dia vocês vão me deixar falar com a vocalista mais linda do Brasil! – Davy fala divertido.

- Noss Davy, ai você exagerou, viu! – Yanka abraça o amigo. – Então a que devo a honra?

- Bom, já ouviu aquele ditado, se Maomé não vai à montanha...

- Já sim! Mas o que tem haver?

- Nooss! Como é lerda, meu! Pqp! – Diz Paula colocando a mão na testa.

- Ah Yanka, a galera ta achando que você ta um pouco sumida... Só aparece nos ensaios e olhe lá! – Diz Bruna delicadamente.

- É! Depois que começou a namorar a patricinha, ficou toda distante da galera! – Disse Davy descontente.

- Nuss! Que é isso? Julgamento? Sem direito a defesa? Cadê meu advogado? – Yanka diz com as mãos levantadas.

- Bom... Até que poderíamos arrumar um, mas... Você está sem direito a defesa! – Dan sorri de canto e se senta no sofá.

- Ta bom, ta bom! Vocês venceram. Realmente estou afastada de vocês, mas é difícil conciliar namoro, trabalho, escola, ensaio, galera...

- Vocês viram como essa puta roqueira coloca o namoro dela em primeiro lugar? – Diz Paula enciumada. – Depois vêm com essa cara de sem vergonha se “justificar”. – Ela faz aspas com os dedos.

- Quem quer comer quem? – Yanka diz divertida.

- Yanka vai tomar bem gostoso vai!

- Você vai comigo?

- Eu sei que você quer que eu te foda!

- Sei disso não! To bem servida de sexo! Obrigada! Oferece o Davy, vai que ele quer. – Todos riem, menos Paula e Davy.

- Ah Yanka não viaja!

- Que foi Davy? Nuss Paulinha, ta mals hein! Nem o Davyzinho, o perigoso das gathenhas quer... Se cuida hein!

- Yanka vai se foder! – Paula diz irritada.

- Hoje não, quem sabe amanhã! – Yanka devolve divertida, ainda rindo. Paula senta ao lado de Dan.

- Ta bom, vamo parar com esse papo! Que tal bebermos alguma coisa? – Dan sugere.

- Eu topo! – Paula se adianta.

- Só a Paulinha topa?

- Não sei Dan, amanhã tem aula né? – Yanka diz hesitante.

- Disse bem, amanhã. Amanhã é outro dia, e não to falando de amanhã, to falando de hoje! De agora!

- Eu topo! – Davy concorda.

- E você Bruninha?

- Se a Yanka tiver de acordo... – Dan torce a boca.

- Se é pro bem geral da nação, eu digo que bebo! – Yanka leva uma vaia. Almofadas são arremessadas nela.

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Sophya estava deitada em sua cama. Estava pensando em tudo que aconteceu naquele dia. Viu que deveria ter atendido Yanka, pois ela poderia achar que ela estaria com raiva, o que não era verdade. Algumas horas se passaram. Sophya decide ligar...

- Alô?

- Oeee!! – Outra voz ao telefone.

- Quem ta falando? – Sophya estranha Yanka não ter atendido ao telefone.

- Aqui é a puta que a Yanka ta comendo. No momento ela ta com a boca ocupada, gostaria de deixar recado?- Sophya fica com ódio.

- Não! Não gostaria! Foi um grande engano!

- Ah qual é! Sério que você vai ficar irritadinha patricinha? – Paula provoca.

- Sabia que era a gêmea má! – Sophya rebate. – O que você ta fazendo com o telefone dela?

- Ué? To na casa dela... Estamos bebendo... Ela não ta podendo atender no momento... Responde tua pergunta?

- Claro! Muito obrigada por nada! Passar bem Paula!

- Foda-se Patricinha! – Sophya desliga muito irritada.

- Quem essa garota acha que é? Ela não sabe com quem se meteu! Yanka eu te pego amanhã!

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- Quem era? – Yanka pergunta a Paula.

- Engano! – Paula mente, sabia que tinha ido longe demais, e que se Yanka soubesse naquele momento a “festa” iria acabar.

- Hum... Ok! Mas me dá meu telefone, antes que você acabe com meus créditos! Chega de ligação pra macho por hoje, né? Eu sei que você quer dar, mas se aquiete por hoje! – As duas riem.

- Quem vai de tequila? – Dan acha uma garrafa de tequila na cristaleira do pai de Yanka.

- Cara isso é do meu pai! Dá isso aqui! – Yanka toma a garrafa da mão de Dan.

- Ah Yanka! Depois a gente compra outra pra ele!

- É Yanka, lá em casa tem uma, depois eu trago, ele nem vai perceber! – Paula ajuda Dan a convencê-la.

Yanka olha para Bruna, como que esperasse ela dizer não, pra ela manter o dela. Mas esse não, não veio. Então eles abriram a garrafa.

- Se der ruim, digo que vocês me doparam. Me espancaram, e eu apaguei.

- Diga até que tava fazendo amor comigo! – Paula fala divertida.

- Paula eu sei que tu quer me comer cara, mas eu já tenho dona, ok?

- Eu sei que tu é uma vira-lata recém adotada!

- Paula, teu problema é homem cara, ou a falta de um!

Paula olha para Dan. – É... Você pode estar com razão. Quem sabe não encontro um essa noite? – Falou olhando para Dan, que desviou o olhar para Bruna. O que deixou Paula irritada. – Foda-se! Me dá essa tequila aqui! – Paula bebe na boca da garrafa.

Depois de algumas horas, o litro de tequila acabou eles pularam para vodka, e terminaram na cerveja. Os meninos foram embora de taxi, pois Dan não estava em condições de dirigir. Paula estava muito embriagada, não conseguia ficar em pé direito. Sobrou para Bruna que havia bebido pouco.

- Tudo bem Bruninha? Quer que eu ajude a levar essa coisa?

- Coisa é o teu rabo Yanka! Eu sou gostosa!

- Aham! Acredito! Então BRUNA, você quer ajuda?

- Quero sim Yanka, não vou aguentar com o peso dessa coisa aqui sozinha não!

- Já falei que coisa é o cu da Yanka! E não vem dizer que eu to pesada não querida! Temos o mesmo peso! Tua sorte ter nascido com a minha cara... Meu corpo... Até parece uma cópia minha! – Fica confusa. — Nem sei como você ainda não conseguiu pegar a... – Bruna põe a mão na boca de Paula tapando-a.

- A...?

- Ninguém Káh! Ela ta bêbada, só isso!

Yanka ajuda Bruna a levar Paula até a porta delas. Era um andar de diferença. Bruna abre a porta e deixa Paula nos braços de Yanka. Depois volta para ajudar Yanka a levar ela pro quarto. Seus pais já estavam dormindo. Elas deitam Paula na cama dela. Paula resiste um pouco. Mas se dá por vencida, e logo dorme.

- Obrigada Yanka.

- Nem precisa agradecer Bruninha, não é a primeira vez, né? – Yanka sorri lindamente, Bruna fica encantada. Devolve o sorriso.

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O dia chega e com ele uma forte dor de cabeça. Yanka olha em direção ao sol já forte, que entrava pela janela que ela esqueceu aberta. Faz careta. Vai levantando devagar, e à medida que se mexia a cabeça doía ainda mais. Levanta cambaleando um pouco, esfrega os olhos e se espreguiça. Olha no relógio e vê que já deveria ter levantado. Se assustou com o despertador do celular que já tocava pela quinta vez, fazendo pausas de 9 minutos para tocar decorrente. Corre para o banheiro, onde bate o joelho no Box e grita de dor. Seu pai corre para ver o que houve.

- Filha o que foi? – Pergunta preocupado.

- Nada papai. Só bati minha perna aqui na porra do Box.

- Nossa! Pensei que você já tava arrumada! Isso são horas de levantar Dona Yanka? Você já era pra ta pronta há 10 minutos!

- Ai papai, fala só um pouquinho mais baixo... – Yanka sussurrava.

- Yanka você ta de ressaca? Você bebeu ontem?

- Sim papai, bebi...

- Yanka, você sabia que hoje tinha aula, porque você foi inventar de beber?

- Não sei, de verdade!

- O que ta acontecendo com você minha filha? Ultimamente você mal para em casa. Sai pra dormir na Sophya... Ou quando não vai para festas com ela né? Você tava com ela ontem?

- Papai, juro te responder a tudo, assim que eu tomar banho, escovar meus dentes, me arrumar... Por favor, me arruma um comprimido pra dor de cabeça, e se existir um pra ressaca também aceito!

- Pra ressaca ainda não inventaram, então vai só de aspirina mesmo!

- Pode ser... Agora me deixa tomar banho, já to atrasada o suficiente...

- Estamos né? Já que eu trabalho lá também. E o pior que nem tenho uma justificativa pra você, pro seu atraso. Vou dizer o que? Ela se atrasou porque quase não acorda, pois estava bebendo na noite anterior, e acordou super atrasada com muita dor de cabeça. – Fala sarcástico.

- Papai já entendi... Me desculpe por isso, de verdade! Prometo não beber mais no domingo, ok?

- É fácil pedir desculpas depois de fazer besteira né?

- O senhor sabe que não sou assim. Que só peço desculpas quando entendo o porquê delas...

- Eu sei! Sei de co seu discurso sobre desculpas...

- Exatamente. Por isso não preciso repetir, mesmo porque o senhor está NOS atrasando ainda mais!

- Ok, vou lá ver seu comprimido, e preparar seu chocolate. Quer quente ou gelado?

- Gelado! – Yanka inicia seu banho.

Depois de 10 minutos, sai do banho, se veste com sua calça companheira, uma regata branca, uma blusa de botão xadrez manga longa, seu all star preto de cano alto. Coloca seus livros na mochila, seu caderno. Procura o Mp4 e o celular, coloca ambos nos bolsos da calça, cada um em um. E vai para a cozinha. Lá chegando da um beijo em seu pai que estava lavando a louça que eles sujaram na noite anterior. Vê o comprimido, toma. Depois toma bem rápido seu chocolate. Pega uma maçã e morde.

- To pronta papai! Vamos?

- Nossa, você nem engoliu o sanduíche! – Ele fala de costas.

- Mas eu nem comi o sanduba. Só tomei o chocolate, e to com uma maçã!

- Filha! Fiz com tanto carinho esse “sanduba”, como você diz, pra você... – Faz bico.

- Nooss, olha o tamanho do marmanjo de bico! – Fala divertida. – Ta bom papai, eu vou comendo ele no caminho!

Ele fecha a torneira, enxuga as mãos. – Vamos?

- Estava só esperando você! Nem sei por que o senhor lavou isso. Deixasse pra eu lavar quando voltasse!

- Fiz enquanto você tava no banho! Não me custava nada... Aliás, que bagunça vocês fizeram hein?

- Desculpa mesmo papai. Depois te recompenso de algum jeito! Só num sei qual ainda.

- Eu sei!

- Qual?

- Não beba mais no domingo!

Yanka ri. – Pode deixar papai! Não vai mais se repetir! Até por que eu já tinha prometido.

******************************************

Sophya já estava pronta, Também atrasada, pois não conseguiu dormir direito lembrando o que fez na noite anterior. Estava saindo de casa quando vê seu primo novamente.

- Sophya! – O motorista para o carro.

- Ítalo? – Sophya fica interrogativa.

- Vim te oferecer carona pra escola! Na verdade vim na intenção de ir te deixar... Acho que precisamos conversar.

- Claro, precisamos sim, mas não sei se é uma boa idéia você ir me deixar...

- Ah Sophya, besteira cara. Me deixa ir te deixar vai, prometo não fazer nada que você não queira!

Sophya fica pensativa, mas acaba cedendo. – Ok!

Ela desceu do carro, e foi pro dele. Ele insistia em por a mão em volta da cintura dela. Ela olhava estranhando, mas não falou nada. Ele gentilmente abre a porta pra ela, e oferece sua mão como apoio para ela entrar no carro. Ela entra. Ele fecha a porta, dá a volta, entra e liga o carro.

- Então... Pensei muito no que aconteceu ontem... – Sophya o olhava atentamente. – Não sei se o que fiz foi totalmente errado, mesmo porque eu gostei, não vou mentir. Não entendo o depois... Me peguei por vezes me lembrando do beijo, acordava no meio da noite e lembrava... Abria um sorriso bem largo! O que quero dizer Sophya é que...

- Que...?

- Que eu quero muito repetir esse beijo!

Ele para o carro no acostamento e olha pra ela. Ela não fala nada. Ele se aproxima. Ela hesita, mas não foge. Ele a beija novamente. Separam-se com selinhos. Sophya sente um arrepio percorrer sua espinha quando vê o carro do pai de Yanka passar.

Yanka tava distraída conversando com seu pai, e nem percebe o carro de Ítalo o qual sua namorada estava dentro.

Por instantes Sophya temeu que Yanka tivesse visto o beijo, e quando ela visse o carro chegar iria logo se tocar que a mulher que estava aos beijos com Ítalo era ela. Ficou receosa.

- O que foi? Não gostou?

- Não... Não é isso! É outra coisa... Ítalo, por favor, me deixa logo na escola, mas não para no portão, quero descer antes.

- Que? Como assim?

- É! Faz o que to te pedindo, por favor!

- Ok Sophya! Faço sim, mas você vai me explicar depois!

- Ta! Obrigada! E sim, precisamos conversar! Muito sério!

- Já to ansioso!

Ele a deixa um pouco antes, como ela pediu. Ela desce e vai andando até o portão da escola. Brenda foi a primeira a ver Sophya, e estranha.

- Sophy, de verdade... Não entendi! Resolveu vir a pé? Ou seu pai ta falido?

- Que? Meu papi falido? Nunca!!

- Então por que veio a pé? Vai me dizer que decidiu andar de ônibus?

- Claro que não! Meu primo veio me deixar, ai ele me deixou até um pouco antes da escola.

- E por quê?

- Deixa eu te contar... – Sophya conta a Brenda.

- Sua vaca! Como você faz uma coisa dessas com a Yanka velho? Ela não merece Sophya!

- Eu sei! Mas não foi proposital cara, não foi porque eu quis!

- Mas foi porque você deixou!

- Ain Brenda! Eu já to arrasada, e você me ajudando a cair de vez na vala!

- Desculpe Sophy, mas queria eu ter tido a sorte de conquistar o coração da roqueirinha, você sabe o que senti por ela, e não foi bobagem! Mas de boa, não vou contar a ela não, mas acho que você, ou deveria contar, ou parar logo com isso do Ítalo ficar te agarrando!

- Eu sei! Não sei se conto, mas acho melhor não! Então fico com a opção numero dois!

- Ok! Mas faça o quanto antes... Pois pode ficar muito pior! Eu conheço homem!

- Ta, eu sei... – Sophya abraça Brenda. – Obrigada! Sabia que eu podia contar contigo.

- Não precisa agradecer, somos AMIGAS!

- E eu agradeço todos dos dias por isso!

- Eu sei que tu me ama!

- Amo mesmo! Mas me conta... Você também atrasada? O que houve?

Brenda fica um pouco sem graça. – Bom, vou te contar, já estamos atrasadas pra primeira aula mesmo. Vamos pra debaixo do carvalho?

- Claro! – Elas caminham para o lugar preferido de Yanka.

Brenda estava nervosa, não sabia muito bem por onde começar. Estava visivelmente embaraçada. Parecia que o que ia contar era algo muito surreal. E de certa forma era...

- Ain Brenda, ta me deixando nervosa, já, já vou ter um faniquito!

- Porra Sophy, não me deixa mais nervosa! Bom... Na verdade eu ainda não sei direito o que houve, não sei bem o que me levou a fazer...

Flash Back

Brenda estava em casa, estava discutindo com sua mãe sobre o fim de seu relacionamento com Alê. Sua mãe havia acabado de saber sobre o termino, e pior, soube por terceiros. A mãe de Brenda sempre apoiou o namoro dos dois, já que os pais de Alê eram donos de uma importante empresa no ramo de turismo. Achava que a junção das famílias seria bom para sua filha, e para os negócios da sua própria família que atuava na área de hotelaria.

- Brenda ainda não consigo acreditar nisso! Como você pôde ter feito algo tão irresponsável assim? Não sabe que o casamento de vocês seria ótimo pros negócios da nossa família?

- Ah mamãe fala sério! A senhora acha mesmo que eu casaria com o Alê por causa de dinheiro?

- E por que não?

- Por que não mãe! Por que eu não faço esse tipo de vagabunda interesseira!

- E você acha que eu sou isso Brenda Carvalho?

- Entenda como quiser dona Flavia Carvalho! – Brenda fica irritada. – Quer saber? Não sou obrigada a ficar aqui te ouvindo falar merda não! Já to saindo!

- Brenda Carvalho, volte aqui imediatamente!

Brenda continua caminhando até a porta. Sai batendo a mesma, com toda sua força para tentar descontar a raiva que estava sentindo, mas foi inútil. Ainda bufava de raiva. Saiu atordoada, não sabia pra onde ir. Já estava fora de sua propriedade, andava sem rumo pela calçada. Nota que vem um taxi atrás, e pede para parar, entra.

- Pra onde moça? – O taxista pergunta simpático.

- Pro bar mais próximo! Preciso de vodka!! – O taxista atende ao pedido da mais nova e segue para o bar mais próximo.

Brenda desce do taxi, paga, e entra no bar. O local estava cheio para um domingo à noite. Foi sentar no balcão e logo pede uma ice. As 4 primeiras ices ela praticamente virou de um só gole. Já estava um pouco zonza. Mas não tava nem ai pro acaso. Falando de acaso, ao seu lado estava Danielle, também com cara de poucos amigos. A professora estava no Martini, mas já estava bastante “alta”.

- Professora? – Brenda estranha a professora bebendo daquele jeito.

- Olá senhorita Carvalho! – Danielle começa a rir. Brenda também.

- Do que estamos rindo? – Brenda pergunta ainda rindo.

- Eu não faço a mínima idéia! – O barman as olha e balança a cabeça negativamente.

- Você ainda é menor, não deveria estar aqui! – Agora Danielle falava com um tom de seriedade.

- Foda-se, meu dinheiro serve como maior idade nesses locais!

- Hum... Verdade! Todos tem seu preço!

- O preço daqui não foi muito caro não! O que foi caro foi o que me trouxe!

- Ah é? – Brenda balança a cabeça positivamente. – E o que te trouxe? Além do taxi! – Dani fala divertida, as duas riem.

- Bom, o que me trouxe, além do taxi, foi minha mãe! Noss, que mulher mais chata! Futil! Cara, como eu pude nascer do casamento deles? Cara, to pra conhecer pessoas mais fúteis! Se bem que tem a Vanessa e a mãe dela! Acho que meus pais só perdem pra essas duas! – Dani concorda, e as duas voltam a rir.

- E você Professora?

- Por favor, professora só na escola!

- Desculpe... O que te trouxe Danielle, qual o preço que você teve que pagar?

Danielle suspira. – O preço do amor... Da solidão... Da saudade de algo que eu nunca tive de verdade!

- E esse “algo” tem nome?

- Tem... Mas prefiro não falar, me causa muita dor! E to aqui pra esquecer, ou pelo menos tentar! Vai que eu tenho sorte e ganho uma amnésia alcoólica? – Diz divertida, onde provoca um lindo sorriso de Brenda.

As duas juntaram-se em uma mesa, conversaram bastante, beberam ainda mais. Por vezes se olhavam e riam do nada. Danielle queria dançar, Brenda não.

- Ah Brenda, vem vamos cair na pista!

- Não to afim Dani, agora não vai...

Danielle se levanta e dança para Brenda provocante. – Vai me deixar encantar sozinha?

Brenda engole seco, a Professora era realmente muito bonita, e incrivelmente sexy, ainda mais quando dançava. Um lado novo que Brenda nem sonhava em conhecer.

- Ok! Você venceu! – Brenda levanta e as duas vão para a pista.

Dançaram musica eletrônica, depois o Dj passou pro funk, samba... Até rolar uma baladinha romântica.

- Agora a gente vai sentar? Tem só os casais pra dançar essa musica! – Brenda fala olhando para os casais que uniam seus corpos como se não quisessem mais se desgrudar.

- Ah não! Eu amo essa musica, tenho que dançar!

- Mas pra isso você precisa de um par!

- Verdade! – Danielle olha Brenda nos olhos. – Quer ser meu par? – Morde o lábio provocante.

Brenda aceita a provocação. – Com certeza!

Danielle une seus corpos, coloca seus braços na cintura de Brenda, que envolve os seus no pescoço de Dani. Ao ritmo de Always, Bon Jovi, as duas trocam caricias talvez nem compreendidas, mas impulsionadas pelo momento.

- Vamos sair daqui? – Danielle sugere.

- Não poderia ter sugerido algo melhor!

As duas vão em direção ao banheiro. Quando chegaram lá, tinham duas meninas conversando enquanto retocavam. As duas fingiram retocar também, mas trocavam olhares pelo espelho. As meninas ali presentes entenderam o que ia acontecer, e saíram, deixando as duas a sós. Quando vêem a porta fechar pelo reflexo do espelho, elas se procuram com urgência, pareciam duas lobas famintas, mas ali ninguém estava disposto a ser a presa.

Danielle procura pela boca de Brenda, que procurava pela sua. Os lábios se tocam, suas línguas se entrelaçavam em um beijo ardente, com desejo. As duas queriam muito mais. Suas mãos curiosas exploravam os corpos opostos, nenhuma ficou parada. Seus desejos transbordavam visivelmente. Gemiam de tesão.

Danielle massageava os seios da mais nova, enquanto a mesma enchia suas mãos na perfeita bunda da mais velha. Danielle encostou Brenda na pia, e fez com que Brenda sentasse na mesma. Suas mãos agora percorriam pelas belas pernas de Brenda, que por sua vez enchia suas mãos nos seios fartos de Dani. Estava muito quente.

Dani tira a blusa de Brenda, e beija o busto agora descoberto. Brenda puxa o cabelo de Dani, o que lhe provoca um sorriso safado.

- Gostou disso cachorra? – Brenda diz sussurrando, o que deixa Dani ainda mais louca.

- Adorei, puxa com força safada!

Brenda atendeu o pedido da mais velha. Puxou o cabelo, e começou a morder o pescoço de Dani, que gemeu um pouco mais alto. Danielle estimula Brenda com seus dedos pressionando o sexo da mais nova. Brenda solta um gritinho, onde Dani fica ainda mais excitada.

- Nossa! Como você é gostosa garota!

- Nem me fale em gostosa! Porque você não fica atrás!

- Quero sentir teu gosto safada!

- E eu quero sentir tua língua gostosa, cachorra! Me lambe gostoso!

- Será um prazer! Literalmente! Mas espera um segundo.

- Por quê?

- Vou trancar a porta do banheiro!

Danielle foi trancar a porta pra ninguém chegar e atrapalhar. Voltou logo para os braços famintos de Brenda, que a desejava com o olhar.

Não se demora muito e logo retira a calcinha de Brenda, que estava de saia, o que facilitou. Brenda inclinou-se um pouco para trás, Dani afastou as pernas da mais nova, e se colocou entre elas.

Apertou as coxas de Brenda, e passou sua língua fazendo o contorno do sexo da mais nova. Brenda estava muito molhada, o que deixou Dani com ainda mais vontade. Logo penetrou sua língua quente na mais nova, que gemeu gostoso, o que estimulou Danielle a se tocar. Sua língua explorava o intimo de Brenda, que ficava cada vez mais ofegante. Cada vez mais louca de tesão.

Dani passava sua língua devagar estimulando o clitóris, por vezes mordia. Brenda arranhava as costas da professora com suas mãos por debaixo da blusa ainda presente.

Brenda também queria dar prazer a mais velha, e a puxou para si. Beijou-lhe a boca, queria sentir seu próprio gosto. Desceu da pia, tirou a blusa de Dani, abriu a calça, e colocou sua mão dentro, estimulando o sexo da mais velha.

Dani adorou a atitude. Continuou a beijar Brenda. Com suas mãos livres, retirou a saia de Brenda, Que já estava sem calcinha. Brenda retirou a mão de dentro da calça de Dani para também retirar mais uma peça de sua professora.

Dani retirou o sutiã de Brenda, e o seu próprio. Brenda estava nua, para Dani empatar faltava à calcinha. Brenda desce sua mão delicadamente pelo corpo de Dani, provocando-lhe múltiplos arrepios, até chegar à calcinha. Brenda se abaixa, lambe a barriga de Dani, que morde o lábio e geme. Com as mãos vai baixando a calcinha, e com a língua, lambe a virilha. Dani geme alto.

As duas deitam no chão. Brenda por cima, onde esfrega seus sexos. Danielle enlouquece de tesão. A mais nova estava surpreendendo.

Brenda esfregava-se e olhava nos olhos de Dani, que a comia com o olhar.

- Quero te chupar! – Brenda afirma.

- Sou toda sua! – Dani permite.

Assim Brenda o fez, penetrou sua língua em Dani. Que gritou baixinho. Brenda mordia, lambia, era um tanto selvagem. Dani estava adorando. Brenda não satisfeita penetra dois dedos em Dani, e faz movimentos de vai e vem. Dani leva uma mão à cabeça e a outra leva ao cabelo de Brenda que ainda lhe chupava. Pressionou o rosto de Brenda em seu sexo. O que fez a mais nova acelerar os movimentos.

Mas Dani não queria gozar sozinha. Puxou Brenda para si. Beijou-lhe novamente a fim de sentir seu próprio gosto. Enquanto beijava a mais nova, penetrou-lhe dois dedos, e fez movimentos de vai e vem. Brenda fez o mesmo. As duas aceleram os movimentos, já sentem que estão perto. Ambas tem espasmos, sentem seu corpo relaxar.

Brenda fica deitada por alguns instantes em cima de Dani, que olha Brenda admirada, como ela ficava linda depois que gozava. Beijaram-se novamente.

Fim de Flashback.

- Nossa Brenda! E agora? – Sophya pergunta incrédula.

- Eu não sei! Não sei o que vai acontecer depois disso... Transamos, foi ótimo! Mas não estamos apaixonadas, ou coisa do tipo. Foi só sexo! E posso dizer que significou só isso pra ela também. – Sophya a encara confusa. – Acho difícil acontecer novamente, estávamos bêbadas, isso foi o principal motivo que nos levou a fazer o que fizemos.

- Você acha que a professora Danielle pensa assim também?

- Claro! No fundo não somos diferentes. Vivemos o momento... Aquele momento!

- Entendo... Mas pelo que você me contou, foi muito bom!

- Só não digo que foi o melhor sexo da minha vida, porque tem alguém que me marcou muito em matéria de sexo. – Sophya fecha a cara.

- Desculpe Sophy, mas você sabe que a Yanka é boa!

- É, eu sei! Você sabe, e sei lá quantas mais sabem!

- Sophy, entende uma coisa, a Yanka te ama!

- Eu sei... Também a amo muito!

- Então! Você não tem motivos pra duvidar do que ela sente por você!

- Mas tenho motivos pra ficar insegura!

- Nem sei por quê. Eu já vi Yanka dispensando mulheres belíssimas por você! Eu fui uma delas!

-Noss! Nem é convencida!

- Nadinha! – As duas riem.

O sinal que indica o termino da primeira aula toca. As duas vão pra sala.

Notas finais
Capitulo dedicado a minhas filhotas, Camila e Gabz!
Pook o ta ai o orange que vc me pediu! Espero que tenha gostado! Um super beijooo, saudades de vcs!
Beijo Ianca, Pathy, Rillary... Lord...
Reviews? ;D