Notas iniciais
Até que enfim vou poder postar! Desculpem-me mais uma vez o atraso, mas eu não ui a unica culpada. Hehe... Espero que não queiram me matar.
Atualizando...
Boa leitura.
Sophya e Brenda entram na sala. Rick estranha as duas chegarem na segunda aula, já que não costumavam faltar, ou se atrasar. Sophya vai sentar em sua cadeira. Olha Yanka, que devolve o olhar. Yanka estava intrigada com o atraso de Sophya, ela não costumava fazer esse tipo de coisa, mesmo porque nem tinha como, Sophya era muito aplicada nos estudos e era pontual, até um pouco rígida com horários. Sophya não fala nada com a vocalista. O que deixa Yanka preocupada. Achou que Sophya ainda estava com raiva sobre o episódio do cinema. — Posso falar com você? Yanka fala ao ouvido de Sophya. O que a provoca um arrepio. Estava com medo de que Yanka tivesse visto. — Pode ser na hora do intervalo? Sophya responde receosa. O que deixou Yanka confusa pelo tom de voz usado. Se ela estivesse com raiva usaria um tom sério, firme... Ela usou um tom inseguro. Porque ela usaria um tom de medo? Pensou Yanka. Claro, no intervalo conversamos. A professora Danielle entra na sala. Olha para Yanka e fica cabisbaixa. Olha para Brenda e sorri sem graça. Brenda fica nervosa com a presença da professora. Lembra-se de cada momento que passou ao lado dela... Cada detalhe de seu corpo... Seus movimentos, gemidos... Ficou com calor. — Nossa bee, o que te deu pra suar assim? Rick pergunta divertido. — Nada bee... Nada! Vamos prestar atenção na aula? — Desde quando tu presta atenção na aula de biologia? Você detesta essa matéria! — Aprendi a gostar! A professora percebe a conversa e já ia dar bronca, mas hesitou ao ver que era Brenda quem estava a conversar, e rapidamente se pôs a escrever no quadro. — Nossa! Jurava que íamos levar uma bronca daquelas quando ela se virou! Rick comenta surpreso. — É... eu também... Brenda sorri. Passaram-se as duas aulas de Danielle. Ao tocar do sinal, a professora troca olhares com Brenda. Rick percebe que tem algo estranho nisso. — Bee o que você fez com a professora Danielle? — Eu? Não fiz nada ué! — Aham Brenda! Vai sentar lá gostosinho vai! — Ta bom, vou te contar! Brenda conta a Rick. Yanka pega a mão de Sophya e a leva até o velho carvalho. — Então... Olha, Eu sei que minha reação não foi das melhores... Sophya estranha o rumo da conversa. Sei que você deve ta com muita raiva de mim. Mas é que eu fiquei enciumada! Mas isso não me da razão... Me desculpe. Sophya fica com os olhos marejados. — Yanka eu... Ela não consegue falar. Tudo bem, vou esquecer desse episódio do cinema. Eu amo você! Promete não esquecer disso? — Claro! Amor, eu não duvido do que você sente por mim. Eu te amo muito, e nada nem ninguém vai nos separar!- Sophya a abraça. Hugo estava a passar e vê Brenda e Rick conversarem. Decide ir dar um oi. Sentia falta dos amigos. — Oi gente. Tudo bem? — Não graças a você! Brenda diz ríspida. O que você quer aqui garoto? — Nossa Brenda! Só vim dar um oi. — Não precisamos de seu oi, não precisamos nem olhar pra essa sua cara de sacana! Brenda estava visivelmente aborrecida com a presença de Hugo. Já Rick ficou calado. Evitava olhar para Hugo. — Tudo bem... Não vou mais incomodá-los. Rick... Rick o encara sem demonstrar nenhum sentimento. Eu... Procura o que dizer, mas nada encontra. Sinto muito... Fica cabisbaixo. Bia assim que vê Hugo em sua, inútil, tentativa de reaproximação para com Rick e Brenda, vai de encontro ao seu namorado e o tira de lá puxando-o bruscamente. Todos que estavam no pátio os olham sem entender. Vanessa olhava Sophya e Yanka de longe. Ainda não tinha ingerido o namoro das duas, e nem iria. Resolve aprontar alguma. Ela avista uma garota que não era popular, mas queria muito entrar para o grupo de Vanessa. Pensa em usá-la para uma armadilha contra Yanka. De alguma forma iria fazer com que a menina seduzisse Yanka, e daria um jeito de Sophya saber. Sorriu com seu plano. Realmente achou que poderia dar certo. — Hey garota! A menina olha um pouco assustada. Você mesmo esquisitinha. Venha até aqui! A menina se aproxima. Hum... Vanessa analisa o corpo da menina. É... Até que você é bonitinha. A menina sorri. Hey, não se empolgue não! Não to te cantando! Mas você me será útil. Você ainda quer fazer parte do grupo, não quer? — Ca-Claro! — Então hoje é teu dia de sorte. Mas tudo tem um preço, e você sabe disso! — Faço qualquer coisa Vanessa! — Eu sei que você fará qualquer coisa pra me seguir! É o seguinte... Vanessa explica tudo à garota... Entendeu? — A-acho que sim. Você quer que eu seduza a Yanka? — Fala baixo sua retardada! Quer que ela, ou algum dos amigos dela escutem? — Não! Me desculpe! — Acho bom... Então? Topa? — Claro! Mas o que eu tenho que fazer? — Bom... Primeiro tem que mudar esse visual de nerd retardada. Depois da aula iremos no shopping. Vou te dar um banho de loja! Espero ter retorno desse investimento garota! — Eu nunca seduzi ninguém Vanessa. — Eu já imaginava! Desse jeito quem seria idiota de se interessar por você? — Você tem razão, eu sou horrível! — Hey! Também não precisa se esculachar. Você é bonitinha, só se veste mal. — Obrigada. — Não me agradeça! Você tem que confiar mais em você. Mostrar que é uma pessoa segura de si. Que nada pode te abalar. Mostre uma personalidade forte, porém doce. Assim você vai conquistar aquela vaca roqueira. — Entendi. Vanessa foi dando todos os toques para a garota. Na verdade foi descrevendo a personalidade de Sophya. A garota enchia os olhos ao pensar na hipótese de entrar para o grupo, e de quebra ainda pegar Yanka. Sorriu contente. Vanessa balançou a cabeça negativamente. Viu a empolgação da menina. Me diga que essa empolgação é porque você pode entrar pra minha turma... Ou você é afim daquela... — Não! A garota logo corta as suspeitas de Vanessa por medo dela querer usar outra garota para o plano. To contente com a possibilidade de me juntar a vocês. — Eu espero... Agora vai, não quero que as pessoas nos vejam juntas, se a Yanka nos ver, ela vai sacar na hora quando você for agir! Tenho que admitir que aquela vadiazianha de all star saca das coisas, e rápido! Yanka abraçava Sophya docemente. Sophya nada dizia, só curtia o abraço carinhoso da namorada. Era tão bom estar ali, ela se sentia protegida. Sentia que aquele era o seu mundo. Pensou em como foi idiota por ter fraquejado, em ter traído Yanka com seu primo. Já pensava no que iria dizer a ele. Pensou em contar toda a verdade a ele, que ela tinha namorada, e que a amava muito. Era o que ela iria fazer. Estava decidida. Se ele voltasse a procurar por ela, coisa que de fato ele faria. — O que foi amor? Porque ta tão quietinha? — Nada amor, eu só to um pouco preocupada com nosso trabalho de artes... Inventou. Faz tempo que não fazemos nada. — Bom... A musica já temos. Falta sua coreografia. — Não quer me ajudar? — Ain... Sophya você sabe que eu não danço mais... Não sei em que eu poderia te ajudar! — Calma amor, também não precisa se estressar! — Não to estressada, mas é que você sempre volta nisso... Sabe que eu não danço mais e insiste na idéia... — Não pedi pra você dançar não! — Eu sei! Mas mesmo assim... Não quero nada relacionado a balé. Já é muito pra mim ter que apresentar um numero do tipo... Mesmo eu só cantando, é difícil! — Eu não consigo entender... — Desculpa, não gosto de falar nisso! Um dia quem sabe eu te conte... — Um dia quem sabe eu te entenda! Sophya sai chateada. — Hey! Volta aqui! Sophya... Yanka fica cabisbaixa. Flashback. — Mamãe não sei se ficou legal. Yanka entortava a boca. — Amor, você ta linda! — Anjinha nem sei... Eu não acho legal esses babados. Eca! Angélica sorri ao ver sua filha vestida naquele Collant regata com saia. — Você gostava... Nossa, sabia que eu não devia deixar você ficar ouvindo rock com seu pai! Fala fingindo estar brava. — Não mamãe, rock é muito legal, nuss, queria tanto ter vivido essa época... anos... — Anos 80. Ri contida. — Isso! Anos 80! Nossa! Devia ser o máximo! Fala empolgada. — Olha só! Essa pirralhinha querendo ser gente grande é isso? Nem parece ter 9 anos. — Quase 10! — Ta bom, ta bom! Quase 10 anos! Mas minha filha, isso é necessário. Você faz parte do corpo de balé da escola. Você sabe que tem que usar esse collant, essa sainha com esses babadinhos, que em você ficam a cosia mais fofa do mundo! Angélica não se sente bem, sente uma tontura e sua visão fica dupla. Estava a segurar uma saia e a mesma cai de sua mão. Sente que não tem controle sobre seus movimentos como se sua coordenação tivesse deixado de existir. Começa a tossir. Tosse a ponto de sair um pouco de sangue. — Mamãe, ta tudo bem? Yanka fica preocupada. — Sim meu amor. Angélica esconde o sangue. Ta tudo bem... eu só me engasguei. — Não é melhor irmos para casa? Depois voltamos mamãe. — Não mesmo! Você quer fugir da roupa que eu sei! Ela limpa o sangue com um lenço. — Ta bom mamãe! Vamos logo experimentar essa roupa, mas eu quero uma jaqueta de couro. — Nossa! Vai ficar gatinha de jaqueta de couro! Mas acho que você ainda não tem idade para ter uma!Quem sabe eu te dê a minha quando você tiver mais idade? — Mas anjinha... Eu vou fazer 10 anos! — Nada de mas dona Yanka! Vamos logo se não a senhorita vai se atrasar... — Me atrasar? Pra que? — Não lembra? Seu pai pediu que voltássemos logo! — Ah é! Mas o que será que ele ta aprontando? — Não sei... Ela tossiu novamente. Sente uma tontura e se desequilibra novamente. Yanka percebe seu desequilibrio. — Mamãe? Mamãe? — Calma meu amor, eu to bem. — Mamãe o que você tem? — Eu não sei... Angélica se lembra que já não era a primeira vez que sentia algo do tipo, e que cuspia sangue, ou tossia e saia sangue. Sem falar nas fortes dores de cabeça. Ficou preocupada. Eu realmente não faço a menor idéia... Yanka tem um mau pressentimento em relação ao estado de sua mãe, mas era muito nova pra entender aquela agonia que estava lhe tirando o ar. Lágrimas inocentes e preocupadas começaram a descer molhando sua face. Sua mãe a abraçou e a confortou num doce abraço de mãe. Yanka só queria estar ali com a mulher mais importante de sua vida. Fim de flashback. Yanka não conseguia evitar suas lágrimas que caiam com toda a dor daquele momento. Ela sabia que foi a partir daquele dia que a doença disse em seus sinais que ficaria, e levaria Angélica junto. Yanka novamente sentiu toda a agonia daquele momento. O ar lhe faltava. Sentiu uma dor que parecia não ter mais fim. Mais tarde... Yanka foi liberada um pouco mais cedo do trabalho, estava cansada. Vai até seu quarto. Ligou o PC, e colocou musica bem alto. Cantava junto a musica, seu corpo acompanhava o ritmo. Decide entrar no MSN. MSN... Alyshia diz: Cara pensei q eu num ia mais te ver por aqui! *-* Yanka Martins diz: AHSasuh, eu falei que não sou mt de entrar no msn! Alyshia diz: É.. eu lembro Mas e ae, como ta? Yanka diz: Poderia estar melhor, mas eu to indo... Alyshia diz: Indo? Q foi? Ta tristinha pq? Yanka diz: Passado... Deixa pra lá, vou ficar bem! Alyshia diz: Eu espero! Não gostei de saber q vc ta tristinha não Fica bem ta coisa linda! Yanka diz: :$ Alyshia diz: Own!! *-* Yanka diz: É... Não me dou mt bem com elogios... Mas me fala de vc Alyshia (nome difícil) Alyshia diz: Kkkkkkkkkkkkk! Verdade! Todo mundo diz isso... O que vc quer saber? Pode perguntar, eu me abro facin pra vc! Hehehe... Yanka diz: Nusssssss!! Ta, agora fiquei sem graça! Alyshia diz: Pq? Não fiz nada ué! Ahsuahsuahsuahs Yanka diz: Ok! Não fez né... Ta bom então! Então, vc curte o q? Alyshia diz: Curto de tudo um pouco... Samba, Axé, Pop (amo o justin timberlake!), funk... E vc? Yanka diz: Cara, sou do Rock! Mas gosto de uma boa MPB, Samba de gafieira, Axé e pagode não curto! Axé ainda é aceitável, mas pagode nem fodendo! Alyshia diz: Ah poxa... Só pq eu ia te chamar pra um pagodão.... L Yanka diz: Heein? Alyshia diz: Ahsuahsuahsuahs! To brincando! Yanka diz: Ah bom!! Quase levou Block! Alyshia diz: Sério?? Ela ficou preocupada. Yanka diz: To zuando! =P Alyshia diz: ¬¬ Yanka diz: Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!! Alyshia diz: =/ Ta bom, acho q já deu de graça por hj né? Yanka diz: Ownt! >< Desculpa... Tava só entrando na sua, já q vc brincou, quis brincar tbm Me desculpe! Alyshia diz: Não precisa se desculpar gata, mas é q demorou tanto tempo pra eu conseguir algum contato contigo, e por um momento pensei q vc ia de verdade me dar block... Apavorei! Yanka diz: Não se preocupa, não vou te dar block não... Só se vc faltar com respeito, ou coisa do tipo Enfim Relaxa! Alyshia diz: Adoraria relaxar com vc! =X Yanka diz: Nussssssssssssssss!! Nenhum pouco direta né vc? Alyshia diz: Só to correndo atrás do q quero! Yanka se preocupou com as reais intenções de Alyshia. Yanka diz: Alyshia é o seguinte Adorei ter te connhecido, vc é bem legal Uma ótima companhia com certeza! Mas se vc pretende me pegar acho melhor desistir... Desculpa falar desse jeito, pode até parecer grosseria de minha parte, mas nem é Com certeza pegaria vc facinho, mas eu amo mt alguém! Tenho namorada, e a amo mais q tudo, mais q a mim mesma! Alyshia diz: L Poxinha... >< Yanka diz: Me desculpa mesmo! Agora to me sentindo uma filha da puta insensível Alyshia diz: Não, não! Pelo contrário Vc poderia ter deixado levar... deixado eu me enforcar... Vc foi mt fofa Mesmo assim, não quero perder contato... Tudo bem? Yanka diz: Com certeza! Manteremos contato sim! Amigas? Alyshia diz: Ta né... Amigas! Já q é o q tem pra hj Rsrsrs. Yanka diz: =/ Hey Alyshia eu vou ter q ir agora, acabei de lembrar que tem ensaio da banda... Alyshia diz: Banda? Yanka diz: É... eu tenho uma banda! Se quiser ver a gente tocar aparece amanhã no Lotuz! Alyshia diz: Estarei lá! Yanka diz: Ok! Agora vou lá gata Beijoooo Alyshia diz: Beijo gata! Bom ensaio! Yanka diz: Vlw!! E vc tenha um ótimo fim de tarde, e começo de noite! Fuiz Yanka está offline Ela corre para o banheiro, toma um banho bem rápido. Veste a primeira roupa que encontra. Vai para a parada de ônibus, que demora uns 20 minutos para chegar. Mais 20 minutos para chegar ao Lotuz. Ela chega com 40 minutos de atraso em relação à hora marcada. A banda já tinha começado a passar alguns acordes. Mas sem o vocal não dava pra fazer muito. — Filha da puta! Paula da um tapa no braço de Yanka. — Oi Paulinha, bom te ver também! Yanka esfrega o braço. — Eu poderia dizer a mesma coisa, se tu tivesse chegado a 40 minutos atrás sua viada! — Desculpa, perdi a noção do tempo... — Tava fudendo a patricinha? Paula pergunta maliciosa. — Não! — AffZÃO pra você então! Seria justificável se você estivesse fudendo! — Para com isso Paula! Bruna defende Yanka. O importante é que ela chegou! — E o que adianta ensaiar por meia hora? — Paula rebate. — Vamos parar com a discussão, se não essa meia hora vai diminuir! Dan se mete. — O Dan tem razão! Mas a Paula também tem! Davy fala. Yanka vai ser sempre assim? Desde que você começou a namorar com a patricinha você se atrasa pros ensaios! Qual o problema? — Problema? — É! Problema! Deve ta acontecendo algo... Davy continua. — Não ta acontecendo nada Davy... Vamos começar logo esse ensaio? Yanka tenta acabar com o falatório. — Vamos! Dan entende o recado, mas olha Yanka como se dissesse depois conversamos melhor. Yanka balança a cabeça positivamente. Depois de 5 musicas ensaiadas, ou só passadas... — Galera, eu tava pensando em tocar Legião. Yanka sugere. — Eu gostei da idéia! Bruna era muito fã. — E qual musica seria? Paula pergunta interessada. — Ahh, nem sei ainda... O que vocês acham? — Eu gosto de Ainda é cedo! Sugere Davy. — Porque será né Davy? Paula zoa. Davy fecha a cara. Há tempos é legal... Seria uma boa! — Essa é boa, mas eu prefiro Que país é esse. Sugere Dan. É mais agitada. — Eu gosto de Eduardo e Monica, de Meninos e Meninas... E de todo o repertório do Legião, mas temos que ver uma musica que combine com o tom da Yanka, o tom dela para o do Renato, é total diferente, o dele é bem grave, da Yanka é agudo... Temos que pensar numa musica que possamos levar para o tom dela, fazendo com que a mesma não perca a identidade. — Eu to de acordo com a Bruninha. Acho que temos que procurar uma musica que se encaixe no meu tom, ou me encaixar no tom da musica, o que vai ser mais difícil. — E vem cá. Vamos tocar Guns também? Pergunta Davy. — Eu pretendo! Até porque o blog ta bombando pedindo Sweet Child On' Mine! Dan lembra os pedidos do blog. — Ah, mas Sweet Child O' Mine é mais fácil que Legião. O tom do Axl é total agudo nessa musica! Fala Davy. — O foda são os solos! Dan afirma. — Velho, eu me dou bem nesses solos. Yanka garante. — Ok! Já que a senhorita fodástica garante, vamos logo procurar uma do Legião! Paula retorna o assunto. — Que tal Sereníssima? Bruna sugere. — Eu gosto! Yanka se agrada. Levamos ela pra um tom mais agitado. Acho que da Rock! — Hum... Eu acho que Meninos e Meninas se encaixa melhor no teu tom Káh! Dan afirma. — Então vamos passar as duas! A que ficar melhor, tocamos! Tocaram as duas musicas... — Velho, Meninos e Meninas ficou perfeito! Dan diz empolgado. — Mas Sereníssima ficou fofo! Bruna diz sorrindo bobamente. — Ahh seus FDPs, as duas ficaram muito show! Essa puta deveria pelo menos vacilar em uma pra ficar mais fácil pra gente! Yanka mostra o dedo. Paula lambe o dedo de Yanka. Bruna fecha a cara. — Porque não tocamos as duas? Davy sugere. — Por mim tudo bem! Yanka concorda. — Hum... Não sei. Dan fica pensativo. Acho que da pra tocar as duas sim... — Então já é! Vamos tocar as duas! Paula diz animada. — Ain, que massa! Yanka amanhã eu te agarro! Bruna diz divertida. Dan suspira cabisbaixo. — Hummm! Yanka agora se vira! Ela vai te comer a força! Paula sacaneia. — Heein? A força nada. Né Bruninha? Bruna fica sem graça. **************************************************** Sophya... Ela estava em casa, em seu quarto. Estava deitada em sua cama escutando, Billionaire, Bruno Mars, enquanto estudava. Alguém bate a porta. Ela não escuta. Ele entra. — Sophya? Ítalo chama por Sophya que ainda não tinha notado sua presença. Estava de costas para a porta. Ela estava de top e shortinho curtinho. Ele da uma boa olhada, engole seco. Sophya olha para a porta, sente alguém lhe observando. Que susto!! Ela se senta. Não sabe mais bater não garoto? Diz ríspida. — Desculpa... Bati sim, mas foi só uma vez. E quando entrei eu chamei, mas foi baixinho... a musica alta não deixou você escutar. Me desculpe. Ele olhava a silhueta perfeita de Sophya, que estavam em evidencia com seus trajes. Morde o lábio com desejo. Sophya fica incomodada. — Diz logo o que você quer! Sophya diz sem paciência. — Calma! Porque ta desse jeito comigo? Eu fiz algo errado? Ele caminha em direção a Sophya. — Errado? É... Sophya fica nervosa. Ele sentou na cama, e se aproximava. Não que seja errado Ítalo, mas é que... Ela não consegue falar o real motivo. Somos primos! — E qual o problema? Tenho certeza que seus pais e meus pais iriam gostar da idéia! — É... Meu pai soltaria fogos... Diz em tom inaudível. — O que você disse? — Nada! Ítalo é que... Ela decide falar. Ítalo a beija. Sophya afasta Ítalo bruscamente. — O que foi Sophya? — Ítalo eu não posso! — Porque não? — Porque... Porque... Procura um jeito de falar. — Ta vendo? Não tem um porque! Sophya... Eu... Eu... Ele fica hesitante. Respira fundo. Eu estou apaixonado por você! Agora ele a encara. Sophya fica sem reação alguma. Ítalo... — Eu sei... Mas aconteceu! E to gostando de sentir isso por você! Nunca me senti tão bem gostando de alguém! Pô... E eu sei que bem lá no fundo você ainda gosta de mim... Como antes. — Ítalo eu era um criança! — Eu sei! Mas eu ainda acredito no amor que você sente por mim! Ela a beija. Sophya aceita o beijo. **************************************************** Rick... Ele e Pablo estavam no shopping. Hugo e Bia também estavam por ali. Hugo vê Rick e abre um sorriso, que é desfeito quando vê Pablo lhe dando um selinho. Bia não percebe, pois estava olhando uma vitrine. Ele sai de perto de Bia, e caminha até Rick e Pablo. — Oi Rick! Fala insatisfeito, e transparece em seu tom de voz. Rick o olha confuso, não entendia o tom de voz. Oi Hugo. Rick responde seco. — Quem é esse ai? Hugo cobra Rick. Pablo entende e fica zangado, mas procura manter a calma. Acho que a expressão Esse ai se dirige a mim. Me chamo Pablo, e sou NAMORADO do Rick! Hugo sente seu corpo esfriar, seu coração palpitar lento e rápido, praticamente ao mesmo tempo. Suas mãos começaram a tremer, e seu corpo já começara a suar. — I-isso é verdade? Olhava Rick com os olhos marejados. Rick engole seco, estava com um nó na garganta. Quando percebeu a dor de Hugo, por instantes sentiu sua dor. Mas logo lembrou do dia em que descobriu que Hugo estava com Bia. Sim! Ele é MEU NAMORADO! Porque? O que você te com isso? — Você ainda pergunta? Hugo se segurava para não chorar. — Claro! Olha, aquela ali não é SUA NAMORADA? Rick olhava para Bia. — Não to nem ai! Rick e... Nós? — Olha aqui cara, eu já to sendo paciente demais contigo! Vai ficar com a tua mina e deixa o Rick em paz! Você já bagunçou a cabeça dele demais! Não vou permitir que você brinque com ele novamente! — Porque? O que você vai fazer machão? Hugo desafia. — Não me provoque moleque! Você não me conhece! Pablo contrai o maxilar. — E nem faço questão de conhecer! Não tenho medo de você! Hugo provoca mais uma vez. — Da pra parar? Rick se mete no meio dos dois. Hugo o Pablo é meu namorado. Sai daqui! Você está nos incomodando. — Mas... Rick? — Sem mas! Seu tempo já passou! Rick diz seco. — Você não ta falando sério! — Claro que eu to! To muito feliz com o Pablo! — Pensei que você me amava! — Disse bem AMAVA Passado! AMO o Pablo, o que está em meu presente, e meu futuro! Pablo abraça Rick. Hugo respira ofegante. Você não ta falando sério! Eu sei que você ainda me ama! E eu vou provar... Você vai ver! Bia acha Hugo e vai em sua direção. — O que você ta fazendo Hugo? Bia cobra. — Não te interessa! Hugo diz grosseiramente. — Hugo isso é jeito de falar comigo? — FODA-SE! Rick e Pablo o olham espantados. — Vou sair daqui, é o melhor que eu faço! — Hugo espera... Bia fica para trás. — Não! Por sua culpa... Por sua Culpa eu perdi... Quer dizer... Aquele babaca lá metido a machão entrou na vida dele! Não vou mais te escutar garota! Hugo dizia revoltado. — Do que você ta falando meu amor? Bia fala docemente. — Não venha com essa de meu amor! Não vai funcionar Bia! Já perdi tempo demais indo por sua chantagem emocional! Perdi o Rick... Mas ainda posso tê-lo de volta! E você não vai mais me atrapalhar! — O que você quer dizer com isso Hugo? — A-C-A-B-O-U! Entendeu ou quer que eu desenhe? — Eu não to acreditando que você vai me trocar por aquela bixa! Hugo segura forte o braço de Bia. — Não admito que você fale assim dele! — Além de viado encubado, ainda é covarde? Vai me bater Hugo? — Bem que você merece uns tapas garota! — Então bate! Bate que eu quero ver! — Bem que você adoraria apanhar! Mas eu não vou sujar minhas mãos em você garota! Já me sujei demais! Me esqueça! — Você não vai terminar comigo Hugo! Não vai! — Já terminei! Terminei o que nunca era pra ter começado! — Isso é o que veremos! — Bia sai pisando duro. *********************************************** Sophya tentava se afastar das investidas de Ítalo, o qual não era afetado. Cada não o motivava a tentar. A conseguir Sophya pra si. Ele a desejava mais que tudo naquele momento. — Ítalo não! — Porque não Sophya? Eu sei que você também quer! — Eu não posso! — Por quê? Somos Jovens, temos desejos... Tenho certeza que você também quer tanto quanto eu! Ele sussurrava no ouvido de Sophya. Mordia sua orelha, e passava levemente a ponta dos dedos em sua nuca. O que provocava em Sophya vários arrepios. Ela não sabia o que fazer, ou como agir. Estava visivelmente em conflito consigo mesma. Desejo e coração estavam em uma disputa, um optava pelo sim, e o outro em sue perfeito senso de justiça, pelo não. Pena que o corpo se deixava abalar a cada toque, a cadê sussurro, a cada palavra dita de um sentimento já exposto. Ela voltava ao tempo em que seu coração pediu por ele mais que tudo. Sentia como se ali fosse presente o dia em que jurou amor eterno escrevendo nas paginas de seu fiel diário. O dia em que nada mais desejava, só um olhar daquele que amava com toda intensidade de seu ser. Estava alternando entre passado e futuro, mas foram poucas às vezes em que o rosto de seu anjo, sua amada, apareceu para si... e aos poucos ele foi sumindo como se dissesse que não voltaria mais. Por um momento preocupou-se por de certa forma ter apagado sua vida, e estar caindo em um abismo de desejo o qual seria um prazer momentâneo, o qual lhe traria dores futuras... O qual já não mais lhe incomodava, já não maios pensava. Estava entregue. Ítalo ao ver que não havia mais relutância, aproveitou o momento. Pôs-se em frente a sua amada, ajoelhando-se. Ela estava sentada na beirada da cama. Ele segura seu pé direito, e o massageia. Alterna em beijinhos e caricias. Com suas mãos sobre para o tornozelo, apalpando cada pedaço de carne, com desejo. Sua boca enchia-se de água. Ele engolia seco. Chegando ao joelho, ele passeou com sua língua, onde continuou a subir molhando toda a coxa de Sophya. Sophya estava visivelmente excitada. Não conseguia mais pensar em nada. Sentia uma curiosidade muito grande em relação aos homens. Sem falar que seria algo de ego, pois ela estava conseguindo naquele momento algo que ela muito quis. E tudo que ela quer, consegue. Ítalo a empurrou na cama, grosseiramente, fazendo-a deitar. Logo subiu em cima. Rasgou seu top. Desabotoou seu short, e o jogou longe. Sophya o ajudou com a camisa. Também a jogando longe. Enquanto isso ele se ocupa com seu cinto, e sua bermuda jeans. Sem roupas, ambos começam o jogo da sedução. Por vezes competindo para ver quem ficaria no comando. Sem dar chance, Ítalo assume tal posto. Monta em cima de Sophya, e sua boca vai de encontro aos seus seios. Ele os chupa vorazmente. Morde. Sophya geme um pouco, sentiu dor, ele não se importa e continua. Com uma mão apertava o outro, enquanto ainda chupava um seio da mais nova. A outra mão que estava livre o ajudava a conduzir seu sexo, onde penetrou Sophya, que gritou baixinho. Ela sentiu dor, só tinha tido relação com mulheres. Era diferente. Sentiu-se desconfortável. Sem falar que ele parecia não se importar com suas reações. Ele continuou. Sophya pouco sentia prazer, procurava desesperadamente, as vezes encontrava, mas logo se perdia nos movimentos rápidos que Ítalo a conduzia. Sentiu-se arrependida. De repente veio a imagem de Yanka a sua cabeça. A comparação foi inevitável. Lembrou-se da primeira vez das duas, onde Yanka foi totalmente gentil, apaixonada. Onde lhe provocou vários momentos de prazer, sem frustrações. Percebe que os movimentos do mais velho aceleravam. Sua respiração estava cada vez mais ofegante. Ele urrava de prazer, parecia um animal selvagem. Ela estava cada vez mais aflita. Lágrimas caem intensamente. E de repente uma enorme agonia a consome. Ele goza. Ela... Estava se sentindo suja. — Sophya sua idiota o que você acabou de fazer? Pra que? Porque? A Yanka não merece isso! Diz em pensamento. Puta que pariu! — Que foi? Ele se assusta. — Camisinha! — FUDEU! — Eles se entreolham apavorados.
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