Notas iniciais
Agradecimentos ao comentário da Milena Corrêa. Eu sei que quase ninguém deve nem mesmo se importar (dado que apenas a Milena Corrêa costuma comentar), mas o motivo do atraso foi uma série de imprevistos na semana do Natal (incluindo eu responsável por toda a ceia, com a boa ajuda da minha mãe quando ela podia, ignoremos meu pai). Então estou postando hoje, primeiro dia que me senti melhor depois da correria e tive tempo depois de descansar. Esperem por mais novidades na fic. BOA LEITURA E... LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Ryuu

07 de Fevereiro

Tempo.

Precisamos de tempo.

Encarei Vivian tentando parecer calmo, algo que eu não estou.

As crianças dos deuses, da Linhagem e das Coroas não nascem adiantadas.

Coisas ruins podem acontecer se elas vierem mais cedo.

Coisas ruins acontecem quando elas nascem antes da hora.

Droga.

—Só mais um pouco e vamos poder ver o rostinho da nossa criança.

Vivian sorriu.

—Mentiroso.

Engoli em seco.

Estávamos nas primeiras doze horas de trabalho de parto, então sei que as coisas devem estar bem ruins do outro lado. Afinal, essa é a última criança antes de tudo começar de vez.

O começo do fim, como tia Ártemis chamou a alguns dias.

Eu não entendia muito bem os detalhes, mas sabia que as coisas estavam ruins por conta de tudo isso, sabia que se qualquer uma dessas crianças não nascesse as coisas ficariam piores.

Melindra pegou um momento delicado, a última janela sem os demônios, uma completa sorte que ninguém mais teria. Agora… É difícil pensar o estrago que pode ser se apenas um dos malditos passar por aqueles que estão lutando.

Foquei minha atenção em Vivian, ignorando o fato de que Perséfone e Bethany estavam apreensivas no canto do quarto ou que meu irmão mais velho estava lá hoje.

Senti um aperto na minha mão e encarei Vivian, que me olhava como que iria me fazer obedecer qualquer que fosse a sua ordem.

—Você precisa ir.

Neguei.

—Eu tenho que ficar com você.

—Não dessa vez. –Ela sorriu de forma culpada. –Não é como quando Tay nasceu, é mais importante.

Eu queria brigar com Vivian, bater o pé e dizer que ficaria, só que ela tem razão, se eu for posso ajudar os outros a segurar o ataque por mais tempo. Posso garantir que nossa criança tenha mais tempo para nascer.

Encarei o relógio.

Dezoito horas e trabalho de parto.

Levantei e encarei minha tia enquanto Bethany tomava o meu lugar.

—Vou ganhar algum tempo.

Ártemis assentiu e me transportei para aquele lugar.

Normalmente só uma projeção mental e astral de alguém pode acessar esse lugar se não for um deus do submundo, mas ser filho da minha mãe traz pequenos benefícios nesse aspecto.

Parei flutuando a metros do chão ao lado de Yue, que tentava fazer uma contenção aérea dos demônios.

—Onde está a mamãe? –Comecei a lançar ataques junto com meu irmão enquanto tentava entender a situação.

—Ela e Lilliel criaram um fosso de piche fervente, estão afundando o poço a cada segundo tentando criar um poço sem fundo, ou era o plano até os números deles crescerem demais. –Olhei na direção em que algo queimava. –Elas incendiaram tudo a mando do Easley, que invocou mais lava e fogo do que acho seguro e ele entrou com Deimos e Phobos nas chamas.

—Deimos e Phobos?

—Emoções inferiores, uma brecha para mais combatentes, não é completamente seguro a longo prazo, mas uma vez deve ser. Quanto tempo?

—Dezoito horas e contando.

Ele não disse nada, mas não gostou das novidades.

—Hades chegou no início e começou a invocar tantas hordas de fantasmas que isso tem ajudado bastante. Hypnos e Thanatos se juntaram no começo e depois de invocar as caçadoras Melindra se juntou a eles com Carlo e Leon. –Ouvi uma explosão as nossas costas. –Mark e Néra vieram ajudar, ele é bom comandando os romanos que Hades chama e Nico convenceu os gregos a escutarem o cara.

Uma luz cegante chamou a nossa atenção.

A luz surgiu do nada em algum ponto depois do mar de chamas.

—Uma flecha de luz?

—O Gray deve ter lançado através da Lilliel, ouvi ela comentando que esse seria o disparo de aviso.

—Aviso de quê?

—Que ela e mamãe podem precisar invocar o maldito Cócito novamente.

—Podemos ganhar tempo? –Tentei pensar, mas estava ficando difícil conversar com Yue enquanto os demônios tentavam nos superar.

—Não sei… –Ele parecia tão confuso quanto eu. –Como eu queria uma maldita bomba nuclear agora!

E então me ocorreu.

—Bomba nuclear!

—Não adianta, Ares não consegue trazer pra cá. –Ele berrou se afastando pela luta.

—Não. Nós. Bomba nuclear.

—Agora? –Yue estava incrédulo.

—Quando então? –Questionei.

—Kaíros. Ele deve saber a melhor hora.

Tentei usar minha conexão com a Linhagem para falar com Kaíros, mas não estava dando certo. Não sei se era alguma interferência ou qualquer outra coisa, ele não parecia ouvir.

—Droga! Kaíros! Quando?! –Gritei na esperança de que ele notasse e de alguma forma deu certo.

Pude sentir como se alguém vasculhasse minha mente, uma sensação que eu conhecia, por isso tentei perceber quem era e notei que Hades estava ali. Ele devia ter notado algo e estava tentando aliviar o fardo de alguém, então despejei minha ideia na mente dele.

Uma Fúria passou por nós voando enquanto dilacerava uma dezena de demônios e outra veio em seguida gritando:

—Quando Easley recuar! –E seguiu a irmã matando mais demônios.

—Entendeu o recado? –Tentei não me afastar muito mais de Yue.

—Vamos começar a concentrar o poder necessário. Vai doer.

E muito, mas estávamos sem opções bonitas por hora.

Não sei quanto tempo foi, só que já estava coberto de sangue de demônio que pingava do meu corpo enquanto o poder para nossa jogada se acumulava nos tornando cada vez mais brilhantes e minha contagem de corpos havia parado depois de quinhentos mil.

Foi quando eu vi Easley, Deimos e Phobos recuando.

Uma rajada de poder da morte foi lançada no momento em que alcancei a mão de Yue, mas a linha de demônios continuava a avançar furiosamente, então nós nos lançamos no meio daqueles desgraçados, liberando todo o poder que acumulamos.

A explosão que causamos era o equivalente a mais do que uma bomba atômica.

Sozinhos tanto eu como Yue podíamos gerar o poder de uma estrela queimando, nossa ligação dava ao meu irmão esse poder com que eu nasci, mas juntos… Treinamos isso apenas uma vez e o resultado foi uma explosão Supernova.

Eu sabia que aquilo doía e iria doer mais ainda dessa vez, porque da primeira vez a gente não acumulou tanto poder, então o rebote seria milhões de vezes pior. Só que valeria a pena, tinha que valer.

Fomos engolidos por tanta luz que meus olhos pareciam derreter, minha pele queimava como nunca senti e eu não conseguia respirar.

Sabia que Yue estava sentindo a mesma coisa e eu precisaria mesmo agradecer meu irmão por tudo isso, porque sei que estou pedindo muito, arriscando demais aqui e ele não está hesitando.

Me perguntei se os outros teriam conseguido se proteger do nosso ataque e comecei a me questionar se aquela foi a melhor ideia que podia ter conseguido, não que agora isso fosse mudar muita coisa.

Não sei quanto tempo passou, perdi totalmente a noção de tempo.

Ainda estávamos queimando?

Será que íamos sobreviver a algo tão forte?

Onde estavam os outros?

Eu só via branco.

Queria levantar e olhar ao redor, mas não conseguia sentir meu corpo.

Droga!

Espero não ter ferrado tudo.

—...Já falei. Apenas invoque mais. –A voz abafada atingiu meus ouvidos causando dor. –Ele se moveu?

—Está curando, se concentre nos demônios. –Era Hades, eu reconheci.

—Quanto tempo? –Uma voz feminina gritou.

Houve silêncio e Hades gritou de volta.

—Quarenta e duas horas e contando. –Senti ele se abaixar ao meu lado. –Ganharam tempo pra gente meninos. Sua mãe e Lilliel acabaram de invocar o Cócito. –Tentei transmitir algum pensamento, mas aquilo doeu. –Não se esforcem. Sua explosão foi perigosa e quase nos matou, mas Gray estava de prontidão. Ele usou Lilliel como porta de acesso e disparou uma flecha que conseguiu direcionar a explosão para a origem deles, acho que passou por Nix em algum ponto. Conseguiram matar um monte do lado de lá.

Queria perguntar como Gray fez aquilo com o poder de duas Coroas combinado e então lembrei que ele podia acessar os poderes do nosso pai e da nossa tia, a primeira flecha era prova disso. De algum modo a segunda usou mais poder, ele devia estar machucado a essa altura, bem machucado.

Precisaria agradecer a ele depois.

Foi quando eu percebi.

Quarenta e duas horas.

Muito tempo.

Eu precisava fazer algo.

Tentei me mexer novamente, mas não consegui, tudo estava doendo.

—Não se mova. –Reconheci a voz de Easley. –Estou tirando uma pausa antes de voltar e vocês estão péssimos, precisam ficar quietos. –Queria saber o que ele queria dizer, mas não precisei. –Sério, parecem ter saído de um documentário sobre a cremação em culturas antigas de tão queimados que estão, nem parecem vivos, e ambos estão cegos até terminar a recuperação. Vai doer mais do que agora, acreditem. –Meu irmão mais velho pareceu levantar. –Mamãe até queria levar vocês para o outro lado, mas não temos tempo. Em todo o caso eu tenho que ir.

E então eu precisei esperar.

==========X==========

Em algum momento, não sei quanto tempo depois que Easley se afastou, consegui ouvir mais vozes do que as que se revezavam durante a batalha. Além disso, os gritos distantes dos demônios tinham cessado.

Eles tinham ido embora?

—O que fazemos agora? –Era Easley.

—Teresa e Lilliel precisam ser tiradas do gelo, mas isso demanda tempo. –Houve um breve silêncio enquanto Hades devia avaliar a situação. –Thanatos, vá ajudá-las, enviarei ajuda se precisarem.

—Vou com ele, aguento mais um pouco. –Reconheci a voz de Melindra.

—Posso ir com ela? –Meu irmão parecia dividido.

—Não, vou precisar de ajuda com os dois. –Acho que Hades fala de mim e Yue.

—Sabe como ajudá-los? –Tive uma sensação estranha e acho que alguém me tirou do chão.

—Especificamente não, mas vou tentar o óbvio. –Um pequeno silêncio e notei o ruído de ossos, o que quer dizer que estou sendo levado de maca por espectros. –Funcionou com sua mãe e Lilliel, então talvez funcione com eles e é melhor do que a alternativa.

—Acho que Reyna e Vivian podem concordar com isso. Aliás, pensei que Reyna estaria aqui para nos ajudar.

—E estaria, mas pedi para ela trocar. –Hades comentou calmamente. –Ela ficou cuidando do Hades e eu vim pra cá.

—Cuidando do Hades?

—Havia uma chance de os demônios tentarem escapar por lá, então alguém precisava ficar e ela era qualificada o suficiente para comandar todos os espectros que ficaram para trás. Dei alguns privilégios a ela e orientei meus generais a providenciarem o que fosse necessário.

—Tenho certeza de que Reyna fez mais do que apenas segurar alguns demônios lá.

—Eu também, por isso a escolhi, mesmo que a habilidade dela pudesse ter nos ajudado aqui. –Eu não sei o que Hades quer dizer.

—Realmente a habilidade dela teria ajudado bastante, mas sei que sem o senhor teríamos perdido em número de espectros invocados e isso nos salvou no final. –Easley riu. –Não quero ter que ver isso acontecer jamais, só admito que seria legal ver Reyna no poder de um exército incansável.

O silêncio se estendeu por algum tempo e então todos pararam.

Pude sentir quando me colocaram no chão e então alguém hesitou.

—O senhor tem certeza?

—Acha que jogá-los aí vai piorar alguma coisa?

Depois de alguns segundos de silêncio ouvi o suspiro vencido do meu irmão.

—Não, nada piora essa desgraça.

E então eu fui jogado em algo.

Não sabia o que era, apenas que me sentia estranho, quente e frio ao mesmo tempo.

Eu queria respirar, mas não sabia se devia, até que algo mais forte venceu.

No começo era morno, depois quente e por fim queimou minha garganta e meu peito por dentro.

Senti algo estranho, como se alguém me puxasse para fora.

—Não faz milagres no caso deles, mas com certeza já parece mais vivo. –Não acredito que Easley resolveu fazer piadas.

—Verdade. Mesmo assim vai demorar um pouco. –Como assim demorar mais? Explica isso Hades.

—Já acho um milagre funcionar. –Alguém fala alguma coisa. Easley!

—Vamos continuar banhando eles no Flegetonte, acredito que quando respiraram a lava daqui os pulmões foram reparados, assim como as vias aéreas, então prendam a respiração quando mandarmos.

Não tive tempo de pensar em reclamar, o aviso veio e logo estava novamente submerso naquela sensação morna, que com o passar do tempo passou a ficar mais quente até queimar e doer, mas eles não pararam de nos mergulhar mesmo quando eu e Yue pedimos.

Por não conseguirmos enxergar nenhum de nós tinha entendido o que estava acontecendo e Yue foi o primeiro a conseguir compreender.

“Apenas pare Ryuu, eles sabem o que estão fazendo.” Foi a única explicação que ele me deu por pensamento.

Não precisei de muito mais tempo para entender.

Minha visão voltou de forma horrível e mesmo assim suficiente para me dar uma ideia do que havia acontecido.

Easley invocou um imenso espelho e me deixou ver o quanto meu corpo ainda estava destruído mesmo depois de duas horas mergulhado no Flegetonte.

Apenas um dos meus olhos havia se regenerado; minhas mãos ainda estavam sendo regeneradas, mas todo o meu punho tinha derretido; a maior parte do meu corpo não tinha pele, eram apenas músculos revestindo ossos e tendões; eu não conseguia falar por que ainda não tinha lábios e meus dentes ainda não haviam voltado.

Notei o braço esquerdo de Easley parcialmente destruído e ele deu de ombros.

—Alguém precisava resgatar vocês, Kaíros me disse quando ir, mas ainda estava bem quente. Não se preocupe, logo volta ao normal. –Com certeza não podia chorar de gratidão ali, com meu corpo completamente ferrado como estava, mesmo assim eu sentia isso. –Sério, foi perigoso, mas conseguimos nos reorganizar como tempo que compraram, foi ótimo. Só evitem fazer isso pelos próximos quinhentos anos e estamos bem.

Eu queria rir, queria chorar, queria abraçar todos eles, mas não podia. Meu corpo agora era uma carcaça frágil e inútil, precisava esperar e ter paciência, mesmo para ver a minha criança eu teria que esperar.

==========X==========

Foram horas intermináveis.

Parecia que quanto mais nossos corpos curavam mais demorava para o processo avançar.

Quatro horas depois de começarmos aquilo, vi minha mãe e Melindra trazendo o corpo mental congelado de Lilliel até o Flegetonte. Elas colocaram a Linhagem do rio e em mais ou menos meia hora a consciência dela evaporou de volta para o outro lado.

—Por que foi tão rápido? –Consegui perguntar.

—Primeiro que já sabíamos como tirá-la do gelo e segundo que os danos se acumularam apenas no corpo mental e espiritual dela, não em todos os corpos. –Melindra entrou no rio e começou a jogar o fogo sobre o corpo de Easley enquanto minha mãe vinha me ajudar. –Você feriu o corpo mental, físico, espiritual e divino, o que não é muito fácil de fazer ou divertido de arrumar.

—Não mesmo. –Minha mãe comentou e voltamos a longa tarefa de esperar.

E eu esperei por mais seis horas.

Quando meu corpo finalmente ficou inteiro novamente, abracei os que estavam ali e aparatei o mais rápido possível no quarto em que Vivian ficou antes de sair, mas ela não estava. Olhei ao redor e fui para a sala da casa dos Eucaristia, onde quase todos estavam reunidos, menos ela.

—Onde ela…?

—No quarto que era dela. –Hera estava descendo as escadas. –Vivian precisava dormir depois de tudo e fomos avisados que você iria demorar para voltar.

—Ela acordou a uma meia hora, pode ir vê-la. –Afrodite descia logo atrás.

Então eu subi as escadas e corri até a porta, só não estava bem preparado para quando abri.

Do lado de dentro Vivian segurava um bebê em seus braços, enquanto minha tia Ártemis segurava outro.

—Ah, elas não avisaram não é mesmo? –Minha tia tinha um sorriso divertido no rosto, um daqueles que ficariam perfeitamente irritantes ao lado de Kaíros.

Argh!

Eles se merecem.

Mesmo assim ignorei Ártemis e fui até a criança em seus braços, tomando em meus braços aquele ser tão miúdo e perfeito.

Um espesso cabelo ruivo em um laranja perfeito cobria sua cabeça me fazendo sorrir.

—Mais cedo vimos os olhos, são verdes. –Assenti para minha tia. –É um menino.

Concordei sem realmente me importar e segui até Vivian vendo o pequeno ser em seus braços. Aquela criança tinha cabelos negros e achei engraçado ter puxado uma característica do lado mortal.

—Os olhos dela são azuis. –Minha esposa comentou e a encarei.

—Um casal?

—Como seu pai e sua tia, ela nasceu primeiro. –Eu comecei a chorar e a rir ao mesmo tempo, a coisa mais estranha que já fiz. –Se acalme, fiquei te esperando para escolhermos os nomes, não pode me deixar na mão agora.

Assenti e respirei fundo uma meia dúzia de vezes.

—Posso tentar escolher um dos nomes de cada? –Ela concordou. –Eleazar. –Indiquei o menino nos meus braços sabendo que aquilo poderia surpreender algumas pessoas depois o fim do antigo patriarca. –Kendra. –Olhei para minha filha. –O que acha?

Vivian sorriu.

—Na verdade eu meio que gostei bastante desses. –Ela olhou para os dois e depois para mim com um sorriso um pouco travesso. –Eleazar Jordan Eucaristia e Kendra Summer Eucaristia.

Acabei rindo.

—Ficaram bons. –Admiti.

—Dar o nome de Verão a deusa da Noite, que sacanagem. –Minha tia suspirou e eu a encarei. –O quê? Seu filho é o deus do Dia, se acostume.

E eu soube que aquela era uma batalha perdida, não que isso fosse importante agora.

Continua...

No próximo capítulo: Ajudo a Iniciar o Fim do Mundo.

Notas finais
O próximo capítulo deve ser postado por volta do dia 16/01/2022. Podem ocorrer atrasos. Como eu já comentei, estou meio que empacada com essa fic (situação oposta a fic da Marvel que tá andando uma maravilha), então ainda não sai do capitulo 11. Para quem quiser fazer teorias ou finalmente deixar um comentário, segue os títulos dos próximos capítulos (os quatro prontos): Capítulo VIII: Ajudo a Iniciar o Fim do Mundo. Capítulo IX: Dead God. Capítulo X: Começamos Os Preparativos Para Nossas Mortes. Capítulo XI: Deuses São Um Pé No Saco. Nos vemos em mais ou menos um mês.