The Olimpians – Livro 2: Bloodlines Time
36 Sim, Eu Sei. Nada Deveria Dar Tão Errado
Notas iniciais
- Milena Corrêa, ela questionou quantas vezes eles quase morrera ou perderam um membro... bom, na verdade eu ainda não tive a cara e coragem de contar quantas vezes eles quase morreram ou perderam um membro ou dois, mas isso é pro final da fic creio eu.
- A Granger, acho que ela gostou do cap todo. Desde o beijo, o Oliver ignorado e queimado. Claro, ficou muito satisfeita com a Lilliel assumir que ignorou coisa importantes e ficou pra lá de tensa com o Gray usando os poderes dele. Adorou os pombinhos devolvendo as provocações da Liz (mas ela ainda tem o que provocar, acreditem), mas ela sabe que o seu último pedido dificilmente será atendido e já adianto que não será.
- Gih Castro, adorou o cap também e teve um ataque com o "namorado" que a Lilliel soltou no meio do cap. Aliás pedi a ela duas vezes para não me matar depois (vários motivos para dizer isso a ela e a todas as leitoras). Sim, eu sei que elas tem muitos parentes e acabaram ficando bem poderosas, mas ainda vou mostrar outro lado dessa história, muitos deles na verdade, só que isso é outro assunto.
Bom, vamos a coisas importantes:
*Podem mandar MP se quiserem esclarecer algo ou simplesmente perguntar, o que eu puder contar eu conto. Se quiserem complementar os comentários da fic ou dar alguma outra opinião se sintam livres, vou responder normalmente e não vou ficar dando pit por que é "pressão", pelo contrário, vou gostar de saber mais sobre os que fica no ar ou no que pensam da fic.
**Estão lendo as fichas no final? Gostaria de saber se sim ou não e mesmo se alguma das minhas visões sobre eles é diferente da de vocês (eu quero desenha-los na verdade, mas tem faltado inspiração e isso me impede de dar um retrato mais fiel do que imagino deles).
***Por fim, se o cap der pau é o meu PC. Não sei o que, mas meu acesso ao Face e ao Nyah! tá rodando só no Explore.
Agora pra terminar: PRÓXIMO CAP: ......... É DO GRAY ......... e era isso, preferi falar aqui mesmo essa última parte.
Lizandra
As coisas estavam ruins de manhã quando a minha perna estava doendo horrores enquanto Gray fazia aquela limpeza sádica nos meus ferimentos.
As coisas estavam esquisitas entre ele e Lilliel desde antes de eu acorda-lo com um choque.
Ao mesmo tempo tudo ficou pior e melhorou muito com o nosso encontro com Oliver.
Só que, veja bem, quando dizem para você que as não podem piorar isso é muito relativo, por que se você é um meio-sangue como eu nada, nunca, está tão ruim que não possa piorar e isso eu aprendi ouvindo Percy me contar sobre suas missões desde a Titanomaquia e Gigantomaquia, como o incidente em que a Annabeth ficou grávida. Então eu sei que nosso dia estava mesmo muito bom.
Por isso quando aqueles monstros apareceram, bom, eu sabia que nosso azar para aquele dia seria no mínimo monumental.
Claro que eu estava com muita dor, mas, desde a minha conversa com Hera, admito, que estou mais confiante de fazer qualquer coisa e isso inclui usar todos os poderes que me vierem a mente, até mesmo esquentar a lamina da minha espada para cortar um maldito monstro mutante assassino, muito embora estivesse pensando na Drew nesse momento.
Na verdade eu estava fazendo de conta que cada uma daquelas coisas era aquela nojenta e distribuindo na intenção de acertar qualquer um deles para depois escolher um alvo especifico, até pode que eu sabia que Lilli estava fazendo seu jogo de sombras atrás de um alvo.
Quando tudo explodiu eu pensei que talvez tivessemos sorte, então a poeira baixou e só o gigante de gelo havia sumido.
Voltamos com tudo e eu ainda não tinha escolhido meu alvo quando a Lilli apareceu congelando o cão mutante para depois mata-lo, depois cada uma ganhou um novo amiguinho.
Ela ficou com o chifrudão de três metros e eu com o robozão vermelho, sem falar que o colega de Gray... bom, o caveirinha era um cara durão pelo pouco que vi.
Meu colega robô era muito bom contra raios, o que dificultou um pouco meu serviço, já que ele sofria quase que nenhum dano dos meus golpes elétricos e menos ainda dos de vento. A força era pouco contra o corpo de metal, esquentar uma armadura daquele tamanho levaria muito tempo, tentar achar o circuito de funcionamento (se é que ele tinha) poderia me custar minha vida... Deméter não ajudaria, então eu estava torcendo para que minha última opção fosse realmente valida e que eu conseguisse usar, afinal, redirecionar um pouco de água não poderia ser mais difícil que redirecionar um raio com o próprio corpo.
Comecei a sentir a água como Percy me contará que fazia até sentir um puxão nas minhas entranhas, eu estava conectada com a água e agora precisava fazer ela me obedecer um pouco pelo menos.
Continuei brincando de pega-pega com meu robô enquanto me concentrava em chamar a água até onde estava, o que levou alguns uns dois minutos se muito e quanto ela chegou redirecionei tudo para meu amigo metálico, o que deve ter colocado água até nos circuitos que ela não sabe que tem.
Enquanto ele ainda perecia perdido e totalmente encharcado acertei um raio com força nele, o que causou um curto tão forte que o cheiro de fio queimado enquanto ele lentamente desaparecia ao cair impregnou minha roupa.
Mas o fato que aquela coisa já era me deixou feliz.
Então eu achei que tudo estava indo bem, até os monstros começarem a reaparecer do nada e o Gray usar os presentes dele, nessa hora eu soube que estavamos perdidos, então Lilliel tinha razão, nós estavamos mortos desde o começo ou muito perto disso.
Eu ainda estava muito chocada com o estado do braço esquerdo de Gray quando notei que ele tentava mexer no bolso da minha calça.
Não falei nada, apenas puxei sua mão e busquei o que estava em meu bolso, o que foi um erro, por que acabei tirando o colar do Kaíros que eu não queria usar e, bom, eu fiquei com medo.
–Lilli! -Eu podia segurar o medo na minha voz quando chamei minha prima e o medo dela quando viu o colar era tão palpável quanto o meu.
Nós duas não tinhamos saída, aquela era nossa melhor chance e nem de longe isso era animador.
Assim que colocamos aquelas coisas acho que o efeito foi imediato em ambas, por que escolhemos nossos alvos sem um fundamento aparente e, pelo que eu senti, nossos poderes foram liberados ao limite.
No segundo seguinte eu estava atacando o guerreiro de armadura negra com toda a força que nem imagina que meu corpo tinha, sentia a lamina em minha mão esquentar cada vez mais e mesmo assim parecia que estava segurando gelo.
Uma tempestade começou a se formar sobre nós e um raio atingiu meu corpo no instante exato que a minha lamina se chocou contra a do guarda, fazendo ele ser arremessado uns dez metros e eu também.
Segurei uma corrente de ar que me levou na direção do meu novo amigo, a essa altura o modo assassino da minha mente já estava mais que ativo e eu tinha, finalmente, entendido que aquilo não era por culpa do treinamento da minha mãe, mas, na verdade, a mais perfeita combinação de deuses da guerra e da caça.
Os filhos de Atena, caçadoras e discípulos de Ártemis, além dos filhos de Apolo e Ares que preenchiam a minha família, literalmente uma linhagem de combatentes. Claro que todos os outros deuses davam mais funções a minha família, mas aquele poder, aquele instinto assassino que as vezes aparecia era a nossa defesa natural contra qualquer nível de perigo, assim como a Lilliel sugar a vida dos outros.
Durante nossa viagem até aquela lanchonete, quando eu entendi isso, o medo desse poder simplesmente sumiu e nunca me senti tão empolgada com a chance de usa-lo novamente como naquela hora ou agora.
O guarda era nada mais que um alvo vermelho que eu iria destruir.
Movi minha lamina sobre a cabeça desejando ter uma maçã de guerra com uma corrente longa e um raio na distância certa.
No exato instante que o raio estava prestes a acertar o chão a maçã de guerra passou no lugar e em seguida atingiu o meu novo amigo em cheio.
Ele foi lançado vários metros pelo impacto da explosão e eu também.
Quando levantei um tanto zonza não tinha muita certeza do que fazer, por que esperava de verdade que aquilo tivesse matado aquele monstro ou não sabia até que ponto meu corpo suportaria.
Mesmo com os colares de Kaíros eu estava muito cansada, não poderia mexer minha perna machucada mesmo que quisesse e não fossem os poderes que tinha descoberto não teria matado nem uma lesma. Minha benção de Ares ainda estava a todo o vapor, mas seria impossível usar os poderes de Poseidon, os de Hefésto talvez, Apolo com sorte, mais uns dois raios se Zeus fosse bonzinho comigo e isso se meu corpo parasse de queimar como se eu estivesse com uma febre de cinquenta graus.
Um ruído metálico chamou minha atenção e para meu azar o monstro estava vivo ainda, felizmente ele não estava mais inteiro já que o impacto da explosão e as pontas da maçã destruirão quase todo o tronco da sua armadura.
Parte ruim, a imagem sob a armadura era menos animadora ainda.
O corpo recoberto de pelos cinzas e o elmo em forma de lobo me fizeram pensar se aquele cara não era a mudança das lendas de Liácon para os lobos humanoides.
Um lobisomem moderno do tipo que os contos ocidentais adoram, só que aquele carinha sabia perfeitamente o que estava fazendo.
Engoli em seco e desejei que Lilliel estivesse em condições físicas melhores que as minhas.
Nesse momento uma flecha passou ao meu lado e acertou o tronco do “lobinho”, mas o meu amigo apenas pegou a flecha de prata e jogou longe.
Olhei para Gray de relance tentando dizer que a intenção era boa, mas que nosso amigo aparentemente era imune a prata diferente da nossa companhia ontem.
Reuni todas as minhas forças e levantei usando os ventos de Zeus, me preparei para um último golpe.
Se minha intuição estivesse certa essas coisas tinham pontos fracos diretos, então eu precisava corta-los ou decepar suas cabeças.
Claro que os poderes funcionavam com eles, mas, pelo visto tinha que ser algo mais direto como raios, água, fogo ou outros do tipo.
Os presentes do Gray pareciam funcionar, mas eu sabia que aquelas coisas não eram normais, já que elas usavam os poderes latentes do usuário como fonte.
Agora era tudo ou nada.
Usei os ventos de Zeus me joguei contra aquela coisa sem hesitar, eu estava um pouco acima da sua cabeça quando o alcancei e despenquei com a lamina contra seu corpo desviando da lamina no seu braço esquerdo erguido cortando seu corpo na transversal do ombro esquerdo até a lateral direita da cintura.
O problema é que eu não consegui desviar da lamina na mão direita dele que estava me esperando abaixada.
Vi apenas a lamina na direção do meu rosto e senti a dor intensa enquanto algo quente escorria pelo meu rosto entrando na minha boca, deixando o gosto de metal e sal que lentamente deslizava pela minha garganta enquanto eu perdia a consciência em meio a gritos distantes, confusos e sem donos.
Continua...
(A ficha de hoje é do Gray meninas.)
Notas finais
Nome: Gray Anthony Archer.
Idade: 18 anos.
Mãe Patricia Linyd Archer.
Filho de Apolo.
Olhos âmbar.
Cabelos castanhos pouco abaixo dos ombros e pele bronzeada.
Altura: 192 cm.
Peso 100 Kg.
Aparência:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=390483454411905&set=a.379493918844192.1073741829.100003507611504&type=3&l=134ac1914b&permPage=1
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Cabelos (tamanho):
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Olhos:
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Arma:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=390484831078434&set=a.379493918844192.1073741829.100003507611504&type=3&l=134ac1914b&permPage=1
Obs.: Na verdade alterei um pouco os dados de peso que havia pensado para o começo da fic.
Alguém pode até pensar que eles estão acima do peso, mas todos praticam "esportes" e tem massa muscular desenvolvida de forma apropriada para manusear armas antigas (que não são leves), por isso cheguei a conclusão que eles poderiam tranquilamente estar no que chamam por ai de acima do peso e estarem muito mais em forma do que muita magreza excessiva.
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