The Olimpians – Livro 2: Bloodlines Time
8 Janto Com Dois Idiotas Cabeças Duras
Notas iniciais
Para explicar ela colocarei nostas importantes no fnal.
Fora isso, espero que curtam o rumo das coisas desse ponto em diante.
Por que eu meio que vou judiar dos 3 apartir de agora, talvez vocês me odeiem por algumas coisas, mas são ossos do oficio...
Só peço:
Não me matem nem abandonem, ok?
=X=
Alexia Oliveira, PJO e HP, MC s2 muito obrigada os comentários.
Semana passada estava no corre (um jantar do meu pai, nem tava afim, mas tinha prometido, vá entender...) então nem agradeci direito.
Mas sério meninas, adoro quando vocês comentam.
Lizandra
Me sinto extrememente deslocada nesse momento e ao mesmo tempo tão integrada ao ambiente que tenho dificuldades de entender o que realmente aconteceu.
A dois dias eu estava presa em uma cela de acusações que ninguém parecia realmente fazer questão de quebrar.
Então a Lilliel apareceu e começou a virar tudo de cabeça pra baixo.
Ela me lembra minha mãe quando era viva.
Com um sorriso inconfundivel. Se agarrando as piores chances. Não ligando para se sua filiação é o deus da morte ou da casquinha de sorvete.
Não leva desaforo pra casa e ainda protege as pessoas em que confia com unhas e dentes.
Tudo bem que o Gray, a Clarisse, o Percy, o Chris e muitos outros campistas nunca implicaram comigo. Nunca tive problemas com o chalé de Atena ou com os filhos dos três grandes. O chalé de Ares também sempre foi de boa convivência, o que muitos acham estranho.
Mas pessoas como Jack ou Drew tem me feito considerar abandonar o Acampamento Meio-Sangue e pedir abrigo no Acampamento Júpiter. Ao menos lá sei que serão meus méritos que me farão ou não ser reconhecida.
O problema é que sou filha de Hermes e não Mercúrio.
Se ao menos eu ainda tivesse Travis e Connor no chalé poderia levar tudo mais tranquilamente.
Embora nesse momento eu esteja me divertindo um pouco também estou preocupada com esse clima.
Falei brincando aquela hora, mas não tenho como negar que desde o primeiro momento reparei que a Lilli parece encantada com o Gray. Ele também parece meio perdido quando fala com ela, mas eu sei que ele não teve uma última boa experiência amorosa.
Drew não era mais a era a lider de Afrodite, mas ainda fazia de tudo pra perpetuar os antigos habitos do chalé. Ela destruiu o coração de Gray depois de deixa-lo encantado por cada aspecto nojento dela.
Foi por causa dela a nossa primeira e única discução séria em oito anos de acampamento.
Tentei alertar Gray sobre o que estava acontecendo, mas ele achou que estava com inveja.
Na verdade ele disse que eu estava apaixonada por ele.
Nossa. Aquilo foi chocante. Ele pode ser bem narcisista quando quer.
Se eu gostase dele nem teria me aproximado.
Mas agora cá estou eu. Olhando Lilliel dormir enrolada nesse manto negro da morte encolhida como um bebê.
Enquanto Gray esta começando a pirar na direção.
Eu sei como ele adora dirigir dentro das regras, mas agora eu estou vendo o velocimetro marca mais de cem quilometros por hora.
Com isso já cruzamos mais da metade da Pennsylvania.
Devo admitir que estou com mais medo do Gray permanecer dirigindo do que dá Lilli guiando esse carro como uma máquina de guerra.
Finalmente paramos em Clarion por que não teria como deixar Gray continuar dirigindo depois do por do sol quando seu humor já está horrivel.
Além disso eu sabia que precisaria acordar Lilliel ou ela dormiria até a meia noite.
Lembro dela ter comentado que adorava dormir mais que qualquer outra coisa para não se meter em problemas.
Lembro também que desejei fortemente poder dormir e não acordar nunca mais quando ela me contou isso.
Mas agora que penso sobre isso não sei se o meu desejo e o contexto em que ela usa esse fator se encaixam de alguma forma.
Respirei fundo e acordei Lilliel.
–Li. Lilli. Acorda garota. Vai perder o rango.
–Hããã... Comida... onde tá a comida?
–Na pizzaria sua esfomeada.
–Hein? Pizzaria no meio da estrada?
–Não. Estamos em Clarion, Pennsylvania. -Gray falou depois de horas e sua voz saiu meio rouca.
Imediatamente Lilliel saiu do carro e se esticou estralando tantos ossos que me assustei.
–Deuses. Por quanto tempo dormi?
Lilliel bocejou cansada e manhosa, mas logo em seguida já estava guardando sua capa.
–Pouco mais de três horas. O sol já se pôs e o combinado era acharmos um lugar para dormir. -Gray disse pegando nossas mochilas já com os nossos suprimentos extras nas bolsas que Quirón nos deu.
–Sim. Eu sei, mas não imaginei que chegariamos tão longe em poucas horas. Fomos além da minha estimativa. -Lilliel bocejou e apoiou o corpo no carro enquanto olhava para o céu estrelado.
Senti que aquela janta seria ainda mais tensa que a viagem até aquele ponto.
Por fim entramos na pizzaria e sentamos em uma mesa perto da janela.
Eu não sabia como iria pagar por tudo que comprariamos durante a viagem e estava torcendo para só precisar roubar algo em último caso. Por isso estou torcendo para nosso dinheiro durar até a viagem de volta ou para a Lilli ter muito dinheiro guardado.
–Já sabem o que vão pedir?
–Nem. Mas e vocês garotas, o quê decidiram? -Gray parecia bem incomodado com o ambiente.
Lilli parecia bem distraida e seu olhar perdido me preocupou.
–Pode decidir Liz. Não vou conseguir ler o cardápio de qualquer forma.
–Ok. -Chamei o garçom e assim que ele chegou despejei perguntas. -Então, vocês fazem pizzas exclusivas?
–Sim.
–Bem, então vai ser meia frango com catupiry e bocolis. Meia... quatro queijos com batata palha. -Meus companheiros olharam para minha cara um pouco como que diz “Você fez isso?” e eu ignorei. -Traz também uma porção de fritas e três Diet Coke. Se conseguir agilizar tudo isso a gorgeta vai ser boa.
Dizendo isso coloquei 10 doláres no bolso do avental.
Ele acenou e saiu para a cozinha.
–Precisava ofertar uma boa gorgeta? -Gray me olhou como se decepcionado.
–Achei que não queriam ficar muito tempo fora do carro. -Rebati.
–Na verdade precisamos achar um lugar pra dormir. -Lilliel murmurou.
Tirei um papel do bolso e dei para ela que depois de ler. Ela me olhou suspresa.
–Quando o Oracúlo te deu isso?
–Quando saia do meu chalé. Nós duas conversamos muito, por isso ela achou melhor entregar pra mim. Segundo ela esse hotel é bom e barato, não sei como ela pode saber mas desconfio.
Gray pegou o papel e leu um pouco pensativo.
–Fica a uns vinte minutos de carro daqui na estrada. — Ele me devolveu o papel. -Bom, acho que mal não vai fazer aceitar o conselho da Rachel.
–Concordo. Por que ela deve ser a única que sabe de algo nesse nosso caminho. -Lilli brincou, mas nós três sabiamos que era verdade.
Todos estavamos em silêncio e pessoalmente não gosto disso.
Mas me assustei quando Lilliel começou a cantar uma música baixinho. Como se fosse uma oração.
Admito que a música me soou linda, mas me surpreendeu vê-la fazer isso.
http://www.facebook.com/video/video.php?v=262578840535701&saved
Certo. Não sou um gênio, mas acho que isso é italiano.
Mas até ai ela começar a cantar baixinho ao meu lado uma música não era tão estranho.
Bizarro foi ver o Gray começar a tamborilar os dedos na mesa fazendo uma melodia perfeita para uma música romantica.
E eles ainda dizem que não são um casal. Estão tão pereitamente sintonizados que agem inconciêntemente.
Mas, admito. Isso é mais do que eu já fiz... Que bela covarde eu sou.
Bom, ao menos no meu caso nunca me dei a chance de tentar. Mas esses dois... isso vai ser um saco de aguentar.
Nunca pensei que duas pessoas pudessem ser tão burras para o que está na frente dos próprios olhos. Nem precisa ser filho de Afrodite para perceber certas coisas.
Bom, depois eu tiro um sarro dos dois agora eu vou ouvir o resto da música. Por que devo admitir é muito bonita.
O tom baixo com que a Lilli canta parece deixar a música mais bonita de se ouvir.
Sério, o que será que o Gray está pensando? Aliás será que ele notou o que tá fazendo?
Quando os dois terminaram o silêncio voltou e eu não resisti.
–Muito bom. Não sabia que vinham ensaiando músicas romanticas.
Ambos me olharam surpresos.
–Do que você tá falando? Eu nem tava prestando atenção no som do restaurante. -Gray parecia realmente perdido.
–Mas tamborilou os dedos na mesa em um perfeito acompanhamento da música que a Lilli tava cantando. Qual era o nome da música? Era romantica que eu notei.
–“Tutti I Sogni Miei”. -Ela sussurrou ficando vermelha e com uma cara meio homicida.
–Qual o significado?
–“Todos Os Meus Sonhos”. -A essa altura era quase impossivel ouvir sua voz e eu precisei chegar bem perto dela pra ouvir.
–É bonita. Não sabia que falava italiano. Sabe escrever também?
–Não. Só sei falar, por que...
Justamente nessa hora fomos interrompidos pelo garçom. Nunca vi nada mais clichê.
–Aqui está sua pizza especial, as batatas fritas e seu refrigerante.
Olhei para o garçom surpresa.
–Muito obrigada. -Lilliel se esticou e discretamente deu duas notas de cinquênta doláres para o garçom.
Foi na mesma hora que ouvi um rosnado vindo do Gray e vi sua cara emburrada.
Realmente essa será uma longa e tenebrosa missão.
Ainda assim ignoramos tudo por cinco minutos e começamos a devorar nossos pedidos como se fosse nossa última refeição.
O que poderia ter sido...
Continua...
==========X==========
Repetindo o Link da música.
http://www.facebook.com/video/video.php?v=262578840535701&saved
Notas finais
=X=
Sobre a música... gosto de italiano e pensei em Laura Pausini, mas achei que essa música seria mais interessante.
Sobre a série... quem não gosta beleza, mas estou vivendo uma época da infancia que não vivi direito (meu irmão mais novo quer morrer com isso).
=X=
Sobre a mudança na narrativa eu pretendia isso desde o inicio, mas queria adiantar para não ficar aquela coisa meio solta e sem nexo.
Até por que antes não tinha as participações que teremos agora, mas isso é outro assunto.
A Lilliel ainda vai narrar, mas acho que pode ser interessante não saber o que ela pensa as vezes.
=X=
Aproveitem e COMENTEM MUITO!!!
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