The New York Times: Last Hope.
1 Capítulo 1 - Olá, querida Nova Iorque!
Notas iniciais
Ha dois anos atrás eu comecei TNYT, eu postava ela no SOCIALSPIRIT, mas a abandonei. Agora voltei e vou reescreve-la.
Eu espero que vocês gostem.
Boa leitura.
Eu espero que vocês gostem.
Boa leitura.
Respirei fundo mais uma vez e tirei de dentro de mim uma força absoluta para carregar aquela mala de rodinhas pesada até a saída do aeroporto. Iria ser uma longa caminhada. Arrumei minha bolsa no ombro e peguei a mala pequena de mão a puxando do chão e com a esquerda peguei a de rodinha deslizando-a pelo chão. Caminhei até a saída do aeroporto e senti o choque de ar frio correr pelo meu corpo assim que cruzei a porta de saída. Que tipo de louca eu sou? Tudo bem que estamos no inverno em São Francisco também, mas lá é diferente daqui, não preciso vestir um casaco de pele durante o dia. Se eu tivesse dado ouvidos ao que mamãe me disse...Pois é, bem vindo à cidade dos sonhos, Maryl.Conforme eu andava pela calçada sentia os olhares daquelas pessoas que eu nunca havia visto pairarem sob mim. É difícil um táxi nessa cidade, há vários, mas fazê-los parar é o lance. No bolso do jeans skinny que eu usava meu celular vibrou, parei no meio da calçada mesmo e soltei a mão esquerda da minha mala para pegar o aparelho com certa dificuldade, claro. Assim que puxei o celular do bolso vi pelo visor o nome de Anne piscando, aceitei a chamada e levei o aparelho ao ouvido.- Onde você está criatura?! Eu não te disse para esperar no aeroporto Maryl?- a sua voz aguda no outro lado da linha me fez afastar o celular do ouvido por impulso. Levei-o até a orelha novamente e disse:- Qual o seu problema? Eu fiquei mais de meia hora naquele lugar te esperando e você me liga agora toda preocupada? — meu tom de voz saiu mais bravo do que eu esperava.- Desculpa tá legal... – ela disse mais choramingona. — Hoje é o dia que eu costumo dormir até mais tarde, já que é sábado e eu não preciso ir para a revista. — o tom suave de sua voz parecia com um pedido de desculpa. Respirei fundo e me acalmei; eu e Anne sempre fomos assim uma com a outra, brigamos mas no mesmo tempo fazemos as pazes. — Ok, ok. Onde você está? — perguntei.- Estou na frente do Aeroporto e você? - Um pouco a frente de onde você está. — olhei ao lado para me certificar de onde estava. – Fique parada aí que estou voltando. — desliguei sem esperar uma resposta.Repeti o mesmo ato de minutos atrás pegando minha bolsa e voltei para o aeroporto caminhando. Não demorei muito, pois não havia ido muito longe. Logo já estava na frente do aeroporto, do mesmo lugar que havia saído a poucos minutos atrás. Já estou me cansando de ficar aqui. Olhei para todos que saiam e entravam e avistei Anne parada com um óculos de sol totalmente preto e um sobretudo preto. Ela é maluca. Aproximei-me dela de vagar e lhe dei um susto quando ela me reconheceu. Ela deu um grito e me abraçou forte. Soltei as minhas malas e retribui o abraço. Ah como era bom vê-la depois de um ano separadas.Nós éramos como irmãs, ela era a mais velha, claro! Como mamãe não teve filhos eu a adotei como minha irmã e ela fez o mesmo; mas com Anne era um pouco diferente, já que seus pais tiveram outro filho, Nick, ele é mais velho que Anne e por isso ela me adotou como sua irmã mais nova e eu a amo muito. Somos unha e carne.Foi difícil quando ela veio para Nova Iorque e me deixou em São Francisco, ela viera bem antes, há alguns anos, para estudar e trabalhar. Ficamos dois anos sem nos ver, no começo foi complicada a vida aqui. Mas depois que se formou sua vida se estabilizou e hoje trabalha em uma editora mundialmente conhecida, a Runways. Além de editora a Runways também é uma revista e Anne é chefe do departamento publicitário. Ela é a Miranda Priestly do negócio. Pelo o que ela me contou e as fotos que vejo no Google, o prédio da empresa é enorme, sendo dividido em dois núcleos: o da revista e da editora. E não é de um único dono, não. A história que tem no Wikipédia é que a Runways começou com Hernan Butler, amigo e sócio dos irmãos Tomlinson, na década de 50, até que ele sofreu um acidente terrível e faleceu ainda jovem. O incrível é que o cara não deixou nenhum herdeiro, portanto, a Runways passou a ser inteiramente da família Tomlinson.Cheguei a fazer umas pesquisas sobre essa tal família quando estava na faculdade. Além da editora e da revista eles têm uma empresa que produz embalagens reaproveitáveis para algumas indústrias de cosméticos e, também, tem a sua própria indústria de perfume masculino que é nova no mercado. Sem contar todas as obras que a Enworldgen (também dos irmãos Tomlinson), empresa de engenharia empresarial, faz por ano. Ou seja, isso fez essa família entrar para o ranking das mais ricas do mundo. A presidência de tais empresas já está sendo maneada pela segunda e terceira geração de filhos homens dos fundadores; os primeiros Tomlinson’s.
Pois é, eu sei demais. Méritos da faculdade.O abraço em Anne durou mais de trinta segundos, disso eu tenho certeza, ela nos afastou e me olhou de cima a baixo sorrindo. Podia jurar que vi uma lágrima brotar em seu olho.- Ual! Você está muito bem hein Maryl, só precisa de um casaco... Não está com frio não?- disse, ainda sorrindo. Por força do hábito me olhei também, e realmente, eu não estava tão mal e para Anne estar falando isso é porque é verdade já que ela trabalha no ramo da moda. Sorri de orelha a orelha e respondi: - Obrigada Anne, vindo de você eu acredito... Enfim, em relação ao casaco, sim eu estou morrendo de frio. Podemos ir logo? — disse abraçando meu corpo. — Vamos logo antes que você morra. Meu carro está no estacionamento. — ela disse pegando minha mala pequena de mão; peguei a de rodinha e a segui até o estacionamento. Incrível como o tempo muda as pessoas, não é mesmo!? Anne caminha em minha frente e enquanto a sigo reparo o qual bonita e diferente ela está. Suas roupas que sempre foram sua marca registrada de extravagância, sumiram e deram lugar à algo mais adulto, mais centrado. Ela estava linda, como sempre fora, mas agora era diferente, ela estava mais mulher.Espero mudar desta maneira também.Quando chegamos na vaga onde seu carro estava estacionado não pude conter o orgulho de minha prima; ela realmente havia conseguido tudo aquilo que almejou. A prova disso era seu Audi RS7 branco modelo 2014. Sorri sozinha e então ouvi sua voz tirando-me de meu transe. - O que achou? Quando fui comprar pensei em você. Achei sua cara. E realmente era! - Lindo! Me diga, quanto você recebe por mês! – disse empolgada. — Primeiro: esse seu sobretudo da Carolina Herrera já diz tudo! E agora o carro!? Meu Deus, você casou com o dono da revista e não me convidou para o casamento? — disse brincando.- O salário na Runways é bom, ótimo até... E ainda melhora com o fato de eu estar dividindo o apartamento com Andy e ser solteira. Não tenho muitas contas, e todas as roupas que não tem mais serventia lá na revista ou eles doam ou vendem barato para os funcionários. É mais parecido com um tipo de lema sabe; eles preferem dar ou vender as roupas para nós irmos trabalhar bem vestidos, como se fosse um presente de gratidão pelo nosso trabalho duro.- ela riu e estalou a língua no céu da boca. — Entre nesse carro logo antes que você congele menina.- Anne destravou o alarme do mesmo.- E minha bagagem, vamos deixar aqui ou você mesma vai por no porta-malas?- perguntei.- Eu guardo. Entra logo... Ah, no banco de trás deve ter uma blusa minha, pode pegar. Entrei no carro — na nave, pra falar a verdade — e cacei a tal blusa no banco de trás, assim que a achei e coloquei Anne entrou no seu lugar e se acomodou no banco colocando o sinto de segurança logo em seguida. Fiz o mesmo que ela e então senti o ar condicionado me esquentar, sorri. Quando ela ainda morava em São Francisco, vivíamos fazendo planos de como seria nossas vidas depois da faculdade, como Anne se formou mais cedo a dela se concretizou, obviamente, mais cedo. Tínhamos uma lista como os nossos planos, e partilhávamos dos mesmos gostos por carros. Anne sempre, sempre mesmo, dizia que iria ter uma coleção de carros da Audi em sua garagem e que iria morar em uma cobertura ao norte de Manhattam, mais precisamente em Upper West Side.Enquanto eu observava pelo vidro do carro as luzes da cidade, Anne me explicava mais como era sua rotina e sobre seu colega que dividia o apartamento.— Meu Deus!Foi a única coisa que consegui dizer após entrar no apartamento de Anne. Bem, Anne ainda não morava em uma cobertura, mas já era residente no upper west side, em um apartamento enorme, diga-se de passagem. O prédio ainda era um daquele de esquina tipo duplex, com design antigo, mas por dentro era extremamente cuidado e reformado. O chão era coberto por um carpete de taco e a pintura das paredes aparentava estar fresca. Pelo o que deu para entender haviam três apartamentos naquele prédio, e os três eram duplex, ou seja: eram seis andares. Por mais que o interior da casa fosse reformado, aquele ambiente, ao meu ver, combinava mais com meu estilo do que com Anne. - O seu quarto é o último do corredor ok? – ouvi sua voz atrás de mim. Estava parada na porta, ainda respirando por subir dois lances de escada, o duplex era o do segundo andar. — Ainda tem algumas caixas nele porque eu e Andy não terminamos de tirar nossas coisas de lá, já que ele era usado como nosso closet... – ela fez uma pausa e olhou ao redor de si antes de prosseguir. — Então, nos dê só mais um tempinho e ele é todo seu. Todos os quartos são suítes, isso faz com que o seu também seja, obviamente. Não temos máquina de lavar, apenas o essencial de material de limpeza como vassouras, rodo, produtos químicos por motivos claros; somos solteiros e não lavamos a roupa no apartamento, cada um leva sua roupa para lavar na lavanderia quando bem entender... Ela fica aqui perto e é bem barato, preço de bala... — Anne fez uma pausa novamente, pensa um pouco e disse:- Vamos às regras básicas. Não traga pessoas desconhecidas aqui; só quem eu e Andy chegarmos a conhecer... O mesmo é válido para mim e ele, só traremos pessoas aqui se você conhecer também. Não é permitido barulho depois das dez durante a semana, isso é uma regra do prédio. Sujou, limpou. Isso ajuda a manter o apartamento organizado, já que a nossa empregada vem apenas dois dias na semana; segunda e sexta. Nestes dois dias, antes de sair, deixe suas coisas organizadas e seu quarto livre para ela apenas limpar o chão e o pó das coisas. Organização de quarto cabe a nós, respectivamente. Bom, o essencial é manter o respeito e o espaço de cada um... Assim iremos viver bem e como eu te conheço sei que isso tudo não será preciso relembrar novamente porque você é uma boa menina Maryl, confio em você por isso estou abrindo a porta da minha casa pra ti. — ela sorriu e me abraçou. Retribui os dois gestos.- Bom, acho que agora vou ir pro meu quarto arrumar minhas coisas e, antes de mais nada, quando irei conhecer Andy? — perguntei.- Ah, você vai conhecê-lo hoje a noite... Ele é lindo e você irá ama-lo! — captei sua mensagem.- Não Anne, nem vem...- Ele é gay Maryl, relaxa.Meu sábado se resumiu em arrumar minhas coisas e dormir um pouco. De noite Andy chegou e Anne me apresentou a ele. Realmente, Andy é muito bonito, uma pena que seja gay.Comemos pizza no jantar e depois Anne e Andy me contaram coisas sobre a Runways. Ele também trabalha lá, por isso se conhecem. Trabalha como fotógrafo; em todos os eventos de gala e de cobertura mais importante para a revista, é ele quem vai. Foi escolhido a dedo por Niall Horan, neto de um dos fundadores e o atual presidente dos negócios das empresas Tomlinson. Digo, ele é quem cuida e gerencia todas as empresas, desde a revista até a Enworldgen. Tem que ser muito bom para ter essa confiança da família.Os dois haviam conseguido para mim uma entrevista na segunda. Como me formei em jornalismo a pouco tempo espero conseguir algo logo. São Francisco não me oferecia muitas opções, por isso me mudei para cá. A ansiedade me tomava por inteira, mas Andy me tranquilizou, pois sabe que eles estão precisando de uma jornalista e por mais que eu seja nova, minha inteligência pode valer alguma coisa. Assim espero.O domingo também não foi muito feliz; Anne não saiu de seu quarto o dia todo e Andy também. Eu resolvi fazer o mesmo e hibernei como um urso. Já é segunda, o final de semana passou super rápido. Estou me arrumando e pra minha sorte o clima em Nova Iorque está mais quente. Escolhi uma roupa social simples para a minha entrevista, uma saia de cós alto preta e uma camisa branca e nos pés um scarpin preto. Anne me ajudou a escolher a roupa e o sapato foi Andy quem escolheu. Eu realmente estava gostando de ter duas pessoas que trabalham com moda me ajudando a escolher roupas para vestir. Quando terminei de me arrumar me encontrei com os dois na sala e fomos para a Runways. Logo estávamos andando pelos corredores do prédio da administração, atrás dele ficavam os outros dois, a editora e a revista. Anne me guiou até a sala do RH, onde iriam ser feitas as entrevistas com as candidatas. Sim, haviam outras garotas e pelo o que vi, eu seria a última.Esta seria minha primeira entrevista de emprego, não que eu não tenha trabalhado nunca na minha vida; sim eu trabalhei, mas na livraria de meus pais e agora eu estou em minha primeira oportunidade de emprego na área de onde me formei.
Anne entrou na sala a nossa frente com as portas de madeira, enormes. Sim, estou falando no plural porque eram duas. Igual aquela porta balcão, que coloca em saída de quarto para varanda. Mas ali, no caso, era uma porta preta com as iniciais “T.E” de “Tomlinon’s Enterprises” gravadas em cinza claro que dava uma destacada nas letras. E as portas eram tão grandes que causava arrepio. Era intimidador.Minha prima saiu por aquela porta ao lado de uma moça que chorava, talvez ela não tivesse se dado tão bem assim. Senti minha espinha tremer. Anne consolava a moça e no mesmo instante que elas saíram outra mulher de cabelos louros acinzentados se aproximou levando a moça chorosa dali. Anne se aproximou de mim e se sentou ao meu lado.- Não quero que você fique nervosa, isso não funciona e acaba acontecendo a mesma coisa que aconteceu com ela. Nada dá certo. – ela disse olhando para um ponto fixo na porta. Talvez estava admirando a porta, assim como eu fazia algum tempo atrás.- Eu já entendi... Estou confiante. – disse serena.- Não Maryl... – ela sussurrou virando-se para mim. – Você não entendeu... Quem está do outro lado daquela porta não é um chefe de setor simples... É Louis Tomlinson, o presidente da Runways.O quê???? E só agora que ela me avisa que é com Louis Tomlinson, dono e presidente, que irá me entrevistar!? Minha autoconfiança se esvaiu.- Eu não sabia que era ele que iria fazer as entrevistas...- Tudo bem. O que pode dar errado? É só eu ser confiante, apenas isso. Sem nervosismo, como você mesma disse. – disse tentando convencer a mim mesma.- Escuta, Louis não é do tipo durão, ele é profissional, apenas isso. Seja você mesma que irá conquistá-lo e o emprego é seu. – ela disse pegando em minha mão. – Ele está aqui porque houve problemas com as três colaboradoras que saíram, por isso ele quer escolher a dedo quem vai trabalhar na empresa dele. Mas eu confio em você! – ela me abraçou e de levantou da cadeira. – Eu preciso ir, tenho uma reunião agora. Se cuida.“Eu confio em você!” Palavras nunca se fixaram tão arduamente em minha mente como essas se fixaram agora.Assisti Anne ir embora em direção ao elevador e aquilo me traumatizou. Algum tempo se passou até que todas as mulheres que estavam comigo naquela sala fossem dispensadas, algumas saíam chorando, e outras xingando. Por Deus! O que esse homem fez com elas lá dentro?Quando a moça de cabelos louros acinzentados me chamou eu senti vontade de sair correndo. Será que eu completaria a lista das choronas ou da resmungonas que saíram daquela sala?Dei dois passos até a porta e puxei a maçaneta para abri-la, porém tive dificuldade com ela. A porta é pesada pra caramba, mas com um esforço eu consegui abri-la; para qual finalidade alguém tem uma porta super pesada em sua sala? Isso é contra ladrões? Para que raios um ladrão iria entrar aqui? Roubar papéis? Tenho certeza de que tal iria direto ao cofre da empresa, e tenho mais certeza ainda que não há um aqui. Seria muito óbvio e burro da parte dos Tomlinson’s colocar um cofre na empresa. Entrei rápido na sala tropeçando em meus próprios pés e esqueci-me da porta atrás de mim, só me lembrei dela quando estava espatifada no chão de quatro. Maldita porta pesada que me derrubou! Legal, agora estou caída de quarto na frente de meu possível ou não, futuro chefe parecendo uma burra que não sabe ao menos abrir uma porta. Ah, como a vida é bela! Me levantei rapidamente me deparando com um homem extremamente cheiroso e bem arrumado, parado em minha frente. Seus olhos me penetravam de tal forma constrangedora e seu sorriso sutil, porém debochado, me causava arrepios de vergonha.- Me desculpe, eu já pedi milhares de vezes para trocarem essa porta. Ás vezes até eu tenho dificuldade em abri-la... Você está bem?- sua voz era suave como se estivesse realmente preocupado. Olhei para seus olhos azuis e senti sua mão tocar meu braço.Eu estava morrendo de vergonha e tudo corria em slow motion naquela sala. Sorri sem graça para ele conforme sua mão me guiava sutilmente para o sofá preto no meio daquela enorme sala. Foquei em seus movimentos rápidos até o telefone, suas palavras rápidas ordenavam que alguém, que eu não sei quem é, trazer um copo de água para mim. — Está tudo bem?- insistiu voltando sua atenção para mim e eu concordei com um simples aceno de cabeça. — Bom, me perdoe pela porta...- se desculpou mais uma vez sorrindo sem graça com as mãos na nuca.Fiquei em extremo silêncio, desde o momento em que a moça loura acinzentada entrou na sala com uma taça de água em mãos, até depois de Louis tomar a taça vazia de minhas mãos e devolver para a ela que foi ágil a sair da sala.- Bom, já que você disse que está bem, podemos começar então?- perguntou ele indo para o seu lugar atrás da mesa. Respondi com um aceno de cabeça dizendo sim e ele sustentou meu olhar, não consegui prestar atenção em muita coisa do que disse, ao introduzir o assunto contratação. Talvez eu tenha batido com a cabeça e só consiga concentrar minha mente em seus olhos azuis. Eles são tão intensos que me penetram como um tiro. Continua...
Notas finais
Muito obrigada por lerem. Deixem comentários, isso é de extrema importância. Até breve.
Fale com o autor