The Music

4 Capítulo 3


Notas iniciais
Hey lovers!!! Tudo bem com voces? Desculpe pela demora mas sabe o que aconteceu no último capítulo, pois é, aconteceu de novo! Eu gostaria de pedir que voces tivessem paciência comigo porque ainda não aprendi a lidar com minha lerdisse kkkk. Bem, Boa Leitura! *-*

Pov — Emily Housten

Já estavamos a mais ou menos uns 15 minutos tentando compor aquela música, mas sabe o que é nada? Pois é, NADA saia! A concepção daquele idiota de ser romântico é completamente diferente da minha.

Enquanto pra ele dizer: "Seus 'peitos' me fazem delirar" (Eca!) é romântico, pra mim ser romântico é dizer:

–... foi tudo por você!

– Foi tudo por você? — falou ele parecendo prender uma risada. — Você esta mesmo falando sério? — e eu tinha razão. O idiota começou a rir descontroladamente como um imbecil. Como um imbecil não, ele É um imbecil. Aff. — Eu nunca que vou cantar uma coisa dessas, nem conte comigo!

– Então pelo visto vou ter que escrever essa musica sozinha. — Disse já emburrada, mas que garoto idiota!

– Eu bem queria que isso fosse possível. — levantou-se do tapete e foi mexer no que parecia uma pilha de cd's. — Se eu não fizer isso o velho me mata.

– É... — falei desconcertada. Falar sobre o pai dele depois do que vi na diretoria, me deixa sem graça. Foi o mesmo que estar vendo minha tia e eu quando estamos a sós.

– Não precisa falar nada, aquilo ali já se tornou... -coçou a nuca. Parecia a procura do que dizer — comum.

Silêncio.

Ele passou uns segundo encarando o chão virou-se para a comoda e voltou a revirar os cd's e pareceu encontrar o que procurava.

– E a propósito — disse colocando um cd em seu som. — obrigada por não ter "espalhado" pela escola que sou um cagão perto do meu pai.

Ao fundo comecei a ouvir a música When I was your man do Bruno Mars, ele me encarava esperando uma resposta mas o que eu posso dizer? Fechei meus olhos e me concentrei na música, até que senti alguém se sentando também no tapete.

Abri meus olhos e quando olhei pra frente encontrei belos olhos castanhos me encarando no fundo dos olhos.

– E o que eu ganharia fazendo isso? — disse o olhando amigavelmente.

– Talvez ... orgulho por ter me ganhado, afinal, eu mexo com voce a muito tempo.

– Você esqueceu de um detalhe muito importante nisso tudo.

– O que? — disse confuso erguendo a sobrancelha direita.

– Que eu não sou igual a você. — falei o encarando decidida.

Todo esse tempo que ele me encheu o saco já foi tempo demais. Agora eu vou fazer minhas jogadas, não vou mais deixar ninguém ganhar sem esforços, CANSEI de ser idiota!

Ele deu uma risada debochada e jogou a cabeça para trás.

– Voce fala como se isso fosse ruim. — disse se levantando e se escorando na comoda.

– E não é? — falei me levantando também e cruzando meus braços.

Ele riu e começou a andar pelo quarto até pegar sua bola de beisebol toda esfarrapada e joga-la para cima e agarra-la com a mão esquerda várias vezes.

– Eu sou o capitão do time de beisebol e futebol americano, sou o garoto mais desejado do colégio, sou o mais popular e o mais lindo desse lugar. — falou passando sua mão pelo topete que agora estava todo caído sobre os olhos como uma franja.

Eu ri, mais eu ri, mais eu ri muito mesmo. Que ridículo.

– Realmente, isso ótimo né?! — ele assentiu e continuou jogando a bola, o que me fez rir mais um pouco. Balancei a cabeça negativamente e comecei a recolher minhas coisas do chão ainda rindo um pouco.

– Eu não entendo o porque de tanta risada. — falou se sentando na cama.

– Nada, não é nada. Bem, eu tenho que ir.

– Ok. — ele se levantou e foi abrir a porta pra mim.

Eu sai do quarto e quando estava á uns 5 passos da porta escuto:

– Hey — me virei — a propósito, a próxima "reunião de música", — disse fazendo aspas — não será no meu quarto.

– Agradeço a Deus por isso. — falei levantando as mãos pra cima o fazendo rir.

~*~

Saio do banho e troco de roupa, deito na cama e começo a ouvir a musica que está tocando no meu celular na comoda. De repente começo a cantar junto com minha banda favorita Cating Crowns.

"Now they're trapped in their own worlds, in their own wars
With their cell phones and the closed doors
Its funny how quiet and peaceful that it seems
But they're all alone together
In the house of their dreams..."

Escuto batidas na porta. Desligo o celular e vou até a porta.

– Eu senti tanto a sua falta! — disse o abraçando com força e recebendo um abraço com a mesma força.

– Esta tudo bem, eu estou aqui agora!

Notas finais
Esta aí amores, espero que tenham gostado. Gente, não quero ser uma tia má mas, o que custa comentar? Seu dedo não vai cair. Comentem nem que seja pra dizer " Oi" só isso já vai me deixar com um sorrisão na cara e me fazer postar mais rápido. Ok? Estamos combinados? Beijão da tia Angel