The Music

5 Capítulo 4


Notas iniciais
Tenho explicações pela minha demora: " Lá estava eu - linda, perfeita, maravilhosa, sqn, kkk - tentando assistir um filme quando inventei de baixar ele, e o que aconteceu? Baixei um belo de um cavalo de troia no meu notbook. Agora ele liga, mas fica apagando e ligando, apagando e ligando a tela. Resultado: Não funciona!" Até meu pai mandar formatar - o que provavelmente vai demorar - só vou poder tá postando no final de semana, que é quando venho pra casa dos meus pais - passo a semana na casa da minha vó por causa da escola - e pego no computador. Então, por favor, tenham paciência comigo!! Boa Leitura *-*

Escuto batidas na porta. Desligo o celular e vou até a porta.

– Eu senti tanto a sua falta! — disse o abraçando com força e recebendo um abraço com a mesma força.

– Esta tudo bem, eu estou aqui agora!

Depois destas palavras ditas o solto e mando-lhe entrar. Ele senta em minha cama e dá batidinhas na mesma para que eu sente ao seu lado, mas, me sento na cadeira do computador mesmo.

– Como você está?

– Indo. A bruxa me ligou avisando que você viria. – disse me jogando na cadeira confortavelmente.

– Já imaginava! –ele bufou e respirou fundo. – Seu caso não está dos mais fáceis Emily.

– Você tem que dar um jeito de me emancipar, se eu continuar sobe a tutela daquela bruxa, vou perder tudo que meus pais me deixaram.

– Sabe Emily, me admira muito seus pais, pessoas tão inteligentes e sagas, não terem feito um testamento. Pois, se me lembro bem, seu pai nunca foi muito com a fussa da sua tia Kate.

– É.. – falei meio pensativa e triste. A morte dos meus pais ainda mexe muito comigo.

– Bem, já ta tarde, eu vim mais para saber como você está!

– E como anda meu caso no juízo?

– Como te falei, complicado, mas estou dando meus pulos pra adiantar certas coisas.

– Ta. – ele se levantou e foi em direção a porta a abrindo.

– Sabe minha afilhada, vou ser sincero com você, se dependesse de mim, você não estaria passando por nada disso.

– Eu sei padrinho. – disse e ele me deu um beijo na testa e se foi corredor a fora.

~*~

Pov — Christoper Lengston

O que estou fazendo agora? Fugindo!

De quê? Da realidade!

Agora, de acordo com meu relógio são 10:32. Eu estou me dirigindo ao portão dos fundos do colégio, lá atrás tem uma mata de árvores grandes que emanam um ar fresco que dissemina o fedor do meu cigarro.

Antes de sair pelo portão dou mais uma conferida para ver se não tem ninguém me seguindo, não estranharia nada se meu pai brotasse do chão ou mandasse alguém dar-se ao trabalho de me seguir.

Não vejo ninguém e saio.

Ando um pouco e sento no chão em frente há alguns eucaliptos, pego o maço de cigarro do meu casaco e trago meu primeiro cigarro.

“Chris o que voce está fazendo?

– Blincando mamãe. – disse brincando que estava acontecendo um acidente de carro e me jogando na lama.

– Meu Deus meu filho, — disse vindo rindo e me levantando da terra – você não podia ter escolhido uma roupa preta ao invés de branca não? – falou rindo.

– Não! – disse e a selei na bochecha. Ela só sorriu e começou a me fazer cócegas”

Esse pensamento só fez com que a primeira lágrima caísse. Essa não seria a única.

“ – Filho?

– Oi mãe. – disse cabisbaixo

– Seu pai me contou do seu F. – só suspirei. – meu filho, — falou se sentando ao meu lado na cama – me fala o que houve, você não é de tirar notas baixas.

– Um menino.

– Um menino? O que tem esse menino? – ela falava tão calma que me dava segurança. Levantei meu olhar e desabafei.

– Tem um menino que fica me ameaçando falando que eu tenho que fazer os deveres dele se não, ele vai me bater. – ela só me encarou, deu um sorriso triste e me abraçou.

– O que você acha de eu e seu pai criarmos um colégio?”

– Uma péssima idéia! – digo passando meu braço pelo meu rosto tentando secar o rastro de lágrimas que não paravam de cair. Apago o cigarro no chão mesmo e acendo outro.

Naquela época eu apoiei totalmente essa idéia, mas hoje, há odeio!

Eu sinto tanta falta dela! Dos seus sorrisos, seus cafunés, seus abraços, suas conversas sobre “namoradinhas”, seus beijos.... – soluço – tudo! Porque ele não pode ser igual a ela? O tentar pelo menos?

Escuto passos atrás de mim e viro meu rosto. Olho aqueles belos olhos verdes me encarando confusos, sua testa estava franzida e sua boca aberta. Porque você tem que parecer tanto com ela?

– O que é? Nunca viu ninguém chorando? – digo enxugando minhas lágrimas que escorriam e apagando meu segundo cigarro. Me viro para frente e volto a encarar os eucaliptos que parecem balançar mais com o forte vento que está.

Ela se senta ao meu lado e começa a observar os eucaliptos. Ficamos alguns minutos em um maravilhoso silencio, mas ela fez o favor de quebrá-lo.

– O que você está fazendo aqui? – ela começou a me olhar, parecia observar cada detalhe do meu rosto. Demorei um pouco mas achei uma resposta.

– Eu quem deveria te perguntar isso, não? Afinal, agora estamos em horário de aula.

– Eu não sou tão certinha quanto você pensa sabia?! – a pergunta pareceu tê-la irritado. Acendi mais um cigarro e ela não parecia tão surpresa com o ato, o que me irritou um pouco. Porque ela não estava surpresa? – Sabe, a barra deve estar mesmo pesada, pra você vir aqui chorar. – ela falou pegando uma pedra e a tacando longe.

– O que te faz pensar que não estou chorando por efeito de drogas ou bebida? – disse a encarando agora.

– E você está? – senti seu hálito de morango no meu rosto. Nós estávamos muito próximos, nossos rostos deviam estar há uns 5 centímetros de distância.

Seus olhos penetravam os meus, seu braço que estava colado no meu pareceu esquentar de uma hora pra outra, seus lábios pareciam mais vermelhos, carnudos e chamativos e seu rosto, só me atraia para mais perto.

Notas finais
Foi isso amores, espero que tenham gostado! Comentem, comentem, comentem!!! Beijokas da Tia Angel!