The Music

3 Capítulo 2


Notas iniciais
Oii amores! Desculpe a demora mas tenho minhas razões: Eu escrevi esse capítulo domingo, só que como não tava no meu pc eu escrevi no nyah direto, aí a merda aconteceu! Eu visualizei o capítulo mas esqueci de postar e perdi ele TODINHO. Fiquei desanimada e chateada com a perda, mas agora criei coragem pra escrever de novo. Acho que esse não ficou tão bom quanto o que escrevi domingo mas pelo menos tentei kk' Boa Leitura *-*

Estava sentado na cadeira de cabeça baixa suando frio enquanto esperava a idiota da Emily chegar, ela além de ser ridícula é lerda. Aff's.

Desde que cheguei aqui meu pai não abriu a boca, nem mesmo virou a cadeira para olhar pra mim, só ficou observando a paisagem, por um bom tempo. Quando estou quase perdendo as esperanças que a lesada apareça escutou uma batida na porta.

~Toc-Toc

– Posso entrar?

– Fique a vontade senhorita Housten. — ela entra e senta na cadeira ao meu lado, ela nem mesmo olha pra mim, apenas mantem o olhar em meu pai que está se virando para nos encarar.

– Posso saber o porque de nos chamar aqui senhor Lengston? — diz ela sem mostrar expressão, apenas mexendo os lábios.

– Claro. Mas antes, gostaria que me dissessem o que houve no refeitório. — ele se apoiou na própria mesa sobe o cotovelos e apoiou a cabeça em suas mão que estavam segurando uma a outra, como em forma de oração. — E não venham me dizer que não foi nada, que me lembro muito bem de ouvir algo sobre: Querer alguém nu — disse me encarando sério e severo — e sobre, visão do inferno. — disse agora direcionando esse mesmo olhar a Emily.

– Senhor, estou ciente que fomos inadimplentes e peço desculpas pelo nosso comportamento. — Mas que merda é inadimplente??

– Tudo bem senhorita Housten, aceito suas desculpas.

– Me desculpe se estou sendo repetitiva ou desagradável, mas, este foi o motivo de nos chamar aqui?

– Na verdade não. Foi até bom fazer essa pergunta Emily, quer dizer, se posso te chamar assim. — disse meu pai se levantando e indo para trás da gente, nos fazendo virar nossas cadeiras e o ver andar de um lado á outro na sala até parar em frente a Emily.

– Sinta-se á vontade. — disse ela gesticulando com as mãos. Aff's. Como consegue ser tão certinha?

– Bom, como voces sabem — disse voltando a andar de um lado á outro na sala — haverá um festival de primavera aqui no colégio. Cada professor irá escolher alunos para fazer uma apresentação no dia da festa, e eu,o diretor, escolhi voces.

– Mas o que exatamente o senhor quer que a gente faça?

– Quero que voces dois cantem uma música juntos.

– Nem morto!! — disse determinado me pronunciando pela primeira vez naquela reunião, não foi uma boa ideia porque o olhar do meu pai parecia que iria me queimar vivo pela insolência. A certinha pareceu perceber isso e tentou puxar a atenção á ela.

– Me desculpe senhor mas eu não sei cantar! — disse ela e meu pai deu uma leve gargalhada.

Não vejo meu pai sorrir desde a morte de minha mãe.

– Esperava que dissesse isso.- riu um pouco mais — eu já vi a senhorita cantando e fiquei encantado com sua voz senhorita, e voce Chris — direcionou seu olhar agora sério pra mim. Ei, eu sou seu filho! Voce tem que gargalhar pra mim não pra ela. — espero que aquelas aulas de violão que paguei tenham finalidade para alguma coisa. — seu olhar era duro o que me fez abaixar a cabeça. De rabo de olho vi um olhar confuso no rosto de Emily. Pronto, agora ela vai espalhar pra Deus e o mundo que sou um cagão perto do meu pai, já era minha reputação!

– Mas, senhor Lengston, — ufa! ele tira seu olhar de mim e mira nela — do que exatamente seria essa música? — vejo ele nos analisar rapidamente e por instinto enfio meu pé de baixo da cadeira. Meu pai sempre foi claro em relação á odiar esse meu coturno.

– Bem, — disse voltando a sua cadeira e nos viramos novamente — voces jovens amam uma musiquinha melosa, pode ser uma música romântica mesmo.

– Bem, então, acho que tenho que aceitar né? — Disse ela com o olhar longe.

– Exatamente. Agora, podem voltar a turma de voces. — Ela saiu que nem um foguete, misericórdia! Quando peguei na maçaneta para abrir a porta escuto as palavras frias de meu pai dizerem:

– Acho que já fui claro a respeito de odiar esses seus sapatos. — nem mesmo olhei pra trás, só abri a porta e sai. Porque ele não me aceita como eu sou?

~*~

Hoje meu dia foi estranho.

Eu esperava que:

1- Meus amigos me virassem as costas;

2- Rissem da minha cara;

3- Me zoassem por ser um cagão perto do meu pai.

Não aconteceu nada disso, foi tudo... NORMAL.

Será que a Emily abriu a boca? Será que ela contou mesmo sobre meu pai?

~Toc-Toc

Ué, oxe, quem será? Pauso o video-game e vou abrir a porta. Emily? Sim, é ela parada na porta do meu quarto me encarando com uma cara tipo "Não vai deixar eu entrar?", eu como não fiz nada ela bufou e entrou logo de uma vez.

Empurrou algumas roupas que estavam no tapete e se sentou nele.

– Pra um quarto de filho do diretor isso aqui tá meio bagunçado não acha? — ela fala tirando um pelinho na blusa, e só agora percebi, que coxas grandes ela te... mas que merda eu to pensando? Aff's, esquece.

Ela estava com um caderninho de couro na mão e me olhava com cara de "você é maluco?".

– E aí? Vamos começar ou não a compor essa música? — disse e eu expulsei os pensamentos impuros que estavam na minha mente em relação a suas coxas, peguei meu violão e me sentei com ela no tapete.

Notas finais
Sei que tá meio lixo mas já vou dizer algo sobe próximo. Terá: muuuuito romance!!! Bjokas da tia Angel e me presente-em com reviews please!!