The Lucky One
1 A seguir o meu destino
Notas iniciais
JUSTIN BIEBER
"Tu sabes, que a coisa mais pequena pode mudar uma vida. Num piscar de olhos, qualquer coisa muda — e quando menos esperas — já que estamos num percurso que tu nunca planeas-te, num futuro que nunca imaginas-te. Onde ele te vai levar? Isso é a jornada das nossas vidas: a nossa busca pela luz. Mas às vezes, encontrar a luz significa que tiveste que passar pela mais profunda escuridão. Pelo menos, foi assim que foi para mim."
-O grupo está pronto para atacar. –falou o meu parceiro
-Vamos. Prontos? –perguntei – Avancei.
Todos os meus colegas entraram num grande edifício. Andamos um pouco e vimos uma porta fechada dei ordem para arrombarem e entramos onde estavam alguns homens lá dentro e três crianças. Continuamos a andar pelo edifício e mais à frente encontramos outros “soldados” que não eram da minha equipa, mas ambos estávamos ali para combater pelo mesmo. Um dos outros soldados identificou-se como “Aces” e depois disso fomos atacados, o Aces não pensou duas vezes e meteu-se à frente do seu parceiro e sacrificou a própria vida pelo seu colega.
Depois da situação de ontem à noite, hoje de manhã ficamos de vigia na nossa zona.
-Estamos a 14km de distância da base. – falei para o meu colega
Ergui a minha cabeça e no meu de toda aquela confusão havia qualquer coisa a brilhar no chão, não hesitei e fui ver o que era. Uma foto. Estava cheia de pó e limpei para ver melhor e uma rapariga loira estava na foto.
(imaginem a miley xb)
Guardei a foto no bolso e assim que me levantei e virei costas uma grande explosão surgiu e depois disso só me lembro de ter acordado na zona da enfermaria que tínhamos.
-A bomba surgiu do nada. Caiu mesmo onde estavas. Três colegas não sobreviveram. O Coronel encontro isto no teu bolso. Eu vi-te a apanhá-la. Parece que te salvou. –falou um dos meus colegas.
Peguei na foto e virei-a onde dizia “keep safe. X” (continua seguro. Beijos).
-Parece que encontras-te o teu anjo da guarda. – terminou ele e virou costas.
Eu estava realmente confuso. Como consegui sobreviver aquilo? Eu estava mesmo ali!
-Não é meu. – finalmente consegui dizer qualquer coisa
Houve uma festa e todos estavam a curtir e descontrair por um bocado menos eu. Andava de um lado para o outro a perguntar a cada pessoa se conhecia a tal rapariga e nada.
OITO MESES DEPOIS
Eram 3 jipes. Eu e o meu colega conversamos.
-Estou a dizer, man, um dia vais encontrá-la. – falou ele e eu ri – Tens que lhe agradecer.
- Sem dúvida que sim.
-É uma loucura. Ela é a razão pela qual ainda estás a respirar. – ri mais um pouco e beijei a foto e logo depois guardei na minha mochila. – Dá-lhe um beijo por mim também.
- A única razão pela qual ainda estou vivo é porque estou com o john maluco.
Houve uma grande explosão contra os jipes e o que aconteceu? Eu sobrevivi! Como é que isso é possível?!
~.~
Lá estava eu na estação dos autocarros para voltar para casa junto da minha família. Algumas horas eu já estava no meu bairro, não via nenhum adulto por ali, apenas crianças a brincar e a andar de bicicleta.
Avistei a minha casa. O meu irmão, Jaxon mais um amigo jogavam basket. Uau como ele estava crescido! Um cão correu na minha direção, Zeus.
-Zeus, companheiro! Anda cá. – brinquei com ele como sempre fazíamos juntos. – Então budy, quem andou a cuidar de ti?
~.~
- Vá perguntei-lhe. –susurro a jazmine para o jaxon, mas acho que toda a gente na mesa ouviu.
- Eu vou perder a minha cama?!
- Querido, o teu irmão também vive aqui, tens que lhe arranjar um espaço.
Ele olhou para mim e eu para ele e apenas lhe dei um pequeno sorriso.
~.~
O Jaxon mais um amigo jogavam qualquer coisa e do nada o som dos tiros e explusões surgiu e eu deixei tudo o que estava nas minhas mãos. A minha mãe percebeu porque reagi assim e desligou a televisão.
- Mãe! –reclamou Jaxon
- Vão brincar lá para fora.
-Não, só...
- Vão lá para fora, agora!
- Vamos lá.
- Óptimo. – a minha mãe terminou. O meu irmão olhou para mim com um olhar de morte ao qual apenas desviei o meu olhar sem saber o que fazer. – Está tudo bem?
-Sim, mãe.
~.~
Estava a dormir muito bem quando senti alguém saltar em cima de mim e a gritar. Sem pensar virei e o meu ficou por baixo do meu corpo enquanto eu o segurava pelo pescoço. Quando dei por mim era o Jaxon que me olhava assustado e com dificuldade em respirar, tirei logo a minha mão de lá e depois só ouvi gritos da Jazmine a gritar pela minha mãe.
-Desculpa, Jaxon. Desculpa.
O rapaz fugiu a correr enquanto a minha mãe me olhava assustada.
- Devias de procurar ajuda. –disse ela
~.~
À noite foi para o computador pesquisar sobre a foto da tal rapariga. Atrás dela havia uma espécie de torre.
Como é que consegui escapar e os outros não? É como se tivesse alguma dívida para pagar.
Pensei comigo mesmo. Tinha encontrado: Hamden, Lousiana. Era para lá que tinha que ir.
Antes de partir deixei uma mensagem à minha mãe: Não sei aonde pertenço. Acho que é isso que tenho que descobrir.Eu.. sei que não vai ser fácil de descobrir uma resposta. Mas eu preciso de tempo.
Caminhei até a Hamden, o que era um longo percurso, mas não o fiz sozinho, o Zeus estava comigo.
~.~
Num bar durante a noite encontrei um amigo.
- Hey, Roger. Ainda ando à procura da tal rapariga.
- Tem um hotel fora da cidade para cães. –disse ele
- Conhece-a?
- Numa cidade como esta, tu conheces toda a gente. Foi casada com um colega meu. O que queres dela?
- É uma longa história, obrigada.
Na manhã seguinte foi até ao tal hotel. Vi uma grande casa, mas ao lado da casa havia outra, mas mais pequena, devia ser ali o tal hotel.
-Está aqui alguém? – olhei para dentro da pequena casa, mas não estava ninguém. Fui até ao celeiro e uma voz doce falou.
-Olá. – uma rapariga loira, calções, botas e camisa larga caminho até mim e era mesmo ela.
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