Notas iniciais
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AVISO: LEIAM AS NOTAS DO CAPÍTULO

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– O que... O que eu faço agora?! –disse Allyson, limpando suas lágrimas.

– Acalme-se. Vamos dar um jeito nisso. –Damon tentava conforta lá.

– Henry... Nate... Estão esperando... –lembrou-se dos amigos e ficou mais preocupada com a possibilidade de terem sido mortos também, mas a pergunta era por quem?

– Lave seu rosto, vamos para minha casa, daremos um jeito nisso, fale com os dois e saímos.

– Certo. –assentiu Ally, foi para o banheiro e lavou seu rosto como Damon havia dito, foi para onde se encontravam todos os alunos e logo localizou Henry e Nate. Dirigiu-se até eles.

– Ally! –logo disse Henry quando viu a amiga. – Vocês duas faltaram à palestra... Cadê a Maria?

– Ah, foi mal, teve um probleminha com ela. Vamos ter que ir, podemos sair outro dia... Falou. –sorrio tentando disfarçar.

– Ah, então falou Ally. –disse Nate, Ally saiu, indo até Damon novamente. – Elas estão meio misteriosas não acha?

– Muito. Depois descobrimos.

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– Pronto. Vamos.

– Foi rápida. –ele pegou Maria no colo e ambos foram em velocidade de vampiro para a Mansão Salvatore. Logo chegaram, Damon colocou Maria no sofá, ele e Allyson se sentaram esperando a mesma acordar.

– Quem teria feito isso?

– Não faço ideia. Mas acho que isso significa que não somos os únicos sobrenaturais na cidade.

– Mas problemas... –ao ouvir sobrenaturais lembrei-me de Klaus, os Mikaelson, a situação todo em que estava metida. – Vim pra cá pra me afastar de tudo isso, mas pelo visto não tem como fugir.

– Estaremos sempre no meio disso. Sempre.

Ambos suspiraram. Maria se mexeu e os dois se voltaram para ela. Maria acordou.

– Ond... Onde estou? Ally... O que... Onde estão Henry e Nate...?

– Shh, vai ficar tudo bem. –Ally olhou para Damon mordendo o lábio, sabia que daqui pra frente às coisas só iriam piorar. – Tem sangue?

– Vou pegar, volto em um instante. –desapareceu no corredor, aindo até uma reserva de sangue, logo estava de volta, me entregou uma bolsa de sangue, peguei e tive um flashback de minha transformação rapidamente em minha cabeça. Damon viu aquilo. Ele estava tocando em mim. Não o impedi de ver, e acho que isso piora tudo.

– Beba. –estendi a bolsa de sangue para Maria. – Beba.

– Beber sangue? Pirou? Tenho cara de canibal por acaso?

– Não estou de deboche, Maria! Beba!

– Ally... acalme-se... –Damon me tocou novamente. Olhei para o mesmo e dei um suspiro... Tinha que contar á ela... Maria precisa saber para entender. –pensei.

Voltei meu olhar á Maria.

– É o seguinte, vampiros, lobisomens, bruxas, caçadores, existem. –ela riu ao me ouvir falar e olhei a com uma cara de desaprovação. – Não estou de brincadeira! Isso tudo é real, Maria! E agora você faz parte disso! –levantei o tom, estava quase gritando, mas me segurei, é uma situação delicada. – Você é uma vampira! E se não quer morrer tem que tomar isso para completar a transição!

– Qual é, Ally? Não tem graça, pare com isso.

– ESTOU FALANDO SÉRIO! –não aguentei, gritei com Maria e transformei meu rosto, as veias abaixo de meus olhos avermelhados estavam saltando de meu rosto. Eu a assustei.

Maria se encolheu no sofá, se afastou de mim o máximo que podia. Senti o braço de Damon em meu ombro e ouvi-o sussurrar palavras de conforto em meu ouvido, seguidas destas palavras:

– Calma, está a assustando. É um momento delicado. –Damon estava sendo o mais gentil possível. Chegava até a ser irritante. – Me de a bolsa de sangue e eu resolvo isso, certo?

Suspire e entreguei a bolsa de sangue a ele, saí dali, fiquei em frente à casa olhando o céu. Senti um suspiro quente em meu pescoço e fiquei paralisada, não ousei olhar para trás. Então ouvi aquela voz. A voz dele.

– Já cansou de brincar? Mal começamos.

– Klaus. –automaticamente fechei meus olhos. – Foi... Você?

– A matar a garota? Não... –disse ele enquanto deu meia volta por mim. – Não tenha medo, Sweet. –colocou a mão em meu queixo. – Pode abrir.

Instantaneamente abro meus olhos ao comando de Klaus, estava assustada, não sabia o que pensar, meus olhos começam a lacrimejar.

– Tenho observado você, sei o porque de você ter me rejeitado. Damon, não é?

– Klaus... –sou interrompida por ele.

– Shh, não diga nada. –ele coloca uma mecha de meu cabelo atrás de minha orelha e acaricia meu rosto, coloco minha mão sobre a dele.

– Klaus, não é o que você está pensando. –uma lágrima escorre por meu rosto e o abraço. Ele retribuiu.

– Allyson, é o que eu pensei, sim.

– Não, não é! Eu só preciso de um tempo para...

– Escolher. Eu sei. E se eu não sai como vencedor nessa batalha, ninguém irá.

– Klaus, por favor, também não é assim. –coloquei minha mão sobre seu rosto. E não aguentei. Beijei-o. E o mesmo retribuiu. Então me lembrei de Damon. Ele estava lá dentro me esperando. Saí do beijo.

– O que foi isto?

– Minha vida está complicada agora, Okay? Tenho que ensinar minha melhor amiga a ser uma vampira por que algum desgraçado a transformou e... –noto o que estou fazendo e paro de falar. – Terminamos essa conversa mais tarde?

– Sim. –disse Klaus com uma pitada de tristeza em sua voz e sumiu num piscar de olhos.

Me encostei na parede e comecei a chorar.