The Life of One Vampire
8 A escolha?
Notas iniciais
Nos capítulos anteriores...
Ally abriu seus olhos e eles param diretamente em Klaus, o encarou, seus olhos lacrimejam e lagrimas caem. Eles andaram até chegarem um ao outro e se abraçaram, como aqueles abraços “Te amo e nunca mais quero te soltar!” e se beijaram com paixão.
– POR QUE DIABOS ELE NÃO EU? –gritou Damon ao jogar a garrafa de whisky na lareira. – Por quê?
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– Não, não é! Eu só preciso de um tempo para...
– Escolher. Eu sei. E se eu não sai como vencedor nessa batalha, ninguém irá.
– Klaus, por favor, também não é assim. –coloquei minha mão sobre seu rosto. E não aguentei. Beijei-o. E o mesmo retribuiu. Então me lembrei de Damon. Ele estava lá dentro me esperando. Saí do beijo.
– O que foi isto?
– Minha vida está complicada agora, Okay? Tenho que ensinar minha melhor amiga a ser uma vampira por que algum desgraçado a transformou e... –noto o que estou fazendo e paro de falar. – Terminamos essa conversa mais tarde?
– Sim. –disse Klaus com uma pitada de tristeza em sua voz e sumiu num piscar de olhos.
Me encostei na parede e comecei a chorar.
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Ouvi um barulho, limpei minhas lagrimas e fui até a porta. A única coisa na qual conseguia pensar era em Klaus. Aquele lindo híbrido britânico com seu sotaque impecável. Estava ferrada, não podia escolher entre Damon e Klaus, simplesmente não podia. Damon poderia ser idiota ás vezes, mas também era gentil, legal e divertido quando queria, além do mais ele era gato.
Girei a maçaneta e abri a porta, dei de cara com Damon e ele olhou em meus olhos.
– Estava chorando? –perguntou.
– Não.
– Sim, você estava.
– Se sabe por que perguntou? –dei um suspiro.
– Outro dia... -começou
Olhei para ele de baixo a cima e parei em seus olhos azuis.
– Eu vi você com um cara, Klaus, vocês estavam se beijando...
– Oh... Bom... Eu não sei o que você quer que eu diga...
– Eu signifiquei alguma coisa pra você?
– Sim.
– Então por que ele?
– É uma longa e complicada história.
Aproximamos-nos. Era possível ouvir a respiração um do outro. Coloquei minhas mãos sobre seu rosto.
– Mas você significa algo pra mim.
Nossos lábios estavam quase se tocando, nos aproximávamos lentamente quando parei e virei à cabeça.
– Me desculpe Damon, mas eu não posso fazer isso. Não sou uma vadia.
– Você escolheu ele.
– Não, é só que... Minha mente está confusa agora, pra tomar uma decisão eu tenho que me entender.
– Está bem. –Damon se afastou de mim e entrou, foi até Maria, eu fui atrás dele.
– Você tá bem? –sentei-me ao lado dela com meus cotovelos em meus joelhos e apoiando a cabeça nas mãos.
– Sim... Damon me explicou como isso funciona. Me desculpe por duvidar e irritar você mesmo sendo legal te irritar. –ela olhou para baixo.
Sorri e a abracei, ela retribuiu.
– Podemos passar á noite aqui? –perguntou Maria para mim.
– Podemos? –virei-me para Damon.
– Claro. Tenho 5 quartos vazios aqui.
– Vou tomar um banho, Okay?
– Sinta se em casa, vou te mostrar onde fica o banheiro.
– Eu me lembro onde fica. –fui para o banheiro e tomei um banho de 10 minutos, coloquei a mesma roupa que estava e voltei para a sala de estar e encontrei Damon e Maria se beijando. Fiquei em choque.
Aquela puta e aquele canalha. Uma lágrima escorreu meu rosto e fui para a Mansão de Klaus com velocidade de vampiro.
– Veio terminar nossa conversa, amor?
– Quase isso. –me dirigi até ele e Klaus se levantou, ficamos próximos como eu estava próxima de Damon há alguns minutos. – Eu escolho você.
Segurei em sua nuca e o beijei intensamente, ele retribuiu e deu um sorriso ousado. Num piscar de olhos estávamos no quarto dele, Klaus me pegou pela cintura e fomos para a cama. Fizemos sexo.
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