Notas iniciais
Peço que leiam as notas da história caso não tenham lido. Obrigado.Achei que ficou meio grande, mas só percebi após terminar...Apresentação dos personagens apenas, comentem se possível, gosto de saber a opinião de vocês. Obrigado novamente.

Tokyo, Japão.

Cabelos pretos e liso, um pouco caído nos olhos. Magro, magro até demais e olhos castanhos, possui feições asiáticas. Ele usa uma camiseta larga e um short que provavelmente usa para dormir. Ele está sentado em frente o computador enquanto usa um headset. O que mais se houve é o clique do mouse e logo ele para. Está suando. Ele ajeita o cabelo e abre um largo sorriso. Seu inimigo leva uma facada no estômago. '' Vitória ''. É a palavra que ele lê. Acabava de vencer a partida em que decidiria se era ou não o melhor jogador do Japão. A resposta? Sim. Ishida Makoto enfim se tornara o melhor jogador do Japão do jogo The Last Survivor, um jogo traiçoeiro, aonde você enfrenta 9 pessoas em uma ilha deserta e usa apenas uma faca para poder matar os outros 9 e ser o único sobrevivente. Pouco a pouco, o jogo libera armas.

The Last Survivor é um jogo jogado pelo Mundo inteiro. E possui a maior empresa de jogos do Mundo, com apenas 1 ano de jogo. A empresa, Survivors, trabalha apenas neste mesmo jogo, sempre com melhorias.

O celular tocou, o rapaz de 17 anos olhou quem era. Era Tsuke, seu amigo.

– Ei, Makoto, como foi? — Tsuke tinha 17 anos, estudaram juntos, mas Makoto foi forçado a mudar de escola, logo tendo contato com seu amigo apenas por celular.

– Eu sou o melhor do Japão e estou no Mundial. Será em um mês, em Nova York. Vamos comemorar. Venha pra minha casa. — Sem esperar a resposta, Makoto desligou o celular, seu sorriso apenas aumentava.

Ele morava sozinho, seus pais o abandonaram pelo fato de Makoto querer se tornar um jogador profissional de um jogo. Mas com o Mundial, a sua casa improvisada, que era um pequeno cômodo, se transformaria em algo maior e logo ele poderia parar de trabalhar meio período para viver apenas jogando. Talvez abrir uma academia de aulas no jogo, afinal, por que não?

Toronto, Canadá.

A menina tomava um gole de seu café. Seu cabelo era ruivo e longo, a menina, não muito alta. Estava calma, enquanto dava leves cliques. O jogo estava prestes a acabar. Só faltava mais ela e um outro rapaz.

– Durma, meu amigo... — A menina disse bem baixo, enquanto olhava para a tela do computador. A tela do computador mostra esse rapaz distraído. Com um pulo, a personagem que representava a menina, corta a cabeça do rapaz, com uma espada. Ela sorria. — Vitória. Foi um bom jogo.

A vencedora do Canadá era ela. Isabela Zilles. Sua calma era evidente, ela retirou o headset e arrumou o cabelo. Dentro de um mês, ela competiria para ser a melhor.

São Paulo, Brasil.

O garoto era moreno, o cabelo estava com um corte de máquina 3. Ele estava animado, enquanto jogava, dava pequenos pulos na cadeira, com empolgação. Estava sem camiseta, apenas com uma cueca samba-canção. Dentro do jogo, estava usando um revólver. Armas de longo-alcance eram difíceis de ser encontradas no meio do jogo, o que o deixava numa grande vantagem. Apenas mais três vivos. Ele e mais 2 rapazes. Um sem armas e outro com um machado. Mas apenas ele tinha vantagem. Os outros 2 rapazes se encontraram. O com machado matou o outro, mas antes dele comemorar, o barulho do revólver foi ouvido. Ele tomou um tiro na cabeça.

– Isso! — Pedro de Almeida sorriu. Saiu do seu quarto e correu até a sala. — Mãe, estou no Mundial do The Last Survivor!

A mãe estava deitada, assistindo televisão, ela se levantou e o abraçou.

– Parabéns! Seu pai ficaria orgulhoso. — A mãe comentou, Pedro estava muito feliz para perceber o último comentário.

Liverpool, Inglaterra.

O garoto usava óculos com lentes grossas. Seu cabelo, jogado inteiro para o lado direito, era castanho escuro. Ele sussurrava algo muito baixo que ninguém conseguiria entender. Estava vidrado no jogo e pouco a pouco se aproximava mais do computador.

No jogo, ele segurava um pedaço de madeira. Viu seu último adversário. Correu em sua direção e com apenas uma pancada, leu o anúncio da sua vitória.

Wesley Avery era o melhor jogador da Inglaterra e representaria a Inglaterra no Mundial. Acendeu as luzes do seu quarto, que fedia um pouco, pelo fato de ele sempre ficar trancado nele e ligou a televisão. Estava preparado para o Mundial em 30 dias.

Seul, Coréia do Sul.

A menina se chamava Park Min Young. Cabelo curto e castanho,o cabelo ia até os ombros apenas, baixa e magra. Usava uma camiseta casual e um shorts curto. Estava concentrada no jogo, em um lugar arrumado. Mas apenas a área de seu computador. Fora isso, o resto do quarto estava bagunçado. Ela usava um arco, com flechas. Ainda possuía 4 flechas.

Dentro do jogo, restava apenas mais dois. Ela e o favorito para ganhar, o menino usava bombas. Uma bomba foi jogada, Min Young não fazia de onde ela tinha vindo e a bomba explodiu. O menino saiu sorrindo de trás de uma árvore grande da floresta e segurou a cabeça da menina, pegou uma pequena pistola e estava prestes a matá-la, mas então, Min Young abriu os olhos e deu uma rasteira no menino, que não esperava aquilo. Ela o imobilizou, pegou a pistola da mão dele e atirou na cabeça do mesmo.

Ela havia forjado a sua morte, fingindo ter sido acertada de raspão pela bomba. Se aproveitou de parte do seu corpo que já estava totalmente ferido.

'' Vitória ''. A menina sorriu e se levantou um pouco para descansar. Min Young tinha 15 anos apenas e se tornara a melhor jogadora da Coréia, tendo uma mente habilidosa para jogos como esse.

Barcelona, Espanha.

Um pouco morena, cabelos longos e pretos, usava um óculos com lente fina e não tinha como negar a sua beleza. A menina jogava com cuidado, como se não estivesse nervosa, nem nada. Sua prateleira estava cheia de livros em inglês, de Stephen King até Agatha Christie. A menina se chamava Luna Amaral. Jogava apenas como hobbie, sonhava em morar nos Estados Unidos e crescer como uma escritora de sucesso. Mas pouco a pouco, ela percebeu o quão boa ela era em apenas um jogo. E decidiu levar a sério por um tempo. Apenas para ver se tinha chances de ir para o Campeonato Mundial. E agora, só restava ela e outra menina.

Luna estava sem nenhuma arma, neste jogo não conseguira nenhuma arma, fora a inicial, uma faca. Havia sobrevivido até o momento, apenas com uma faca. Ela era habilidosa. Andando pela floresta, ela encontrou a outra menina, usando uma pistola. A menina também a viu e começou a atirar contra ela, mas Luna continuava avançando, andando de um lado para o outro, até chegar em frente a ela.

– Você perdeu. — Com um cochicho nos ouvidos da menina, Luna enfiou a faca em seu coração.

'' Vitória ''. Luna estava classificada para o campeonato Mundial.

Alice Springs, Austrália.

Seu quarto era repleto de mapas geográficos e também esquemas do corpo humano. A australiana jogava com calma, enquanto segurava no jogo pequenas agulhas e uma tesoura com ponta. Neste jogo, as armas não eram apenas as que o jogo fornecia, mas também as armas que cada um conseguisse encontrar. No meio das florestas do The Last Survivor, é capaz de encontrar pequenas cabanas (Apesar de estarem bastante destruídas e serem perigosas) e em alguns casos, encontrar materiais para costuras de roupas, ou melhorias de armas, ou até para achar outras coisas, como um tijolo. A menina, chamada Alice Deakin gostava de agulhas e tesouras. Seu nome era uma homenagem à sua cidade.

Enquanto descia uma pequena parte da floresta, encontrou uma pedra. Com dificuldade ela segurou a pedra e a jogou em uma distância mediana. A pedra caiu contra um galho de árvore e fez um pequeno barulho. Alguns passos foram ouvidos. Um pouco depois, uma pessoa apareceu. Era um menino, ele estava um pouco nervoso, aparentemente. Ele estava sendo tomado pela tensão.

Em passos silenciosos, Alice foi em direção ao menino, que estava de costas e ao chegar perto dele, o virou. Ao virar, enfiou a agulha no olho dele. Ele se contorceu de dor, caindo ao chão e a menina terminou o jogo, enfiando a tesoura pela boca dele e rasgando a sua garganta por dentro.

'' Vitória ''. A menina sorriu, enquanto virava a sua cadeira giratória e olhava o esquema do corpo humano. Ela era viciada no esquema do corpo humano. Achava o esquema mais bonito de todos.

San Francisco, Estados Unidos.

O quarto do garoto era repleto de pôsters de heróis. Batman, Os Vingadores, Homem de Ferro, Quarteto Fantástico. O cheiro do seu quarto era o cheiro de um quarto bem conservado. Apesar de ficar o dia inteiro trancado em seu quarto, para um colecionador como Franklin Brown, a limpeza e a organização eram necessárias.

Ele gostava de heróis porque teve o pai morto por um bandido. O pai dele adorava heróis também e mesmo aos seus 16 anos, Franklin acredita que existe dentro de cada um, um herói que destrói o mal.

Dentro do jogo, Franklin usava uma arma de choque. Estava sendo atacado, seu inimigo usava uma faca. O inimigo avançou contra ele, mas ele desviou, aproveitando o erro de seu adversário, ele empurrou-o contra o chão e logo em cima imobilizou o inimigo. Segurando a arma de choque, ativou-a na cabeça do seu adversário, que não se levantou mais.

'' Vitória ''. Franklin era o melhor jogador dos Estados Unidos.

Gotemburgo, Suécia.

O homem se chamava Aaron Johnsson. Ele não era novo. Tinha 34 anos e passava o dia inteiro trabalhando em casa, mas bastante em jogos. Sua vida baseava-se naquilo. Com mais ou menos 90kg, cabelos grandes e encaracolados, com uma barba mal-feita, ele suava. Com uma camiseta inteira preta, ele apertava as teclas do teclado com rapidez.

Aaron encontrou a sua vítima, ainda longe. Ele segurava uma bomba de fumaça e ao jogar a bomba de fumaça, correu em direção ao seu adversário. A bomba de fumaça explodiu, Aaron se aproximou do seu adversário e enfiou a faca inicial na garganta do outro homem.

'' Vitória ''. Ele leu aquilo em voz alta, totalmente feliz.

– Isso foi fácil. — Ele disse para si mesmo, com orgulho.

Grenoble, França.

Seu nome é Raul. Raul Bettencourt. É uma pessoa que vive normalmente, mas toda noite, ele para. Apenas para poder jogar The Last Survivor sozinho. Após um tempo, ele começou a ser conhecido dentro do jogo. E quando viu, estava ali, disputando por uma vaga no Campeonato Mundial.

Raul gostava de trabalhar com armadilhas. Armadilhas para ele era um modo de favorecer a sua inteligência e suas estratégias. Ele estava escondido, dentro de uma moradia, observando pela janela. Ele viu seu inimigo. O inimigo também o viu e começou a correr em direção à casa, mas foi parado no caminho. Ele pisou em um chão falso e ao cair, caiu em um buraco. Logo, ele não tinha o que fazer.

Raul se aproximou e sorriu.

– Você jogou bem, parceiro. Até! — E então, Raul pulou dentro do buraco, acertando um chute no rosto do seu adversário, que caiu no chão desmaiado. Logo, Raul matou seu inimigo.

'' Vitória ''. Fora da tela do computador, Raul sorria, era um sorriso calmo.

–-

O mês passou rápido. Os 10 jogadores do Campeonato Mundial estavam prontos. Eles seriam buscados pela empresa Survivors. Pouco a pouco, um a um foi buscado, até um avião particular estar com os 10 jogadores.

O avião possuía uma enorme televisão, que um pouco depois, foi ligada.

– Olá. Vocês são os melhores jogadores de The Last Survivor do Mundo! — Um homem usando uma máscara de hóquei começou a falar, logo mostrando sua aparência — Devem se sentir vitoriosos. Mas tenho uma péssima notícia para vocês. Na vida, os perdedores não ganham nada. Se você quer ser alguém, sempre vença, acima de todas as circunstâncias. Olhem ao seu redor. Vocês vêem nove pessoas. — Ele deu uma pausa, todos se entreolhavam. — Vocês jogaram o jogo da vida real. Terão que se matar. 9 de vocês já estão mortos. Apenas um sairá vivo. Quem será, quem decide é vocês. Vocês serão jogados em uma floresta abandonada dentro de 10 minutos e se vocês se recusarem a pular do avião, estarão mortos. Apenas um viverá.

Alguns cochichos foram ouvidos, outros evitavam tocar olhares, pelo fato de a desconfiança já começar a falar mais alto.

– Vocês estão prontos? — O homem sorria. Ocorreu um silêncio, que deve ter durado por cerca de 30 segundos.

É a partir disso, que começa a história por trás do jogo The Last Survivor.

Notas finais
Não prometo escrever rápido, ando bastante ocupado, mas assim que der, postarei. Se quiserem descobrir mais ou menos como funciona, podem tentar ler a 1ª versão dessa fanfic no meu perfil, mas ela em si é cheia de falhas e erros no meu ponto de visto, então não recomendo, já que mudarei tudo. Obrigado por lerem e até mais.