_ Alô?

_ Gee, desculpe aquele dia... acho que fiquei um pouco nervosa

_ um pouco? Você me tacou um porta retrato

_ desculpe

_ tudo bem...

_ precisamos conversar né?

_ aham, me encontra daqui a … 1 hora no Central Park

_ ok – ela desligou. E Lá vai eu de novo.

_ Eu te devo desculpas

_ Tudo bem Katherine, passou

_ eu disse que não queria te ver mais, mas e fiquei com peso na consciência

_ está tudo bem, já disse – ela sorriu

_ Eu fiquei com saudade – ela olhou pra mim – eu sei que não tínhamos nada a sério, mas eu senti sua falta – ela parou de andar, em também, ela me puxou e me beijou. — tá eu fiz isso por impulso – ela sorriu

_ pode fazer isso por impulso outra vez – ela riu e me beijou outra vez

Estavamos no quarto dela, já deitados na cama... tudo estava indo bem.. quando ela começou a ficar desanimada...

_ eu sou uma idiota – ela encostou a cabeça no meu peito

_ não... você não é idiota – por deus continua o que você estava fazendo

_ será que dá pra você ser menos legal comigo... eu sou uma traira...

_ espera, como assim...

_ eu to com outra pessoa, e to agora aqui com você... eu sou horrivel – aha, otario eu não sou

_ não espera volta...

_ agora eu que peço encarecidamente... me esquece – me vesti

_ Gee, porfavor – ela me segurou – eu ia te contar mas depois de acontecer tu...

_ eu não mereço ouvir isso... tchau – sai, garota louca. Passei pelo apartamento da Victoria. Parei, agora era eu que precisava conversar com alguém

_ já vai... — ela abriu a porta – Gerard! O que você está fazendo aqui? — ela se escondeu atras da porta

_ estava passando e eu preciso conversar com alguém... o que vocÊ está escondendo?

_ 5 minutos – ela fechou a porta

[...]

_ inferno, inferno – estava de short curto de dormir, e uma blusa surrada... eu estava horrivel, mas porque eu estava preocupada com isso... inferno – pronto

_ você é louca sabia?

_ vai entrar ou não? — ele entrou, ok eu não estava vestida para receber ele

_ você fica assim em casa? Vou passar mais vezes aqui – taquei a almofada nele

_ para de ser safado, o que aconteceu? – sentei ele sentou do meu lado

_ nada... só servi de amante para a louca da Katherine

_ uau – comecei a rir – ta desculpe

_ haha você é hilária – ele me olhou sério, mas também começou a rir. Paramos e ficamos nos olhando – isso não é normal...

_ o que?

_ eu conversando civilizadamente contigo... eu já te xinguei hoje?

_ não...

_ ok, psicopata... – fui bater nele, ele segurou meu braço e puxou pra perto dele – posso acabar de falar – ele falou baixo, senti que eu me arrepiei

_ pode

_ dá pra esquecer esse nosso ódio por hoje – fiquei olhando pra ele, ele tinha pedido isso mesmo?

_ você está falando sério?

_ estou... — ele foi chegando perto do meu rosto, eu fiquei parada, aquilo não estava acontecendo. Ele me beijou, me entreguei ao beijo. Alguns minutos depois já estava no colo dele. Ele mordia meu pescoço, isso concerteza não era normal, puxei o cabelo dele, ele me deitou no sofá e voltou a me beijar, está bem nada poderia atrapalhar a não ser... — eu odeio essa campanhia.

_ eu já volto – levantei, fui atender – Edward!

_ que saudade de você – meu deus, o meu irmão, ele me abraçou forte – quem é ele?

_ ele... é... é...

_ sou namorado dela e você?

_ sou o irmão dela, atrapalhei alguma coisa?

_ como você ad...

_ não... ele já estava de saida

_ o que?

_ ótimo, prazer em te conhecer novo namorado na Vick – Edward sorriu pra ele, sabia que por dentro ele estava arrancando a cabeça do Gerard fora

_ digo o mesmo, Edward – ele olhou pra ele

_ vamos amor – puxei ele – vai depois eu te ligo

_ eu vou te matar – ele riu

_ vai logo – empurrei ele pra fora – até

_ até – ele me puxou e me deu um beijo

_ Gerard, seu louco... vai – ele saiu rindo, fechei a porta, arrumei meu cabelo para esconder a marca de mordida no meu pescoço.

No dia seguinte.

Cheguei na gravadora, vi a Victoria de costas lendo uma papel, fui até ela...

_ oi — segurei a cintura dela, ela levou um susto

_ ai que susto, seu louco – ela virou – alguém pode ver

_ e daí – dei um beijo nela

_ para, é sério

_ que medo é esse?

_ eu pensava que você não queria ser visto com a Loura psicopata que quase tentou te matar

_ que exagerada – nós dois rimos – ok, se você não quer ser vista, vem comigo agora

_ tão autoritário, vai nascer o homem que vai mandar em mim – olhei pra ela sério – está bem essa sua cara está me dando medo – eu sorri e puxei ela para um canto escondido

_ melhor?

_ aham – encostei ela na parede – você é um atirado... eu deixei me agarrar desse jeito?

_ deixou – beijei ela, ela me afastou – você é difícil

_ sou, e não adianta você ficar me beijando desse jeito... ou me agarrando desse jeito... que eu não vou ceder ok?

_ uhum – voltei a beijar ela

_ hum... tenho que ir, vamos nos atrasar

_ e daí – beijei o pescoço dela, meu celular começou a tocar – saco

_ vai atende... até daqui a pouco – ela me deu um selinho e saiu.

_ não... está bem Edward... bye – desliguei, o meu irmão as vezes me irritava, estava na porta da gravadora esperando algum taxi parar

_ vai ficar até amanhã ai

_ é bom que eu não preciso ir para casa

_ para de ser cabeça dura... vem eu te levo

_ estou começando a estranhar essa sua gentileza comigo – ele ficou me olhando – o que?

_ não tenho todo tempo do mundo

_ já disse que vai nascer o homem que vai me mandar... e você não é ele

_ entra agora

_ possessivo – antes de eu entrar ele me puxou e me beijou – se você me agarrar assim de novo eu não vou te largar mais

_ isso é bom – ele sorriu

_ idiota – entrei no carro

_ obrigada – ia sair, ele fechou a porta – deixa eu sair por favor?

_ não

_ o que você quer? — ele me olhou – seu pervertido – bati nele – ok to indo – abri a porta de novo e ele fechou outra vez – aaaa

_ não vou deixar você sair

_ você é muito muito muto chato

_ é você adora né?

_ aham – sorri, ta eu falei isso mesmo? – quer dizer... não, não gosto

_ uhum, sei – ele sorriu, segurou meu rosto – isso está ficando estranho demais

_ concordo – eu ri – vai ficar só me olhando?

_ você quem manda – ele me beijou


[…]

_ Cade? — Sofia procurava alguma coisa sobre Alice no meu quarto – Aqui – ela tirou um pasta com fotos dela — ela era linda – Sofia ficou olhando as fotos

_ Maria?

_ Oi, nossa que sorriso é esse?

_ nada... aonde está a Sofia?

_ lá em cima, ela está quieta demais...

_ isso não é bom

_ Porque ele me escondeu? — Sofia ainda olhava as fotos, quando encontrou um papel no meio delas – ué uma receita médica – ela olhava o papel – não entendo nada

_ o que você está apr... o que eu te disse? — peguei a pasta da mão dela

_ você não me fala nada... o que ela tinha?

_ não interessa

_ claro que interessa, era minha mãe, eu já sou grande o suficiente pra saber...

_ você é só uma criança. Não é uma adulta pra ficar fazendo o que você bem entende

_ O que ela tinha?

_ ela não tinha nada

_ então porque tem uma receita médica?

_ Sofia chega

_ eu não vou desistir de saber o que ela tinha

_ vai para o seu quarto

_ mas...

_ AGORA! — ela ficou me olhando com raiva e saiu – que droga! — sentei na cama e afundei meu rosto no colchão, meu celular tocou – o que é?

_ liguei na hora errada?

_ não... não, eu só... só acabei de brigar com a Sofia – deitei na cama

_ Gerard, não esquece que ela é uma criança, pega leve

_ eu sei... só que as vezes ela quer ser adulta...

_ mal de criança da idade dela... — ficamos em silêncio – sabe o mais estranho nessa história toda?

_ desembucha

_ essa nossa atração do nada – ela riu, eu fiquei calado – não era do nada né?

_ eu não disse nada

_ você não tirava os olhos das minhas pernas

_ isso não justifica

_ justifica sim, e eu sei lá o que passava na sua mente

_ essa conversa está atiçando minha imaginação – nós dois rimos

_ pervertido... vou ter que desligar

_ espera... quer sair hoje a noite?

_ me pega as 21:00 – ela desligou

_ depois fala que eu que sou autoritário