The Last Song
9 Capítulo 9
[…]
Mais tarde...
_ vai aonde desse jeito? — Edward disse na porta do meu quarto
_ encontrar uma pessoa
_ seu namorado
_ namo... a é
_ vem cá, essa história de namoro é verdade ou foi invenção sua para conseguir se safar de mim?
_ Edward, por favor... tá foi invenção... eu e ele só estamos nos conhecendo, só isso
_ hum
_ daqui a pouco ele vem me buscar... por favor seja simpático
_ eu não fui com a cara dele
_ você parece o papai – escutei a campainha tocando – deve ser ele. Edward por favor, seja legal – ele fez um circulo na cabeça, eu ri e fui atender a porta – oi
_ ooi – ele sorriu – quer mesmo sair, me veio outra coisa na mente
_ para com isso – ele me puxou pela cintura, quando ia me beijar, escutamos um pigarro
_ ele ainda está ai? — ele falou baixo
_ está
_ posso roubar por 5 minutos a Vick... valeu – Edward me puxou
_ o que é?
_ eu já disse, não fui com a cara dele
_ Edward, para com isso, que inferno. Não me espera, pede uma pizza – dei um beijo no rosto dele e sai
[…]
Preciso falar que eu odeio aquele irmão dela, não. Levei ela pra jantar. Depois fui andar um pouco com ela.
_ meu irmão não acreditou naquela história de namorado
_ esperava isso... ele quer me matar?
_ não... ainda – ela riu
_ você devia ser menos séria
_ meu normal
_ não é não – puxei ela – loura psicopata
_ inútil – eu beijei ela
_ temos que mudar esses elogios
_ aaa porque? É tão bom te chamar de inútil, idiota, estupido, ignorante..
_ hey, não tinha esse
_ acrescentei agora – ela riu – é bom, me deixa mais calma
_ haha. Virei seu saco de elogios
_ aham – ela me deu um selinho – e vou falar um coisa, não existe um inútil tão irresistível quanto você
_ nossa, não esperava ouvir isso da durona Victória – rimos – foi difícil hen
_ muito – nós dois nos beijamos de novo
[…]
Ele me levou para a casa dele, esperto demais...
_ parece que não tem ninguém
_ melhor assim – ele me beijou, minha consciência falava para eu não fazer o que eu queria, mas mandei ela se fuder e continuei... subimos as escadas se beijando, quase caimos umas duas vezes. Entramos no quarto, fui tirando a jaqueta dele, ele me puxou para mais perto dele. Meu celular começou a tocar – não atende não por deus – ele beijou meu pescoço, ignorei o celular, não demorou muito ele parou de tocar. Empurrei ele pra cama, sentei no colo dele, e comecei a beija-lo. Ele já estava deitado e eu me movimentando em cima dele, meu celular começou a tocar de novo – mas que inferno!
_ vou ignorar – voltei a beijar ele, meu celula parou de tocar. Só estava com a Lingerie quando de novo começou a tocar, decidi atender – desculpe, alô?
_ atrapalhei seu primeiro encontro? — eu vou decapitar o Edward
_ tchau
_ espera esper... - desliguei
_ não precisa dizer... seu irmão
_ aham... inferno parece que ele sabe o que está acontecendo aqui
_ será que ele não se toca que você já é grande?
_ esquece isso – voltei a beijar ele, mas não foi a mesma coisa, parei
_ que foi?
_ perdi o clima – sai de cima dele
_ ótimo... será que você se importa de eu simplesmente cometer um assassinato? Matando seu irmão por exemplo
_ não me importo, faz isso por mim – deitei no lado dele – foi até melhor não ter acontecido nada
_ porque?
_ porque eu tenho certeza que ia me arrepender amanhã – ele ficou me olhando – que?
_ nossa... o ódio é tão grande assim?
_ nunca se transa no primeiro encontro
_ como se esse fosse o primeiro – dei um tapa nele – ai
_ para de falar besteira... — ele riu
_ pelo menos dá pra você ficar aqui essa noite?
_ dá... mas se você me agarrar a noite você vai ver só – ele sorriu e me agarrou – me solta me solta
_ o que você vai fazer?
_ não me olha assim – puxei o rosto dele e o beijei.
[…]
Acordei com a luz do sol na minha cara e alguém mechendo no meu cabelo
_ bom dia
_ bom dia – ela sorriu – que bom receber um sorriso desse de manhã
_ para de ser bobo – ela riu, eu fiquei em cima dela, ela fazia carinho no meu braço
_ porque eu não te conheci antes?
_ como?
_ nada – sorri – sabia que eu a muito tempo não ficava arrepiado desse jeito?
_ não – ela sorriu – como foi acontecer isso?
_ não sei – eu beijei ela
_ eu não posso demorar muito... tenho que resolver algumas coisas do show de vocês e
_ relaxa... você tem o dia todo pra fazer isso – beijei ela de novo
_ mas eu fiquei pra fazer isso de manhã
_ você está fugindo de mim?
_ Gerard! Não... claro que não
_ deixa isso pra depois então – beijei o pescoço dela
_ Ge... Gerard para, é sério eu tenho que ir
_ você é chata – deitei do lado dela de novo
_ eu te ligo mais tarde – ela levantou, se vestiu – tchau
_ espera, não vou...
_ tchau – ela saiu
_ nossa que pressa – deitei de novo.
[…]
_ Olá Victória – a Sofia falou comigo... ai não – o que você está fazendo aqui essa hora?
_ er... eu...
_ Victória, ele liga pra resolver as coisas sobre o show depois
_ ok... — olhei pra Maria com cara de paisagem, ela me mandou um olhar pra fora – a tá... bem então, tchau... tchau linda – sai
_ ela dormiu aqui?
_ não né Sofia, vem tomar café
_ Maria, eu não sou bebê... eu entendo as coisas
_ entende as coisas da sua idade
_ então ela dormiu aqui?
_ Sofia vamos tomar café hen?
_ tá, vamos
Essa foi por pouco. Quando cheguei em casa, eu vi Summer aos beijos com meu irmão...
_ aaa por favor, me polpe dessa cena estranha – entrei
_ dormiu fora?
_ depois eu te falo Summer
_ uuuuuh isso tem a ver com o Way?
_ Summer!
_ por mais que eu deteste a ideia, é tem a ver. Ela saiu com ele ontem
_ Edward, ela perguntou pra mim, intrometido
_ auch!
_ quero os minimos detalhes – ela me puxou pro meu quarto – então como ele é?
_ ele é? Como assim?
_ a por deus, é bom, médio, razoavel
_ Summer, não aconteceu nada... por pouco... maldito Edward.
_ não acredito que ele te atrapalhou?
_ ficou me ligando... Summer...
_ que?
_ que homem é aquele – eu ri e me joguei na cama
_ então é bom?
_ bom? Ótimo... pena que não rolou nada a mais...
_ ainda pensei em vir aqui ontem de noite
_ e o que isso tem a ver com a minha noite arruinada?
_ eu vindo aqui, eu ia distrair muito bem o Edward
_ tenho medo de você
[…]
_ Bom dia
_ bom dia, que alegria é essa? Já levei a Sofia pra escola
_ obrigado, ué alegria normal – Maria ficou me encarando – que?
_ eu vi tá
_ viu o que?
_ vi a Victória saindo daqui... que bom que você está saindo com ela
_ porque? — perguntei com a xicara na mão
_ porque pelo menos ela não é aquelas loucas varridas que você pegava
_ nossa Maria, que horror – bebi um pouco do café – você expulsava elas
_ claro, para não acontecer igual hoje, a Sofia deu de cara com ela – cuspi meu café – vai com calma
_ o que você fez? O que ela falou?
_ calma... eu inventei uma desculpa... mas sua filha é esperta... não acreditou muito não
_ depois ela esquece disso
_ depois ela vai se acostumar com isso... já está na hora né
_ Maria me deixa — subi pro quarto
_ eu te amo também. — Maria falou um pouco mais alto, eu ri. Deitei na cama, droga não tirava a Victória da minha cabeça. Aquela mulher estava mexendo comigo.
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