The Lady of the Night
1 Prologue
Notas iniciais
Estou tãããããão feliz! Finalmente repostando meu bebê.
Sim, eu precisava reescrever a história, não só por minhas ideias e minha escrita mais madura, mas também por causa da segunda temporada (que também será reescrita). Espero muito que gostem como eu estou gostando de reescreve.

Nick Fury dirigia o carro em alta velocidade enquanto Maria Hill o seguia em outro veículo. Os humores de ambos não estavam dos melhores, principalmente o do diretor da SHIELD, que não esperava que uma dívida do seu passado voltasse, ainda mais naquele momento em que estavam surgindo novos problemas depois de Tony Stark assumir ser o Homem de Ferro em rede nacional.
— Senhor? — O moreno pediu para ela continuar. — Tem certeza de que vai se meter nisso?
— Não estou me metendo — Bateu de leve no volante. — Nada será feito sem uma troca.
— O que ela tem para oferecer é o suficiente para ter problema com o governo de outro país?
— Hill, não terá problema — Fury olhou para o relógio rapidamente antes de voltar a focar no caminho. — Você viu que para o governo, ela e sua equipe estão mortos.
A agente preferiu ficar em silêncio enquanto chegavam no destino. Tinha poucas pessoas no porto, o céu já dava os primeiros sinais que logo iria amanhecer e Fury queria sair antes que aquele lugar enchesse de pessoas.
Os dois saíram dos carros assim que estacionaram e davam passos rápidos até o lugar combinado. Ambos avistaram um barco que parecia vazio, o que estranharam. Ao se aproximarem para investigar, notaram uma pessoa sair das sombras.
— Podem abaixar as armas — pediu a voz feminina ao se revelar. — Não estou armada.
— E os outros, Lady?
— Fury, se quiséssemos você morto, já estaria.
Ela desceu do barco e parou na frente dos dois e ambos guardaram as armas.
— Isso eu duvido — A moça arqueou a sobrancelha para Hill. — Está duvidando da Shield.
— Eu não disse nada.
— Sua expressão já diz tudo.
— Meninas, não é hora de brigar — As duas concordaram com suas palavras. — Fiquei surpreso com sua ligação.
— Meu pai me disse que se um dia não tivesse ninguém a recorrer, eu devia ligar a você — Colocou as mãos no bolso. — Você me ajudaria.
— Você tem sorte que eu tinha uma dívida com seu pai — Olhou para o barco e notou que tinha pessoas o observando. — E ela já esta paga por ajudar vocês a chegarem na América.
— Sim, eu sei.
— Mande eles saírem do barco para irmos a base, precisamos conversar sobre o que faremos a seguir e sobre as informações que você tem.
— Eu sei o preço a pagar para garantir a segurança da criança e do doutor — rebateu antes de fazer sinal para o pequeno grupo de pessoas escondidas. — Eu cumpro com minhas palavras.
— Eu sei, você não nega de quem é filha — Ele se aproximou dela. — Sinto muito por seu pai — ela assentiu com a cabeça. — Dou minha palavra que irei protegê-los.
— Espero, ou terá problema comigo.
Notas finais
Já começo diferente da versão anterior, senti que devia ter um prólogo da história, dar uma ideia do que está por vir.
Vejo vocês em breve.
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