The Journey: Into the Darkside

14 Cap. XIV - "Perigo incontrolável"


Notas iniciais
Este é o sexto episódio do segundo arco de The Journey: Into the Darkside. Neste ponto da história, muitos aspectos de como a rede de tráfico de mutantes funciona já foram esclarecidos e ordenados pela Diana Fudiangan para criar meios de ataque a esses sistemas, como forma de os desmantelar. Um deles envolve um dos pesquisadores mais notáveis sobre o assunto "metágene" e sua manipulação, contratado pela própria rede tão combatida pelos agentes para desenvolver formas de controle sobre o poder mutante... Henrich Petrovich, o pai de Alecsandra. Ela, vivendo uma vida normal agora livre das influências emocionais do pai, acadêmica do primeiro ano de Arquitetura na Universidade de Birdstown, namorada do seu colega de trabalho, Karslie Imota, astuta super-agente de campo dos Twelve. Mal esperava o como a missão que Diana lhe delega lhe obrigaria a revisitar o seu passado, seus traumas, com uma pergunta... Como a Alecsandra de hoje lideraria com uma versão de si mesma do passado? Ou alguém que passa pelos mesmos problemas.

O episódio começa no centro de apoio à população de rua de Toronto, Canadá, localizado em um bairro periférico. Exatamente aos meio-dia. O refeitório daquele lugar estava cheio de pessoas que formavam uma fila para poderem receber suas refeições diárias, enquanto outros já estavam comendo em mesas espalhadas por aquele pátio. Na cozinha, Rodney estava preparando pratos ao lado de Júlia Bollagnare, enquanto outros voluntários os distribuía na janela para aqueles que o requeriam. Júlia comenta que a ajuda de seu novo colega estava sendo muito útil agora que o centro estava sendo mais divulgado e, por extensão, conhecido, testando as habilidades de agilidade e foco deles para suprirem às demandas. Rodney sorri e diz que não estava fazendo nada demais, e que era muito mais fácil do que cumprir com as obrigações de seu trabalho. Júlia comenta que o colega sempre era muito reservado, e que apesar de o ver sempre e estar sempre a ajudando, em um mês ela ainda não o conhecia nada. Rodney abaixa a cabeça e diz que não estava perdendo nada.

Júlia então comenta que, por curiosidade, viu a ficha de inscrição de Rodney e notou um detalhe curioso: aquele era o dia de seu aniversário de 32 anos. Ele então diz que não tem uma experiência muito boa com essas datas, mas Júlia insiste que eles deveriam fazer alguma coisa. Ela então decide tomar uma atitude e avisa seus demais colegas e até os sem-teto do aniversário do rapaz, que lhe felicitam e comemoram com um parabéns para ele. Rodney fica completamente sem jeito, agradece, mas pede para sair daquele lugar. Percebendo que tocou em uma ferida, Júlia segue Rodney e pede desculpas pela atitude. Rodney se desculpa, mas sentia que não estava pronto para aquilo. Júlia lhe pergunta, estranhada, porquê, então com medo da reação dela ele conta que até os seus 11 anos, sua mãe preparava festas para ele convidando todos os amigos da família, e que em meio às brincadeiras, era seu irmão mais novo quem assoprava as velas e ficava com seus presentes. Ela diz que devia ser algo muito legal, e pergunta se teve algum motivo para ela parar. “Ela foi assassinada”, ele admite. A reação da garota foi de espanto, enquanto ela tenta o confortar que seu irmão pelo menos ainda estava ali para lembrar de seu aniversário. “Todos eles foram assassinados”, ele lamenta. Mas, pede desculpas por estar contando algo tão pesado assim por nada. Júlia sente pena de Rodney e diz que tudo bem, que poderia confiar nela. Mas ele, cabisbaixo, opta por permanecer em silêncio e diz que precisava ir. Ela consente, mas quando ele saí, nota que esqueceu seu casaco.

-- // --

Na casa da Diana Fudiangan, ela estava em sua sala de estar preparando um briefing para os seus colegas. A missão era importante, porque todos os agentes da super-equipe estavam ali. Jhonatan Felps é o último a entrar, pela porta da frente, e Isabelle comenta que está impressionada em ver Jhon depois de tanto tempo. Leonard, ao lado dela, o percebe com uma sensação ruim, formando um clima entre eles por causa dos resultados da missão no deserto do Alasca. Isa, sem perceber, brinca que até se preocupava como que Jhon recebia seu salário sendo que ele praticamente não participava das missões, seja oficiais ou extraoficiais. Jhonatan admite que gosta de aparecer só quando era necessário, mas havia percebido como andava distante e ia tentar mudar isso.

Com os nove ali, Diana comenta que a revelação de que Ezequiel Flayer era o articulador que estava criando dispositivos de controle de mutantes a partir de financiamentos e recursos da StillwellTech, os caminhos que eles deveriam seguir na guerra contra a rede de tráfico dos mutantes estava ainda mais claros. Ela, com a ajuda da Isa, identificou o principal ponto de desenvolvimento dos chips que eles criavam em Montana, na cidade de Bilings. Uma fábrica no parque industrial de lá, periférico e que, basicamente, não levantava suspeitas. Ela acreditava que fechando aquela fábrica e obtendo seus dados ela estava a um passo de derrubar a rede, só faltando identificar aonde ficavam os campos de concentração. Algo que ela esperava descobrir, pois os chips seriam enviados para estes lugares.

Arthur pergunta se eles encontrariam alguma resistência, e Diana diz que a mesma que encontraram na base em Seattle, maior em quantidade, mas operando o mesmo tipo de tecnologia. Jhonatan adverte Diana que ela está tentando abarcar algo que é maior do que ela, e que muito provavelmente a rede de tráfico e a Aliança, que une as organizações criminosas internacionais, se coincidiam. Diana diz que não era a única ali que tentava abarcar algo maior que ela apenas pelo bem maior, se referindo a como Jhonatan se comporta com a magia. Sem argumentos, ele se cala. Algo que desperta um sorriso em Leonard. Ronald pergunta qual era a estratégia. Diana diz: “derrubar a segurança e depois investigar a área”.

Logo, a cena passa para o parque industrial de Bilings, já no final de tarde. O lugar era enorme com um grande estacionamento, e os homens de Ezequiel estavam ocupados coordenando um descarregamento de caminhões. Isa joga ali uma pequena bola que cria um campo eletromagnético que eletrocuta os envolvidos. Ela então cria um pulso que desativa os aparelhos de comunicação, e quando os homens preparam para atirar nela, Rodney e Alex os atacam e derrubam. Os guardas então se aproximam, os que estavam mais longe, e começam a tentar atirar neles. Diana ergue uma muralha de rocha e os protege, enquanto Jhonatan transforma suas armas em líquido, permitindo que Diana os apanhasse.

Eles, então, consegue entrar naquele lugar e percebem muitas caixas com dispositivos tecnológicos, incluindo os chips. Isabelle revela que com o chip que adquiriram da Monique Backer, ela conseguiu estudar sua estrutura e criar um pulso eletromagnético que bloqueia a conexão deles com o sistema neural de suas vítimas usando os sistemas de sua armadura, NIA. Ela então usa esse pulso para inutilizar todos os chips da fábrica. O objetivo era roubar os dados de Ezequiel, e quando procuravam a central de controle daquele lugar, descobrem uma sala voltada a pesquisa e desenvolvimento de projetos tecnológicos onde um cientista, Yukihiro Tanaka, estava trabalhando. Ele pergunta quem eram eles, e Diana lhe faz a mesma pergunta.

Yukihiro se apresenta como o chefe do setor de pesquisas da StillwellTech, e que havia sido sequestrado da empresa-sede em Santa Clara, CA, no dia em que Gregory Stillwell morreu. Ele reconhece que foi ele quem desenvolveu os chips, mas acreditava que estava trabalhando para o governo norte-americano num contrato extraoficial, não para uma rede de tráfico. Diana lhe crítica, dizendo que ele estava criando meios de coagir mutantes a perderem o livre arbítrio. Mas, Yukihiro salienta que fazia isso em um momento onde mutantes podiam servir como armas, apontando a assembleia da ONU na qual Arthur estava presente, e que precisavam criar meios de controlar a situação. Isa argumenta que o poder dos chips podia ser usado contra não mutantes também, e havia uma controvérsia ética na sua criação.

Jhonatan olha para o depósito e, de repente, a parede de lá se desmorona. Entrando imponente, um homem alto e peludo com uma jaqueta de couro, marcante bigode com barba cheia, e olhar agressivo chega fumando um cigarro. Ele joga o maço no chão e pisa nele criando uma cratera no chão. Ele então diz que “o machão chegou”, e pede para todos irem embora porque iria matar o Yukihiro antes que ele “abrisse mais o bico”. Arthur diz que não iriam deixar, e o homem sorri como se estivesse saboreando a postura do Arthur, agradecendo a oportunidade e dizendo que eles foram avisados.

Arthur divide o grupo em dois: esquadrão Alfa e Beta. Isa liderava a Beta, e tinha a missão de garantir a segurança de Yukihiro. Arthur, Diana e Karslie tinham a missão de impedir aquele homem de se aproximar da Beta, formada também pelos outros cinco agentes. Assim eles fazem. Arthur e Karslie avançam naquele invasor usando de agressividade, com Arthur pegando um cano e tentando o atordoar com diversas pancadas na cabeça e Karslie criando seus “punhos de rocha” com o concreto do chão do depósito e o dando repetidos socos. Depois de levar pelo menos uns cinco, o rapaz segura o construto de concreto do Karslie e diz que apanhou mais forte das prostitutas que transou no dia de ação de graças. Aí, decide demonstrar a extensão de sua força esmurrando o rosto de Karslie e o fazendo desmaiar.

Se sentindo desprotegido, Arthur é defendido por Diana que o reconhece: o homem se chamava dentro do submundo do crime pelo codinome de Ódio, e tinha o título de assassino mais letal do mundo. Ele também era mutante, tinha em torno de 35 anos, e seus poderes giravam em torno de superforça e invulnerabilidade quase absoluta. Ódio cumprimenta Diana, a chamando de “puta safada”, mas dizendo que não queria saber de seus jogos. Ele tira um lançador de mísseis portátil das costas, mira em Diana e, desprecavida, apenas se protege com os braços enquanto recebe aquele tiro. Quase todo o lugar explode, e ela mesmo tendo resistido, se demonstra ferida com algo que parecia ser um rasgo profundo nos braços que a defendeu. Ela estava chamuscada, e caí no chão fraca. Arthur fica então impressionado, e pergunta a Ódio quem lhe mandou ali: se era Ezequiel, Al Husejean, ou algum outro. Ódio apenas diz que não conversa com os mortos.

Isa estava no estacionamento fazendo ligação direta com um dos carros, mas percebe Arthur sendo jogado em direção ao estacionamento caindo inconsciente. Ódio aparecia numa nuvem de detritos causados pela sua destruição, e todos apavorados pedem para Isa os tirar de lá. Ódio mira seu lançador de mísseis no carro e o faz explodir, com Jhonatan usando um feitiço para os manter vivos. Isa divide a equipe Beta em mais duas, com a Gamma sendo Alex e Ronald, que deveriam proteger o alvo de Ódio: Yukihiro. Jhonatan usa um feitiço para criar uma barreira que o inimigo não podia passar, e se multiplica para criar múltiplas amarras em Ódio, para não se mexer. Ele então usa sua força e bate as mãos, criando uma onda de impacto que faz Jhonatan recuar, bater a cabeça em um carro, e se desacordar desfazendo a barreira.

Ódio se aproxima sadicamente de Isa, mas Diana aparece e grita para Leonard usar a manobra 866. Num esforço conjunto, os dois conseguem criar lava do chão e a usam contra Ódio num esforço de o refrear. Vendo que ele gritava de dor, Leonard pede para pararem. Nesse momento, Ódio mostra que apenas foi depilado pelo calor da lava, e suas roupas queimaram parcialmente com o ataque, perdendo sua jaqueta. Ódio então fala para Leonard que ele provou suportar a lava, agora era a vez dele provar se suporta viver com a cabeça arrancada. Ele se assusta e afasta, com Isa correndo para defender o namorado. Eles brigam rapidamente, com Ódio destruindo a armadura de Isabelle ao lhe dar um “abraço de urso”, e a joga encima de Leonard, os desacordando. Rodney usa seus poderes para se transformar na criatura similar a um peixe monstruosa que pode se tornar, mas mesmo com sua força aumentada, é derrubado. Até a Diana é arremessada para longe, mas Ódio reconhece que aquilo era uma distração.

Ele então alcança o trio restante, e mesmo com os esforços de Ronald em os defender, ele também é posto fora de cena por Ódio. Alex pede para Yukihiro fugir, pois não ia conseguir o segurar, e ele obedece em uma crise de pânico. Alex então confronta Ódio entre containers, mas ele a pega pela nuca e afunda seu rosto neles até ela cair desmaiada. Ódio então diz que consegue sentir o medo de Yukihiro, e ele vê em sua frente alguns dos homens de Ezequiel, caídos, e um revólver em uma das mãos. Ele toma uma decisão sombria e se suicida. Quando Diana chegava para prestar apoio a equipe Gamma, ela os vê caídos e escuta um ronco de uma moto. Ódio chega e exibe o corpo morto de Yukihiro para ela, deixando-a visivelmente abalada, quase que destruída por dentro. Ódio a consola, dizendo que seus amigos duraram mais que a maioria, e vai embora rindo.

-- // --

A cena muda para o hospital especial dos Twelve em Kayman, horas depois. Muitos dos amigos de Diana estavam internados, em observação. Ela estava cabisbaixa, pensando no quê aconteceu. Karslie diz que não era culpa dela aquilo, mas ela sabia que era e sai sem se abrir a mais conversas. Ele então decide sair do corredor e ir para o quarto onde Alex estava. Ela, apesar das concussões, não estava muito machucada. Sentia uma intensa dor de cabeça, estava com ela até enfaixada por conta de alguns cortes, mas iria ficar bem. Seu irmão, Arthur, no entanto estava desacordado. Ele havia sofrido uma queda muito alta, e já estava bastante debilitado de suas brigas anteriores com o “Sexteto do Terror” e a Monique.

Alex se recorda de um momento parecido quando sua irmã, Hannah, fez o mesmo com Arthur e ela ficou aguardando sua melhora sem um bom sinal de quando iria acontecer. Karslie a lembra que Arthur escolheu uma posição hierárquica e um trabalho aonde estaria mais sujeito a riscos, e isso fazia parte do ofício. Neste momento, uma surpresa: Annie Marie Lebronck aparece no hospital para saber como Alex estava. Ela havia tido notícias do ocorrido através de alguns amigos que havia feito na base do Keyman, e precisava saber como a sua mentora, como ela definia Alex, estava. Afinal, ela era uma pessoa que estava ajudando muito ela em seu processo de recuperação depois de tudo o quê passou com a rede de tráfico. Alex conta de seu estado, como estava muito feliz com as considerações da jovem, e compartilha suas preocupações com Arthur.

Karslie também diz que Jhonatan Felps e Leonard também estavam internados, mas o médico responsável acreditava que nenhum deles teria sequelas e teriam uma recuperação rápida. Como dizia para Alex, é a consequência de serem agentes de alto risco. Apesar de já estar envolvida com os Twelve, Annie revela não ter interesse em de tornar uma agente como eles, e que só estava esperando aquela crise passar para poder voltar sua vida normal. Na verdade, ela até pretendia se isolar do mundo, pois vendo como o crime organizado funcionava ela estava ficando mais desconfiada. Talvez, trabalhando em uma fazenda ecológica ou em uma zona de conservação florestal. Alex pede para ela os convidar para visitá-la, porque com certeza precisava destes momentos de descanso na natureza também. Annie concorda, sorrindo.

-- // --

No fim daquele dia, Rodney caminha pelo seu bairro em Toronto, cansado, e com uma aparência mais abatida e machucada, com um extenso hematoma que ia do tórax ao ombro, e podia ser percebido através de suas roupas. Quando chega em sua casa, percebe um carro com alguém lhe esperando. Era Júlia Bollagnare, que havia ido lá devolver seu casaco. Ele se surpreende, e fica mais inseguro quando não podia esconder seu corte no nariz, e ela percebe o quanto ele estava machucado. Ela pergunta o quê aconteceu, e inventando de última hora, ele diz que havia sido atropelado depois que saiu do centro de apoio a moradores de rua. Júlia se compadece do colega, e disse que em seu serviço como cuidadora de idosos ficou pensando muito nele. No quê ele falou, e entende que Rodney era reservado, mas queria poder fazer mais por ele. Sentia que sua vida deveria ser dedicada a ajudar as pessoas, e ciente do inferno pessoal que Rodney parecia carregar como uma cruz, queria ser um ombro amigo.

Totalmente perdido, sem saber o quê dizer, ele agradece. Confessando que fazia muito tempo que não sabia o quê era ter um amigo, e que seus colegas de trabalho realmente se esforçam para ser isso para ele, mas ele não sabia mais como se entregar. Júlia então revela uma surpresa: ela trouxe um bolo de aniversário simples para Rodney. Pego de surpresa, ele a convida para entrarem e comemorarem, e assim fazem.

-- // --

Em um bar ainda no estado de Montana, uma mulher caminha por um corredor despertando atenção e preocupação de alguns. Chegando aos balcão, ela encontra Ódio tomando um whisky. Neste momento, ela revela que não o conhecia como Ódio, mas sim como Mathew Wilker. Ele pergunta se seus amigos ainda estavam vivos, e ela diz que sim. “Mulher de sorte”, ele diz. Diana então revela seu interesse: ela sabia que Mathew não era um simples associado de uma organização criminosa, ele estava além disso. Ele é como ela era, transitando o mundo do crime sem se associar a ninguém. Ele é um caçador de recompensas, e responde a quem tinha mais dinheiro.

Ódio diz que tinha políticas de sigilo muito rígidas com seus clientes, mas ela pergunta seu preço. “$ 100.000”, ele brinca. Ela então pede dados bancários a Mathew, e ele não acreditando que ela falava sério lhe fornece, com Diana mandando Howard desviar um milhão de dólares da ONU para conta do assassino. Ele vê o depósito em seu celular, incrédulo. Diana então pergunta quem contratou ódio para matar Yukihiro. Ódio então faz uma grande revelação: o contrato não era para matar Yukihiro, era para assustar os amigos da Diana. Ela pergunta quem o contratou. Ele diz não saber. Diana esmurra o balcão o fazendo um buraco e, com medo, o barman pede que se eles forem brigar fossem só estacionamento. Ódio se explica.

A pessoa que contratou seus serviços não se apresentava com o nome e, na verdade, nunca aparecia pessoalmente. Era sempre intermediários. Ele não a conhecia, na verdade, era um homem tão misterioso que praticamente ninguém conhecia. Ódio diz que ele não era mais forte que ele, mas conseguia matar os amigos da Diana se tentasse. Ela então lhe pede para Ódio a levar até ele, e ele lhe cobra mais um milhão de dólares. Ela parte o balcão em dois, enquanto Mathew termina de beber seu whisky. Ela então parte do bar, com ninguém tendo coragem de a confrontar.

O episódio termina com Ódio dizendo a Diana que ela lhe devia uma luta, e um dia terminariam com a “dança” que estavam fazendo.