Notas iniciais
Desculpem por não fazer muitas notas mas é q esses caps eu já tinha escrito antes XD.
Mas bem.... nesse cap ainda mais mistérios vão se formar!!

Elas já tinham chegado ao Porto e estavam embarcando em um navio restrito do governo.

- Como esse treco é grande! Precisaria de muitas de nós para encher o convés dele! E mesmo com todas as malas ainda sobraria espaço!- Mero exclamou, brincando, mas claramente assustada com o tamanho.

Realmente, o navio era um dos maiores da marinha brasileira, o GTH120 era conhecido por seu grande tamanho, velocidade e poder armado. Era usado pela marinha em treinamento contra submarinos e possíveis invasões pelo mar, e ninguém conseguiria vencer de um navio como esse. Com tecnologia de ponta, tinha mísseis em todos os cantos, assim qualquer submarino em qualquer posição, até mesmo a 500 km de distancia sofreria um dano e tanto. Tinha heliportos, que agora estavam ocupados por helicópteros do exército, os mesmos também altamente equipados. O que acabou surpreendendo as passageiras.

- Estamos indo para a guerra ou algo do tipo? — Lilah brincou, mas assustada por estar entrando em um navio de guerra

- Não senhora, mas é sempre bom garantir, além do mais vocês são importantes. — olharam para trás e descobriram que quem acabara de falar era Diego, o capitão do GTH120. Um veterano de guerra de alto escalão na marinha. Tinha boa aparência,e estava vestido a caráter, o que fez as meninas ficarem interessadas.- Me chamo Diego, serei o capitão que levará vocês para a Ilha Vulcano, muito prazer. — disse beijando a mão de cada uma. As meninas ficaram vermelhas e riram de vergonha, impressionadas com os bons modos do capitão.- bem, tenho que ir agora, nos encontraremos a bordo senhoritas. — acabou de falar e entrou no gigantesco navio.

- Já disse pra vocês o que eu gosto mais que homens de avental de laboratório? — Mero disse ainda fitando o capitão entrando no navio.

- Não, o que? — perguntou Lilah, também focada no capitão.

- Homens de uniforme. Eu fico imaginando como ele seria embaixo daquele uniforme.......... — Mero foi beliscada por Reh, e todas riram.

- Bem meninas, já começamos o dia de um jeito MUITO bom né? Hahahaha, bem, acho melhor entrarmos logo. Estou indo! — disse pegando sua mala e subindo na rampa para entrar no navio. Suas amigas a seguiram rapidamente.

Quando adentraram no navio, ficaram impressionadas com o design, a entrada parecia ser de um cruzeiro, não de um navio de guerra, parecia um hotel, totalmente decorado, e tinha vários elevadores que levavam a partes diferentes do convés. Foram então surpreendidas por uma mulher que parou na frente delas.

- Prazer meninas, sou a Tenente Ana, vou acompanhar vocês até seus quartos e depois lhes mostrar o navio. Por favor, me acompanhem. — pediu já andando em direção a um dos maiores elevadores do saguão. Elas obedeceram e entraram.

O elevador se movimentou rapidamente e subiu um andar, na parte direita superior do navio. Ana saiu do elevador e as meninas correram para acompanhá-la. Ana estava irritada por ter sido enviada em uma missão só para levar as quatro para uma Ilha que havia acabado de ser descoberta. Uma Imediato com tantos anos de serviço como ela. Outra coisa que a irritava era estarem usando o GTH120 só pra isso. Eles reduziram o melhor navio da marinha brasileira em um cruzeiro de viagem, pensou. E o que mais a irritava, era não saber absolutamente nada sobre essa nova Ilha, só sabia que nela existia um vulcão, mas o que isso teria de importante? Ana odiava ficar sem informações, o capitão era o único que tinha um pouco mais de conhecimento sobre essa Ilha, e mesmo assim não sabia muito mais que ela, mas como era um assunto de segurança nacional, ela não podia reclamar, toda essa operação estava sendo debaixo dos panos, as únicas pessoas que sabiam sobre essa Ilha, eram uma equipe selecionada da marinha e do exército, a Presidente, as novas vulcologistas e a equipe coreana que já está na Ilha. Lá deve ter algo grande para ser escondido com tanto cuidado. E agora ela teria que bancar a babá das quatro. Disfarçou e olhou para trás, percebendo as quatro olhando para os lados, totalmente impressionadas.

- Chegamos meninas, as quatro irão dormir juntas, deixem suas malas aqui, e as encontro no corredor em dez minutos. — disse e partiu, precisava andar um pouco para tentar se acalmar.

As meninas abriram a porta e entraram, o quarto parecia ser do tamanho do apartamento de Breh e Mero, tinha duas beliches coladas uma na outra, uma janela de vidro gigantesca, com vista para o mar, e um banheiro igualmente gigante. Elas largaram as malas perto da beliche e exploraram o quarto. Fora o tamanho, não havia mais nada de impressionante no quarto, fora uma mesa no centro e alguns armários e quadros, mesmo assim elas continuavam abismadas com o tamanho.

- Nossa, poderíamos morar nesse quarto sem problema.- exclamou Lilah abrindo os armários.

- Tem uma banheira de hidromassagem gente!!! Esse lugar não é um navio de guerra mas nunca! — Reh gritou do banheiro em uma alegria profunda graças a descoberta da banheira. Enquanto isso Mero havia se deitado em uma das beliches e Breh olhava pela janela.

- Temos uma vista privilegiada.- ela não desgrudava os olhos do mar, estava lindo aquela manhã, como se a estivesse chamando para um grande desafio.

Elas ficaram mais um tempo analisando o quarto e começando a arrumar as malas, quando alguém bateu na porta. Quando abriram, não era Ana que estava na porta, era outra mulher.

- Prazer em conhecê-las, sou uma das cabos, Ana me incumbiu de levá-las para conhecer todo o navio. Me chamo Rebeka, prazer.

Era uma moça que havia acabado de se alistar, e tinha entrado para a marinha. Tinha uma paixão pelo mar, mas como não tinha interesse pelos animais, escolheu então serie o seu país. Examinou as quatro mulheres e se perguntava o que elas teriam de tão especial para serem chamadas para essa missão, a qual ela ainda não tinha nenhuma idéia.

- Ok.... Pra onde foi a Ana? — perguntou Lilah.

- A tenente foi resolver alguns negócios com o capitão, por isso eu irei acompanha-las.- respondeu imediatamente, com a velha mania da marinha de responder as coisas rápido.

- Ah, como somos mal educadas, nem nos apresentamos! Essas são: Lilah, Breh, Mero, e eu me chamo Rebeca também. Mais uma xará no mundo. — disse estendendo a mão para Rebeka, que a apertou.- Bem... Vamos para nosso tour particular então!

Rebeka concordou, e as levou em direção ao elevador mais próximo.

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No convés, a equipe do navio estava reunida aproveitando o pouco tempo antes de irem para alto-mar, e conversavam sobre sua nova missão.

- Vocês não acham estranho ninguém saber muito sobre essa ilha, e eles simplesmente nos mandarem pra lá? E essas novas mulheres que a Rebeka foi acompanhar?- comentou Juninhu acendendo um cigarro.

- Talvez... Mas em qual missão nós réis mortais sabemos o que está realmente acontecendo? — Mahl comentou tentando melhorar o clima.

- Mas sempre é bom pelo menos ter uma parte da verdade para saber de um pouco do que não ter nada.- disse Natália tentando arrumar seus cabelos.

- Pior que ela tem razão.....- Dudu também se manifestou.

- Como vocês são negativos! Vamos pensar que talvez tenhamos aventuras novas!- Mahl continuava tentando animá-los.

- Vamos encontrar piratas! — Liah brincou.- desculpa Mahl, mas não poderia perder a deixa!

Eles continuavam conversando animados e brincando, quando Miki voltou correndo até eles.

- Ei Miki, onde você se meteu? — perguntou Juninhu dando outra tragada em seu cigarro, e o jogando em terra.

Miki lutou um pouco para recuperar o fôlego, mas começou a falar.

- Soube que tem um vulcão para onde vamos! E que essas novas passageiras são vulcanologistas. E também eles falaram sobre algo que tinha ao redor da tal ilha, mas não consegui entender o que era.

Seus colegas a olharam curiosos.

- Onde você ouviu isso? — Natália perguntou, curiosa se a amiga teria ficado louca por causa do sol.

- Eu ouvi o capitão e a tenente conversando sobre isso, aí vim contar pra vocês, bem, pelo menos agora sabemos um pouco sobre a nossa missao!

- Sim!- Dudu disse feliz- temos que falar para os outros!

O grupo concordou, e foram para outra parte do navio, onde sabiam que os outros estariam, tinham que contar para onde exatamente estavam indo.