Notas iniciais
O suju chegouu!!!!

No centro de pesquisa construído dentro da ilha vulcano. A equipe de cientistas coreana estava em uma reunião e tinham acabado de discutir sobre o progresso nos do estudo do vulcão.

- Muito bem, todos vocês já tem suas devidas tarefas.-Leeteuk, líder da equipe se pronunciou enquanto arrumava muitos papéis a sua frente- se não tiver mais nada que desejem declarar, podem ir para suas atividades.

Alguns de levantaram e saíram, mas Kyuhyun e Siwon permaneceram sentados. Leeteuk percebeu a presença deles, mas estava esperando que todos saíssem, os dois haviam se portado estranhamente em toda a reunião, quando todos saíram, virou para os dois e foi direto ao ponto.

- Sim? — os dois se entreolharam, e o mais velho se posicionou.

- Bem, percebemos que tem uma falta de pessoal, principalmente dos vulcanologistas de campo, havíamos começado com 15, e agora temos apenas 8...... E queríamos......

- Queríamos saber se tem alguma saída da ilha e é por isso que o senhor não nos deixa sair mais que o limite do acampamento — Kyuhyun o interrompeu, pois sua curiosidade o deixara impaciente. Siwon o cutucou, o repreendendo por ter falado de forma tão direta. Leeteuk olhou para eles, e ficou sério.

- Como vocês podem pensar em coisas tão fúteis? Eles só devem se atrasar para o trabalho, ou esquecem de marcar ponto. Mas por favor, peço a vocês que me dêem uma lista dos nomes que estão faltando tanto, e eu cuidarei deles depois. Mas não fiquem pensando besteiras e espalhando para os outros!

- Ok senhor.- Siwon respondeu hesitante, pegando o mais novo pelo braço e o levando para fora da sala.

A porta se fechou e Teuk continuou arrumando os papéis. Isso realmente é algo estranho, pensou. Sumir pessoas no meio de uma ilha a kilometros de distância de qualquer outro pedaço de terra era estranho. Eles haviam inspecionado todos os cantos, só tinham alguns répteis antes de chegarem. Se eles não tinham sido devorados ali o que teria acontecido? Uma idéia surgiu em sua mente, aqeuele temor que ele tinha tido ao ver os gráficos submarinos ao redor da ilha, mas não seria....... Levantou da mesa ao perceber que o que ele tinha desconfiado desde o princípio, não era errado. Saiu correndo da sua sala, teria que achar algumas pessoas de confiança e ir checar a Costa, precisava saber se as praias estavam seguras ou não. Chegou a uma das salas perto ao laboratório e encontrou as pessoas de quem precisava.

- HeeChul, HanGeng, KangIn, preciso que vocês saiam para irem até a praia!

Leeteuk estava ofegante por ter corrido até lá, os três olhavam para o líder curiosos. Eles eram os mais poderosos abaixo de LeeTeuk, e não estavam acostumados a sair em campo, nem receber uma ordem tão desesperada de Teuk, ver o líder deles assim era incomum.

- Peraí Teuk hyung, pra que ir até a praia? — KangIn perguntou tomando mais um gole de seu café.

- E praquê a pressa? Alguém morreu por acaso? — Chul também perguntou, olhando assustado para Teuk, mas ainda com tom de brincadeira.

- Eu temo que sim. — Teuk respondeu, com um desespero claro em sua expressão. Os três levantaram imediatamente de suas cadeiras.

- Explique isso direito hyung. — Geng pediu olhando dos seus colegas para o líder, agora com as mesmas expressões que os outros.

- Vamos até a praia e eu explico.

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Diego estava ajustando o curso do navio, estariam prontos para zarpar logo, só precisava dar o horário certo. Enquanto arrumava tudo, e esperava Mari chegar para poder a dar as instruções, lembrava da conversa com Ana. Ambos estavam preocupados quanto ao destino dessa missão. A única coisa precisa haviam sido as cordenadas e que havia um vulcão na ilha, o resto eram apenas especulações. Mesmo as quatro vulcanologistas pareciam não saber muito. Lembrou da imagem das quatro, e lembrou também que estava encantado por uma em especial, pelo que se lembrava era a Iasmin, ou como a chamavam, Mero. O jeito que ela olhou para ele quando se encontraram o dava arrepios, era forte, sedutor. Tinha que conhecê-la melhor, e hoje a noite seria uma boa chance para tal. Foi tirado de seus pensamentos pela chegada de Mari, mexendo em seu celular.

- Olá capitão, já vamos zarpar? — disse, ainda digitando uma mensagem. Diego riu, e pegou o celular de sua mão, mesmo com seus protestos, e colocou em seu bolso.

- Só quando você prestar atenção no seu trabalho e para de mexer nesse negócio o dia inteiro, acho que vou ver o que você estava fazendo.- disse brincalhão, pegando o celular de seu bolso de novo.

- Não!! Diego me dá ele e eu prometo fazer o que você pedir!!- Mari estava quase em desespero, seu capitão não poderia ver aquela mensagem, era um segredo, que ela guardava a muito tempo.

- Ok ok, mas guarde isso agora e venha ouvir o que quero que você faça.- ele disse, devolvendo o celular para ela, que o pegou e guardou aliviada.

Foram até o painel e Diego deu as instruções que precisava dar, assim que o navio zarpasse, ele deixaria o controle nas mãos de Mari. Ele confiava nela, trabalhavam a anos juntos, também com a maioria do resto da equipe, tinham todos a mesma paixão: o mar. E se juntavam perfeitamente, cada pessoa da grande equipe era totalmente necessária e indispensável.

- Está pronta para assumir o navio?

- Nunca estive mais pronta Di!- ela respondeu confiante- pode fazer essa joça se mexer!

Diego acentiu, feliz com a animação de Mari. Pegou o interfonr e anunciou para os navegantes:

- Caros passageiros tenho o prazer de anunciar que o GTH120 irá zarpar, todos os marinheiros para suas posições!

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As vulcanologistas já haviam percorrido quase todo o navio, mesmo ele sendo grande, grande parte de sua estrutura estava preenchida com equipamentos e armas.

- Me desculpe ser indiscreta, mas por que o navio está tão equipado? Tem algum problema para onde vamos?- Reh perguntou, estava com essa dúvida a muito tempo, mesmo com a resposta do capitão, ela não se sentia muito segura, algo em tudo isso a incomodava.

- Bem, na verdade é quase impossível tirar os equipamentos do navio, eles podam projetados para ficarem no navio, por isso tirar eles seria um gasto de energia a mais. Mas as armas o governo pediu que ficassem. Só sei dessas informações. — Rebeka respondeu, sabendo muito bem que todos naquele navio se faziam a mesma pergunta. — já acabamos no convés, querem saber de mais alguma coisa sobre nosso navio?

- Quem são aquelas pessoas ali na ponta? — Breh perguntou curiosa. Rebeka olhou para eles e acenou.

- São alguns dos meus colegas, somos muitos aqui dentro, aquilo não é nem metade da metade....

Rebeka foi parada pela voz do capitão.

- Caros passageiros tenho o prazer de anunciar que o GTH120 irá zarpar, todos os marinheiros para suas posições!

Um rebuliço começou no convés, os marinheiros que estavam na ponta, desceram. Rebeka também começou a ficar afobada. Era sempre uma emoção grande zarpar o navio, e ela não poderia ficar fora dessa.

- Bem, obrigada pela atenção, mas é melhor eu ir.- olhou para cima e viu o capitão descer de sua cabine.- o capitão pode acompanha-las.

Disse apontando para trás, e saiu correndo para encontrar seus amigos. As meninas ficaram confusas, mas resolveram ir até o capitão.

- Olá meninas. A Rebeka as deixou sozinhas?- perguntou, esboçando um sorriso amigável.

- Ela foi cumprir o seu dever. — Mero respondeu brincando. Mas olhando para o capitão de forma provocativa. Ele havia deixado uma ótima impressão para ela, e estava super curiosa para saber mais sobre ele.

- Queríamos saber se tem algo que possamos fazer, já que só seremos úteis, realmente, quando chegarmos na ilha. — Lilah se pronunciou pelo grupo, e foi encarada pelo capitão que ficou um pouco pensativo.

- Na verdade, vocês podem se arrumar para a festa de hoje.

- Festa?- Breh perguntou animada.

- Sim, sempre que temos uma nova missão, temos uma festa para comemorar, e é claro que vocês devem ir.- ele disse sorrindo. Aquela promessa que tinham feito era muito boa, os ajudava a desregrasses antes de alguma missão, só precisavam ter o cuidado de não abusar muito, mas era um jeito de deixá-los sempre unidos.

- Mas é claro que iremos! — Reh disse animadamente. As meninas a olharam concordando.

- Muito bem então! A festa começa as 6, será aqui no convés, estarei esperando por vocês!- disse olhando para todas, mas direcionando um olhar mais demorado para Mero, que respondeu ao seu olhar.- Bem, é melhor eu ir conferir os marujos, sei que vocês vão demorar para se arrumar, até daqui a pouco!

Disse acenando e descendo por um dos elevadores. As meninas se olharam e trocaram sorrisos.

- Vamos até a borda? Não olhei pro mar daqui!- Lilah comentou já se segurando na grade de segurança.

- Como o mar está lindo hoje.- Mero comentou.

- O capitão também não é?- Reh perguntou brincalhona.

- De onde vocês tiraram isso?- Mero começou a ficar vermelha.

- Só do jeito que vocês se comem pelo olhar.- Breh brincou.

- Ok ok, admito que adoraria sair com ele um dia desses.- disse olhando para o mar.

- Sair e o pacote completo também né? — Lilah entrou na brincadeira fazendo as outras rirem.

- Não digo que não gostaria... — Mero colocou o dedo na boca e sorriu. Fazendo as meninas rirem ainda mais.

- Ok meninas, a festa é daqui a pouco, melhor nos arrumarmos logo! — Reh comentou.

Todas concordaram e a seguiram. Estavam todas muito animadas, pensavam que estavam tendo a aventura de suas vidas, e tinham que aproveitar o máximo possível.

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Na tenda improvisada na Ilha Vulcano, os águias estavam todos reunidos, conversavam animados sobre o que haviam feito no dia. A4 tinha achado vários tipos de répteis estranhos na região, e aproveitara para vasculhar alguma tentativa de fuga do complexo de pesquisa. A3 deu todos os detalhes sobre como havia terminado com o cientista que tinha descoberto o que não podia, e tentava escapar. A- fomentava com eles sobre seus planos de patrulha, e A2 continuava no computador. Foram surpreendidos pelo toque do celular no centro da mesa. A1 pegou o celular e leu a mensagem. Ficou um pouco pensativo e então contou para os outros.

- Os brasileiros acabaram de zarpar, devem chegar aqui amanhã a tarde. E o Boss está pedindo para tomarmos cuidado, o cerco está se apertando, não devemos matar sem muitas provas de que a pessoa saiba.

Os outros só olharam para baixo e concordaram. Estavam acostumados com missões assim. Eram mercenários contratados, a pessoa que os contratasse sempre exigia descrição e perfeição, e não tinha a opção fracassar no contrato.

Essa missão que haviam recebido, os intrigava, o objetivo era simples, mas teria que passar por muitas

pessoas para conseguir, e para isso, o Boss havia os contratado. Agora, só tinham que fazer tudo de acordo com o plano.