The Hybrid Diaries

1 Capítulo 1: The Hybrid


Notas iniciais
Nota da Autora: Nesta fic o The Vampire Diaries é só uma série ficticia de livros e de TV. E a personagem principal da série não é a NINA DOBRV!

P.O.V. Aro.

Os rumores estão aumentando. Todo dia.

A híbrida Cullen capaz de coisas que ninguém jamais pensou que fossem possíveis. Portadora de habilidades extraordinárias, nunca antes vistas.

—Acredita que é verdade, Aro?

—Não sei, Marcus.

—Para mim são apenas rumores. Calúnias.

—Só há uma maneira de descobrir. Verificando.

P.O.V. Jane.

Bem, temos uma missão. Verificar se a híbrida Cullen é mesmo tudo o que dizem que ela é. Mas, eu duvido.

Viajamos no jato, para o caso de termos de trazê-lo conosco. Quando nos aproximávamos da casa já podíamos ouvir tudo o que se passava lá dentro. Imagino que os Cullen já saibam que estamos aqui.

Alguém estava vendo TV. Diários de um Vampiro. Mas, o que diabos é isso?

A porta foi aberta e Carslile Cullen saiu.

—Olá. Bem vindos.

—Imagino que já saiba o motivo de nossa visita.

—Sim. Ela está lá dentro, vendo TV. Por favor, entrem.

Nós entramos naquela casa clara, aberta, com amplas janelas e portas corrediças de vidro e a garota estava sentada no sofá vestindo uma calça jeans, blusas sobrepostas e um moletom.

—Ei, querida você tem visitas.

—É uma pena que a regra do ser convidado a entrar seja um mito. E mesmo se fosse verdade você os convidou.

—Renesmee Cullen eu presumo. Quando nos vimos pela primeira vez você era apenas uma criança.

—Porque não pulamos a parte onde você finge que se importa comigo e gosta de mim e vamos direto á pergunta? O que você quer de mim? Melhor, o que o seu Mestre quem de mim?

Perguntou rudemente, me dando um chega pra lá.

—Você não é muito cortês.

—E nem você. Desembucha.

—Ficamos sabendo de alguns feitos da sua parte. Dizem que podem realizar coisas impossíveis.

—O impossível é só questão de opinião. Estou aqui não estou?

Garotinha petulante.

—Vadia nanica. É, é isso ai estou lendo seus pensamentos.

—Bem, a parte da telepatia é verdade então. Porém a mais perturbadora das noticias é aquela que diz que pode transformar vampiros, de volta em humanos.

—Verdade. Fiz a cura para a tia Rose. É chocante, mas algumas coisas ditas na série de TV são reais. Ser convidado a entrar, doppelggangers, estacas, verbena isso é lorota, mas a cura é real. Me levou um tempo, pesquisa e beber litros de sangue de milhares de pessoas, mas eu consegui. Encontrei a fórmula e repliquei.

—Está me dizendo que há um meio de fazer um vampiro voltar a ser humano?

—Tá com muita cera no ouvido, oh fumacento? É isso ai mesmo. Agora, se me dão licença, estou quase no fim da oitava temporada.

Ela virou as costas para nós e apertou o play da TV e o filme voltou a passar.

Que recepção mais calorosa.

—Você é uma vaca com todo mundo, assassinou a minha tia e tentou me matar e ainda espera que alguém seja gentil com você? Como você é iludida. Como a Rebekah Mikaelson que trata todo mundo que nem lixo e ainda quer ser amada.

—Querida, não seja rude. Não há necessidade disso.

—Na verdade há sim. Não vou fingir que gosto deles, não vou fingir que a presença deles na minha casa não me deixa desconfortável. Eu tinha três dias de vida! E eles eram o diabo! Me deram pesadelos por anos! Tive que ir á terapia, tomar remédio. Então, foda-se. Foda-se a etiqueta e fodam-se eles também!

As cortinas pegaram fogo.

—Ops. Shuta Incendea! A vovó vai me assassinar. Oh, os feitiços são reais também. Alguns, não todos.

—Feitiços? Você lança feitiços?

—Feitiços, maldições, trancas, selos. Pode escolher. Oh, certo. Vocês Tweedles iam ser queimados na estaca por bruxaria. Ah, que pena que não conseguiram.

—Renesmee!

—O que? Eu só disse o que todo mundo pensa deles. Todo mundo os quer mortos. É um milagre que eles não se mataram ainda. Ai, você tem algum amigo Jane? Alguém em que confie? Alguém que te ama? E não vale se for o seu irmão.

Não conseguia falar. Não conseguia responder porque eu sabia a resposta. E até mesmo meu irmão, vejo o medo nos olhos dele ás vezes.

—Vocês estão se afogando em ódio e sangue. Usando o medo, a dor, a intimidação como uma ferramenta contra as outras pessoas. Não acharam que iriam sair ilesos disso, acharam? O que vocês pensaram? Que sairiam por ai chacinando as pessoas, tirando elas das suas famílias, fazendo elas de reféns e no fim seriam felizes pra sempre, tudo seria normal e pagariam tudo com cartão? Normal é um tipo de lavagem na máquina. Que pena eu tenho de vocês.

—Você precisa vir conosco.

—Eu não preciso fazer nada! Aro é o seu dono, não meu.

Ela desligou a televisão e se levantou.

—Vou assistir TV lá encima.

A híbrida subiu a escada em velocidade sobrenatural, uma porta foi fechada com violência. Então uma janela. E pude ouvir o choro compulsivo que tinha lá de cima.

—Se me derem licença.

Disse Isabella Cullen subindo as escadas.

—Minhas desculpas. Ainda estamos treinando o controle inibitório. Ela ainda tem... mágoa por causa daquele dia na clareira.

Disse o médico. Eu ouvi o diálogo entre mãe e filha lá encima e não fui a única a fazê-lo.

P.O.V. Alec.

Pude ouvir mãe e filha conversando, a garota chorando.

—Papai estava certo. Eu devia ter deixado pra lá, mas eu queria saber como era ser meio bruxa e Tia Rose queria ser humana. E... agora, os minions do Aro vieram para me pegar, me fazer de prisioneira. Serei outro troféu em sua coleção. Aquele maldito. Desgraçado. Eu só queria ajudar as pessoas.

—Eu sei. Agora, me ouça Renesmee Carlie Cullen. Eu sou sua mãe. E nunca, nunca vou deixar nada de ruim acontecer com você. E ninguém vai levar o meu bebê pra lugar nenhum se ele não quiser ir.

P.O.V. Renesmee.

Minha mãe me abraçou, me confortou. A decoração do meu quarto era igual ao da Elena Gilbert, meu closet. Bom, menos minha colcha que era do quarto de solteiro da minha mãe e o protetor de sonhos que Jacob fez pra mim.