The Hunter
24 Hey Lucy, I remember your name...
Notas iniciais
Vocês viram que teve a bloodlines em SP e que uma sortuda beijou o M-E-U Nate. Bom, a vaca da minha mãe não me deixou ir, sendo o que o dinheiro ia sair da minha avó e do meu bolso.MAS ANO QUE VEM EU VOU! Voltando ao assunto, eu vi uns vídeos quase ao vivo que uns twitter fizeram -se quiserem o link, eu procuro e vou falar algumas coisas que aconteceram:
-> O Nate tirou a blusa e imitou o Klaus. Ele prefere ser chamado de Nathaniel, ok? É team Stefan e se pudesse matar alguém na série seria a Elena. Ele escolheu uma sortuda na platéia e deu um selinho nela. (Achei ofensivo e fiquei com inveja.) Uma garota do facebook entregou para ele uma bandeira do Brasil e ele na mesma hora colocou a bandeira. AHHHHHHHH EU PIREI!
-> O Paul e a Torrey (linda!) falaram que vão adotar uma criança. Não disseram quando. O Paul também fez uma revelação (lógico que brincando) que era brasileiro! Também disse que amava a esposa ♥
Cara, ele ficou puto quando uma fã louca apertou a blusa dele. Porra, o cara é CASADO com uma diva e a cultura deles é outra. Respeito, cadê você?
->Matt divo e lindo falou que mataria o Klaus na série. (Não faz isso titio Matt) O Ian apareceu no telão e falou um pouco. A diva da Torrey disse pro marido que na próxima vez que eles vierem para cá, ela quer ficar com os fãs. QUE DIVA!
->Para finalizar, eles não pararam de falar que amaram o Brasil.
Boa leitura e vejo vocês nas notas finais.
CAPÍTULO EM HOMENAGEM A Nicole Alves - nós esperamos muito por esse momento da fic. Continuo com 10 reviews ou uma recomendação.
Capítulo XXIV
“Hey Lucy, I remember your name.”
Joanne tinha matado a bruxa enquanto Klaus e Rebekah mataram todos que os atacaram. Kol estava preocupado com o sumiço de Lucy, mas voltou a focar na sua luta com Kelsey. A baixinha era forte para uma humana e tinha uma estaca de carvalho branco em suas mãos. Lucy voltou ao local segurando o coração de Phoebe em suas mãos. Kels sentiu uma dor dentro do seu peito quando viu o coração na mão da caçadora original. A caçadora humana chorou sentindo raiva e correu até Lucy.
–You kill my sister! – ela gritou e Lucy deu os ombros. – Como pode?! – berrou. – Eu vou matá-la, Sophia. Nem que seja a última coisa que eu faça, ouviu bem? – Kels disse raivosa.
Antes que Lucy falasse alguma coisa ou até fizesse, um vampiro do bando de inimigo pegou Kelsey e a levou em seus braços. Todos os originais e Joanne estavam exaustos. Eles sentaram nas pedras e viram um monte de vampiros e outras criaturas da natureza mortas, incluindo alguns dos seus aliados. Duas sombras caminharam até eles e Lucy deu um sorriso de alegria ao ver que as sombras se tratavam de Amy e Tate.
–Ganhamos? – ele perguntou ofegante.
–Sim. – Kol respondeu.
–Quem diria que nós iríamos nos unir ao inimigo. – Amy disse olhando para Rebekah e Klaus.
–E vamos continuar assim ... – Kol falou, Lucy e Klaus assentiram com a cabeça.
–Always and forever. – Bekah sorriu ao responder.
Todos sorriram com a respostada dada pela “Barbie Klaus”, mas Lucy sabia que não tinha acabado. Uma ameaça de morte tinha sido feita e ela seria burra se não se preocupasse. Nada teria acabado com uma caçadora viva e ainda com a vitória, eles tinham muito que fazer.
Uma semana depois de se recuperarem, todos estavam firmes e de volta ao trabalho. Tate e Amy viram que Lucy tinha perdido metade dos vampiros que tinham naquela casa e foram para Nova Orleans atrás de mais vampiros. Lucy, a caçadora original, estava dormindo em seu quarto com Kol, enquanto Joanne, em seus aposentos, fazia um feitiço convocando a irmã. Depois de falar várias palavras em latim, Dakota estava em na frente da bruxa.
–Senti sua falta. – Joanne disse e a abraçou. –Temos pouco tempo.
–Sabe que não pode ficar me convocando. Eu pertenço ao outro lado e não mais a esse mundo. – Dakota falou séria e Joanne franziu as sobrancelhas. – Amei seu desempenho na guerra.
–Dakota, o que aquela bruxa falou está certo? Nós somos descendentes de Ayanna? – a bruxa perguntou aflita para a irmã.
–Somos. – A outra simplesmente respondeu e Joanne colocou a mão no coração espantada. –Ayanna foi a segunda bruxa mais poderosa antes do novo mundo ser descoberto. A primeira era Esther. – Começou a explicar. – A bruxa fugiu após Esther transformar os filhos em vampiros. Nossa parenta bem distante teve filhos que se casaram e tiveram netos, bisnetos... Enfim, aqui nós estamos. – ela riu nervosa.
–Como sabe de tudo isso? – Joanne perguntou curiosa.
–Além de vigiar você, Jer e Sophia, eu conversei com Ayanna. Sabe, não tem muito que se fazer do Outro lado. – A vampira falou. –Você é muito poderosa; até mais do que a Bennett. Minha irmã, você não sabe a metade dos poderes que tem. Tu podes ressuscitar criaturas da natureza sem se desgastar tanto, mas lembre-se que tem consequências.
–Por que você está me dizendo tudo isso? – A irmã perguntou estranhando o fato.
–Não posso interferir, Jessie. – falou usando o verdadeiro nome da irmã. –Você sabe que tem regras do outro lado. Se prepare, você irá precisar. Eu sinto. – Dakota suspirou. – Amo você. – a irmã acariciou a bruxa.
Dakota sumiu. Aflita, Joanne foi tentar dormir pensando nas palavras preocupantes da irmã. Se ela disse aquilo tudo foi porque previu alguma coisa mesmo sendo vampira. Os sentidos não mudam. Tinha algo que a preocupava e Joanne sentia que iria descobrir da pior forma.
No dia seguinte, Lucy acordou ao lado de Kol sorrindo. Ajeitou as cobertas azuis que cobriam o seu corpo e levantou-se da cama. Andou até seu closet onde pegou uma roupa: short jeans preto com tachas douradas, blusa do Ac/Dc e sua roupa íntima vermelha. Foi andando até ao banheiro e começou a cantarolar baixinho enquanto entrava no chuveiro. Depois de passar meia hora no banho, ela saiu e se vestiu rapidamente. Voltou para o quarto ao sentir que Kol estava acordando. A vampira correu para os braços do original e o beijou.
–Amo ser acordado dessa forma. – Ele disse com um sorriso safado. –São que horas? – perguntou após bocejar.
–Já são doze horas, Kol. Levanta a bunda dessa cama e vai para casa. – Lucy disse rapidamente.
–É assim que você me trata? – ele disse fazendo biquinho. – Vou procurar outra namorada então. – ele disse brincando e se levantando.
–Vai. Tenho certeza que ninguém te atura além da minha pessoa. – Lucy deu língua. – E, além disso, — ela sussurrou na orelha dele. – você é meu e não consegue amar ninguém além de mim. – ela disse e mordeu a orelha dele.
Kol não disse nada e selou seus lábios nos dela. Lucy riu e respondeu o beijo a altura. O namorado a pegou no colo encaixando seus corpos. Os dois pararam de se beijar e se encaram por um breve instante. Lucy sorriu ao fitar aqueles olhos castanhos que ela se apaixonara desde a primeira vez. O Mikaelson também sorriu ao ver aqueles olhos da cor do oceano. A ponta do nariz fino da vampira esfregou-se na ponta do nariz dele.
–Amo você, minha baixinha. – ele disse e deu um selinho nela. – Mais do que minha própria vida.
–Vindo de um Mikaelson é muito. – ela brincou e ele a encarou sério. – Também amo você, Anjo. – ela disse e eles se beijaram de novo. Kol a pôs em cima da cama de casal e ficou por cima dela.
–Arram. – Joanne os chamou da porta. – Já atrapalhando vocês, Rebekah e Klaus estão lá em baixo. Então andem logo! Não gosto de ficar perto de quem matou minha irmã. – a bruxa saiu deixando os dois envergonhados.
Kol vestiu-se rapidamente enquanto Lucy ajeitava o cabelo. O original escovou os dentes em velocidade vampiresca e pegou a namorada pela mão. Eles desceram as escadas rapidamente e viram Bekah e Klaus sentados no sofá. Lucy ficou orgulhosa de Joanne, já que aceitar os dois originais em sua casa era um grande passo que ela tinha feito.
–Oi pombinhos. – Bekah falou. – Sinto muito atrapalharmos a diversão.
–Pode falar irmã. – Kol disse.
–Não temos notícias da Kelsy há uma semana. Ela pode preparar alguma coisa, não esqueça que a humana te ameaçou de morte, Sophia. – Klaus disse e ela o olhou atordoada.
–Uma caçadora sempre cumpre sua promessa. – A original murmurou. – Relaxem que eu estarei pronta caso algo aconteça, já até mudei o local das estacas.
–Bom, era só isso. – o híbrido levantou-se da poltrona. – Até mais, cunhadinha.
–Tchau, Lucy. – Bekah deu um beijo na bochecha da caçadora e saiu da casa com Klaus.
–Enfim sós. – Lucy falou abraçando Kol.
–Não até porque eu tenho um negócio para resolver. – ele falou e ela franziu as sobrancelhas. –Lembra que você me prometeu que nós iríamos para Nova Orleans quando tudo acabasse? – ele a perguntou.
–Faz muito tempo. Tem certeza que você quer voltar para lá? – ela perguntou.
–Foi lá onde minha família foi feliz pela única vez. Quero que você conheça tudo. – ele disse com os olhos brilhando.
–Se é tão importante para você, nós podemos ir. – Lucy falou e deu um selinho no namorado. – Mas antes tenho que falar com Joanne. – eles se beijaram demoradamente.
–Anjo, eu tenho que resolver um negócio e depois volto para cá. Estou com o celular, então qualquer coisa me liga. – ele a beijou e saiu pela porta.
Depois que Joanne saiu para fazer compras, Lucy ficou sem nada para fazer. Fazia uma hora e meia que Kol tinha saído. Ele só tinha mandado uma mensagem dizendo que iria demorar mais um pouco. Sem ninguém em casa, ela resolver passar na mansão dos Mikaelson. Lucy pegou seu porsche preto e dirigiu até lá. O que ela mal sabia era que Kelsey observava tudo de longe e a seguiu até a casa dos originais.
Chegando à mansão, Lucy estacionou o carro e tocou a campanhia. Como a casa tem passe livre para vampiros, ela entrou sem dificuldade. Lucy pegou o celular para ligar para Kol e ele não atendeu. Tentou várias vezes e nada. Ela tava se sentindo ameaçada de estar ali sozinha.
–Ah, Kol, você não atende a merda do telefone. Estou na sua casa. Vem logo para cá, to sozinha e sem muita munição. – ela deixou o recado na secretária eletrônica.
A caçadora original foi até ao estoque de bebidas e pegou umas garrafas de vinho bem caras. Quebrou uma parte da garrafa e bebeu ali mesmo. Quando ela se sentou no divã branco da sala, ouviu um barulho vindo da porta. Rapidamente, ela sacou sua arma de fogo e outra arma com balas de carvalho branco molhadas em veneno de lobisomem.
–Quem está ai? – Gritou e não obteve resposta. Virou para o lado vendo uma sombra e riu. – Olá Kelsey. – disse apontando a arma de balas de madeira.
–Que prazer em vê-la. – a caçadora humana respondeu segurando uma estaca de carvalho branco e nas outras mãos tinha uma arma.
(Coloca a música Lucy – Skillet).
–Não pense que será tão fácil brigar comigo. – Lucy disse irônica e atirou uma bala no ombro da outra caçadora.
Kelsey atirou uma bala de carvalho branco que perfurou o coração de Lucy. A caçadora original gritou de dor e retirou a bala rapidamente enquanto Kels disparava mais. Lucy, em velocidade vampiresca, acertou um soco na cara da humana. Ela se recompôs rapidamente enquanto a vampira original retirava as outras balas de seu corpo. Aproveitando a distração de Lucy, Kelsey largou a arma e atacou com a estaca. Lucy pegou a humana no ar e as duas caíram no chão. As duas caçadoras estavam machucadas, mas a original estava morrendo por dentro já que algumas balas estavam em seu corpo.
Lucy estava caída no chão enquanto Kelsey se aproximava lentamente. Juntando todas suas forças e pensando em Kol, a original levantou-se rapidamente e ficou frente a frente com a outra caçadora. A namorada de Kol estava sem munições enquanto Kels segurava a estaca de carvalho branco. Lucy sentiu uma dor enorme e viu o buraco enorme da bala que estava em seu coração.
–Mais uma e você morre. – Kelsey falou. – Nada disse aconteceria se você não tivesse se apaixonado por um original.
–Amar agora é crime? Eu sei que eu errei por amar Kol e, você queira ou não, eu paguei por esse erro. Minha melhor amiga morreu assim como muitos que eram leias a mim. – Lucy falou. – Se você não entende é porque não conhece a história toda. – Lucy sentiu o veneno do carvalho branco se espalhar pelo corpo e caiu de joelhos no chão. – Eu o amo, Kelsey. Você não pode fazer nada contra isso. – ela disse e gritou em seguida.
–Vou acabar com seu sofrimento. – Kelsey disse. – Pronta ou não eu irei cumprir minha promessa, Sophia. Caçadoras nunca quebram a sua palavra e é por isso que eu não te considero uma.
Em questão de vinte segundos, a caçadora humana vendo Lucy sem conseguir se mexer enfiou a estaca de carvalho branco em seu coração e a caçadora original começou a pegar fogo.
POV Kol
Assim que sai da casa de Lucy, entrei em meu carro e dirigi até ao aeroporto da cidade. Conversei com alguns vampiros que trabalhavam lá. Eles conseguiram um jatinho novo para nós irmos até Nova Orleans. Sorri e sai correndo para o carro, estava ansioso para contar a novidade para Lucy. Entrei em minha range rover e peguei meu celular. Tinham várias ligações da minha namorada e uma mensagem de voz que acabava de surgir:
–-Ah, Kol, você não atende a merda do telefone. Estou na sua casa. Vem logo para cá, to sozinha e sem muita munição. — E aí acabava o recado.
Ela era burra? Eu arranquei com o carro, tinha que tirá-la o mais rápido da minha casa. Graças a minha sorte, não tinha transito! Liguei para seu celular várias vezes sem obter resposta. Cheguei em nove minutos por pura sorte. Ouvi o barulho de um grito, do grito dela, e entrei em total desespero.
–LUCY! – gritei e ouvi um gemido de dor.
Quando cheguei à sala, ela estava pegando fogo. Vi Kelsey rindo e toda ferida. Meus olhos se encheram de ódio. Muito ódio. Não pensei antes de quebrar o pescoço da caçadora humana. Virei-me para trás e vi Lucy. Ao vê-la queimando quis morrer junto com ela. Os olhos azuis da minha princesa, que estavam cheios de lágrimas, olharam para mim e ela só teve tempo de sussurrar uma última coisa:
–Eu amo você. – e o fogo a consumiu totalmente.
Antes que pudesse fazer algo, era tarde demais. Todos os momentos que passamos juntos vieram em minha cabeça. A primeira vez que eu olhei em seus olhos azuis dela. A primeira vez que nos beijamos, nossa primeira noite, quando ela disse que me amava, quando eu me juntei a ela – mesmo contrariando meus irmãos-, me lembrava dela dizendo que eu era sua escolha... Lembrava-me de tudo e isso era o que mais doía. Lucy estava morta. Só que dessa vez era para valer e não tinha nada pior do que perder o amor da sua vida para sempre.
Senti meu corpo pesado e caí no chão em frente as suas cinzas. As lágrimas escaparam e eu chorei muito. Havia uma cratera gigantesca em meu coração, uma ferida que jamais curaria. Eu precisava dela aqui. Lucy era a única razão que me mantinha vivo e nada nesse mundo faria sentido sem ela. Eu queria abraçá-la e nunca mais soltar. Eu queria sentir seus lábios finos nos meus. Eu a queria do meu lado. Eu precisava dela e eu a amava; essas eram minhas únicas certezas naquele momento.
–Hey Lucy, I remember your name ... – sussurrou em meio das lágrimas que insistiam cair em sua face. – Eu vou te trazer de volta, Anjo. – ele disse ao pegar suas cinzas. – Ou irei morrer tentando.
Notas finais
...
To viva! Ufa!
Chorei escrevendo esse capítulo. Foi maldade minha, mas esse momento ta planejado desde o início da fanfic. Não ficou totalmente com a idéia original, mas eu gostei e espero que vocês gostem. Bom, para eu postar o PRÓXIMO CAPÍTULO cujo nome será De volta da terra dos mortos eu quero que esse capítulo tenha 10 reviews ou uma recomendação.
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