Notas iniciais
Well well... Espero que gostem! Se apreciarem, por favor, comentem com suas opiniões! Vamos enfrentar a Nação do Fogo? Ou iremos deixá-la ganhar a Guerra dos 100 Anos? Junte-se à mim!

'' Eu odeio admitir para mim mesmo ou para Katara, mas se ela tem esperança que uma antiga lenda inventada e reinventada por centenas de pessoas através dos séculos é verdadeira, eu devo acreditar também. Katara é impressionada, mas eu sou o líder da minha tribo, e tenho, por obrigação, protegê-la. Eu sou cético e não vejo muitas razões para acreditar em um monge careca que tem a capacidade de dobrar os quatro elementos, afinal, Katara nem mesmo dobra o elemento dela. Mas, ela acredita; realmente. Depois que meu pai partiu para o Reino da Terra, para lutar na guerra contra a Nação do Fogo, eu tenho a responsabilidade de proteger a família, e não vou deixar nenhum mal acometer Katara ou mesmo a vovó. A Nação do Fogo já tirou muito do nosso povo, dos Nômades do Ar e do Reino da Terra, mas um dia o Senhor do Fogo, Ozai, pagará por cada massacre. E, quando este dia chegar, faremos churrasquinho de Dobradores de Fogo. Afinal, eu sou o homem da casa agora. Se eu acredito no Avatar? Pela Katara, sim. '' — Sokka Vahari.

Frio. A canoa de dois jovens se movimentava lentamente na superfície das águas cristalinas do oceano antártico. Ao redor, havia somente os vários quilômetros de água e as grandes geleiras rachadas e de tamanhos variados. No interior de uma simples canoa de madeira com a insígnia de sua tribo, estavam dois jovens de pele morena inertes em seus próprios pensamentos e atividades. A garota de pele de oliva, tinha seus cabelos docemente contidos em uma trança única que impedia os fios revoltos de correrem para seus olhos, e estava em pé na extremidade da canoa, enquanto fazia gestos bizarros com as mãos e mantinha seus íris de um mel escuro fixados para a superfície da água, que sofria com leves ondulações aleatórias. Enquanto isso, um rapaz magricelo e ossudo, cujo cabelo era apenas um rabo de cavalo centralizado em sua careca, mantinha sua concentração nas águas ao redor da canoa, e esperava acertar um peixe que nadasse ao alcance de sua lança para, enfim, pegá-lo. O tamanho de sua frustração estampada em seu semblante se dava sempre que um peixe ousado para nadar ao alcance de sua arma era inexplicavelmente jogado para o casco de sua canoa, fazendo-o errar a água.

O que está acon... — resmungava ele ao virar-se. — KATARA! — gritou, fazendo sua voz ecoar. A menina virou -se para ele imediatamente, fixando seus olhos tão azuis quanto o azul do mar em seu irmão.

KATARA, o que você tá fazendo?? — indagou ele, parecendo furioso.

O quê? Se você não consegue dar conta de apanhar uns simples peixes para o jantar, deveria ter trazido a vovó para fazer o trabalho! — retrucou Katara, no mesmo tom de voz usado pelo irmão.

Você está espantando meus peixes com essa coisa estranha que você faz. Quer comer gelo no jantar? — exprimia-se ele aos berros. Voltou então a pegar sua lança e virar-se, esperando que caça-se algum peixe para o jantar. Sua irmã voltara a se concentrar também aos seus afazeres. Enquanto Sokka tratava de conseguir o jantar, Katara fazia o mesmo a sua maneira; a disputa entre eles era algo comumente em seus dias.

Primeiro: Não é estranho, é Dobra de Água. Segundo: Vou conseguir nosso jantar, antes que você nos deixe morrer de fome — dizia ela, enquanto voltava a realizar novamente os gestos com as mãos, fazendo a água tremer.

Sokka! Sokka! Olha isso! — exprimia-se ela para o irmão com os olhos marejados, quando finalmente ela erguera os braços em um ângulo sobre os ombros e duas esferas d'água emergiram da superfície contendo dois peixes dentro respectivamente, levantando-as acima da canoa.

O que foi foi agora? — perguntou Sokka, ao virar-se para encará-la. Imediatamente ambas esferas que moviam-se pelo ar foram explodidas pela extremidade pontuda da lança de seu irmão, quando esta dançou ao seu giro, fazendo um dos peixes cair nas bordas da canoa e outro dentro d'água novamente; Sokka fora encharcado pela água que caíra em sua cabeça. — Me chamou para me dar outro banho?! — exclamou ele, enquanto gritava atônito.

Não acredito que você deixou escapar um dos peixes que eu havia conseguido! — gritou Katara, balançando os braços furiosamente.

O que? Sempre quando você brinca com água mágica eu acabo... ahhh... molhado! — exclamou Sokka, sacudindo a cabeça e jogando água para todos os lados.

Não é água mágica, é Dobra de Água, um... — tentou explicar.

... uma arte muito antiga e rara da nossa cultura e blá blá blá — completou ele, com ironia.

A canoa na qual navegavam entre aquelas águas gélidas fora impulsionada por uma leve brisa que se propagara, e que crescera gradativamente, e logo a corrente marítima tornou-se uma forte ventania, fazendo com que ambos se movessem cada vez mais rápidos dentro daquela canoa simples em direção á um arco formado por duas geleiras do tamanho de prédios.

Kataraaa! Katara! Faça alguma coisa!! Nos tire da mira!! Anda! Rápido!! — exprimia-se ele aos berros, enquanto tentava usar o único remo que possuía ao seu alcance para fazer a canoa virar, porém sem sucesso. Katara estava atônita e se segurava para não ser lançada para fora. A canoa era convergida para a direção de uma grande geleira, enquanto esta se deslocava velozmente sobre a água. Antes de atingirem-na, a canoa se chocara contra uma camada rasa de gelo flutuante a qual estava imóvel sobre a superfície da água; ambos foram lançados para frente e escorregarem sobre a superfície do gelo circular.

Pronto, Katara. Feliz? Passou de estranha para aberração — disse Sokka descontente, esparramado sobre o gelo.

Se não tivesse me deixado brava, isso não teria acontecido — retrucou.

E agora? Não temos nem o peixe que havíamos conseguido para o jantar! — respondeu Sokka, enquanto se virava contraposto e abraçava os joelhos.

Havíamos conseguido? EU tinha pegado ele! E VOCÊ deixou ele escapar! — dizia Katara, aos berros, e continuava com o sermão ao seu irmão — Sinceramente, eu tô cansada! Sempre coloca a culpa da sua imbecilidade em mim! Você não consegue fazer o certo, e eu sempre levo a culpa! — gritava para o irmão, enquanto balançava os braços aleatoriamente.

Katara... — disse Sokka, tentando dizer algo que se perdeu entre os berros de sua irmã.

EU sempre fico com o trabalho da aldeia toda! E você, o que você faz? Nada! E o que se impõe a fazer, nunca faz certo! Eu tô cansada!

KATARA!

Não grite comigo! Você pensa que é o papai, mas nunca vai ser! Você nem chega perto do que ele era, e se estamos vivos, é graças a vovó e a mim! Você deveria ser mais agradecido com a vida que leva! E também por ter à mim e a vovó para cuidar de você! — dizia Katara aos berros, enquanto gesticulava com as mãos, e ignorava o irmão, fazendo com que rachaduras fossem entalhadas em um iceberg gigante atrás detrás de si; as tentativas de Sokka em alertá-la eram inúteis, pois os gritos de sua irmã se sobressaiam sobre sua voz temerosa.

Quando terminava de concluir seu sermão, içou os braços no ar, e logo os abaixou rapidamente de forma adjacente ao corpo. Imediatamente, as rachaduras no iceberg culminaram toda sua parede de gelo até seu apogeu, e então, se partiu ao meio.

Katara! — gritou Sokka ao puxar a irmã para seu alcance pelo seu capuz e se segurar firmemente no cubo de gelo ao qual estavam. Quando as partes do iceberg se chocaram contra a superfície da água, ondas gigantes se ergueram e impulsionaram Sokka e Katara para fora do gelo. Sokka fora o primeiro à emergir a superfície novamente, enquanto ainda sentia as vibrações percorrerem a água, e subiu em um dos milhares pedaços de gelo que flutuavam na superfície da água. — Katara! Katara! — gritava ele, à procura da irmã.

Sokka! — ouviu-se uma voz feminina soar tão fraca que quase nem mesmo chegara a ser audível quando a mão de Katara se sobrepôs sobre o pedaço de gelo ao qual Sokka dominava.

Kat! — exclamou ele, deslizando à extremidade do casco de gelo para alcançar sua irmã. Colocou-a devidamente deitada por alguns instantes, segurando-lhe à nuca.

Você ainda vai nos matar — disse ele, ao beijar a testa de sua irmã afetuosamente; seu amor estava muito acima de qualquer briga que pudessem ter.

Eu... eu fiz isso? — disse ela, soando com sua voz fraca, enquanto se levantava.

É, maninha, mas da próxima vez, tente não fazer com que a gente vire comida pros peixes antes da gente jantar eles, hein? — resmungava Sokka, enquanto batia as mãos em sua roupa, tentando sacudir a quantidade de água desnecessária.

Sokka! Olha aquilo! — exclamou Katara ao apontar sobre o ombro do rapaz.

O quê? Ah, não, outra dose de esquisitisse? — disse ao se virar e ficar boquiaberto.

Ao longe, via-se um globo de gelo gigante emergir sobre a superfície da água, causando pequenas ondulações de água, que se expandiam gradativamente, cujo interior predominava uma forte luz branca cintilante e raios luminosos.

Ka-katara, o que é aquilo? — indagou Sokka, não acreditando no tamanho do iceberg que se levantara da água; era três vezes maior do iceberg ao qual Katara quebrara, e mesmo aquele já era demasiadamente grande.

Dentro do iceberg, emitindo aqueles raios luminosos cintilantes, havia uma sombra escura com a forma de um homem sentado.

Não sei, mas temos que ajudar! — respondeu Katara imediatamente ao passo que pulava entre as camadas de gelo sobre a superfície d'água em direção ao monumento congelado e imponente que se erguera sobre a superfície da linha d'água.

Kataraa-aa! — gritava Sokka ao seguir os rastros da irmã.

Ao se aproximar, Katara contemplava o iceberg se tornar cada vez maior; era o maior iceberg que já vira, e ainda assim, em um formado redondamente perfeito. Agora a sombra de um formado humano tinha se tornado nítido para Katara, e tinha certeza que tinha um homem sentado lá dentro. Assim, tão logo quanto chegou ali, ela retirou a arma do pescoço de Sokka, a qual era amarrada por uma corda, e começou a embatê-la contra o iceberg cristalino diversas vezes.

Katara! Vai estragar meu Boomerang! — protestou Sokka em voz algo ao segurar o ombro da irmã. Imediatamente um sopro de vento se originou da perfuração causada pela garota, arrastando-os para longe do iceberg novamente.

A sombra humanoide abriu os olhos brancos, que emitiam uma luz cintilante, e começou a se mover para cima, transpassando a parte superior do iceberg, como se o gelo fosse de água corrente.

Nesse momento, um raio forte de luz irrompeu no céu, dançando nas nuvens.

A visão de um menino cheio de marcas brilhantes pelo corpo, que aproximava-se ao se deslocar no ar em direção à ambos, os deixara boquiabertos. Ao chegar até eles, a cápsula de ar que se movia inconstante ao redor do menino, se desfez, e o próprio chegou ao chão, ficando em pé. As marcas em seu corpo, especificamente na cabeça raspada, nos braços e pés, acabam com as extremidades na forma de uma seta. O garoto fechou suas pálpebras, e todas as marcas, que até então eram iluminadas por uma luz forte incandescente, deixaram de brilhar; Por alguns segundos, ele então os olhos desfocados novamente, mostrando a cor-de-mel pintada em suas íris. Seu semblante denunciava seu cansaço, e então, desfaleceu sobre seus joelhos.

Sokka! — exclamou Katara ao se curvar rapidamente para frente e agarrar o garoto antes que se chocasse contra o chão duro de gelo frio e denso.

Hey... — disse ela com sua voz macia ao segurá-lo pela nuca e tocar suavemente ao tocar-lhe as maças do rosto com a palma de sua mão — Tudo bem? — perguntou, na esperança de que ele despertasse. Felizmente, o garoto abriu os olhos naquele momento, tendo a primeira visão das orbes azuis de Katara; uma linda moçoila de madeixas onduladas, cujos fios de cabelo ultrapassavam-lhe os olhos, e sentiu, enfim, como se todo o frio e gelo do iceberg tivesse derretido dentro de si, sendo preenchido pela sensação de calor vindo do mar azul que eram os olhos de Katara. Ela ficou imediatamente ruborizada.

O garoto ergueu sua mão e levou os fios revoltos de seu cabelo para detrás da orelha de Katara.

Tudo... bem? — perguntou Katara, achando aquela situação desconfortável.

Chegue... mais... perto — respondeu ele em um tom quase inaudível e debilitado. Ela, por sua vez, aproximou seu rosto do garoto para ouví-lo nitidamente e esperando alguma reação do próprio.

Você... quer esquiar nas costas de pinguins comigo?! — exclamou ele em um tom forte e revigorante, pulando do colo de Katara. Ele parecia desorientado, e girava o pescoço em todas as direções, procurando se situar de onde estava. — E você... é? — perguntou ao seu irmão, quando, enfim, se deu conta da presença de Sokka naquele momento.

Quem eu sou? Quem eu sou?! — disse Sokka, aos gritos.

Sim, quem você é? — perguntou o garoto do iceberg novamente.

Quem eu sou? Quem eu sou?!

Katara murchou dentro de suas roupas naquele momento, incrédula com a repetição que seu irmão fazia com perguntas sempre que tentava se mostrar uma figura dominante de alguém que não era.

Eu sou Sokka, Guerreiro Graduado da Tribo Lowa, vindo da Tribo da Água do Sul; Sucessor de Hakoda, Mestre da Tribo da Água do Sul e Guardião do Pólo Sul! — quando, enfim, terminou seus títulos, Katara desejava secretamente ter sido esmagada contra os icebergs, e continuou — Mas, a pergunta é quem é você, forasteiro?! Hein? Veio da Nação do Fogo? É um informante da Senhor do Fogo?! — puxou a irmã para trás de si, apontando o Boomerang para o garoto. — Katara, fique atrás de mim! — disse ele com sua voz superior e acusadora.

O outro coçou a cabeça.

Hãn?

Ah, sim, com certeza ele é da Nação do Fogo, dá pra ver os olhos flamejantes dele e o olhar sombrio — disse Katara, demonstrando o quão ridículo Sokka estava sendo por ter seu senso de liderança e super-proteção demasiadamente aguçado, ao se mover para frente dele — Qual é o seu nome?

É Aang. E o seu?

Ah, eu sou Katara, e esse é o meu irmão complexado, o Sokka. Como você entrou no gelo? — indagou ela franzindo o cenho.

É! Como você entrou no gelo? Hein?! — confirmou Sokka, impondo superioridade em sua voz grossa e rouca.

Hunf! Não sei direito. Simplesmente acordei nos seus braços — explicou ele, deixando Katara ruborizada novamente.

Não se lembra como entrou lá dentro? — perguntou Katara.

Não — respondeu ele simplesmente. — O que o Sokka quis dizer sobre eu ser um espião do Senhor do Fogo?

O quê? Deve estar brincando... Se bem que, meu irmão é potencialmente problemático e nem sempre é lúcido — disse ela.

Vamos, Katara. Precisamos ir embora. Vovó já deve estar esperando por nós, e eu tenho que ascender a fogueira. Já conversou demais com esse aí — disse e se virou para Aang — Foi ótimo te conhecer, tchau. — se despediu ao puxar sua irmã consigo.

Se querem uma carona, o Appa pode ajudar — disse Aang ao mover a mão para sua nuca. — Além disso, chegarão em sua tribo pelo céu antes que escureça.

Não, não precisamos de ajuda. Você já fez o bastante quase nos matando hoje. Vem, Katara — dizia Sokka inconformado, enquanto arrastava Katara.

Sim, ficaríamos gratos se o Appa pudesse nos levar. — ela se virou para o irmão — Como você pretende chegar até a vovó? Nadando? Boa sorte, seu cérebro já é congelado mesmo, só falta congelar essas pernas esqueléticas.

Então está bem, estaremos voando pelo céu em um minuto.

Você é um Dobrador de Ar? — perguntou incrédula ao levar a mão a boca.

Com certeza. — respondeu ao girar 360º no próprio eixo e levantar vôo para o furo na parte superior do iceberg ao qual havia saído.

— Hey! Minhas pernas não são finas! — exclamou Sokka, enquanto olhava para suas pernas; complexado. — Além disso, nada voa! O homem não é capaz de voar!

Ambos ouviram um alto rangido feroz soar, e em seguida, um monstro gigante pular de dentro do iceberg para o mar, levantando várias ondulações na água; ele era gigante e com uma pelagem inteiramente branca que cobria toda extensão do seu corpo até sua cauda. Era notável suas 6 patas e a seta gigante que apontava para sua cabeça, que parecia desproporcional ao seu corpo, igualmente a seta que Aang levava em sua cabeça também. Ele estava montado na cabeça do animal, segurando as rédias presas em seus dois chifres.

Pessoal, esse é o Appa, o meu Bisão Voador! Venham! gritou ele.

Vem Sokka, anda logo! — resmungou Katara ao puxar o irmão e correr em direção ao animal, que se tornava cada vez maior à medida que se aproximavam do próprio.

— Subam pela cauda até o dorso — instruiu Aang, e assim eles fizeram até entrarem em uma cela que s e mantinha presa às costas do animal, presa por cintos que corriam para sua barriga.

Yip Yip! — gritou Aang, e novamente o animal rugiu. Em seguida, impulsionou as toneladas do seu corpo flutuante sobre a superfície d'água e ergueu voo por alguns metros. Logo, seu corpo caiu novamente, levantando ondas de água.

— É, acho que ele está cansado. Mas, uma boa noite de sono e Appa poderá voar pelos céus, vocês vão ver!

Como eu disse, essa coisa não voa — suspirou Sokka ao se deitar sobre a pelagem que cobria as bordas da cela. A cauda do animal se ergueu e bateu novamente contra a água, respingando água em Sokka.

Cuidado com o que diz, o Appa é sentimental — disse Aang, tirando risadas altas de Katara.

A tarde declinou à noite e o crepúsculo trazia os ventos noturnos, quando o dia findou e a escuridão começara a predominar. As estrelas no céu iluminavam aquela noite, enquanto aquele grande animal de algumas toneladas movia-se lentamente sobre a superfície d'água.

Você está longe de casa, né? — perguntou Katara, ao ver Aang a olhando de onde estava.
Espero que longe o suficiente — respondeu ele, sorrindo-a de forma radiante.
Porquê você está sorrindo?
Oh, estou sorrindo? Não percebi, desculpe. Boa noite, Katara — disse ao se aconchegar na pelagem do Appa, deitado sobre sua grande cabeça.
Boa noite... Aang — respondeu Katara ao se virar para o lado na cela, e dormir.

Naquela noite, fora a primeira vez, em um século, a qual Aang verdadeiramente dormira feito um anjo tranquilo sob o teto escuro estrelado.

Notas finais
Comentem, por favor! :)Deem suas opiniões, seja em críticas ou sugestões! Vamos interagir pelos comentários? Obrigado e boa leitura õ/