Notas iniciais
CARAAAAAAA :C me desculpem pelo atraso :c pf :c vcs ainda leem isso aqui? Acho q n :c ain meu core e.e MAS FINALMENTE TEM CAPÍTULO NOVOOOOOOO. Tá difícil de escrever pq minha vida tá uma bosta com farinha, aí eu acabo ficando sem inspiração, me perdoem ;c MEU DEEEEEEEEEEUS, RECEBI OUTRA RECOMENDAÇÃAAAAAAO *OOOOO* LARY SUA DELÍCIA, ME BEIJA *O* VOCÊ É UM AMOOOOOOOR, MUITO OBRIGADA FOFA, DE CORAÇÃO. AMEI DMS. ESSE CAPÍTULO É PRA VOCÊ *O* UM OBRIGADO ENOOOOOORME TAMBÉM PARA TODAS QUE COMENTARAM E QUE NÃO ME ABANDONARAM *-* vocês são dms S2 Esse capítulo tá bostinha, assim como todos os outros, but, é oq saiu ;-; VAI TER SUPRESAAAAA, AGUENTA CORAÇAUM, UI. HSUJAIUHUHASAIJASJA Tem música nesse capítulo. Eu acho que ela não tem nada a ver com o capítulo, mais ou menos, but, ela ficou legalzinha pro capítulo *u* http://www.youtube.com/watch?v=7K2DQ8XBRbU UM BEIJO PRA VCS MEUS AMORES. Boa leitura. Até as notas finais. Não revisei o cap.

Uma semana. Já se passaram exatamente uma semana desde que tudo aconteceu. Uma semana que não vejo Ryan, que não tenho uma notícia se quer dele. Joe não ligou dia nenhum, nem pra perguntar se melhorei da diarreia. Dylan não me mandou uma mensagem, ao menos pra saber se cheguei. É, ótimos amigos que eu tenho. Ôh vida.

Durante essa semana nada demais aconteceu. Apenas o de sempre desde que voltei, fiquei trancada no quarto o tempo todo, não saia pra nada, nem para comer, acho até que emagreci tudo que engordei lá nos últimos meses. Mas mesmo assim eu continuo triste. O motivo da minha felicidade ficou para trás, eu o “trai”, eu o abandonei. Sou uma tristeza para a humanidade, minha vida não tem mais jeito, é o meu fim, adeus mundo. Credo Eliza, não é pra tanto.

Meus pais me matricularam novamente na minha antiga escola, claro, como Elizabeth, mas eu não compareci em nenhuma das aulas e não vou comparecer, já disse que agora só vou ter aulas em casa, não tenho mais cara para sair por aí, vai que eu dou de cara com Ryan? Eu não sei como vou encara-lo ainda, pode ser que eu fuja, como uma garotinha que vai dar o primeiro beijo. Falo isso porque eu fugi no meu primeiro beijo, acho que o garoto ficou pensando que eu tava com medo dele. Mas eu tava, aquela língua era estranha demais. Okay, chega de falar do meu fracasso e vamos partir para a parte boa... Não, não tem parte boa, é tudo um fracasso mesmo, tenho que aceitar.

– Eliza, meu amor, abre a porta, você tem que se alimentar – Minha mãe tentando mais uma vez. Acho que vou quebrar o gelo um pouco, eu to precisando conversar com ela, ou simplesmente ficar deitada chorando. Sim, eu sou chorona, vocês já sabem.

– Mãe... — Resmunguei e abri a porta. Minha mãe estava segurando uma bandeja cheia de coisas gostosas que se não fosse meu estado emocional eu estaria igual porco na bandeja já.

– Meu amor... Como você está... Fedida – Minha mãe fez careta e olhou pro lado. Ótimo, era tudo o que eu precisa ouvir agora.

– Quanto amor. Você tem que me amar até fedida, mãe. É o seu dever aqui na terra – Choraminguei.

– Desculpa filha, mas é impossível. Vá tomar um banho com soda cáustica pra ver se melhora essa carniça – Abriu espaço para que eu fosse para o banheiro – Eu vou dar um jeito nesse lixão seu – Não ouvi mais nada, tranquei a porta do banheiro e entrei em coma, ou melhor, entrei no banho. Eu realmente precisava de um banho, tava parecendo moradora de rua. Deus me ajude.

Após um belo banho de umas duas horas, eu voltei para o quarto limpa e gostosa. Não, só limpa mesmo. Minha mãe estava na minha cama me esperando. Olhei ao redor e vi tudo limpo e arrumado, é eu tava sentindo falta dessa limpeza toda.

– Senta aqui – Minha mãe bateu do lado dela. Me arrastei até lá e me sentei. Encarei o chão – O que aconteceu? Partiu seu coração? — Mães sempre sabem de tudo, ou quase tudo.

– Acho que eu quebrei o dele – Falei baixinho. Como é ruim saber disso. — Eu fui uma falsa com ele desde o início, mãe – Minha voz já falhava pelo choro que eu tentava segurar.

– Não fala assim minha filha – Minha mãe me deitou no colo dela – Você tentou, porém não conseguiu. Nem tudo na vida é como a gente quer – Nessa hora eu já não aguentava mais segurar o choro, já estava desabando tudo o que segurava.

– Eu... Gosto tanto dele, mãe – Falei entre soluços – Não queria que isso acontecesse – Me apertei nos braços de minha mãe.

– Eu sei querida. Olha, dê um tempo pra ele, você sabe onde encontra-lo, pode ir lá sempre que quiser – Minha mãe é um amor.

– Ele não quer me ver e eu também não sei se quero vê-lo, não depois de tudo que fiz – Sequei algumas lágrimas que insistiam em cair.

– Não quero que deixe de viver por isso, eu sei que não é fácil, mas a vida continua, com dor ou sem dor – Fez carinho no meu cabelo de capim.

– Eu sei, mãe... — Resmunguei.

– Não quer sair para dar um passeio? Distrair um pouco ajuda – Me deu um sorriso. Sorri de volta.

– Tudo bem, só 10 minutos, não quero ficar exposta ao mundo – Fiz careta.

– Elizabeth e seu jeito de menina do mato – Me deu um beijo na testa – Vai ficar tudo bem – Sorriu e levantamos para ir ao tal passeio.

Sai do quarto com o pijama que estava mesmo, não queria trocar de roupa, até porque em 10 minutos nada iria acontecer. Já na sala me deparo com meu pai de braços abertos e com uma cara de quem tá recebendo uma pessoa que não vê há anos.

– Finalmente resolver sair da toca – Me puxou para um abraço.

– Ai pai, menos né, nem foram tantos dias assim – Revirei os olhos e retribui o abraço. Senti falta disso.

– O suficiente para te deixar uma tripa seca, né – Me girou um pouco.

– Tô mais gostosa – Dei de ombros. Ele negou com a cabeça e se jogou no sofá.

– Leva essa menina para comer um belo hambúrguer, é disso que ela precisa – Bem que eu queria mesmo.

– Vamos querida – Sai com minha mãe e fomos rumo ao carro. Pera aí...

– Pra quê ir de carro? Só dez minutos, lembra? — Arqueei a sobrancelha.

– Relaxa – Deu de ombros – Você precisa. Vamos – Abriu a porta pra mim. Mas que gentileza, me senti uma princesa. Ui, isso rimou. Tá, já parei.

Seguimos para uma lanchonete que tinha ali perto mesmo. O lugar não estava muito cheio, mas tinha pessoas o suficiente para ficarem me encarando como se eu tivesse toda cagada. Fomos para uma mesa mais afastada e já pedi logo meu porco assado. Qual é, eu preciso comer muito.

– Mãe podemos levar para casa? — Já passou os 10 minutos.

– Não, vamos dar uma volta por aí ainda – Meu saco mesmo. Bufei.

Depois de comer todo aquele mutante, saímos para dar uma voltinha. Encostei a cabeça no vidro do carro e fiquei presa em meus pensamentos, ou melhor, presa em Ryan... Mas que droga, eu não consigo mesmo esquecer esse garoto, tô vendo que vai ser difícil.

–.-

Depois de mais de 2 horas andando por aí, minha mãe resolve voltar pra casa. Finalmente! Nunca vi 10 minutos tão longo.

– Até que fim – Me joguei no sofá, exausta.

– Para de reclamar que pelo menos assim você se distraiu – É, ela até que tá certa.

– Que seja. Não saio mais com você – Dei língua pra ela.

– Amanhã você já tá pedindo pra sair de novo, se bem te conheço. — Dei de ombros. Ouço a campainha tocando.

– Eu atendo! — Gritei. Mas o quê? Por que eu quero atender? Ah, deixa pra lá.

Levantei igual uma lesma e segui até a porta. Enquanto isso a pessoa estava desesperada tocando desesperadamente a campainha. Parece até que nunca tocou isso. Eu hein.

– Calma coisa, já vai... — Perdi a fala no momento em que abri aquela porta.

Não pode ser... Nesse momento eu perdi tudo, não só a fala, até as pernas já se perderam por aí. Meu coração acelera a cada olhar que nós trocamos. É ele.

Porque? O que ele está fazendo aqui?

– Ryan...? — É só o que consigo dizer. Impossível acreditar.

Notas finais
Eu sei, vcs querem comer minhas tripas ;c tá pequeno, mas não conseguir fazer mais que isso aí ;c NO PRÓXIMO TEM EMOÇÕES *OOO* SOCOR Até mais, bjaum S2