The Hated
2 Capítulo 1: Power and Control
Capítulo 1: Power and Control
O grito de Sam ecoou por todo o salão. As pessoas estavam completamente perplexas e
procurando daonde esses tiros saíram mas era em vão. Julie estava em prantos sentada em
sua cadeira de linho e os seguranças estavam tentandotentando sem sucesso mantermanter os
convidados calmos e parados dentro do Grand Saloon. Catelyn estava chorando quando Peter,
seu irmãoirmão chegou. Peter era o chefe da segurança dos Big Brother Security, a empresa de
segurança de Spring Town.
Cat o que ta acontecendo? -Perguntou Peter.
O sr. Johnson. Ele levou três tiros no peito. -Catelyn se tremia da cabeça aos pés.
A dra. Silver já estava chamando uma ambulância e logo tentou dar os primeiros socorros a
Samuel mas já era tarde demais.
Peter, não deixe ninguém sair do Saloon antes que a políciapolícia chegue. Eles precisam
investigar um por um, já que o assassino ainda está aqui. — Dra. Silver estava dando ordens, tinha
tomado a frente da situação.
Entendido dra. Silver. Ouviram a capitã, ninguém sai desse salão até que o xerife chegue.
A cinco quilômetros dali, o telefone da delegacia de SpringTown soava alto cortando todo o
silêncio. Carl Davis, o xerife estava dormindo por cima de um mapa da Mina Lind, a principal
fonte de carvão da cidade e acorda assustado. Depois de bebericar um gole de café, ele atende o
telefone.
Xerife Davis na linha. -Sua voz estava embargada de sono.
Carl, sou eu Silver. Você precisaprecisa vir pro Grand Saloon voando. Samuel Johnson foi
assassinado.
Os olhos de Carl se esbugalharam tanto que quase saíram voando de seu rosto.
Como assim assassinado? Não é possível.
Três tiros no peito à queima roupa. — Silver respondia.
Ok. Dez minutos eu tô aí.
Não poderia ser. Samuel Johnson, seu amigo na infância agora morto. Mas quem será que fez isso
e por que?
As uma e quarenta da manhã o Grand Saloon estava lotado. Crianças dormindo nos braçosbraços
de suas mães, operários pedindo para ir embora pois a Johnson Maquinary, mesmo com essa
morte misteriosa iria abrir com certeza. Samantha Johnson estava agarrada com sua mãe e já tinha
tentado se acalmado. Seu lindo vestido de linho fino azulazul marinho estava completamente
abarrotado e ela detestava suas roupas dessa maneira.
Mamãe quem será que fez isso com papai? -Pergunta Sam.
A mente de Julie está longe.
Não sei minha filha. Não sei.
Dois minutos depois, a sirene do carro do xerife corta o ar dentro do Grand Saloon. Os convidados
respiram aliviados com a chegada de Carl. Ele era um xerife adorado por toda a cidade.
Peter abra a porta auxiliar para o xerife por favor. -Ordenou Silver.
Pode deixar doutora.
Ao entrar no salão, Carl estava cada vez mais confuso e perplexo com tudo aquilo. Seu amigo
Samuel nunca pareceu ter problemas com ninguém e agora estava morto. Isso era estranho.
Carl, você chamou a perícia? -Pergunta Silver.
Sim,estão chegando doutora. -Carl e Silver depois do divórcio não se davam muito bem, se
evitavam mas a situação exigia a união dos dois. -Penelope logo logo chega.
Minutos depois, Penelope Cooper, a perita da delegacia chegara ao salão de pijamas e de cabelos
desalinhados e com umas olheiras negras embaixo dos olhos, mas ela era a melhor em perícia
entre os Três Estados.
Apareceu a margarida. Você demorou agente Cooper. -Carl realmente gostava de Penelope.
Desculpe o atraso xerife, Julia estava com crise de asma. -Julia era a filha de três anos de Cooper
com um cara que sumiu do mapa quando descobriu a gravidez.
Tudo bem agora faça seu trabalho. -Diz Carl.
Penelope se dirige ao corpo imóvel de Samuel e se admira com tamanha violência.
Eu achei que todos gostassem dele aqui. -Diz Cooper.
Eu também achava isso. -Diz Carl decepcionado.
Minutos se passam até que Carl ouve uma gritaria do lado de fora do Grand Saloon. Peter grita
com um rapaz alto de cabelos negros que diz que precisa entrar no local. Carl então grita.
Peter deixa ele entrar.
O rapaz esboça um riso e entra no salão e perde sua visão no corpo de Samuel, mas antes ele
encara Julie, que olha para o rapaz assustada.
Não pode ser. -Diz Julie.
O que houve mamãe? -Pergunta Sam com a voz embargada de sono.
O que você deseja rapaz? Eu nunca te vi aqui. -Diz Carl.
Eu recebo uma ligação mais cedo dizendo que eu precisava vir ver a morte de um porco
pessoalmente.
A voz do rapaz estava com tom de raiva.
Espera eu acho que conheço você. Você é o...
Sim Carl Davis, sou eu, Edward Stowe, filho de Samuel e quero ajudar a descobrir quem matou
meu pai.
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