The Gângster

10 Os Gângsters


Notas iniciais
Espero que gostem! :)

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Chego em meu prédio.São por volta das cinco da manhã.Eu e Karla saímos do elevador, ela com a maior cara de sono e eu de morta.Na madrugada, Ian me mordeu, beijou, fez quase o caralho a quatro todo.Porém, não dei liberdade para sexo.

E ele respeitou isso, estranho, eu sei

Eu e Karla, apelidamos ele de "O Amante do Sexo", ele sabe? Claro que não.Chegamos em frente a minha porta, e eu pego minhas chaves.Karla pega um papel que estava na porta e lê:

—"Cara Cloe Blutter.Em ocasião com problemas com sua identidade, por não ser mais uma Simons.Você terá que sair de seu apartamento em uma semana.Estamos fazendo isso, porque esse apartamento foi coloco em uns dos pertences de "Simons", mas, já que, você não é mais, terá que se retirar.Atenciosamente, Dono do Prédio Monter Sagaz. " — Eu e ela nos olhamos. - Eles estão nos expulsando, Cloe? Desde quando você não é mais uma Simons?

—Desde que minha família me viro as costas.Não acabou de ler? Eles já me tiraram da família. — Sinto meu peito doer. — Eu não esperava que minha própria familiar me viraria as costas.Está bem, eu disse algumas coisas ontem, mas não pensei que eles concordariam.

—Eles não sabem o que estão perdendo, Cloe.Você é a pessoa mais inteligente que conheço! E vamos sair dessa. — Karla sorrir para mim. — Mas agora, a única coisa que eu quero é dormir.

Concordei com a cabeça.Entramos no apartamento e formos para nossos quartos.Me joguei na cama e me deitei.Eu estava tão confortável na cama de Ian.
Parece que nem havia dado meia hora e meu despertador já tocou.O empurro da cômoda e ele cair no chão parando de tocar.São quase sete horas.Me levanto relutante, pela primeira vez, eu não quero ir para a faculdade.Vou tomar um banho, assim eu acordarei.

xxxxx — já no final do dia...

O sinal toca.Todos levantam, e eu, não muito diferente, também me levanto, pegando meus livros e minha bolsa.Quando todos já saíram, eu finalmente chego ao batente da porta, entretando, ouço o professor me chamar:

—Senhorita Cloe, espere. — Sua voz me trás calafrios.

Dou a meia volta e me aproximo dele.Trinta anos, cabelos morenos curtos cacheados nas pontas, usa óculos, olhos avelã, suas roupas são profissionais, com uma blusa social e calça social.

—Pode me chamar só de Cloe, Sr. Fitze. — Digo, aperto meus livros em meu peito.

—Então você me chame só de Felipe também. — Ele pisca para mim.


Espera, ele piscou para mim? Ele está 'dando em cima de mim'? Torço meus nariz, meia tímida.

—Vejo que você irá se formar logo, daqui dois meses, correto? — Assentir. - Estou orgulhoso de você.Você é uma das minhas melhores alunas.

—Obrigado Senh...Quero dizer, Felipe.Você é um ótimo professor. — Na onde essa conversa vai levar?

—Você está indo comer? Poderíamos ir juntos? Já está em meu horário também. — Ele olha para seu relógio de pulso.

—Oh sim, claro, adoraria sua presença.

Ele me olhou.Oh não, eu disse num tom de outras intenções? Eu dei as costas e comecei a andar, ouvir o som de seus sapatos atrás de mim.O Sr. Felipe é um ótimo médico/cirurgião, eu me identifico com ele.Seu jeito de expressar a matéria me deixa apaixonada!
Saímos da faculdade junto com olhares curiosos.Formos comer algo numa lanchonete perto da faculdade.Entramos e nos sentamos quase no fundo, ele me puxou a cadeira e me sentei.

Que cavalheiro!

Ele se sentou em minha frente e sorrio para mim.

—É por minha conta, pode pedir qualquer coisa. — Diz o Sr. Felipe.

—Não, que isso. — Ele me olhou feio. + Tá bom, mas o próximo, é por minha conta.

Sua boca ficou entre aberta.Eu dei a entender denovo!? Pedir um café, podia ser mais ou menos a tarde, mas ainda estava com sono.Pedimos e começamos a conversar sobre a medicina.

—A pior parte é quando o paciente falece.As vezes somos nós médicos que devemos dizer a família. — Ele comenta.

—Devo imaginar o quando é difícil.Entretanto, eu tentarei até o fim para o paciente não faleça. — Digo.

Ele sorrir largamente.Sua mão fica sobre a minha, olho para nossas mãos.Sinto meu rosto corar.O que ele quer comigo!? Deuses.

—Eu fiquei de olho em vocês desde que você entrou na faculdade. — Sinto-me quente. - E sempre admirei sua determinação.

—Obrigado, Felipe. — Não sei se devo retirar minha mão.

E ele é meu Professor.De repente, ele começa a se aproximar.Eu arregalei meus olhos.

—Eu gosto muito de você, Minha Aluna. — Seu tom saiu rouco.

Quando nossos lábios se encontraram.Ouço alguns toques no vidro da lanchonete.Me afasto rapidamente, sinto meus pelos todos se arrepiarem.Ian está olhando para Felipe furiosamente.

—Ian... — Sussurro seu nome.

Ele começa a andar.Eu me levanto rapidamente, pegando minha bolsa.

—Eu preciso ir Sr. Felipe. — Digo rápido.

Saio da lanchonete como um raio.Vou atrás do Ian, que provavelmente seguiu reto.Virei a esquina, ouço o bagulho alto de pneus derrapando.Mais lá pra frente, seu HUMILDE carro está manobrando.

Ele está bravo?

Seu carro acelera.Rapidamente entro na faixa que ele está.Fico parada na rua, e foi aí que ele freio com tudo, quase subiu na calçada.Claro, recebemos a atenção de todos da rua.Ian sair furioso de dentro do carro.

—TU É LOUCA? — Ele diz, bem puto.

—ME DEIXA EXPLICAR! — Digo.

Espera, o que eu devia explicar a ele? Eu não devia dar satisfação a ele, mas agora...Eu me sinto tão obrigada a explicar isso a ele.Ele bufou impaciente e me chamou com a cabeça.Muitos carros buzinaram.Ando rapidamente em direção ao carro e entro nele.Ian entra e começa a manobrar rapidamente, dessa vez, indo na direção ao contrário que ia.

—Você é louca? — Ouço ele dizer.

—Talvez sim, talvez não. — Tento brincar, mas vejo que não era hora. — É que você saiu daquele jeito, eu me sentir obrigada a explicar.

—Sua vida amorosa não me interessa. — Diz ríspido.

Eu sabia que ia levar uma patada, mas mesmo assim estou aqui.Droga, eu gosto dele! Eu pensei que eu não iria gostar de ninguém, depois de Elias.

Enganada novamente!

Mês que vem seria o nosso casamento, séria, se ele não tivesse feito merda.Vejo que estamos nos distanciamos da civilização.

—Onde estamos indo? — Pergunto.

—Eu tenho mais o que fazer, Cloe.Estamos indo na base, O Casarão. — Ele meio que explica.

Eu assenti.Não sabia que um dia eu iria para o ponto de encontro deles.Paramos numa rodovia, ele parou quase dentro da floresta.Desligou o carro e abriu a porta.

—Olha, é pra tu ficar aqui, e se aparecer gente estranha, rala daqui. — Ele me dá a chave do carro. - Escutou?

—Tá bom, eu já entendi. — Digo.

Ele saiu do carro.É claro que eu não vou esperar aqui dentro, eu tenho que ver como é lá dentro.Sair do carro e fui indo bem atrás dele, claro, na encolha e lá bem atrás.Fez alguns minutos.Me escondo atrás de uma árvore e olho na direção dele.Minha boca fica aberta.Parece uma mansão de férias, de madeira, bem no meio do nada! Ouço muito barulho lá de dentro, alguns carros estavam em volta da casa.Ian entra e eu saiu de trás da árvore.
Ando rápido até a casa e abro a porta.Entro e vejo muitos homens e só alguns garotos.Uns bebendo, outros fumando ou se drogando.Ando até o meio e olho em volta.Na onde Ian foi!? Os homens começam a me olhar.

Eu devia ter ficado no carro!!

—CLOEEE, MINHA QUERIDA! — Ouço a voz de Dylan.

Ele vem até mim, sem camisa, com um copo na mão.Me abraço de lado.

—O que faz aqui? Ian disse que não quer você aqui.

—Ele me mandou esperar no carro, entretando, fiquei curiosa e vim ver a caverna de vocês. — Digo.

—Então seja Bem-Vinda, Flor. — Ele abre os braços. — Vamos, quer beber algo?

Ele me puxa.Alguns homens continuam a me olhar.Dylan para e os olha.

—Ela é do Chefe, então tira os olhos. — Diz Dylan.

Os homens começam a andar em direção ao contrário.Ian parece ser bem respeitado.Dylan me puxa para a cozinha e abre a geladeira.Alguns garotos brincavam de foquinha, jogando comida na boca de um e de outro.

—Vodka ou Pinga? — Pergunta Dylan.Eu nego os dois. — O porra, aqui não tem água.

—Eu não quero nada, só quero achar o Ian. — Digo.

—Ele deve tá resolvendo uns bagulho, acho melhor não ir agora.Vamos, você sabe jogar video-game?

E novamente, ele começa a me arrastar.Dessa vez para a sala, com um sofá enorme e a TV grande.

xxxxx — já a noite...

Eu e um homem batemos nossas mãos uma na outra.Estavamos arrasando todas duplas que jogavam com nós.Estou aqui faz tempo, nem me lembro que horas são mais.Eles aparentaram a gostar de mim bastante.

—Tu é foda garota! — Ouço algum garoto dizer lá no fundo.

Começo a jogar e já tiro a vida do Dylan — no jogo — Ele joga o controle pro lado, enquanto todos gritam zoeiros.Call Of Duty é um dos meus jogos preferidos.

Quando mais nova

Eu sorrio vitoriosa.Esse dia estava sendo um dos melhores.Pego meu copo e tomo o último gole de Vodka.

—Quem é o próximo? — Digo convencida.

Eu nunca fui convencida e tão confiante

De repente, todos ficaram quietos.Pauso o jogo.

—O que caralhos você está fazendo aqui? — Ian cruza os braços. - Em meio de tantos homens!? EIN CLOE?

Viro meu rosto, ele sempre estraga.Me levanto e arrumo minha roupa.Bagunço os cabelos de Dylan, já querendo ir embora.

—Vamos, antes que eu perca a paciência. — Passo por ele. - E vocês, fiquem longe da minha mina.

Minha o que?

Eu disse, ele está me iludindo tanto!Eu e ele saímos da casa.Já era a noite, bem tarde.O caminho até o carro foi totalmente em silêncio.

—Ei, Cloe. — Levanto meu rosto. — Nada mau você jogando, para uma garota.

Finjo uma face de ofendida.Ele rir e entramos dentro do carro.Já com o carro ligado, e manobrando, penso no que se tem para fazer.Encontrar um novo apartamento!

—Você e Dylan se dão bem, não? — Ele comenta, baixinho.

—Sim, ele é bem legal, bem extrovertido.Nada mal, para um Gangster. — Digo num tom brincalhão.

Eu nunca disse assim.Será que é efeito da bebida? Só pode.Balanço minha cabeça.

—Hum... — Ele não me olhou até agora. - E você tá afim dele?

Afim dele?

—Não, eu só o vejo como um amigo, porquê?

—Nada. — Diz curto e grosso.

Às vezes não entendo Ian, uma hora parece interessado em mim e na outra é grosso, ignorante, parece que tem fetiche em me dar patadas!

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Notas finais
espero que tenham gostado :))))