The Guardian
6 Pequena travessura
Notas iniciais
bellitasnv, Sisters_love, Gilda, verinha, CatyTS, Lory Cullen, emma_nuela, dcm, Rafa_aresta, Lolitasss, Vibella, lorenatbellon, paty85 e Erica! Bjos.
Quer dedicar esse capítulo a Vibella, obrigado por sua recomendação!
Vamos à leitura!
Capítulo anterior — Oi querido... Eu não ouvi você chegar! Disse minha mãe, me virei sorrindo para ela.
– Ela é tão linda não acha mãe? Questionei me voltando para Mel e sem me conter tirei de seu rosto uma mecha de seu cabelo.
– Sim é linda e muito parecida com a mãe! Afirmou se aproximando... O pai daquela pequenina era um homem de muita sorte por ter uma filha tão linda e pela filha eu imaginava o quão linda não deveria ser a mãe...
Não tive coragem de tirar Mel do seu conforto e resolvi esperar a pequena acordar... Me sentei em uma poltrona na sala e fiquei ali admirando as crianças e Boris educadamente se manteve quieto velando o sono de Mel... Minha mãe voltou aos seus afazeres e eu me aconcheguei na poltrona ouvindo o ressonar delicado das crianças com a televisão em um desenho animado de fundo.
...
– Ele sempre usa essa roupa! Ouvi a voz de Tomy bem baixinho no instante em que senti um toque delicado em meu rosto, eu havia cochilado sem perceber e estava sendo despertado por pequeninos falantes.
– Tomy como é ter um papai? Disse a melodiosa voz de Melany, me senti intrigado com a pergunta... A pequena mãozinha permanecia em meu rosto, roçando nos curtos fios de minha barba por fazer com extrema delicadesa.
– Ah... É normal! Respondeu Tomy. – Às vezes eu levo bronca... Um montão na verdade... Mas às vezes, várias vezes o papai é... Legal... Queria rir do comentário.
– Eu não ia ligar de receber bronca de um papai! Disse Mel e mais uma vez me vi intrigado... Ela não tinha pai? Resolvi me fazer presente e arregalei os olhos assustando a ambos.
– Ahhhhh... Gritou Mel caindo na gargalhada em seguida no momento em que eu a agarrei trazendo-a para mais perto, colocando-a em meu colo... Tomy também ria e Boris é claro latiu acompanhando a bagunça.
– Quer dizer que os dois estavam me espionando? Perguntei puxando Tomy para o meu colo também... Ambos ainda riam gostoso.
– Que susto! Disse Tomy olhando pra mim com o sorriso ainda nos lábios... Mel se aconchegou em meu peito e eu a recebi com intensidade.
– Vocês são dois pilantrinhas isso sim! Afirmei bagunçando os cabelos de Tomy e Mel riu mais uma vez... Tomy desceu do meu colo.
– Vou no banheiro. Disse ele se retirando da sala.
– E você princesinha... Tudo bem? Perguntei elevando seu rostinho com o dedo, colocando sua face de frente pra minha.
– Eu tô bem! Disse com as bochechas rosadas e mais uma vez o incomodo bem vindo me atingiu, tinha algo de familiar naquele rosto. – A sua roupa é muito bonita! Disse olhando para minha farda.
– Obrigado gatinha... Isso se chama farda! Disse explicando.
– Farda... Igual de soldado? Questionou passando a mão nos símbolos em meu peito.
– É isso aí! Devolvi sorrindo e passando o dedo em sua bochecha ainda rosada.
– O Tomy disse que você e o tio Emmett salvam pessoas no mar. Disse com os lindos olhos me fitando e eu me fascinava com aquela feição infantil e angelical.
– É mais ou menos isso... Somos da Guarda Costeira e nossa função é ajudar pessoas em perigo no mar... O tio Emmett pilota o helicóptero e eu nado em busca da pessoa em perigo... Explicava e ela permanecia me olhando.
– Você nada... Nada no meio do mar? Perguntou arregalando os olhos e eu tive vontade de rir com sua reação.
– Sim... Eu nado! Declarei.
– Nossa... Mas... Mas o mar é grandão e tem que ser bem forte né? Perguntou, mas não me deu tempo de responder. – Ah você é fortão tio, mas cuidado ta... Não deixa a onda te derrubar... Uma vez eu fui no mar e o vovô Charlie tava comigo e ai eu soltei da mão dele e a onda me derrubou e eu engoli água... Mas eu chorei só um pouquinho! Contava ela e eu me mantinha ali admirando aquela encantadora de corações.
– O mar é um lugar lindo princesa... Mas devemos respeitá-lo e nunca... Nunca ir para o fundo ok? Disse e ela assentiu.
– O tio Emmett dirige um quelicoptero? Perguntou e eu sorri assentindo.
– Não é quelicoptero é helicóptero Mel! Expliquei.
– Ele dirige? Perguntou de novo.
– Sim... Ele é piloto de helicóptero e trabalha comigo! Afirmei.
– Deve ser bem legal andar de... De que... He…
– Helicóptero! Soltei e ela assentiu. — Bem eu nunca pensei por esse lado... Mas é você tem razão é legal e eu vou levar você e o Tomy pra voar um dia desses ok? Disse cutucando sua barriguinha.
– Sério? Perguntou arregalando seus olhinhos de novo.
– Sério... Claro... Eu também sei pilotar... Não tão bem quanto o tio Emmett, mas sei e vou levar vocês dois sim... Pode apostar! Afirmei convicto, sim eu os levaria e nada me daria mais prazer... Aquela pequenina estava entrando em meu coração... Não me pergunte por que... Na verdade o motivo não tinha a menor importância... O que importava é que ela me encantava me fascinava de uma forma tão doce e aquecedora que eu iria sim estar perto dela sempre que me fosse possível e a proximidade dela com meu sobrinho só me era um fator positivo... Estranho talvez não é? Eu desenvolver tal sentimento por uma criança a qual nem conhecia os pais, mas algo me aproximava dela... Me impulsionava a querer estar perto... Cuidar e esse sentimento era tão bom, me fazia bem.
...
Aquele final de dia salvou o desastre que havia sido o restante do mesmo e eu fui embora pra casa com Boris no banco de trás após me despedir dos pequenos e de minha mãe.
POV Bella
– Ele te chamou pra sair de novo e quer conhecer a Mel? Perguntou uma Alice completamente empolgada e eu sorri assentindo.– Isso está mais sério do que eu pensava! Respondeu batendo palmas e eu revirei os olhos ainda sorrindo. – Se ele quer conhecer a Mel é porque está realmente interessado em algo sério amiga... Isso é ótimo! Dizia mantendo a empolgação e eu concordava com ela...
– Talvez você tenha razão... Não sei... Vamos com calma, mesmo porque Mel é sempre uma questão complexa e você sabe disso...
– Relaxa e aproveita! Disse. – Nossa o dia foi uma total correria... Dizia Alice e eu me peguei lembrando do meu dia e em especial do momento entre e eu e aquele troglodita e foi quando me lembrei que ele e minha amiga eram irmãos.
– Alli... Você tem dois irmãos certo? Perguntei e ela me olhou meio confusa.
– Sim! Afirmou. – Edward e Emmett... Emmett é o mais velho com apenas um ano de diferença de Edward e eu que sou quatro anos mais nova... É meus pais quiseram formar a família de uma vez só! Soltou meio sem graça e eu sorri.
– Acho que pra criar talvez seja mais fácil! Declarei.
– Ah não sei não... Meus irmãos quando novos eram dois moleques maluquinhos e encrenqueiros, deram muito trabalho... Dizia rindo e me vi curiosa para saber mais. – Edward sempre foi o mais doce verdade seja dita enquanto que Emmett... Ah esse sempre foi o palhaço da casa... Só amadurecei mesmo quando entrou para o exército e logo depois se casou com Rosalie, mas os dois juntos era sempre sinonimo de bagunça... Explicava ela sorrindo... Edward é um doce? Como assim? Aquele homem é o mau humor em pessoa sem contar a falta de educação! – Por que a pergunta? Questionou.
– Ah... Não é nada… Curiosidade apenas... Desculpe! Soltei... Eu jamais iria dizer que o motivo era justamente saber mais do troglodita do irmão dela... É claro que não diria... Mesmo porque eu estaria sendo antiética ao contar a ela algo sobre um paciente e conhecendo bem Alice como eu conhecia podia apostar que ela iria de forma insistente tentar tirar algo de mim.
POV Edward
Across the line — Linkin Park (ouça)
A água estava turva, a visibilidade era quase inexistente... Meu interior se agitava em desespero... Eu sabia quem procurar e o fato de não encontrar me angustiava sobre maneira... Após uma busca desenfreada a vi se debatendo presa pelo pé a uma corrente... Me aproximei rapidamente... Aqueles lindos olhos verdes arregalados gritavam por socorro... Consegui pegar em sua pequenina mão e cheguei mais próximo a ela... Avaliando seu pé preso vi no mesmo escoriações que sangravam por conta da movimentação que ela fazia... Coloquei em sua boquinha a minha cânula de respiração acoplada ao cilindro de oxigênio que carregava... Seus olhinhos permaneciam arregalados, desesperados... Meu coração doía ao ver minha pequenina garotinha sofrendo... Tentei puxar a corrente e percebi que estava presa a algo... Mesmo assim permaneci puxando a corrente com uma mão enquanto o outro braço segurava seu corpinho próximo a mim... Ela ainda se debatia por medo... De repente algo pesado me atingiu a cabeça e meus sentidos quase me abandonaram... Em segundos, um abrir e fechar de olhos, a pequenina havia desaparecido e aquela água turva me impedia de reencontrá-la...
– MEL... MELANY... Acordei desesperando gritando o seu nome, minha respiração alterada e o suor foram avisos claros de que eu havia acabado de sair de um pesadelo... Boris latiu me chamando a atenção enquanto eu tentava regularizar a minha respiração, ao invés de ver o rostinho da pequena Leah eu vi o rostinho de Melany no meio daquele mar revolto... Aquele pesadelo me tirou o sono completamente e eu me vi no meio da madrugada com a necessidade de saber dela... Naquele instante eu almejava apenas vê-la, observar seu sono... Ter a certeza de que ela estava bem... Quase que por impulso liguei para minha irmã em busca do endereço de Mel um telefone que fosse não o fiz é claro, mas a ânsia em saber dela me assombrou pelo restante da madrugada.
...
Vi o sol nascer com Boris deitado ao meu lado na sala... Aqueles olhinhos assustados não saiam da minha cabeça...
– Bom dia amigão! Falei quando percebi os olhos de Boris me fitando.
...
– Esse mosquetão* está muito velho... Vamos trocar. Disse para Erik... Estávamos eu e minha equipe fazendo um levantamento de nosso material, vendo o que era necessário repor e substituir.
– Sim senhor! Respondeu Erik.
– Quando foi a ultima vez que o helicóptero passou por uma checagem? Perguntei a Emmett.
– Há três meses! Soltou firme e eu assenti... Estávamos no prazo.
– Ok... Vamos então repor o que falta e trocar esses materiais que se encontram gastos! Declarei e sai em seguida me dirigindo ao escritório da base... Uma pausa para um café não seria nada mal não é? Além do que me ajudaria a ficar mais desperto já que o sono agora resolvera me incomodar... Maldito!
– Edward Cullen! Ouvi a voz feminina pronunciando o meu nome e me virei já sabendo de quem se tratava.
– Tanya... Soltei sem surpresa, embora a meses não a visse... Tanya estava ainda morando em Petaluma, trabalhando como médica no principal hospital da cidade... O sorriso estampando em seus lábios me fez sorrir de volta. – Como vai? Perguntei e ela diminui a distancia entre nós.
– Ótima! Disse me surpreendendo ao me dar um selinho ao final. – E agora muito melhor! Afirmou logo em seguida... Sua ousadia já me era conhecida, mas ali era meu local de trabalho e eu não gostava de misturar as coisas e também não queria me envolver com ela mais uma vez.
– Tanya... Pronuncie sem graça me afastando dela.
– Ah Edward... Certas coisas não mudam e você sabe disso melhor do que ninguém! Afirmou sorrindo mais uma vez.
– Está passeando? Perguntei tentando desconversar.
– Na verdade estou de mudança! Afirmou e eu engoli seco com a frase.
– Mudança? Perguntei.
– Sim! Sou a mais nova contratada da ala pediátrica do Saint John's Health Center*! Declarou... Este era o hospital onde meu pai era o diretor geral e onde trabalhava também meu cunhado Jasper.
– Que... Que bom! Devolvi.
– Não é? Estaremos pertinho agora Edward... Será maravilhoso... Papai adorou a idéia! Disse eufórica e eu devolvi sua euforia com um sorriso amarelo forçado. – Tenho que ir... A minha mudança deve chegar ainda hoje! Declarou me dando mais um selinho. – Em breve conversaremos com mais calma sargento... Estou morrendo de saudades e tenho a certeza de que vamos enfim nos entender! Disse saindo da sala de café... Ter Tanya por perto não iria dar em boa coisa... Ela nunca se conformou com o nosso termino... De inicio queria me matar, se encontrava revoltada e depois adquiriu o habito de dizer para quem quisesse ouvir que nós apenas precisávamos de mais espaço para no futuro nos casarmos... Vê-la ali na base e saber que ela estava se mudando para Santa Monica fez minha espinha gelar... Eu teria problemas, definitivamente teria problemas... Como se não bastasse os que eu já possuía.
(...)
POV Bella
– Mamãezinha... Você está linda! Disse Mel entrando em meu quarto... Eu estava quase pronta a espera de James.
– Obrigado meu amor! Onde está Bree? Perguntei me virando para vê-la melhor.
– Ela ta na sala de TV! Disse minha gatinha e eu sorri recebendo de volta um sorriso seu... Mel estava estranha... Com os bracinhos pra trás e com carinha de peralta... Contudo não me ative a isso já que a carinha de peralta era uma marca registrada sua... O interfone tocou e eu sai do quarto para atende-lo sendo seguida por Mel... Vi Bree ao longe na sala de TV... A portaria me avisou que James já estava a minha espera.
– Bem... Filha se comporte ok? Disse me virando para ela que se encontrava agora no meio da sala de estar... Mel assentiu piscando os olhinhos... Achei aquilo estranho... Busquei minha bolsa e fui em direção a sala de TV.
– Bree... Você tem o meu numero certo? Qualquer coisa é só me ligar... Não a deixe até muito tarde na frente da TV ok? Dizia enquanto buscava as chaves de casa em minha bolsa.
– Pode deixar Bella... Nós vamos jogar um dos jogos que Mel tem e talvez assistir a algum filme não é Mel? Disse.
– É sim! Afirmou Mel e eu me virei para observá-la me esquecendo momentaneamente das chaves... Sinceramente o comportamento de Mel era suspeito, muito suspeito... Me desfiz do pensamento e me dirigi a porta principal.
– Certo... Até mais tarde então... Soltei me virando... Mel se encontrava próxima a mim, me abaixei ficando a sua altura e depositei um beijo em sua testa. – Boa noite gostosa! Disse me levantando em seguida.
– Boa noite mamãe! Afirmou... Aproximei-me da porta e me lembrei das chaves... Elas não estavam em minha bolsa... Também não estavam na porta... Lembrei-me que um pouco mais cedo abri a porta para Bree entrar...
– Ué... Eu deixei a chave aqui... Me virei mais uma vez para as meninas... Bree se manteve passiva a situação... Mel estava se balançando de um lado a outro de forma discreta e com os bracinhos para trás.
– Perdeu a chave mamãe? Perguntou... Voltei ao meu quarto em busca da chave e nada... Vasculhei a cozinha, sala de estar, sala de jantar e sala de TV com o auxilio de Bree e uma Mel um tanto distante.
– Não é possível! Afirmei irritada... James com certeza já estava impaciente a minha espera, eu odiava fazer as pessoas esperarem partindo do principio que eu odiava esperar... Fui até meu pequeno escritório e nada... No meu banheiro também não estava... Na lavanderia muito menos... – Mas que inferno! Soltei e Mel riu baixinho... Me virei em sua direção com os olhos exprimidos em busca dos seus e ela quando me viu arregalou as orbes verdes azuladas pra mim. – Melany... Respirei fundo e ela deu um passo para trás... Sai da cozinha e fui em direção ao único cômodo onde ainda não tinha procurado... O quarto de Mel... Vasculhei o quarto e no mesmo instante o meu celular tocou.
– Bella? Chamou-me James e eu suspirei envergonhada.
– James... Me desculpe... Isso... Isso é tão embaraçoso... Eu... Eu estou presa em casa... Falei me virando e fitando Mel na porta do seu quarto ainda com as mãoszinhas pra trás.
– Presa? Devolveu interrogativo e eu suspirei mais uma vez.
– Sim... Eu estou procurando as chaves de casa e não acho... Perdi não sei onde...
– Entendo... Bem me desculpe ligar... Mas é que temos reservas e...
– Eu sei... Oh mil perdões James... Espere um segundo sim... Eu vou dar um jeito, por favor...
– Claro Bella... Sem problemas... Disse e em seguida encerramos a ligação... Olhei para o teto...
– Se as chaves não aparecerem agora... Busquei meu auto controle respirando fundo ao passo que pensava na melhor forma de ameaça, me voltei para Mel que permanecia no mesmo lugar... Estava na cara que ela tinha algo haver com o sumiço das chaves. – Se não aparecerem agora alguém vai ficar sem as tão sonhadas férias na Disney! Afirmei categórica mantendo os olhos fixos em Mel e ela ofegou no mesmo instante arregalando suas orbes...
n/a: Mosquetão* — Anel metálico que possui um segmento móvel , chamado gatilho, que se abre para permitir a passagem da corda. É um equipamento típico de uso em esportes que utilizam cabos (cordas) como item de segurança, como escalada, por exemplo.
Saint John's Health Center* — Centro hospitalar situado em Santa Mônica Boulevard — Santa Mônica — Califórnia.
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Aderindo a moda aí vai um Spoiler quentinho:
–Sabe qual é o seu maior problema sargento Cullen? Questionei e ele se aproximou de mim, não deixei ele responder. – A ignorância! Afirmei convicta, contudo calma e ele respirou fundo.
–Ora sua... Sua... Respirou fundo. – Acabe com isso de uma vez... Me libere! Disse procurando se controlar.
–Até a próxima sessão sargento! Declarei com a mão na maçaneta e ele se aproximou ainda mais, ficando de frente pra mim... Nossos olhos se encontraram e eu me vi submersa naquelas orbes verdes azuladas... A tensão a nossa volta era palpável... Eu poderia jurar que a mesma se canalizada faria funcionar um aparelho elétrico... Céus o que estava acontecendo?
– Prepotente! Disse a milímetros de distancia de mim... Olhando dos meus olhos para os meus lábios e eu fazia o mesmo...
–Troglodi... Tentei dizer, mas fui interrompida por seus lábios que prensaram os meus...
Notas finais
Aguardo ansiosa pela opinião de vocês!
Bjos e até o próximo capítulo!
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