The Guardian
7 O Googo sabe tudo
Notas iniciais
Obrigado as lindas emma_nuela, laryssa, CatyTS, bellitasnv,
Lory Cullen, LêhRobsten, Diana Sousa, sissy, Carolpass,
Vibella, Gilda, Eclipse She, Lolitasss, Erica, jamillesmoura e
Isesantarem pelos reviews! Bjos.
Vamos a mais um capítulo!
Capítulo anterior — Eu sei... Oh mil perdões James... Espere um segundo sim... Eu vou dar um jeito, por favor...
– Claro Bella... Sem problemas... Disse e em seguida encerramos a ligação... Olhei para o teto...
– Se as chaves não aparecerem agora... Busquei meu autocontrole respirando fundo ao passo que pensava na melhor forma de ameaça, me voltei para Mel que permanecia no mesmo lugar... Estava na cara que ela tinha algo haver com o sumiço das chaves. –Se não aparecerem agora alguém vai ficar sem as tão sonhadas férias na Disney! Afirmei categórica mantendo os olhos fixos em Mel e ela ofegou no mesmo instante arregalando suas orbes...
The forgotten — Green Day (ouça)
E mesmo com todos os sinais de culpa em seus olhinhos e corpo ela permaneceu caladinha apenas me olhando... Vi seus olhos se encherem d’água... As lagrimas prontas a cair. – Mel... Disse me aproximando dela... Bree apenas nos assistia sem entender nada.
– Não pode... Você... Você prometeu... Falou... Mel nas férias a mamãe vai te levar na Disney... Você... Dizia e as lagrimas começaram a cair. – Você prometeu! Disse derrotada abaixando a cabeça.
– Filha... Mel... Isso é tão feio! Declarei chateada.
– Eu não quero... Não gosto desse James...
– Mel você nem o conhece...
– Não quero... Não pode... A mamãe é minha e não vou dividir com ninguém... Só com o meu papai! Disse escondendo o rosto com as mãozinhas.
– Mel já conversamos tanto sobre isso... Bree muito educadamente nos deixou a sós.
– Eu sei que ele existe... E eu vou encontrar... Mamãe... Eu vou encontrar um papai pra mim... Dizia voltandando a me encarar com o choro solto agora... Me ajoelhei a sua frente e abracei seu corpinho e ela se escondeu no lugar de sempre... Meu pescoço.
– Mel... James é só um amigo da mamãe... Apenas um amigo! Afirmei retirando seu rostinho do esconderijo... Enxuguei suas lagrimas. – Eu vou tão somente jantar com ele... Nada, além disso, meu amor... Não existe nada oficial... Nada! Declarei me levantando. – Você pode, por favor, me entregar as chaves de casa? Pedi e ela respirando profundamente ao passo que limpava o rosto com as pequeninas mãos entrou em seu quarto indo de encontro às prateleiras cheias de bichinhos de pelúcia e pequenas bonecas... Atrás deles havia um pote todo colorido presente de minha mãe... Mel despejou todo o conteúdo do mesmo em cima de sua cama... Caíram moedas e notas e eu me surpreendi com a quantidade, no meio de tudo estavam minhas chaves e ela pegou em sua mão se virando pra mim... Fiquei hipnotizada vendo o seu dinheiro espalhado na cama constatando o quanto meu bebê era consciente.
– Eu to juntando pra comprar o seu presente de natal mamãe! Disse ela de forma inocente levantando as chaves em minha direção... Ajoelhei-me mais uma vez na frente dela... Quem iria chorar agora seria eu com total certeza... O jantar com James já havia se tornado coisa do passado, bem como qualquer possibilidade de algo mais sério entre nós... Abracei minha sapequinha a enchendo de beijos no rosto ainda marcado pelas lagrimas.
– Mel... Disse olhando em seus olhos novamente. – A mamãe te ama muito e só quer o melhor pra você... Entende isso? Perguntei penteando sua franja já um tanto crescida e ela assentiu sem graça. – Você me ama? Perguntei...
– Eu te amo muitão mamãe! Disse sorrindo ao final... Levantei minha saia e me sentei no chão... Mel me acompanhou sentando a minha frente, bem próxima a mim... Peguei em sua mãozinha e permaneci olhando em seus verdes azulados que sempre me encantavam.
– Eu te dou tudo o que você precisa? Perguntei.
– Sim! Respondeu minha gatinha.
– Já faltou alguma coisa pra você? Questionei e ela inclinou sua cabecinha para a direita sem deixar a nossa conexão.
– Não! Afirmou.
– Gostosa me perdoa... Me perdoa por não te dar o papai que você merece ter... Disse sem conter as lagrimas...
– Não chora mamãe! Pediu ela se ajoelhando e com as pequeninas mãos enxugando o meu rosto.
– Você é o amor da minha vida, vai sempre ser... Declarei e ela me abraçou com toda a sua força... Coloquei-a em meu colo. – Gatinha... O certo é nos casarmos e depois termos os filhos... Assim como sua tia Alice fez... Mas... Mas a mamãe não fez assim e com isso você ficou sem papai... Explicava... Mel se mexeu em meu colo ficando de frente pra mim...
– Você se perdeu dele não foi mamãe? Perguntou-me... Deus como contar a uma criança que ela nasceu de uma inconseqüência, de uma loucura entre dois completos desconhecidos? – Não chora não mamãe... Eu vou encontrar ele... Eu sei que vou... Você sente falta dele não é? Questionava e eu me via sem saber o que dizer... Por mais que Mel fosse precoce, sua pouca idade ainda não me permitia me abrir com ela e explicar a veracidade de certas coisas. – Não se preocupa não... Eu vou achar ele e aí vamos ser uma família igual a do Tomy! Disse sorrindo e me abraçando mais uma vez.
...
Meu final de noite foi preenchido pela companhia de minha peraltinha. Após dispensar Bree pagando-a pela noite, eu e Mel fomos assistir uma das dezenas de filmes da Barbie que minha filhota tinha... Agora deitada aqui em minha cama, depois de acomodar uma Mel adormecida em seu quarto me via mais uma vez distante da possibilidade de ter um relacionamento sério, com alguém responsável e que não via problema de estar com uma mãe solteira... James me parecia ser essa pessoa e talvez realmente fossemos compatíveis pelo que tudo indicava, contudo mais uma vez Mel dava fim a mais uma possibilidade... Não era a primeira vez que isso acontecia... Quando ela ainda era bebê...
Flash Back On
– Ele sempre foi um bom rapaz Bella... Ajuizado e agora formado engenheiro... Seria o marido perfeito querida... Dizia minha mãe empolgada...
Flash Back Of
Jacob era realmente tudo isso... Filho de um grande amigo de papai... Jake e eu crescemos juntos em Forks... Quando voltei a Forks depois de Mel nascer meus pais tentaram a todo custo me fazer permanecer na cidade e me arranjar um casamento... É claro a filha do Chefe Swan não poderia ser mãe solteira para o resto da vida... Eles nunca disseram isso, mas pensavam... Com certeza pensavam e hoje em dia vivem frustrados por não ter conseguido me casar com Jake ou me ver casada com qualquer outro... Quanto a Jacob... Bem eu tentei e até que nos entendemos... Ele era um fofo, contudo completamente desajeitado com relação a crianças...
Flash Back On
– Ela... Ela fez algo aqui! Disse ele com Mel no colo de forma desajeitada... Me aproximei e constatei que Mel estava molhada e a camisa de Jake não estava diferente...
...
– Você é muito bonitinha Melany... Muito mesmo... Dizia Jake com Mel em sem colo passando o dedo em sua bochecha... Por segundos de descuido o dedo de Jake passou a ser massacrado pelos únicos quatro dentinhos afiados de Mel e o pior quando eu consegui tirar o dedo dele da boca dela a pilantrinha riu gostoso pelo ocorrido...
Flash Back Of
Todos esses acontecimentos vistos de longe eram completamente normais vindos de uma criança da idade de Mel... Mas o detalhe é que minha filha sempre fora absurdamente educada, quietinha e comportada quando bebê... Não dava trabalho algum e ia de colo em colo sempre sem reclamar... Mas basta Jacob se aproximar, tentar pega-la que Mel virava um bichinho selvagem e sempre arrumava uma forma de atacá-lo... Algumas vezes aquilo me assustava de verdade... É claro que meu namoro com Jacob teve seu fim praticamente no inicio do mesmo e foi nessa época que eu resolvi definitivamente voltar para Califórnia e me estabelecer por aqui em definitivo... Com a ajuda de Alice eu consegui um pequeno espaço para montar meu consultório e seu pai Carlisle e Jasper seu marido me ajudaram me indicando no hospital em que trabalhavam como psicóloga particular... E desde então vivo eu e Mel aqui em Santa Monica... Local que eu amo e que me acolhei tão bem! Lembrar-me daquilo fez-me também lembrar da época em que resolvi voltar em definitivo para Santa Monica... Era Ação de Graças e eu resolvi comunicar a minha decisão...
Flash Back On
– Como assim voltar pra Califórnia? Perguntou meu pai indignado.
– Papai...
– Bella... Filha como você vai fazer com a Mel? Ela é ainda muito pequena e...
– Mãe eu agradeço a preocupação e papai... Falei me virando para ele. – Eu preciso tomar as rédeas da minha vida e em Santa Monica eu terei muito mais oportunidades e poderei dar um futuro melhor para Mel...
– Eu posso garantir isso! Afirmou meu pai austero.
– Papai eu preciso fazer isso...
– Você é quem sabe... De minha parte você e Mel viveriam aqui conosco e estariam mais seguras tendo eu como presença masculina mais do que necessária e...
– Papai de novo não, por favor... Por falar em Mel... Onde ela está? Questionei preocupada por não vê-la já a alguns minutos por perto... Sai da sala em busca dela procurando em todos os cômodos e qual não foi a minha surpresa ao ver minha sapequinha toda enrolada em papel higiênico no banheiro.
Flasha Back Of
(...)
POV Edward
Mais uma sessão... Mais uma vez eu teria que conversar com aquela mulherzinha prepotente.
– Bom dia sargento... Sente-se, por favor! Disse ela com aqueles óculos de grau no rosto escondendo os olhos verdes acinzentados e uma camisa vermelha que parecia de seda com os dois primeiros botões abertos... Engoli em seco desviando os olhos daquele local e me fixei em seu rosto, mas não importava pra onde eu desviasse ela toda era sempre um problema...
– Bom dia! Declarei.
– Tem passado bem? Perguntou-me.
– Passaria melhor se não precisasse vir aqui! Afirmei e no mesmo instante percebi que estava sendo mais uma vez grosseiro, sua feição é claro mostrava isso. – Me desculpe... É que... Bem... Doutora entenda... Eu não me sinto a vontade e sinceramente acho tudo isso desnecessário! Afirmei sincero.
– Ok... Ok... Eu entendo que não é confortável se expor... Entendo que contar coisas que nos incomodam para pessoas que são de longe próximas a nós é realmente complicado... Mas veja sargento assim como o senhor sou uma profissional... Peço que faça um esforço para que possamos tratar as coisas com mais tranqüilidade... Por exemplo, você me falou sobre a pequenina Leah e o quanto o fato de não conseguir salva-la lhe incomodou...
– Incomodar não é bem a palavra doutora... Era uma criança... Ela não merecia ter aquele fim e a minha função era assegurar que ela sairia viva daquela situação e... E eu não consegui... Fui incompetente e... Droga isso não vai nos levar a nada... Não vai trazer a pequena de volta...
– Não... Não vai é verdade... Mas o sargento não concorda que embora fizesse tudo naquele momento o fato de um pedaço do barco atingir sua cabeça lhe impossibilitou de salvar Leah... Ou seja, sargento foi uma fatalidade...
– Eu sei disso... Mas mesmo assim é inadmissível... Eu não poderia tê-la perdido... Fatalidade essa palavra me deixa...
– As coisas dependem metade de nós e metade de Deus e sendo assim quando Deus decreta que a sua metade não será concedida vemos as fatalidades acontecerem...
– Deus seria injusto então vendo por essa ótica não acha? Perguntei.
– Sargento a nossa miopia não nos permite ver além do que podemos e já Deus com sua visão perfeita vê além e sabe o que irá acontecer e sabe se será bom ou ruim e como ele é bom nos livra de algo pior...
– Doutora me desculpe, mas não existe nada bom em morrer...
– Concordo, contudo existem vários tipos de morte sargento e a morte física é a menor delas! Afirmou.
– É fácil falar quando não se trata de alguém próximo a nós...
– Leah era próxima ao senhor? Perguntou-me.
– Não... Eu já falei que não! Afirmei...
POV Bella
As reações do Cullen me mostravam que não salvar Leah tinha se tornado algo muito mais do que pessoal pra ele e isso me intrigava.
– Talvez o fato de Leah ter a idade próxima ao seu sobrinho tenha trazido ao senhor um incomodo maior e...
– Doutora Swan é como falei... Sou um profissional e não é admissível errar em meu trabalho e... E não importa o que eu sinto o fato de eu me sentir incapaz ou capaz não vai trazer Leah de volta e...
– Quanto mais se coloca na defensiva, mas dificulta o meu trabalho e assim não resolveremos problema nenhum... Dizia e ele bufou inconformado.
– Eu não tenho um “problema”... Disse fazendo aspas no ar. — É apenas, apenas uma lembrança que me incomoda! Afirmou e era nítido que o problema existia, mas ele era tão teimoso que não admitia.
– Sargento... Dizer não significa que o senhor irá se mostrar um derrotado ou um fraco... Estou aqui para ajudar! Declarei.
– Isso é ridículo... Tudo isso é ridículo... Dizia e eu me vi mais uma vez irritada.
– Está chamando o meu trabalho de ridículo? Questionei e o timer anunciou que a sessão havia terminado.
– Estou aqui dizendo que isso não irá me levar a nada! Declarou altivo... Me levantei indo em direção a porta...
– Bem sargento o senhor mais uma vez está sendo indelicado e...
– Estou é cansado isso sim... Quer problemas para resolver... Eu vou lhe arrumar um problema... Dizia em uma oitava acima se voltando para a minha direção.
– Sabe qual é o seu problema na verdade sargento Cullen? Questionei e ele se levantondo se aproximou de mim, não deixei ele responder. – A ignorância! Afirmei também uma oitava acima e ele respirou fundo.
– Ora sua... Sua... Bufou. – Acabe com isso de uma vez... Me libere! Disse procurando se controlar.
Sexo on fire – Kings of Leon (ouça)
– Até a próxima sessão sargento! Declarei com a mão na maçaneta e ele se aproximou ainda mais, ficando de frente pra mim... Nossos olhos se encontraram e eu me vi submersa naquelas orbes verdes azuladas... A tensão a nossa volta era palpável... Eu poderia jurar que a mesma se canalizada faria funcionar um aparelho elétrico... Céus o que estava acontecendo?
– Prepotente! Rebateu a milímetros de distancia de mim... Olhando dos meus olhos para os meus lábios e eu fazia o mesmo...
– Troglodi... Tentei dizer, mas fui interrompida por seus lábios que prensaram os meus... O sabor era único e de forma completamente incompreensível me era familiar assim como as mãos em meu quadril agora também me eram estranhamente reconhecíveis... O cheiro amadeirado misturado a cítrico... Me separei dele de forma brusca e aqueles olhos verdes azulados estavam mais escuros por conta de suas pupilas dilatadas.
– Me desculpe! Disse ele com a voz entrecortada e não sei... Meus pensamentos estavam longe de ser coerentes... Dei um tapa em seu rosto e no segundo seguinte sem dar chance dele reagir coloquei minhas mãos aos lados de sua face e o puxei de volta pra mim... Nós dois agarrados... Corpos grudados, me senti sendo empurrada... Meu corpo se chocou com algo duro e logo identifiquei ser minha mesa... Senti meu abdômen ser ainda mais pressionado... O calor em meu corpo oriundo do meio das minhas pernas... O barulho do telefone tocando nos despertou para realidade... Eu não atendi o mesmo... Nossos olhos voltaram a se encontrar e eu tive medo... Medo do que parecia ser conhecido, medo de descobrir algo que eu não entendia... Confusa... Essa era a definição perfeita pra mim... Completamente confusa. – Até a próxima sessão doutora Swan! Disse ele saindo em seguida e eu fiquei ali... Minha respiração completamente irregular era apenas um insignificante reflexo comparado a minha mente naquele momento que se encontrava totalmente desconectada... Sem saber o que fazer, pra onde ir... Nessa hora acho que nem meu nome eu saberia dizer...
POV Melany
Eu consegui fazer a mamãe não ir no jantar com aquele James, mas eu também consegui fazer a mamãe chorar e isso não foi legal... Toda vez que ela chora o meu coraçãozinho fica apertado e parece até doer... Ai eu fiquei pensando e pensando por dias... É por dias... Vovó Renné diz que ser criança é bom porque a gente não tem preocupação... Ah se ela soubesse do tamanhão da minha preocupação...
– Tomy... Como eu faço pra procurar uma pessoa? Perguntei pra ele na hora do intervalo na escola... Ele olhou pra cima, acho que estava pensando.
– Bom... Eu não sei... Mas uma vez eu vi a Lana no computador procurando um carro pra comprar e ela me explicou que as pessoas escrevem na internet que estão vendendo coisas como um carro ou uma casa por exemplo... Ele explicava e eu fiquei pensando.
– Se as pessoas escrevem na internet que querem vender o carro eu... Eu posso escrever que estou procurando o meu papai não é? Perguntei.
– Ah... Eu acho que sim! Respondeu Tomy.
– Você me ajuda a por na internet Tomy? Perguntei.
– Mas eu não sei como...
– Ah o Googo explica... Eu acho! Disse mordendo a ponta do dedo.
– Googo? Perguntou ele confuso fazendo careta.
– Uma vez eu ouvi a mamãe dizer... O Googo sabe tudo... E o Googo fica na internet! Expliquei.
...
A mamãe do Tomy não pode ir buscar ele na escola... Aí a minha mamãe pegou a gente e levou pra nossa casa, mas ela ia ter que sair rapidinho e deixou a gente com a Bree... Eu achei ótimo é claro!
– Quem é no telefone? Perguntou Tomy... Assim que a mamãe saiu a Bree começou a apertar o seu celular e a falar e falar como sempre.
– Eu não sei não... Eu só sei que ela fala e fala e fala o tempo todo... Resolvi aproveitar a oportunidade e colocar meu plano em pratica. – Tomy vamos no computador da mamãe lá no escritório vem... Falei puxando ele... O Tomy estava com o uniforme da escola igual o meu, mas diferente de mim ele tinha na cabeça um boné dos Lakers virado pra trás... Ele disse que foi o tio Edward que deu... Nós ligamos o computador da mamãe e esperamos a tela acender... Eu entrei no Googo, eu já sabia fazer isso... Vi a mamãe fazer varias vezes...
– Por que quando você pensa muito coloca a língua pra fora no canto da boca e fica mordendo ela? Perguntou ele e eu fiquei confusa... Ué... Eu faço isso?
– Eu não faço isso! Respondi.
– Faz... Faz sim! Disse.
– Ah não importa... Vamos lá... Eu comecei a digitar... Co... Mo... Pro... Cu... Rar... Um... Pa... Pai... Bem rapidinho apareceu um montão de coisas na tela.
– Nossa quanta coisa! Disse Tomy e eu também achei.
– E agora... Onde eu vou procurar o meu papai? Perguntei confusa.
– Tenta aqui! Disse Tomy apontando pra tela e ali dizia... ANUNCIE AQUI!
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Spoiler:
– Como assim eu vou mudar de psicólogo? Perguntei indignado.
– Bem Edward a doutora Swan disse estar impossibilitada de atendê-lo por conta de sua agenda lotada e sendo assim indicou um outro profissional para prosseguir com seu tratamento... Ora isso não é um problema rapaz... Psicólogos são todos iguais... Dizia o capitão e eu tive a certeza de que o motivo não tina nada haver com agenda da doutora Swan.
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– MELANY... Ouvi a mamãe gritar e corri ao seu encontro na sala... Ela estava com o computador pequenininho na mão me olhando séria. – Mel... Melzinha... Disse com a voz estranha. — Diz pra mamãe... O que significa isso? Perguntou ela virando a tela do computador pra mim.
– Ah... A minha foto tava aparecendo na tela e eu me lembrei de ter colocado ela lá junto com Tomy...
Notas finais
Será que podem me mandar reviews? Anseio muito saber o que estão achando, pode ser? Fico aqui no aguardo!
Bjos e até o próximo capítulo!
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