The Greatest Love of All

2 Capítulo 2 - Em busca de um novo recomeço.


Notas iniciais
Ola pessoas lindas!!!!! Pra alegria de vc estou aqui postando finalmente o segundo capitulo da fanfic. Só espero que vcs não tenho ficado com raiva da minha pessoa por ter demorado um tempo pra fazer esse capitulo sair. Desculpa mesmo pela demora tá galera?! Tomara que curtam o capitulo pq ele foi feito com todo carinho pra vcs e esta repleto de surpresas e emoções. Tá nem esta tanta assim mas acho que da por gasto né kkkk :v OBS: Nesse capitulo terá momento Doconica/Mo&DC, mas só lembrando que essa fic é Cebonica/Mo&Ce. Quem é estiver em cima do muro ira curti batente então o capitulo. E quem for Cebonica doente assim como eu só aguenta o coração ai pq esse vai ser o único capitulo que vou coloca a Monica com o Dc, ok?! srsrsrrs Boa Leitura!!!! ^^

Cinco anos depois

POV: Mônica

Estava eu sentada em um banco de ônibus saído do Rio de Janeiro onde vivi por quatro anos e agora estava retornando para São Paulo, especificando melhor: a minha cidade natal onde vivi desde meu nascimento até os meus 18 anos quando me mudei junto com meu namorado — se é que posso ainda chama-lo assim e não de Ex — logo após do patife dia onde fiquei órfã com o falecimento dos meus pais. Eu os perdi numa trágica noite chuvosa em um acidente de carro quando eles voltavam de uma festa do trabalho da empresa onde papai trabalhava.

Quando os perdi havia ficado totalmente sem chão afinal eles não eram apenas meus pais, eles eram sem duvida meus melhores amigos, minha fortaleça, meu lar, meu abrigo, sabia da certeza que sempre contaria com eles e sem duvidas eram tudo pra mim. Pra minha única sorte foi que eu pude contar com todo apoio dos meus queridos amigos e do meu namorado Do Contra, mas conhecido também como Dc — que agora já não tá mais comigo.

Sem os meus pais era insuportável continuar a viver naquela casa onde vivi com eles desde que nasci guardando todos os momentos vivido com eles na minha memoria. Pior que não era só na casa, mas também no bairro onde morávamos e toda a cidade também. Cada canto da cidade era uma parte da minha lembrança que tinha dos momentos vividos com eles, e isso me causava muita dor e saudades. Então foi ai que vi que já era hora de me manda daquele lugar e começar uma nova vida.

Como Dc também queria sair de lá pra correr atrás do seu grande sonho que é ser um grande baterista de uma banda de rock famosa, me ofereceu uma proposta de mora no Rio com ele, e eu claro louca pra "mete o pé" daquela cidade aceitei em imediato. O único jeito pro Do Contra conseguir realizar o seu sonho era sair de São Paulo pois ele era filho primogênito/mais velho de um grande empresariado muito rico que queria que ele se tornasse o futuro herdeiro da empresa da família, mas como Dc sempre odiou essa ideia porque esse era o sonho do seu pai e não o dele então o jeito foi esse sair da casa do seus pais e ir pro Rio comigo e assim na libertação das asas rigorosas dos seus pais podia conseguir realizar o seu mais profundo desejo.

Assim vivi ao seu lado num apartamento em Leblon durante todos esses tempo até agora que eu estou voltado para São Paulo a cidade onde eu nasci. Confesso que sinto muita suaudades de lá, apesar das lembrasas dos meus adorados falecidos pais sempre amei muito aquela cidade, também amava o Rio cidade turistica praiana com belas paisagem e tal, só que não é a mesma coisa do que o seu lar de origem.

Estou aqui no ônibus nesse estante fitando pra paisagem do lado de fora da janela avistando as arvores da estrada se movimentando por causa do ônibus que estava em estado de movimento que deixava tudo o cenário do lado de fora do ônibus para trás. Enquanto olhava a janela estava pensando que depois de todo esse tempo afastada da minha cidade finalmente estou voltando e agora poderei rever todos os meus amigos — principalmente um certo amigo que sempre foi muito mais o que amigo, deste eu sinto mais saudade de todos e ele é um dos maiores motivos pra me fazer querer voltar — Só de pensar nos meus amigos já me trazia um sentimento de nostalgia dos maravilhos momentos que curti ao lado eles e o momentos triste também que sempre um consolava o outro.

Não parava de tentar adivinhar como estão suas vidas agora, será que eles mudaram muito ou ainda são os mesmo?! Ainda bem que logo essas perguntas serão respondidas. Só espero que eles ainda se lembram de mim, porque me lembro de cada um deles.

De repente me veio a saudades do Dc que apesar de tudo ainda o amava. Fazer o que, não é fácil esquecer uma pessoa que a gente gosta de um dia pro outro. Até ontem ele ainda estava comigo e agora estou eu aqui sozinha nesse ônibus a caminho de recomeçar minha vida sem saber o meu futuro tão incerto, pensando tudo o que vivi até então e principalmente pensado nele. Nisso começo a me lembrar o ponto onde os problemas do nosso relacionamento havia iniciado

***Flash Back***

Era a hora do almoço e eu estava sentada no sofá da sala assistido um programa qualquer que transmitia na televisão e ao meu lado estava Do Contra, como era a hora do almoço nós estávamos almoçando um yakisoba instantâneo para microondas, isso mesmo no almoço. Normalmente era meio difícil nós temos um almoço normal sempre por dois motivos: primeiro, eu tinha preguiça de todo dia cozinhar. Segundo motivo: por que acha que o apelido do Dc é Do Contra?! Ele sempre quis viver desse modo diferente de todos — o que era uma coisa que eu amava nele e tinha outros momentos que eu detestava quando sua contradição era demais da conta — Então yakisoba e qualquer alimento exótico pra culinária brasileira no almoço era ponto forte pra sua contradição do dia a dia.

A gente continuávamos almoçando normalmente na tranquilidade até que comecei a sentir um enorme enjoo que era tão forte que me fez correr pro banheiro do apartamento pra colocar tudo que eu havia comido pra fora. Dc vendo isso foi atrás de mim bem preocupado e quando havia saído do banheiro o mesmo me encarava com os braços cruzados com uma expressão em sua face de desconfiança misturado com preocupação.

–Mô na real, não é de hoje que você anda tendo esses enjoos. _Ele mencionou meio serio enquanto me encarava.

–O que quer dizer com isso Dc? Não tenho culpa se ando tendo esses enjoos. _Me justifiquei o encarado meio seria.

–Culpa sei que você não tem. Mas é bem estranho você esta com esses mesmo enjoo que já vai fazer uma semana. E além disso você anda tendo tontura, comendo mais do que o normal e tendo muito sono. Alguma coisa tá acontecendo com você meu amor, eu estou muito preocupado. _Ele diz com uma carinha seria e ao mesmo tempo fofa de preocupação.

–Dc meu lindo agradeço sua preocupação, mas sei que não é nada. _Disse tentando fazer ele deixa essa preocupação boba de lado.

–E como você acha? _Me questionou.

–Bem eu acho é... _Infelizmente acabei ficado sem resposta.

–Viu nem você mesma sabe porque anda assim._Ele declarou confiante.

–Então o que senhor me sugere que eu vou ao medico?! _Indaguei irônica colocando as minhas mãos segurando em cada lado da minha cintura.

–Claro que não, sei que não é necessário por enquanto te levar ao medico. E também você sabe que eu odeio hospital. Ir em hospitais quando se esta doente é algum muito comum. Só acho que se deve ir quando é no ultimo caso quanto esta muito doente. _Dc argumentou fazendo grassa de brincadeira.

–No seu caso então Dc, só se você estiver a beira da morte._Comentei de deboche na brincadeira usando sarcasmo.

–Hahaha É pode ser haha...

–Haha... Olha falando serio meu amor, isso não é nada. Só pode ser... Ai...._Tentava acha uma boa explicação até que finalmente caiu a ficha pra mim ao lembrar de uma coisa importante.

Ai caramba não podia ser isso. Ou podia?!

–Hã!? O que foi Mônica? Você esta me assustando. _Perguntou o meu lindo contrariado começando a se preocupar.

–Pera ai Do Contra, estou fazendo uma conta. _Pedi gentilmente ao meu lindo.

–Ah claro! Tudo bem! _Ele afirmou sem problemas.

–Deixa ver... Da ultima vez que veio foi nesse dia... Hoje é dia.... Já mais ou menos 10 semanas que não veio... Ai caramba é pelo jeito pode ser isso mesmo!

–Isso mesmo o que? -Perguntou ele assustado.

–Dc fica tranquilo meu amor, não tenho certeza disso, mas pode ser possível. Olha vou da um pulo na farmácia e já voltando no mesmo estante. Me espera ai, tá!? _Avisei, em seguida dei um selinho nele e sai caminhando em direção a porta.

–Ah... Tá! _balbuciou ele bem confuso

A ultima coisa eu ouvi ao atravessar a porta do apartamento foi escuta Dc murmura confuso e preocupado sem entende nadica de nada. Assim fui eu até farmácia mais próxima que pra minha sorte essa farmácia ficava na esquina da rua onde fica o prédio que eu morava. Chegando no estabelecimento compro o que tinha que compra, mas só que eu estava morrendo de vergonha de compra aquilo que até preferia evitar no máximo olhar pras pessoas que me encaravam com olhares curiosos e alguns com olhares de suspeito malicioso, até mesmo a dona que atendia o caixa me fitou com um sorrisinho bobo alegre e um olhar suspeitorio. Aff por que é tão dureza uma garota compra teste de gravidez hein?!

Voltando pro apartamento, Dc ainda continuava me esperando quando me ver fez uma recepção calorosa com um sorriso doce pra mim dizendo: "Que bom que você voltou". Devolvi o mesmo sorriso indo abraça ele e depois disse próximo ao seu ouvido: "Também acho".

Notei que Dc olhava pra sacola da farmácia encarando a mesma com um olhar de muita curiosidade. Antes que ele me perguntasse o que era respondi sua curiosidade falando o que era e ao mesmo tempo tirando de dentro da sacola cinco teste e gravides. Cinco porque vai que eu compro apenas um e esse um vem com com defeito, então são cinco só pra garanti. Quando amostrei ao Do Contra o que havia dentro da sacola ele arregalou os olhos de surpresa.

–Bom, não tenho certeza de nada. Mas pode ser possível?! _Falei meio constrangida e corada, preferindo fitar o chão e com um sorriso sem grassa.

–É mesmo! Você esta certa. Melhor fazer agora. _Ele sugeriu amostrando ansiedade pra saber logo qual seria o resultado do teste de gravidez

–Agora não dá, é que eu estou esperando dá vontade. _Expliquei a ele um pouco corada.

–Ata! _Dc afirmou de forma compreensível.

Meio a hora depois de muita ansiedade não só na minha parte mas a do Do Contra também, me deu aquela vontade de usar o banheiro então sem perde tempo fui ao banheiro tranquei a porta e fiz tudo que tinha pra fazer lá dentro. Saído de lá de dentro Dc me esperava na porta me fitando com aquele belos ônix dos seus olhos ansiosos, curiosos e preocupados.

–Então Mô, o que ai esta dizendo? _Me perguntou bastante ansioso e apressado pra saber o resultado logo.

–Não dá pra saber ainda, temos que espera alguns segundos até dá o resultado. _Respondi no meu modo calmo, mas por dentro estava uma pilha de nervos transbordando de diversos sentimentos como ansiedade, nervosismo, preocupação, medo e assim vai.

Do Contra deu um suspiro –Beleza, então iremos espera sem problemas. _Afirmou tentando manter a calma e me dando um leve sorriso pra me animar e eu também havia retribui aquele o mesmo sorriso da mesma forma esperando acalma-lo também.

Num piscar de olhos haviam se passado aqueles segundos intermináveis que nós dois precisávamos mais que tudo pra sabemos a resposta que poderia ser a que iria mudar a nossas vidas pra sempre ou seria a outra resposta que permitiria deixar a nossa vida do jeito que tá.

Suspirei me preparando já com o meu coração começando com os batimentos cardíacos acelerado mais do que o normal. –Bem chegou a hora...

Assim que olhei pra aquele pequeno objeto que possuía em minhas mãos vendo que o mesmo marcava aquele sinalzinho de dois pauzinhos cor de rosa que eu menos esperava encontrar ali havia me deixado em estado de perplexo total. Sem acreditar fui correndo pro banheiro pra ver os outros testes que estavam em cima da pia, sendo seguida pelo Do Contra que essas horas devia esta mais do que preocupado sem entender nada só me perguntado: "O que foi Mônica". Ainda estava com esperança que aquilo não fosse verdade, torcendo pra que esse teste nas minhas mãos estivasse errado. Na verdade a única errada nessa historia era eu pois no momento que pus meus olhos castanhos mel nos outros teste que continuavam a pernamensendo na pia não tive mais duvidas. Então era isso...

Eu vou ser mamãe...

–Mônica por tudo que for mais sagrado me diz logo o que deu nesse teste? _Dc me perguntava já aflito.

–Ai Dc é melhor você ver com os próprios olhos. _Entreguei o pequeno objeto nas mãos do Dc sem encara-lo ainda estava estática com o pensamento longe.

–Hã!? O que? É isso mesmo que eu vi Mônica?! _Dc indagou parecendo estar incrédulo após olhar o resultado do teste.

–Uhum! Se duvida!_Assenti confirmando –Vem cá da uma olhado nos outros na pia. Não a duvida Do Contra, nós vamos ter um bebezinho. _Anunciei pela primeira vez voltado fita-lo e dessa vez eu o olhava com um sorriso de ternura e feliz.

Apesar do tamanho do susto e o medo de ser mãe tão novinha tinha que admitir, estava começando a me acostumar com a ideia. Afinal eu ia ter um filho, uma chance de ter um família de verdade novamente. Uma família ao lado e quem eu amo, então não poderia ser algum rui assim.

–...

–Dc não vai dizer nada? _Perguntei já apreensiva com o que ele achava.

–Hã... Ah sim! Pera ai que eu estou formulando as ideias. Quer dizer que você esta gravida e obviamente eu sou o pai e nós vamos ter um filho?! É isso mesmo ou eu esqueci alguma coisa. _Do Contra disse de um jeito que deixava bem óbvio que ele estava super pasmo e aparentemente assustado.

–É isso mesmo! Você não esqueceu nada! _Disse irônica com os meus braços cruzado. –Não me diz que você não quer ter essa criança? Não diz isso nem brincando. _Perguntei com os meus olhos começando a marejar e o medo percorrendo todo o meu corpo.

Agora só que me faltava o Dc não querer esse filho. Ai por favor Deus me ajuda, não me diz que é isso, porque se o Dc não quiser não sei o que vou fazer. Quero ter o meu filho, mas sei a dureza que vai ser cria-lo sem um pai. E ainda o Dc estaria partindo o meu coração me deixando e ainda por esse motivo.

–Que viaje! Claro que não é isso Mônica! É só... _Ele hesitou antes de termina e estava olhando pra baixo com uma expressão de receio se continua ou não.

–É só... _Exclamei retoricamente esperando a resposta dele e arqueando uma das minhas sobrancelhas.

–É que que eu não me sinto preparado pra ser pai ainda, só isso. Você sabe que eu tenho muito planos e um deles estou preste a realiza já que a banda onde sou baterista esta preste assinar o contrato com uma ótima gravadora. Mas tirando isso claro que eu estou muito feliz, afinal eu vou ter um filho com a mulher que eu amo. Mônica você não poderia me fazer o homem mais feliz da face da terra. _Meu contrariado declarou, com as suas duas mãos uma em cada lado das minhas bochechas me fitando profundamente com os seus belos ônix que tanto me fascinava num olhar de carinho e amor e também com um encantador sorriso de ternura desenhado em sua face.

–Mas e a banda, o contrato e tudo mais?! _Questionei ainda confusa.

–Ah foda-se tudo isso! Nada disso é mais importante do que você e claro agora o nosso filho também. Vocês são tudo pra mim. Eu te amo Mô! Sei que seremos uma família muito feliz, você vai ver. _Dizendo isso ele me envolveu num confortante e carinhoso abraço. Já eu, bom claro que retribui com todo meu sentimento por ele aquele abraço.

–Ai eu sei que sim meu querido, eu sei que sim. Eu também te amo muito Dc! _Disse muito emocionada, comovida e ao mesmo tempo repleta de felicidade. A emoção era tão forte que os meus olhos antes estavam marejados agora solta uma pequena lágrima solitária que fazia o seu caminho deslizando pelas minhas bochechas.

Assim nós compartilhamos um beijo apaixonado que nos fez esquecemos totalmente da realidade da vida naquele estante.

Oh céus quem dera se isso tudo fosse verdade, infelizmente não era. Um mês depois as coisas entre mim e o Do Contra começaram a ficar bem complicada já que o Dc cada vez menos demonstra tanto interesse no bebê bem diferente de mim que a cada dia que passava mais realizada me sentia por esta gravida, mas toda vez que via que o Dc não tava tão feliz sentia ao poucos essa felicidade que eu sentia sumir cada fez mais. As vezes chegávamos a discutir por causa disso.

Era quase sempre a mesma coisa: "Para de mentir, você não tá feliz com essa gravidez", " O que esta acontecendo com você", "A única coisa que você se importa é aquela droga de banda" "Claro que eu estou feliz, só preciso de um tempo, só isso", " Por que você não entende como eu me sinto, não ver que eu preciso de espaço pra respirar" "Olha lá como fala da banda, ela não tem nada ver com isso" e assim vai.

Talvez não era pra ficar surpresa com a falta de interesse total do Do Contra já que ele sempre foi assim, nunca teve interesse em nada em sua vida quando o assunto referia respirabilidade, tanto que ele saiu da casa do pais pra não ter que assumi a grande responsabilidade de assumir a empresa da sua família e se torna o novo chefe da família Menezes assumindo o lugar do seu pai quando o mesmo não estivesse presente nesse mundo. Mas eu tinha esperança que pelo menos com um filho poderia com o tempo coloca juízo nessa cabecinha dele.

Acreditei nisso com todo o meu coração e no fundo da minha alma, até um dia que acordei e vi que o Dc não estava ao mau lado da cama como todas as manhãs como sempre esteve, nem a sua suave voz eu ouvia e muito menos a sua presença eu não podia sentir. Levantei apreensiva de medo e fui direto pro guarda-roupa ainda com um fio de esperança de encontrar as roupas dele lá e pro meu desgosto e desespero a parte do guarda-roupa onde fica as roupas e sapato dele não estavam mais lá estavam completamente vazia, apenas as minhas coisas estavam lá dentro.

Nesse estante meus olhos começaram marejar e sentia uma dor muito grande dentro de mim. Foi nesse momento avistei um envelope de carta branco que estava em cima do criado mundo, fui em imediato até o criado mudo, pequei o envelope e abri o mesmo. Lá dentro encontrei uma carta da mesma cor e vi também varias notas de 100 reais, dava pra perceber que tinha bastante dinheiro. Ignorei o dinheiro e pois a ler a carta.

"Minha amada Mônica.

Sei que quando estiver lendo essa carta você deve esta em prantos sem saber porque eu sumi e pra onde eu fui e nem ao menos me despedi pessoalmente, mas pra mim despedi pessoalmente é uma coisa que eu nunca consegui fazer já que eu não gosto de despedidas sempre são tão triste e sem falar que é algum muito comum as pessoas se despedirem pessoalmente e por essa ração escrevi essa carta pra você explicando tudo que aconteceu. Primeiramente queria te dizer que eu juro que não queria fazer isso com você, mas não tive escolha estava sobre muita pressão, desde o começo sabia que não estava preparado pra ser pai, você sabe que eu não aguento responsabilidade isso faz parte do meu extinto "do contra" então não tenho forças pra mudar isso em mim de uma hora pra outra. Tentei no meu máximo possível ficar ao seu lado por você e pelo nosso filho, mas toda vez que vinha na minha cabeça eu cuidando do nosso filho e deixando os meus sonhos morrerem era algum muito difícil de eu conseguir pra mim. Eu não te contei, mas ontem eu recebi uma ligação no meu celular e nessa ligação era o produtor da banda ele disse que a musica da banda já estava bombando em toda rádios do Brasil e não ia demorar pra banda bombar de vez, mas pra isso ia precisa de mim e todos intrigantes da banda pra fazer show e turnés em vários lugares do país, e nisso eu vi que essa era oportunidade que eu tanto esta esperando à vida toda, fiquei até na duvida se partia com a banda ou continua com você, mas uma vez meu extinto "contra" falou mais alto. Por isso só peço me desculpa meu amor juro que não queria magoar você e nunca menti em nenhum momento quando disse que eu te amava. Você sempre será a dentucinha da minha vida. Mas infelizmente esse não é o nosso tampo de estamos juntos. Mas quem sabe um dia a vida dará uma nova oportunidade pra nós dois. Eu prezo pra que sim porque me recuso acredita que a nossa historia tenha acabado assim. Só espero também algum dia o nosso filho me perdoe por deixa ele quando ainda estava na barrinha da sua mamãe. Na verdade é que mesmo ainda não me conformando com a ideia de ser pai já até gosto um pouco desse moleque ou moleca. E quero muito um dia conhece-lo mesmo se for só pra olhar de longe e me lamenta eternamente por abandona-lo. Ultima coisa que eu queria te dizer é, Mônica não pense que eu fui embora sem nem ao menos me despedir deixando você e a nossa acriança desamparada. Tá vendo esse dinheiro? E pra você usa-lo para pode volta pra São Paulo, lá você não estará desamparada porque sei que se você procurar ajuda a minha família eles iram recebe você de braços abertos, afinal você conhece eles e sabem como eles são pessoas boas e caridosas mesmo nadando no dinheiro kk Tá parei com a zoeira. Principalmente o meu irmão Cebola, vocês tiveram um passado juntos por isso não vai ser nenhuma surpresa que ele vai cuida muito bem de você e do nosso bebezinho.

Te amo pra sempre minha linda dentuça

Ass: Do Contra.

P.S: Não precisa pagar a mensalidade final do apartamento que eu já paguei tudo. Você só precisa usar esse dinheiro com você mesma."

Terminando de ler a carta não conseguia mais conter as minhas lágrimas, uma parte de mim estava explodindo de raiva pelo Dc ter feito isso comigo, mas outra estava desesperada pra que ele voltasse e eu sem duvida irei perdoa e me atirar em seus braços dizendo o quanto eu amava.

Depois de ficado um certo tempo ali bancado a idiota ridícula chorando por um idiota que nem vale tanto assim a pena, decidi secar as minhas lágrimas e assim em seguida havia tomado uma decisão...

–Isso mesmo vou engolir esse orgulho maldito e irei volta pra São Paulo e lá eu dou o meu jeito.

***Fim do Flash Back***

Agora ficou bem claro como eu vim parar nesse ônibus complemente sozinha e solitária, sem onde cair no mundo, órfã de pais, abandonada pelo homem que eu amava e agora voltando pra minha cidade natal refletindo tudo que aconteceu comigo desde então até agora. Só fico me perguntando o que será de mim quando chegar lá?! Afinal estou indo para uma casa onde mora uma família que a muito tempo não vejo ninguém daquela família, por isso fico cheia de receio se eles vão me aceitar que eu fique alguns tempo por lá até estabelecer ordem na minha vida.

Por mim eu nem ficaria na casa da família do Do Contra de tanta raiva que estou dele, mas o que me fez engoli esse meu orgulho estúpido foi por causa dessa pequena vida que carrego aqui dentro de mim e é nele que eu irei pensar daqui pra frente. E sabe de uma coisa graças a elezinho já nem me sinto mais tão sozinha.

Pensando isso acaricio suavemente com carinho a minha barriguinha de três meses que nem dava pra perceber a diferença do tamanho ainda.

Pro meu único alivio e conforto é saber que de todas as pessoas daquela casa e daquela cidade Cebola vai estar lá, só não sei se ele ira me receber de braços abertos e muito menos não sei se ele ainda tem aqueles mesmo sentimentos por mim como antes. Só espero que sim, porque mesmo antes de saber a escolha errada que eu fiz a cinco anos atrás em nenhum momento eu deixei de sentir o que sinto por ele aqui dentro de mim. Ai se Cê aguarda, eu estou voltando meu eterno troca letras.

Notas finais
Então o que vcs acharam do capitulo de hoje? Curtiram? Amaram? Odiara? Detestaram? Então pode conta tudinho o que vcs acham do capitulo no comentário. Aceito qualquer tipo de comentário até mesmo com critica produtiva que sempre ajuda muito o autor a melhorar. A única coisa que não vale é me deixar escrever para paredes. Em fim pessoal, eu me de despeço aqui de vcs e espero encontra-los em breve no próximo capitulo (ao até mesmo nos comentários mesmo srsr). Bjs!!!!!! s2