The Greatest Love of All
3 Capítulo 3 - O Reencontro.
Notas iniciais
POV: Cebola
Me encontrava dentro de um estreito cômodo da minha casa que era iluminado por uma lâmpada vermelha no teto que deixava o ambienta completamente avermelhado, este cômodo era usada somente por mim como estúdio de revelação fotográfica onde eu uso para revelar as fotografias tiradas por mim dos locais e das pessoas que são catalogadas pela lente da minha câmera profissional. Eu sei que em tempos modernos com tecnologia avançada revelar fotos em estúdio é perca de tempo porque ninguém usa maquina fotográfica, apenas as maquinas digitais pois além de serem mais praticas pra tirar a foto ainda são mais fácil pra ser revelada, só basta ser escaneada por uma escaneadora no computado e não em um estúdio de revelação. Entretanto, não tenho como evitar pois sou uma pessoa que valorizar muito a arte da fotografia desde o seu estagio que foi tirado a foto com a maquina de filme até o momento que é revelado num estúdio de verdade. Sei muito bem que eu não sou o único que pensar a assim, já que todo bom fotografo profissional pensar da mesma forma que eu penso sobre a importância de arte da fotografia.
Algumas pessoas, como grande exemplo a minha família acha desnecessário eu querer ser fotografo profissional por pertencer uma família extensamente rica, mas o que posso fazer se descobrir que fotografia é o que eu mais queria fazer na minha vida profissional. E pensar que tudo começou como um simples hobby por gosta de tirar fotos dos meus amigos e familiares com a minha câmera digital sem ganho de nenhum tostão furado, desde os meus 14 anos de idade. Foi grassas a uma pessoa especial na minha vida que eu não a vejo mais de quatro anos, que me apoiou com o seu incentivo quando eu disse que queria ser fotografo profissional. Isso aconteceu quando eu tinha 17 anos e havia tomado esta decisão.
"Mônica, que saudade de você! Será que algum dia nos veremos de novo?"
Meus pensamentos foram interrompidos quando havia escutado o som do meu celular emitido a musica do toque de chamada. Imediato larguei o que eu estava fazendo e peguei o aparelho barulhento que estava posto em cima do balcão que eu uso para revela as fotos. Ao olhar pro visor da tela do meu celular, vejo pelo identificador de chamada que quem estava me ligando era Penha, a minha atual namorada. Conheci a Penha há dois anos atrás, numa viagem que eu fiz em Paris com fusão do meu trabalho de fotografo, logo que nos conhecemos havíamos ficado bem "amiguinhos", digamos assim.
Não foi a toa que acabei ficando bem atraído por ela, afinal Penha era uma bela francesa de pele bem clara, longos cabelos negros lisos até a cintura, um corpo em forma bem cuidado com belas curvas. Mesmo que as vezes, — pra não dizer quase sempre — ela se comporta como a típica patricinha esnobe, mimada, filhinha de papai, funil e muito vaidosa. Só que isso não a impedia de ser uma bela garota atraente, inteligente e por incrível que parece Penha tinha um lado divertido mesmo sendo tão esnobe.
A nossa amizade, digamos "colorida", devia ter acabado assim que havia retornado da viagem a Paris de volta pro meu país de origem, Brasil. Só que eu não esperava que Penha tivesse parentes no Brasil e que ela acabaria vindo mora aqui, com isso não havia nada que impedisse de continuar a manter a nossa amizade que no fim das contas não demorou muito pra torna-la em namoro.
–Droga! _Queixe-me sobre a ligação da minha namorada.
Né que eu não gostasse dela, só é que... Sendo honestamente franco, nunca fui verdadeiramente apaixonado por ela, o que sentia pela Penha era mais como uma forte atração misturada com uma amizade, que com o tempo este desejo que sentia por ela foi esfriando até não resta mais nada e só ficando a amizade no lugar. Infelizmente pra Penha ara paixão e por isso não tinha coragem de termina com ela o nosso namoro. Sabe, não quero magoa-la, isso nunca foi a minha intenção, mas também sei que é pior continuar ao lado dela a enganando e iludindo que os meus sentimentos por ela ainda são existente. Então só estou esperando o momento certo de poder termina esse namoro.
Sabendo que Penha não desistiria tão fácil até quando eu atendesse a sua ligação, dessa forma não ouve outra opção a não ser atender a chamada.
–Ola Penha! _A cumprimentei de modo natural, assim que eu havia aceitado a ligação no celular.
–Bonjour mon cher! _Ela me cumprimentou no outro lado da linha com uma voz melosa e sexy ao mesmo tempo esnobe.
–O que você quer? _Perguntei interessado em ir direto ao assunto pra acaba com a conversa pelo celular o quanto antes.
–Que pergunta boba é essa, meu lindo? Não é óbvio que eu queria matar a saudade de você mon amour. _Ela me respondeu demonstrado um certo desapontamento pela pergunta feita por mim.
Okay, acho que eu fui grosso com ela agora. Mesmo não gostando de fazer isso, não posso evitar das vezes eu ser um quanto rígido com a garota que por qual é conhecida como a minha namorada, por enquanto.
–Foi mal Penha! É que você me ligou numa má hora. Eu estou ocupado revelando umas fotos. _Argumentei me desculpando, na espera de conseguir a compreenção dela.
–Não acredito que você prefere dá atenção a estas fotos toscas do que a mim, a sua linda e perfeita namorada. _Penha protestou parecendo está indignada.
Gr! O que? Foto tosca! É isso mesmo que eu ouvi?!
–Olha linda, não é isso. Estas fotos são do meu trabalho, esqueceu!? Eu tenho prazo de entrega para a pessoa que eu tirei as fotos da festa dele. _Justifiquei na tentativa de me redimir com a minha namorada. Enquanto eu falava num tão suave e compreensivo pra Penha me perdoar com mais facilidade e assim não ocorrer uma briga sem sentido entre nós.
–Tá, tá! Que seja! Só acho meio desnecessário você querer ser fotografo se você é tão rico. _Ela deliberou com desdém.
Como pode ver eu não tenho nenhum o incentivo da minha própria namorada na escolha feita por mim de exercer na carreira profissional com aquilo em que eu gosto de fazer. ¬¬
–Eu já estou fardo em ter que ouvi isso de quase todo mundo. É o que eu gosto de fazer Penha. Por favor seja mais compreensível! _Pedi tentando me controlar minha frustração.
–Okay! Pardon! Desculpa! _Penha afirmou de modo que deu pra entender que não se importava muito com a minha opinião. O jeito foi ignorar isso, pois sabia que era perda de tampo acha que Penha viria algum dia me apoiar na minha carreira. –Mudando de assunto, podemos nos ver amanhã? Já que o "senhor estou sempre ocupado" não pode falar comigo agora. _Ela questionou sugerindo com o seu jeito único de fazer grassa na brincadeira. Isso era um lado que eu até que gostava bastante nela.
–Haha! Tá beleza! Amanhã a gente se ver sem problemas _Concordei achando que não seria rui a Penha estar aqui em casa, afinal ainda gosto bastante de estar na companhia dela e também de outras coisas — Se é que me entende.
(N/A: Cebola, seu safado ( ͡° ͜ʖ ͡°) )*
Da um tempo que quem esta narrando essa joça no momento sou eu.
(N/A:Tá foi mal nervosinho! Continua ai então!)
Valeu, Jessy-Chan! Que bom saber que posso continuar sem mais intercepções ¬¬. Caham! Continuando... Onde parei mesmo...? Ata!
–E me desculpa por não poder falar com você agora. _Me desculpei de cabeça baixa, demonstrando meu arrependimento pelo timbre da minha voz.
–Ah esquece isso chéri, o importante é que a gente poderemos nos ver amanhã. Ai que tudo, estou tão animada pra poder ver você, meu lindo! _Ela exclamou entanto entusiasmada.
–É... Eu que digo mesmo! _Disse tentando transparecer um algum entusiasmo.
–Então fica combinado! Amanhã eu estarei ai a tarde. Beijos, meu gato! Je te aime! _Penha se despediu de mim toda melosa continuando a manter o seu entusiasmo intacto.
–Uhum! Tchau! _Apenas me despedi, pois não conseguia mentir pra ela dizendo um falso "eu te amo também" já que eu não amava. Pelo menos não nessa forma.
Encerrando a ligação, soltei um breve suspiro exaltado enquanto colocava o celular no mesmo lugar que se encontrava antes. Por fim, volto a dá atenção ao que eu estava fazendo antes da Penha ter me ligado, que era a revelação das fotografias. Por sorte não faltava muito pra acabar, só restava pendura-las com um prendedor para secar num curto varal de corda que havia dentro da sala de revelação.
Entretanto, a minha atenção dos meu devaneios acabou sendo desviado após o fim da ligação de Penha. Os meus pensamentos era sempre nela. Incrível, mesmo após Mônica ter desistido de mim para ficar com o meu irmão, Do Contra, meus sentimentos por ela nunca mudaram e muito menos deixou de existir. Isso explica porque nenhum dos meus antigos relacionamentos amorosos davam certo, pois nunca conseguia me apaixonar por ninguém que amasse como eu amo e pelo visto pra sempre amarei a Mônica. Mesmo estando atualmente com a Penha, eu sinto que não sou feliz de verdade ao lado dela pelo simples fato que eu não a amo, mas sim amo uma outra mulher!
"Será que possível que eu nunca irei encontrar uma mulher que consiga tirar a Mônica da minha cabeça?!"
Pode ser idiotice da minha parte, mas sempre existiu algum dentro de mim que me dizia pra nunca perde as esperança pois um dia Mônica e eu ficaríamos juntos, mesmo que possa parecer impossível disto acontecer. "Será?!"
[...]
POV: Mônica
Após seis horas de viagem em um desconfortável ônibus eis que chega finalmente em São Paulo, no estante a qual que o motorista havia estacionado o ônibus numa grande rodoviária, dando o consentimento aos restantes passageiros de descer do grande transporte coletivo, assim que a porta do ônibus foi aberta. Dessa forma eu havia feito o mesmo dos restantes, peguei a minha grande mala de rodinha e a minha bolsa por fim sai do ônibus logo depois das pessoas que estavam na minha frente na fileira desceram do grande veiculo.
Ao olhar a paisagem já no lado de fora do ônibus vi que o céu estava um azul marinho muito escuro que chegava ser quase preto, isto era uma indicação bem óbvia que já estava de noite. E eu tinha perdido um pouco de noção do tempo depois de passar horas de viagem dentro do ônibus dormindo na maior metade do tempo e só acordando quando ônibus havia chegado ao seu destino.
Saído da rodoviária fui até o ponto de táxi para pegar um táxi que me levaria a residência dos Menezes Takeda, onde por lá eu recomeçarei uma nova vida. Só de pensar nisso já fazia meu estomago querer revira de aflição. Afinal; será que eles vão me aceitar por lá, pelo menos só por um curto tempo?! E esta criança que esta aqui será que ela vai ser bem recebida pela família do pai? Enquanto ao Cebola.... Será que ele ficara feliz de me ver?! Bom é melhor esquece estas duvidas por enquanto já que eu só saberei quando chegar lá.
Contudo, eu avistei o primeiro táxi disponível e fui caminhando até o mesmo em imediato. Assim que chego, entro no veiculo e por fim fecho a porta do táxi. Lá dentro havia visto um senhor sentado na poltrona onde fica o local do motorista, indicando certamente que ele era o taxista. O senhor pela sua aparecia provavelmente devia ter uns torno de 48 a 50 anos de idade, era moreno de pele bem mulata, barba grisalho e era meio calvo.
–Boa Noite senhor! _ Cumprimentei o homem de modo gentil e educado.
–Boa noite senhorita! _Ele me cumprimentou da mesma forma e me dando um pequeno sorriso singelo, em seguida pois a se virar pra olhar para frente. –Pra onde deseja ir? _Perguntou enquanto me fitava pelo retrovisor do carro.
–Bairro do Limoeiro! _Respondi
–Esta bem senhorita! _Ele afirmou colocando uma mão no volante e a outra girando a chave do carro.
Assim que o homem ligou a embreagem do carro conduzindo o pequeno transporte até o bairro do Limoeiro, o meu antigo lá e agora o meu futuro presente.
[...]
POV: Autor
Assim que o táxi havia sido estacionado de frente a mansão dos Menezes Takeda, Mônica havia saído do carro após ter pagado a carona ao taxista. Ela foi caminhando em direção até a porta da grande casa atravessando o extenso jardim logo depois ter passado pelo portão da mansão, quando estava de frente pra porta a dentuça deu um suspiro tentando criar coragem para aperta a campainha. Uma parte dela queria recuar saindo dali o quanto antes por medo de não ser bem recebida e também como sempre o seu orgulho falava mais alto não querendo aceitar ajuda da família do homem que havia partido seu coração a abandonando no momento que mais precisava dele. Mas só que a outra parte dizia pra ela ser corajosa em prosseguir com isso até o fim e que devia engoli pelo menos uma vez na vida o seu orgulho besta pro seu próprio bem e principalmente pelo bem do seu filho. Tomada por essa indecisão, Mônica havia conseguido chegar numa conclusão o que era o certo a se fazer naquela circunstância que se encontrava, pensado assim ela fez sua escolha ao pressionar o seu dedo contra a campainha da resistência.
Enquanto ninguém aparecia para abri a porta pra ela, Mônica ficava ali parada esperando alguém aparecer em pé de frente ao soleira da porta, com o seu coração disparado mais do que o normal de ansiedade e apreensão. O que aconteceria com ela ao abrirem essa porta? Muitas duvidas e incerteza circulava varias vezes a cabeça de bola jovem, sua vontade era de sair correndo e desistir de tudo. Mas antes mesmo que ela pudesse realiza tal ato es que a porta havia sido aberta e lá estava uma mulher em torno dos seus 45 anos, sua estatura era de uma mulher magra num tamanho mediano, pele clara, seus cabelos era castanho avermelhado preso num coque bem armado, tinha olhos castanho e ela vestia uma roupa semelhante de uma governanta. Seu nome era Judite e ela era a governada da família Menezes a muitos anos.
–Ola senhorita! O que deseja? _ Cumprimentou formalmente a mulher de forma gentil.
–O-ola! E-Eu... Eu queria falar com Cebola... Cebola Menezes! Ele está? _A jovem perguntou tentado conter o seu nervosismo.
Ela ainda não conseguia formula a ideia que realmente estava novamente após muito tempo na casa da família dos seus dois ex e que estava preste em rever o seu antigo amor.
–Sim, ele está! Vou lá chama-lo. Entra por favor e se sinta-se a vontade, tá bom querida!? _A governanta informou enquanto dava passagem pra dentuça pode entrar na residência.
–Uhum! _Mônica assentiu, em seguida entrou dentro da casa atravessando o hall indo ao encontro do sofá na sala e se sentou por fim.
Enquanto a Mônica esperava sentada no sofá tentando conter sua aflição e ansiedade, Judite havia subido na grande escada da casa que ficava localizada na sala. Terminando de subi as escada, ela andava pelos corredores do andar de cima indo em direção ao estúdio de revelação onde se encontrava o seu jovem patrão. Chegando em frente a porta a mulher havia batido na porta três vezes em seguida, logo ela pode ouvir o seu jovem patrão, Cebola Menezes, responde-la lá de dentro do cômodo.
–Quem é? _Indagou o jovem.
–Sou eu, Judite! Tem uma moça lá na sala querendo falar com o senhor.
–Uma moça?! _Ele exclamou surpreso, pensando quem poderia ser.
–Sim! Só não sei quem é. Esqueci de pergunta. Haha... _Judite confirmou meio sem graça pelo seu esquecimento.
–Esta bem, Judite! Estou indo ver agora mesmo o que ela quer. _Disso Cebola ao sair de dentro do estúdio fotográfico atravessando a soleira da porta.
Cebola fechou a porta do cômodo e foi caminhando em direção até a sala, sendo acompanhado pela governanta que ia logo atrás dele. No estante que ele havia terminado de descer o ultimo degrau da escada deparou-se com a visão a bela jovem de cabelo chanel e dentição saliente se levantando do sofá e se virando em sua direção, naquele momento seus olhos se arregalaram pela tamanha surpresa havia ficado ao vê-la após tanto anos convivendo com sua ausência.
–Mônica! _O ex troca letras murmurou perplexo pelo inesperado por vê-la ali diante dos seus olhos, aquilo era mesmo algum surreal pra ele.
–Cebola! _Murmurou a dentucinha, sentindo o mesmo que o Cebola sentia naquele situação do momento.
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