The Great Historia
12 O desfecho da Batalha de Nova Yalie
…
Grandark chega. Ninguém estava para papo. Só precisávamos acabar com isso logo para acabar esta guerra.
—Comande logo esse ataque, Grandark – disse eu, enfurecido pela situação que ele passou para nós -, antes que nós façamos isso.
Ele olha para cima e para baixo, no teto da sua nave, vendo nosso front aéreo, e o nosso front terrestre.
—Um belo exército aqui – ele diz. — Um “harpia”, um filho de Zeus, e uma filha de Poseidon na chuva de ataques. Enquanto isso, um filho de Hades na vanguarda, junto de três filhos de Gaia, criados do próprio barro, uma humana com a alma da Rainha–Dragão stratana, e dois líderes com poderes familiares: um parecido com o nosso e o outro parecido com o d’O “Dizimador”. Duas garotas cuidando dos escudos, e quatro espadachins na retaguarda. Só tenho mais 17 androides. Estamos quase quites. Agora tenho algo a dizer.
“Eles são minha guarda de elite. Chamei-os de Joias Negras. São minhas cunhas preferidas. Vou deixar que o líder deles, Blackont, apresente todo mundo.”
Um androide negro – ou Voidern – caiu na ilha. O baque de sua queda balançou-a toda. É claro que ainda permanecemos inabalados. Mas ele era forte. Isso era uma certeza. Então ele começa a falar, em uma voz grossa e animada:
—Olá! Eu sou Blackont, capitão dos Joias Negras, e irei apresentar a vocês meus amigos e subordinados. Tenho 2 esquadrões: Os Blackblaze, e os Hell Ice. Com os corpos forjados nesses elementos, eles são dominadores do Fogo, do Gelo e do vazio. O Fogo Negro e o Gelo estígio.
Quando ele terminou de falar, dois grupos de 8 androides caíram. Tinham cravados o Fogo Negro e um gigante floco de neve. As assinaturas de energia estavam disparando: não eram para qualquer um. Quando um só deles atacasse, seria o fim de quem estivesse no caminho. Eu falei para Wrawyon:
—Quando eu disser pule, você vai pular comigo, e carregar uma bola do vazio no ar.
—Pular e carregar uma bola do vazio? — ele perguntou.
—Sim – eu disse -, isso mesmo.
Ele logo virou novamente para a frente, e vimos que uma bola gigante de fogo negro estava nas mãos dos Blackblaze.
CROMADOR INFERNAL!
Eles jogam aquela bola como um raio laser, indo até nós.
—AH, QUE DROGA! — Tive que censurar o que falei simultaneamente com Wrawyon.
Nós tentamos bloquear o raio, e empurrá-lo para trás. Mas só conseguimos dividi-lo em dois. Quando o ataque acabou, não tardei:
—PULE!
Ao pular, Wrawyon fez o que pedi. Mas o que fiz foi imaginando o que meu pai fez naquele dia…
...
15 anos atrás…
—Odin, seu cabelo ainda está branco.
A irritante piada do meu amigo Tyr me enchia o saco.
—Não sou eu quem tem uma barba BRANCA gigante, Tyr.
Ele me deu um tapa nas costas, quase me derrubando.
—Os senhores podem parar?
Sif, a esposa do meu filho Thor, chegava de mais uma missão cumprida nos campos de batalha stratanos. Mas ela não parecia muito bem.
—O que houve, Sif? — Eu perguntei.
—Os Voidern tem poderes tão fortes quanto meu amado tem. E descobri mais uma coisa.
—O que foi?
Ela mostra um quadro que um humano crente, aparentemente louco, desenha um abismo com duas mãos diferentes saindo dele.
—Este abismo é Ginnungagap. Só existia o frio e o calor do que chamamos hoje de Nifleheim e Muspellheim. Dele saiu Ymir, o criador do Universo, e nosso criador.
—Sim, disso nós sabemos – disse Tyr. — O que não sabemos é essa outra mão do lado.
—É aí a parte angustiante – disse Sif, em um tom desesperado. — A mão do lado de Ymir é um ser que pegou parte do vazio de Ginnungagap.
—Isso é impossível! — Eu exclamei. — Ymir foi o Primeiro. O que veio depois foi o Universo!
—Mas crentes pagãos dizem que esta mão é do Primeiro deles. Chamam ele de Caos.
—E o que, exatamente, ele tem a ver com os Voidern? — Tyr pergunta.
—Tudo. Diz o mesmo louco que fez o desenho que esta é a verdade. Que Caos e Ymir são gêmeos, e que saíram de lá no mesmo dia. Combinaram a construção do Universo, com a condição de deixar um espaço vazio para Caos, além de cuidar da filha dele, Gaia, que foi enrolada com um pedaço do couro de Ymir. Midgard floresceu assim, com o nome grego de Gaia.
“Caos, no seu espaço, também fez mais filhos. Se tornaram os 10 Reis Almirantes, que tiveram 10 filhos cada um.
“Mas um 11º filho, Vazileya, foi rejeitado pelo pai por conseguir 500 filhos, ao invés de apenas 10, o que causou sua destruição, pois seu pai era um perfeccionista pelo seu reino.
“Perdendo o pai, deixando apenas a essência dele no espaço, os 500 filhos são nossos invasores, tentando conquistar um novo planeta.”
—Então – perguntei -, quer dizer que os netos do irmão de Ymir são nossos inimigos?
—Sim. As aptidões deles com poderes são superiores as nossas.
Tyr, porém, se levanta e revida Sif:
—Então eu sou o quê? Um decepcionante aesir, sem lá muita aptidão para nada?!
—Calma, não era--
—NÃO! Ninguém de nós é! Somos aesires. Vivemos a guerra como um dia normal. E isso não é exceção.
Eu me levanto e digo:
—Me levem até o campo de batalha. É hora de fazer algo.
—O que irá fazer, Bolverk? — Sif me chama pelo meu pseudônimo.
—O que guardei por tanto tempo. Minha grande obra de ataque. – E chamo pelo meu amigo da Bifrost. — HEIMDAAALL!
Ele me escuta, sabendo para onde eu iria. E me manda direto para o campo de batalha.
Chegando lá, me deparo com uma legião de Voidern. Não perdi tempo e invoquei minha obra de ataque:
Transcendendo o passado em 2 palavras:
DUPLO PLANETA!
…
Duas esferas brancas gigantescas agora saíam de minhas mãos. Uma outra gigante bola era a do Wrawyon, do tamanho da minha. A grande força seria a nossa. Finalmente, lancei as esferas, com a bola do Wrawyon. E o exército dos Joias Negras foi impotente contra:
PLANETA PROCLAMADO TRIPLO!
O ataque foi de proporções enormes. Todos os Joias Negras sumiram, exceto… Blackont.
—Incrível. Não é a toa que consegue destruir países inteiros com esse poder. Como a sua mãe e a sua amada Phílin.
Ai não. Wrawyon teve um reconhecimento imediato a quem seria ele. Seus olhos, sua respiração, tudo nele parou, com o tamanho terror que sentia agora. Então ele começa a pirar na batatinha. Ele começa a gritar, a chorar e a espernear o nada. Até que percebi que ele estava se transformando em algo novo.
…
LADO DO FYON
—Essa não.
Eu estava querendo impedir que ele se transformasse na forma Despertar dele, mas era tarde demais. O globo dos olhos havia se transformado em verde. As íris, em amarelo. Logo, as pernas e as asas negras apareceriam, e chegaria a forma completa.
—Pare, irmão! Não perca o controle agora! É muito cedo!
Mas ele não escutou. As asas apareceram. Já era.
…
LADO DA ESCURIDÃO DE WRAWYON
—O que-- O que está acontecendo aqui?
Estava em um espaço negro, sem saber como tinha parado lá.
—Olá, Wrawyon.
Eu virei para trás, sabendo de quem seria a voz.
—Odge. Meu demônio do vazio.
—Ora, ainda lembra de mim, depois de tanto tempo!
—Sem ressentimento de ter prendido você aqui. — Então pergunto a ele: — Que lugar é esse?
—Essa – ele respondeu -, é a prisão mental. Sua Alcatraz.
—O que eu estou fazendo aqui, então, se minhas emoções são importantes para a saúde mental?
—Eu não sei. Parece que o que tomou conta de você foi você mesmo.
—Mas qual parte de mim?
—A parte que existe em todo detentor de um Pior. A loucura. O ressentimento. A raiva. O luto. A indiferença. Misture tudo isso, e essa é a receita mental de um Pior.
—Está falando que desde que a Phílin morreu, eu nunca mais controlei meu corpo?
—Sim. Esta é a verdade. E a única cura para um Pior será a amada retornar dos mortos.
E dissemos em sincronia:
“...porque o que é cravado jamais é cicatrizado. Mesmo se escondê-las ou encobri-las, elas sempre retornarão, piores e mais fortes.”
Ficamos calados por algum tempo, esperando que alguém fale alguma coisa, mas só esbocei:
—Você não é ruim. Nem é vazio.
Odge respondeu:
—Suas emoções são seu melhor lado.
—É verdade. — Me perdi do contexto principal, e me desesperei ao lembrar que meu eu Pior estava atacando. — Odge, coloque-se nos meus olhos, agora!
—Certo!
Ele foi ver, e seu relatório não é nada bom.
—Temos um problema.
—Qual é? — perguntei logo.
—Seu eu Pior está perdendo.
—Essa não. É para quem?
—Para… Inkaylor.
—Como?!
RETORNAMOS A INKAYLOR.
Eu tive de estapeá-lo para dizer que ele já tinha acabado com Blackont. Eu poderia simplesmente ter entrado no consciente dele e achar o que havia de errado. Mas já estava resolvido. Tal que quando domei aquela fera a solta, Grandark fala:
—Muito bem. Acabaram com meu soldado Blackont. Mas agora seu problema será elevado ao meu nível.
E ele finalmente desce de sua nave, juntamente com Vee.
...
Não perdemos tempo. Sem Wrawyon, que agora se recuperava na Fundação, só tinha eu como líder.
—Só uma pergunta, Fyon – perguntei. — O que aconteceu para me aprovarem como líder pilar da Fundação?
—A facilidade que destruiu o globo do vazio na sua apresentação para nós – ele respondeu. — Somente a afinidade de dois guerreiros, além de você, foi suficiente para destruir e cancelar o poder do vazio: Odin, seu pai, e seu irmão, Nova-Kai.
—Certo. Obrigado.
Grandark e Vee pararam diante de nós. Olharam para o plano de batalha mais uma vez, e Vee disse:
—Caraca. Vocês estão de parabéns. A sua linha de ataque não deixa passar um fio de cabelo.
—Eu concordo com meu companheiro – disse Grandark. — Sua linha de ataque é mesmo impressionante. Mas ficaram sem uma de suas lideranças, o Wrawyon. Pelo visto, porém, isso não é um problema. Com isso, devemos dar muito de nós.
Então, acontece uma transformação neles. A forma de Grandark, que tinha cabelos negros terminando em pontas apontadas para frente, e um corpo mediano de 30, agora virou um ser diferente. O cabelo sumiu, a pele ficou branca e cristalizada, aparentemente calcificada, e os membros se dividiram, sendo agora conectados invisivelmente. A forma de Vee não passou pelo mesmo processo. Somente o passo da pele ficar branca. Fora isso, mais nada.
—Por que você passou por uma transformação diferente comparada ao do Grandark? — pergunta Fisto, perplexo, assim como eu.
Mas ele responde apenas:
—Por que perguntou isso? Voiderns se diferem um dos outros.
Fisto pareceu não se contentar com a resposta, mas se calou. Grandark, ainda com aquela cara alegre e confiante, ele diz:
—E agora, que comece a batalha!
E lá fomos nós de novo, indo contra os comandantes, no ápice da batalha.
…
A chuva de ataques começou a cair.
D:ASAS DO SERAFIM!
M:BOLA D’ÁGUA!
K: RAIZORU!
Todos os ataques caíram feito pedras nos dois Voidern. Não havia certeza se eles sobreviveriam a algo assim, pois mataria uma pessoa normal: uma bola de água gigantesca, ventos de perfurar uma pessoa, e uma tempestade de raios. Mas tudo isso não foi suficiente para pará-los. Somente um arranhão foi feito nos dois. ‘Bons demais para serem parados’, pensei.
Tenstareot, desobedecendo a ordem da retaguarda, correu para a linha de ataque e mandou seu ataque:
GAVIÃO VERMELHO!
Sua espada se tornou vermelha, e chamas vermelhas o envolveram. Sua nova espada estígia (que deu até nome: Nelomitt) cruzou o campo de batalha até atingir Grandark. Mas… o último segurou a espada. E seu olhar ficou sério, tão sério que quem olhasse recuaria na mesma hora.
—Esse golpe… eu o escutei naquele dia, na Batalha do Metrio. Foi você. Você ajudou a tirar Meteroon de mim, do meu exército.
EXTERMINADOR!
O ataque que ele carregou com a mão atingiu Tenstareot em cheio na barriga, facilmente o lançando para trás. Só não foi engolido pelo vazio por que não deixaram. Mas o deixaram para sofrer, com certeza. Pois quando vimos ele, ele estava agonizando. Tipo, ‘o que foi que eu fiz’, algo assim.
—Se quiserem que eu reverta – disse Grandark -, estalarei meus dedos. Mas quando ele voltar, estará exausto. Não conseguirão acordar ele até o fim da batalha. Se estiverem aqui para quando ele acordar, claro. Na verdade, nem sei se ele irá acordar.
Esta provocação me veio junto com uma ideia. Um plano racional de fúria.
—ESPADACHINS, AGORA! WRECKERS, ABAIXO DELES!
Seguiram meu plano fielmente, fazendo uma bela frente de batalha. Vee, porém, aparece, e faz um movimento muito rápido, socando todos os 8 envolvidos da frente na hora, nocauteando-os. Nossa posição era nada boa. Só tínhamos os Fundadores (com exceção do Wrawyon) e eu.
—Tá, acho que não deveríamos ter deixado as garotas nos escudos – disse eu, repensando nesse plano. — Agina, Deena!
Elas vieram, e todos nós agora estávamos reunidos.
—Enfim, acho que a vez de vocês atacarem está acabando – disse Grandark, num tom de alguém animado, apontando o óbvio. — Agora é nossa vez!
E eles começaram a carregar um ataque grande, executado pelos dois.
Eu comecei a pensar nas palavras de Daiss:
“Eu tenho um plano – Daiss disse, levantando a mão. — Nós devemos jogar as armas pesadas na última cartada. Isso é uma manobra de sobrevivência.
—Sim, Daiss – eu disse -, mas isso não é “battle royale” ou embate x1. Isso é uma batalha de guerra. Ou jogue no início, ou nunca jogue.
Todos assentiram. Pedrini, porém, disse:
—Sim, concordo com Inkaylor e seu ponto de vista. Mas o Daiss também está correto sobre uma cartada final. Temos de ter uma ação em conjunto, ou o plano não irá para frente de verdade. Será o que nós conhecemos em um tiro só.”
Então olhei para Daiss, seu corpo estirado no chão.
—Aquele conselho foi de valia, amigo. Descanse agora.
Então virei para os Fundadores e disse:
—Combinem seus ataques individuais mais fortes com o meu Duplo Planeta, para contra-atacar o ataque deles. Daiss disse que um ataque conjunto é necessário para vencer, e só eu, além dos heróis da Guerra do Vazio, tem a afinidade para vencer eles.
Eles concordaram, e começaram a carregar os seus ataques também. Ao carregar meu Duplo Planeta, percebi que o ataque dos nossos oponentes também era dos grandes. E então, após um minuto, o ataque de todos estava pronto. Nosso lado ficou em silêncio, assim como o lado deles também ficou. O momento de silêncio que tinha prelúdio ao combate.
V e G: ETERNO VAZIO!
NÓS: PLANETA MILLION!
Nossos ataques se colidiram. De um lado, a pura escuridão. Do outro, o branco de todos nós. Eles tinham poder, apesar de serem dois. Tanto que, por um minuto inteiro, permanecemos empatados. Mas o jogo começou a virar para o lado deles, já que todos já começaram a se sentir cansados, mesmo nas suas formas despertadas. Então, minha base começou a perder a força, utilizando tudo de mim nesse golpe. Mas não quis desistir. Ninguém quis. Nós tentamos passar por cima do cansaço e continuaram a colocar suas forças no golpe. A vantagem voltou para nós, e o empate se seguiu por mais um minuto. Mas novamente começamos a perder a vantagem de empate quando a energia dos meus companheiros estava realmente acabando. Não suportando, pensei que naquele golpe nós perderíamos a batalha. O meu sentimento de culpa se tornou em mais energia, e continuei a empurrar nossa vantagem, sem sucesso. O ataque deles só ficava mais e mais forte a cada segundo, e já estava quase esgotado fisicamente. Quando parece que eles deram um último empurrão, e minha visão começou a ficar preta, algo acontece. Realmente, a minha visão ficou preta, porque um raio negro, mas vindo do nosso lado, cruzou a minha visão. E ao ver quem disparou, Wrawyon agora estava de pé, nas suas últimas forças, disparando o raio. Todos viram a cena. Com esse último esforço, todos, por uma última vez, tentaram passar por cima de sua dificuldade, e as forças para o golpe conseguiram ser suficientes para acabar com a disputa.
…
LADO DE TGH (sim, eu tenho um lado.)
Ao usarem tudo de si, a disputa teve um empate técnico, sendo que os Voidern também estavam se cansando. Com isso, decidiram recuar por ora.
Quando Inkaylor finalmente percebeu que eles estavam recuando, parou com o ataque. Era disputa para se encerrar outro dia. Quando o restante do pessoal parou com o ataque, eles caíram, inconscientes. Inkaylor chamou as outras fadas e disse para elas retirarem todos eles dali.
Finalmente reentrando na Fundação, ele foi para o centro de recuperação. Metade da Fundação ficou ferida nessa batalha.
Ele queria curar todos ali, mas se usasse um pouco mais de energia, também ficaria desacordado. Ainda assim, decidiu dormir no centro, para que visse todos se recuperarem.
RETORNEMOS A INKAYLOR.
Eu fui dormir, e fui dar o relato para Landrew e Phílin. Não precisava, porque eles viram tudo. Phílin, porém, permaneceu anormalmente calada. Queria conversar mais com ela, mas por falta de sorte, tinha energia suficiente para levantar no outro dia. E no momento que acordei:
—REUNIÃO NO AUDITÓRIO DOS PODEROSOS ÀS 13 HORAS. ASSUNTO: ONTEM.
Saí do meu quarto, peguei um pãozinho com manteiga disponível no vazio refeitório, e esperei no meu real quarto até a hora da reunião.
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