The Fate Of All
8 Capítulo VIII
Notas iniciais
Capítulo VIII
O dia amanheceu ensolarado na Central, o inverno finalmente tinha acabado e aquele era o primeiro dia da primavera. Lanfan nem se importou muito com o fato de ser seu aniversário, passou o dia anterior inteirinho de mascara por causa do ocorrido naquela noite.
May ficava rindo pelos cantos e toda vez que ela e Ling ficavam a sós, dava um jeito de sumir. Mas hoje não tinha escapatória. Levantou cedo como todas as manhas, e foi para o terraço sentir a primeira brisa do dia e ver o nascer do sol.
Um dos privilégios de acordar cedo era poder contemplar aquela bela imagem todos os dias, as nuvens ficando rosa aos poucos e o céu mudando para o azul.
-Já entendi porque você vem sempre aqui. –ela ouviu aquela voz familiar que estava em sua cabeça há anos
-Bom dia Jovem Mestre. – falou gaguejando, se encolhendo ainda mais, não esperava vê-lo tão cedo
-Ainda bem que acordei mais cedo hoje, se não você passaria o dia todo fugindo de mim como ontem. –ele falou sorrindo
-Eu não estava fugindo, só tinha muitas coisas para fazer. – ela deu uma desculpa rápida
-De qualquer modo, feliz aniversário Lanfan. –ele falou com um sorriso encantador
Ela sentiu o rosto esquentar com aquilo, todos os anos que passou ao lado dele, o mesmo nunca esquecia o seu aniversário.
-Obrigado por lembrar. –respondeu deixando escapar um sorriso
Ele chegou mais perto dela e ela foi se afastando cada vez mais até encostar-se à parede. Ele ficou do lado dela e ela estava muito nervosa.
-Se eu soubesse que você ficaria tão distante assim de mim, não teria te beijado naquele dia. –ele falou se levantando
Ela inesperadamente levantou e o segurou, estava de cabeça baixa por causa da vermelhidão que seu rosto tinha.
-Será que podemos fazer de novo? –ela pediu num fio de voz
-O que? –ele falou surpreso
-Eu quero um beijo seu como presente de aniversário. – disse se encolhendo ainda mais, reuniu toda a sua coragem para falar
Ele apenas riu, jamais esperou que ela pedisse isso, mas já tinha a intenção de fazê-lo. Ling levantou o rosto dela com o indicador e se aproximou vagarosamente do rosto dela, encostou de leve seus lábios nos dela.
Um beijo suave e bem romântico, o cenário também havia ficado lindo, bem atrás deles o sol nascente ainda pela metade no tom alaranjado com o céu totalmente rosa e amarelo.
Aquele era definitivamente o melhor aniversário da sua vida.
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Edward desceu na estação de Rezembool de manhazinha, era 7:00h quando o trem chegou. Ele estava cansado, mas não deixava isso transparecer, seu coração batia mais forte a cada passo mais perto da casa dela.
Ele bateu na porta e esperou que Pinako a abrisse, mas se surpreendeu com Winry na porta e apenas com uma camisola fina, excessivamente curta e transparente, dava para ver claramente o conjunto de calcinha e soutien roxo que ela usava por baixo.
-Ed! –ela se assustou
-Winry! Como você sai abrindo a porta nesse estado?! –ele falou envergonhado e com o rosto rubro
-Ãh? –ela não entendeu
-Olha pra baixo. –ele falou virando o rosto
-KYAAAAAAAAAH! –ela gritou ao ver o que estava usando
Bateu a porta na cara dele e saiu correndo escadaria a cima. Pinako ouviu o grito e saiu correndo da cozinha para ver o que era, viu a porta meio encostada e quando a abriu viu o loiro corado ali com cara de bobo.
-O que você está fazendo aí? Pensei que a Winry tivesse vindo abrir a porta. – falou deixando que ele entrasse
-Como pode deixar que a sua neta receba uma visita naqueles trajes, velha sem-noção?! E se fosse um tarado?! –ele entrou reclamando e completamente indignado
-E pelo visto era um tarado. Pela sua cara gostou do que viu, não sei por que está reclamando. –Pinako respondeu simplesmente
Logo Ed não sabia mais se ficava vermelho, roxo, azul, amarelo, verde. Enfim o arco-íris estava estampado por todo seu rosto.
-Win desce logo e vem ver o show de cores na sala. –Pinako gritou ao pé da escada
-Já vou! –Winry gritou do quarto
“Como eu sou desligada!”
Winry pensou enquanto colocava um de seus diversos vestidos floridos, mas até que ficou feliz com a reação dele. Corou ao perceber isso, se sentiu um tanto tarada. Ajeitou o cabelo e desceu. Encontro-o no sofá de cara feia e ainda corado.
Tinha que admitir que ele ficava uma gracinha emburrado.
-Desculpe por abrir a porta daquele jeito. Deve ter sido bem constrangedor para você não? –ela se sentou ao lado dele
-Claro que foi! Eu não estava esperando por isso logo de manhã! –ele falou fechando ainda mais a cara
-Tava esperando ver em outra hora então? –ela perguntou rindo
-O que deu em vocês hoje hein?! Primeiro a sua avó falando coisas estranhas e agora você. É uma competição pra ver com consegue me deixar mais vermelho?! –ele explodiu
-Tô vendo que alguém não dormiu durante a viagem. E falando nisso, por que você veio? –ela perguntou, estava com um bom humor incrível naquela manhã
-Eu queria te ver. –ele falou baixo quase inaudível
-O que? Fala de novo eu não entendi. –ela pediu
-Eu queria te ver. –ele falou novamente dessa vez um pouco mais alto
-O que? –ela perguntou
-Eu queria te ver! –ele gritou
-KKKKKKKKK! –ela começou a rir- Desculpe, eu já tinha ouvido de primeira, só queria ver se você gritaria isso. Eu também queria te ver. –ela sorriu sem jeito
E ficou novamente aquele clima constrangedor entre os dois, ambos mais do que surpresos com as respostas um do outro.
-Os pombinhos podem vir tomar café. –Pinako chamou
-Que história é essa de pombinhos?! –Ed levantou nervoso e sentou-se à mesa emburrado
-Vovó pare com isso! –Winry pediu corando
Pinako riu daquela situação, desde ontem, quando a Winry saiu, notou que aquela tristeza havia sumido. E somente depois que conheceu Keita entendeu o que estava acontecendo com a neta, mas optou por não se meter na vida dela.
Afinal ela já tinha 16 anos, tinha que aprender a resolver seus problemas sozinha.
Assim que terminaram o café ouve-se batidas na porta.
-Eu atendo. –Winry falou se levantando
Quando ela abriu a porta viu Keita encostado na parede com um olhar sedutor, um sorriso maroto e completamente sexy.
-Bom dia Winry. –ele falou
-Bom dia Keita. –ela respondeu sorridente tentando não ficar corada
-Vamos dar um volta? –ele perguntou
-Bem, é que... –ela estava procurando as palavras certas
-Quem é Win? –Ed perguntou indo até a porta
Se deparando com Keita, assim que se olharam deu para ver as faíscas que saiam dos olhos de ambos.
-O que ele está fazendo aqui? –Edward perguntou com raiva
-O que você está fazendo aqui? –Keita deu ênfase ao você
-Isso não é da sua conta. –Ed respondeu com ainda mais raiva
-Digo o mesmo. –Keita falou com cara de poucos amigos
-Keita-kun! –ouve-se a voz de Rose ao longe
-É a Rose? –Winry perguntou
-A mesma. –Keita respondeu
-Oi! –ela falou sorridente e ofegante
Rose usava roupas de ginástica e pelo visto estava correndo, o cabelo preso num rabo de cavalo deixando somente a franja rosa solta. Keita encarava indiscretamente o corpo da amiga com um brilho pervertido nos olhos.
-Winry-chan eu dei uma passadinha aqui pensando se você iria querer correr comigo, o que acha? –Rose convidou sorridente
Winry olhou para os garotos que ainda estavam se estranhando.
-Só se for agora. –a loira falou subindo as escadas correndo
-Ah, coloque o biquíni por baixo, vamos dar um pulo no lago! –Rose gritou
-Biquíni? Sabe, eu acho que vou também. –Keita falou cheio de péssimas intenções
-Mas você nem aguenta correr por tanto tempo Kei-kun. –Rose falou
-Isso era antes. –Keita respondeu indignado
-Vamos Rose? –Winry falou do pé da escada amarrando os tênis
Ela também vestia uma roupa de ginástica que deixava a mostra todas as suas curvas, Edward segurou o nariz e Keita fez o mesmo. Rose sentiu um pouco de inveja da loira.
-Winry-chan, você se importa se o Keita for com a gente? –Rose perguntou com aqueles olhinhos pidões
-Não. Você vem também Ed? –Winry perguntou para o loiro que ainda segurava o nariz
-Vou, não posso deixar esse pervertido sozinho com vocês.
-Então vamos esperar mais um pouquinho, ok Rose? –Winry falou- E Ed, vai se trocar logo.
-Eu vou passar em casa rapidinho. Me esperem! –Keita praticamente implorou
-Ok. –elas responderam juntas
-Ei Winry, quem é o loirinho que vai com a gente? –Rose perguntou maliciosa
-É o Ed, ele é um amigo de infância. –Winry respondeu sentindo uma pontada de ciúme
Logo os garotos voltaram e elas começaram a se aquecer, em pouco tempo já estavam todos correndo. Elas estavam na frente conversando enquanto eles ficaram apostando uma corrida que por sinal estava sendo levada a sério demais.
Quando chegaram ao lago, elas nem esperaram por eles, tiraram as roupas e pularam na água. Keita as viu de longe já de biquíni e sua velocidade aumentou de uma forma absurda. Edward para não ficar pra trás, também acelerou o passo.
Keita sentou na grama cansado, pegou a garrafa d’água que levou consigo e a virou em cima de si, Rose e Winry viram a cena, ambas ficaram boquiabertas, ele fez aquilo do jeito mais sexy que elas já viram.
-Confesso que por essa eu não esperava. –Winry falou tentando fazer com que o nariz não sangrasse
Rose olhou furiosa para a loira que continuava admirando o moreno, tinha que admitir que estava morta de ciúmes desde ontem quando viu Keita carregando ela.Logo Edward se senta na grama também e tira a camisa.
Elas não aguentaram e tiveram que segurar o nariz que mesmo assim insistiam em sangrar, eles olharam na direção delas que disfarçaram virando de costas.
-Parece que está empatado. –Winry falou para si própria
-O que? –Rose perguntou estranhando
-Nada não. –ela respondeu sorrindo
Em pouco tempo Keita pulou na água e saiu nadando atrás delas, Winry tentava ao máximo ficar longe dele, mas o mesmo sempre arrumava um jeito de tocá-la discretamente, uma mão boba que só não era vista porque estava debaixo d’água.
-Ed você não vai entrar? –Winry estava quase implorando
-Não posso, se não o automail vai enferrujar e eu não quero levar uma chave inglesa na cabeça de novo. –ele falou inconformado com aquilo
-Não tem problema é secar bem e colocar um pouco de óleo quando chegar em casa. –ela sorriu
-Foi você disse hein! –ele avisou antes de pular dentro do lago
Ficaram ali nadando e se divertido até perto da hora do almoço, quando começaram a sentir o estômago roncando resolveram ir para casa.
Keita insistia em querer levar Winry em casa, mas Rose acabou o arrastando contra vontade deixando Edward e Winry sozinhos.
-Já quer ir embora? –ela perguntou
-Não, aqui está bom. – respondeu boiando
Ela estava distraída quando sentiu o mesmo abraçar-lhe por trás, sua pele inteira se arrepiou com aquele toque tão próximo.
-Finalmente eles foram embora. –ele falou ao pé do ouvido dela
-Ed... –ela falou começando a sentir a mente ficar embaçada
Ele num movimento rápido a virou e frente para si, estavam colados um no outro, ele envolveu a cintura dela a trazendo para mais perto ainda se isso era possível, e ela o beijou.
Um beijo ardente e cheio de desejo, mas da parte dele que estava excitado desde manhã quando a viu naquela camisola sexy. Ele foi levando-a para a margem e se sentou fazendo com que ela sentasse em cima dele.
Ela também estava muito excitada com aquilo, ainda mais na posição que estavam, dava para sentir o membro dele já enrijecido tocando sua intimidade e o tecido fino do biquíni facilitava ainda mais esse toque.
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Keita andava emburrado ao lado da morena que ficava mais do que triste com aquela atitude, ela percebeu que Winry tinha certo interesse nele e só queria deixá-la a sós com o loiro que pelo visto gostava dela.
-Você vai ficar com essa cara por quanto tempo? –Rose perguntou irritada
-O tempo que eu quiser. –ele respondeu grosso
-Não precisa falar assim comigo! –Rose explodiu- Você queria ficar lá segurando vela? Ta na cara que aqueles dois queriam ficar sozinhos!
-É por isso mesmo que eu queria ficar ali! –Keita falou com cada vez mais raiva
-Keita... Você gosta dela? –Rose perguntou sentindo o coração despedaçar
Ele virou a cabeça e não respondeu.
“Eu não vou perder o Keita-kun pra ela!”
Rose pensou decidida, ela num movimente rápido o prensou contra uma árvore e o beijou, ele ficou surpreso e sem reação, mas sem entender correspondeu aquele beijo.
Ele juntou ainda mais seus corpos e tornou aquele beijo mais quente, o mesmo sempre teve um interesse sexual na amiga, afinal ela não perdia pra Winry em termos de curvas. Mas aquele beijo não foi só prazeroso tinha alguma coisa que o tornava especial e único.
O ar já estava no fim, mesmo assim nenhum dos dois queria parar, mas foi inevitável. Logo eles se separaram. Keita encarou pasmo ao ver as lágrimas naqueles olhos amendoados.
-Eu não preciso dizer nada, não é? –ela falou se virando e voltando a andar
Rezou para que ele a parasse e lhe fizesse um milhão de perguntas, mas ao invés disso ele ficou ali parado com cara de bobo, sem conseguir raciocinar.
Ela virou para trás e não o viu, como suspeitava, ele foi atrás dela. Da garota de quem ele gosta, se sentiu idiota e inútil, corria horas por dia para ficar bonita pra ele, sempre pensava nele e o ajudava todas as vezes.
Mas isso eram coisas que amigos faziam. Amigos. Uma palavra tão dolorosa para um coração apaixonada que o fazia quebrar em milhões de pedaços tão pequenos que somente a pessoa amada pode vê-los.
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Quando Keita voltou ao lago, viu Winry e Edward se beijando de um modo bem ousado. Ele teve vontade de interromper aquilo, mas Rose dominava seus pensamentos naquele momento, deu meio volta e foi para casa.
Ele tinha que admitir, a morena conseguiu abalar a sua estrutura.
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Lanfan e Ling passaram o dia juntos, May e Alphonse até estranharam os dois estarem tão próximos, pareciam até um casal. Lanfan estava radiante aquele era definitivamente o melhor aniversário de sua vida e ela não se cansava de repetir isso, quando a ele, estava satisfeito, afinal poderia finalmente ficar com a garota que ama.
-Ei May, por que o Ling e Lanfan estão daquele jeito? –Al perguntou
-Não sei, mas provavelmente ele deve ter dado algo muito bom de presente de aniversário para ela. –May respondeu rindo
-Aniversário?! –o loiro falou espantado
-É, ela hoje faz 16 anos. –May falou- Ainda tenho que comprar alguma coisa pra ela.
-Então vou comprar algo também. Ela merece, né? – disse rindo
-É. –May concordou
Sentiu uma pontada de inveja daqueles dois, até eles que nunca iam para frente já tinha tido seu primeiro beijo e ela e Alphonse ali. Não que não tivesse tido oportunidades, mas sempre acontecia alguma coisa para atrapalhar.
May passou no shopping com Al e ambos compraram os presentes, eles ficaram lá fazendo hora se divertindo. No final da tarde May foi numa confeitaria e comprou um bolo junto com algumas velas, fazer um agrado para alguém de vez em quando não matava, né?
-Será que ela vai gostar? – falou pensativa
-Provavelmente sim. –Alphonse respondeu
Eles estavam sentados na praça admirando o entardecer daquele primeiro dia de primavera, o clima estava muito romântico e May estava em uma agitação constante por dentro, um nervosismo e pedindo mentalmente que ele desse a iniciativa.
Alphonse passou o braço por cima dos ombros dela, ele estava reunindo todas as suas forças para se declarar, mas na hora parecia tão difícil.
-May. –ele a chamou
-O que foi? –ela o encarou sorrindo
-Eu tenho que te dizer uma coisa. –ele disse segurando uma das mãos dela- Eu... Ashi...
-Teru. –ela completou olhando nos olhos dele
Ele se aproximou dela que diminuiu aquela distância e o beijou. Era como um sonho para ambos esperavam muito por aquilo. Quando o ar começou a faltar, eles se separaram ofegantes.
Alphonse encostou a testa na dela sorrindo, não precisavam de palavras, só aquele clima entre os dois dizia tudo que queriam saber. Ele a deixou em casa e deu um selinho de despedida.
A pequena sorria de orelha a orelha, entrou radiante no quarto e viu uma Lanfan perdida em pensamentos e com um sorriso bobo no rosto.
-Lanfan você está bem? –May perguntou sentando ao lado dela
-Melhor do que nunca. –ela disse suspirando
-É, pelo visto aconteceu alguma coisa entre você e o Ling. — May falou rindo
-Foi o melhor dia da minha vida! –Lanfan falou colocando o travesseiro no rosto- Ele me beijou hoje de manhã.
-Sério?! Como foi? –May perguntou interessada
Lanfan contou tudo, ainda com o travesseiro no rosto, pois estava morrendo de vergonha. May chamou Ling para cantarem parabéns, e no final ele deu um beijo na bochecha dela a deixando muito vermelha. Depois que ele voltou para seu quarto, May aproveitou para dar os presentes.
-Eu comprei uma coisa pra você. –May falou mexendo na bolsa
-Não precisa. Eu já estou muito feliz. –Lanfan falou rindo
-Precisa sim! –May falou entregando dois pacotinhos embrulhados para ela- Esse é meu. –apontou para o mais colorido- E esse é do Al.
-Porque eu estou com uma sensação estranha em relação ao seu presente. –Lanfan olhou desconfiada para a menina que sorria doce
Ela desfez o embrulho e quando tirou a fita viu algo mais do que inesperado. Era uma lingerie preta sexy muito ousada, Lanfan encarou May pasma.
-Só para apimentar a relação de vocês! –May falou rindo maliciosa
-O QUÊ?! –Lanfan falou vermelha da cabeça aos pés- Sua pervertida! Ero-hime! –ela falou tacando-lhe almofadas
-O que?! Não é nada demais. –May se fez de desentendida
-Pelo menos o Alphonse é uma pessoa decente. –Lanfan falou respirando fundo e abrindo o outro presente
Era uma pulseira dourada muito bonita, tinha algumas kunais e xurikens como pingentes, realmente ele escolheu bem.
-É muito linda! Amanha vou agradecer. –Lanfan falou sorrindo
-Assim que batemos o olho nela achamos perfeito, eu iria te dar esse, mas pensei em algo melhor. –novamente a pequena fez aquela carinha doce se transformar em algo pervertido
-Pior você quer dizer! Você é tão tarada, se o Alphonse soubesse disso. –Lanfan falou- Falando nele, o que aconteceu? Quando você chegou estava brilhando feito purpurina.
-Nós tivemos nosso primeiro beijo no parque. Foi tão bom! –May falava aquilo sem um pingo de vergonha
-Vejo que as coisas estão dando certo pra gente.
-Pois é. Só espero que fique melhor a cada dia. –May falou com olhos sonhadores
-Eu também. – respondeu mais para si mesma
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Winry e Ed estavam num clima super constrangedor, depois do ocorrido no lago eles não se falaram o dia todo. Mas queriam ter somente uma chance para que pudessem repetir tudo!
Já era noite quando Winry terminou de consertar os automails que faltavam, realmente passar o dia ali era bom para fugir do loiro. Mas só de pensar nele sentia seu coração bater mais forte, soltou um suspiro.
“Se ele estivesse aqui agora”
Ao pensar nisso ouve o barulho da porta se abrindo e fechando em seguida, logo o vê descendo a escada secando o cabelo com uma toalha, sem camisa usando apenas uma calça de moletom cinza.
-Você ainda está ai? –Ed perguntou surpreso
-É que tinha muita coisa acumulada. –ela respondeu sem conseguir tirar os olhos do peitoral dele
Ele notou o olhar dela sobre si, se aproximou devagar e a prensou contra a mesa. Ela estava surpresa com aquela atitude, ele deu um beijo no pescoço dela que soltou um suspiro alto quase um gemido.
Edward a olhou nos olhos e Winry pode ver os orbes dourados com um brilho intenso de desejo, ela nunca os vira assim antes, ele a beijou com luxúria, mas ao mesmo tempo com sentimento.
Eles estavam grudados e novamente ela conseguia sentir a excitação dele roçando na sua intimidade, aquela sensação era viciante, ver que ele estava completamente entregue a ela. Dessa vez não ficaram só no beijo, Winry acariciava o tórax dele que beijava seu pescoço com volúpia deixando algumas marquinhas roxas.
Ele acariciou um de seus seios ainda por cima do top e este logo foi removido, ele desceu os beijos até seus mamilos já enrijecidos, passou a língua de leve a fazendo gemer um pouco mais alto. Num movimento rápido ele tira tudo que estava em cima da mesa e a coloca deitada ali.
Ela mantinha os olhos cerrados e a cabeça para o lado, ainda ofegante com aquelas caricias. Ela já podia sentir a sua calcinha ficando úmida aos poucos, ele desamarrou as mangas do macacão que ela usava e o tirou, passou dois dedos por cima da intimidade dela ainda por cima da calcinha.
-Hááárrr.... Ed... –ela gemeu o nome dele perdendo totalmente a razão
Ambos já nem se importavam se Pinako que estava na cozinha fazendo a janta ouviria alguma coisa, Winry desamarrou o laço da calça dele e colocou a mão por dentro, se surpreendeu ao sentir que ele não usava nada por baixo.
O membro dele latejava na sua mão, ela o apertou um pouco fazendo Edward soltar um gemido, ela continuou com a mão ali o acariciando, ficaram um bom tempo assim. Até que ela, vendo que tinha tomado o controle, ficou “por cima”.
Ela sentou sobre o membro dele e sorria maliciosa, ele tinha uma bela visão dos seios fartos dela naquela posição, Winry se abaixou um pouco e o beijou com desejo, mordeu de leve a orelha dele fazendo-o ir a loucura!
-O jantar está pronto! –Pinako gritou da porta do porão
Eles se assustaram e se vestiram muito rápido, mas mesmo assim dava para ver os rastros que ambos deixaram, o pescoço tinha algumas marcas roxas bem leves quase não vistas, as roupas amassadas e o cabelo bagunçado.
Os lábios ainda vermelhos e o corpo suado. Quando entraram na cozinha Pinako tomou um susto, não pensou que estavam indo tão longe ali em baixo. Eles perceberam que ela desconfiou do que estavam fazendo, mas fingiram como se nada tivesse acontecido.
O jantar foi normal, mas tinha uma tensão envolta da senhora que comia olhando para os dois com reprovação. Quando terminaram, ambos subiram e Pinako foi atrás para garantir que ia cada um para o próprio quarto.
Winry entrou no banheiro e Ed no quarto onde estava. Ela suspirou aliviada e desceram para lavar a louça, aqueles dois estavam passando dos limites.
Winry deixou que a água fria apagasse seu fogo, mas só de lembrar-se de todos os ocorridos naquele dia voltava a se excitar, com as mãos ela percorreu todo o caminho que ele havia feito. Tocou suavemente nos mamilos se estimulando, depois com outra mão, ela tocou sua intimidade do mesmo jeito que ele havia feito.
Sentiu o calor aumentar e continuou se tocando, sentou na banheira sentindo as pernas bambearem. Imaginava ele ali com ela, fazendo-a dele, com esses pensamentos induziu um dedo e foi aumentando a velocidade até gozar.
Ela gemia alto o nome dele, mas o barulho do chuveiro abafava o som. Mas no quarto ao lado do banheiro seus gemidos eram ouvidos perfeitamente.
Edward não acreditou quando ouviu o primeiro gemido dela, chamando por seu nome, colocou a mão por dentro da calça e apertou a ereção tentando controlá-la, mas tentativa em vão, ele pôs o polegar na ponta e movia mão devagar.
Foi aumentando a intensidade até ficar aliviado, não gostava de se tocar pensando nela, mas o desejo era tanto que quando ia ver, já tinha feito.
Ela com certeza o mataria se soubesse o que ele anda fazendo pensando nela.
Continua...
Notas finais
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Para que o Hentai saia em breve ^.~
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