Notas iniciais
To muito feliz*-* Mais uma recomendação? BLopez muito obrigada lindaaa!!!

Ok, eu não tenho certeza se essa capítulo ficou muito bom mas.... Boa leitura e leiam as notas finais.

Primeiro dia de aula do terceiro ano e não bastava eu estar numa escola ou cidade nova, eu estava eu outro país. A única coisa que me acalmava um pouco era saber que Rachel estaria comigo. Só que como eu tenho muita sorte, meu horário era totalmente diferente do dela e eu só tinha três aulas na semana com ela. Me fodi. Não era que eu não sabia fazer amizade ou coisa do tipo, só que eu nunca precisei fazer, desde que eu me lembrava, Marley e Kurt estavam comigo, era estranho começar o ano sem eles do meu lado.

Pra melhorar ainda mais o meu dia, os primeiros dois tempos eram de matemática. Não tinha aula pior que essa. Primeiro porque eu era meio sonsa e não me dava bem com os números, e segundo porque meus pensamentos não saiam de Santana!

Ontem à noite quando eu fui para o apartamento de Rach, ela estava bem, mas hoje de manhã eu não tive chance de vê-la antes de vir pra escola e eu não sei por que mas me dava um aperto ter que deixa-la sozinha com Quinn pela manhã toda.

Mas voltando ao presente, entrei na sala sem ânimo algum, eu odiava acordar cedo com todas as minhas forças, e sentei na última carteira em um canto da sala, pelo menos dali eu ia conseguir dormir. O resto da turma não demorou a entrar, todo mundo olhando pra mim, claro, e o professor chegou logo depois, pedindo para que eu me apresentasse.

Falei meu nome e de onde eu vinha e sei lá quem perguntou se eu era britânica. Não, seu imbecil, eu nasci na Inglaterra mas sou mexicana!

Não, eu não respondi isso, só pensei. Não me levem a mal é só que eu realmente odeio acordar cedo e ainda me perguntam uma coisa dessas? É pra acabar.

Voltei a sentar e o professor começou a passar matéria no quadro. Resolvi que seria melhor copiar ao invés de dormir porque se minha mãe soubesse que eu tirei alguma nota baixa, ela vem até Miami e me arrasta de volta pra casa.

No final dos dois tempos, mesmo com as aulas entediantes de matemática, me u humor já estava melhor. Saí da sala com o objetivo de ir para a aula de química, mas eu estava totalmente perdida dentro daquela escola.

- Perdida? – Ouvi uma voz atrás de mim e me virei rapidamente para encarar um rapaz que parecia ter a mesma idade que eu.

- É pois é... Um pouco, eu não faço ideia de onde fica nada. – Respondi com um riso baixo.

Ele sorriu pra mim.

- Qual sua próxima aula? – Perguntou.

- Química.

- Ótimo, a minha também é então deixa que eu te levo até lá. – Falou andando um pouco mais a frente de mim. – A propósito, meu nome é Sebastian.

- Brittany. – Falei com um sorriso simpático nos lábios.

A aula não foi tão terrível quanto a de matemática, pelo menos agora eu tinha alguém pra conversar.

Na hora do intervalo, fui com Sebastian até Rachel e ela me apresentou mais algumas pessoas. O resto da manhã passou bem rápido, como meu horário era igual ao de Sebastian ele me acompanhou em todas as aulas. Ele era um cara legal.

Quando o último sinal bateu saí com Sebastian da sala e fui procurar por Rachel, mas eu tive uma surpresa muito grande ao chegar no estacionamento e encontrar Santana encostada em um carro que eu nunca tinha visto antes.

Sabe quando é impossível conter o sorriso besta no seu rosto? Pois é, isso aconteceu. Bastou ela olhar pra mim que eu abri um sorriso idiota que não estava muito a fim de sair do meu rosto.

Eu meio que me esqueci de Sebastian e fui ao encontro dela que tinha um sorriso doce nos lábios.

- Tá fazendo o que aqui? E de quem é esse carro? – Perguntei.

- Vim te buscar, a Quinn tá na faculdade, os pais da Rachel no trabalho e a Judy também... A Rachel vai ficar aqui até mais tarde hoje, vai que você se perde voltando pra casa. – Ela falou fazendo meu sorriso aumentar. – E respondendo sua outra pergunta, eu meio que roubei o carro do Puck... – Disse dando de ombros.

Santana olhou para algo atrás de mim e seu sorriso pareceu diminuir um pouco. Me virei e pude ver Sebastian um pouco afastado sorrindo pra nós.

- Ah sim. – Fiz sinal para que ele se aproximasse. – San esse é o Sebastian. Sebastian, essa é Santana, minha... Amiga? – Foi meio que uma pergunta por que eu realmente não sabia como tratar Santana. Olhei para a latina e ela abriu um sorriso meio fraco e assentiu de leve.

- Sebastian você quer carona? – Perguntei e ele prontamente assentiu sorrindo.

Santana entrou no carro sem dizer nada e esperou que nós dois fizéssemos. Sebastian deu seu endereço a ela que apenas assentiu e começou a dirigir. A casa dele não ficava longe da escola e logo ele estava se despedindo de nós.

- Aonde nós vamos? – Perguntei depois que Sebastian havia saído do carro.

- Vou te levar pra almoçar... E depois pegar Beth na escola. – Falou meio distraída enquanto ligava o carro.

Santana passou o caminho inteiro até o restaurante calada, o que era estranho já que quando erámos só nós duas, ela gostava de conversar.

- San tá tudo bem? – Perguntei, aquele silêncio estava muito chato.

- Hm? Tá tudo bem sim, só... Eu estou com dor de cabeça. – Eu sabia que era mentira, mas também sabia que não ia conseguir fazer ela me dizer então preferi ficar quieta.

Chegamos no pequeno lugar e antes que pudéssemos entrar, uma mulher veio até nós, fazendo Santana ficar mais estranha do que já estava.

- Lopez! Não te vi ontem... O que tá acontecendo com você hein morena? – Perguntou se aproximando de Santana. Se aproximando muito, do tipo quase beijando ela.

- Não interessa Megan, me deixa. – Santana respondeu fria.

- O Andrew tá sentindo a sua falta sabia? – A mulher falou.

Santana fechou os olhos por um segundo e respirou fundo.

- Meg, agora não. – Disse antes de me puxar pra dentro do restaurante deixando Megan pra trás.

Eu nem precisava perguntar para saber do que aquela ‘discussão’ se tratava. Era muito óbvio.

- Me desculpa por isso... – Ela falou se sentando à mesa.

- Tudo bem San... – Disse me sentando ao seu lado. Ela sorriu, sempre sorria quando eu a chamava de San.

O clima ficou melhor no almoço, Santana voltou a conversar comigo e sorrir com as coisas que eu dizia.

Não demoramos muito no restaurante e logo estávamos em frente à escola de Beth, que veio correndo pular nos braços de Santana e beijar sua bochecha diversas vezes, me fazendo sorrir.

Nós não fomos para casa, ao invés disso, fomos para a casa de Puck que era enorme. Eu não havia conversado muito com ele e aquele dia me deu uma oportunidade bem grande pra isso já que assim que nós pisamos dentro da casa, Beth puxou Santana para seu quarto dizendo que queria que a latina entrasse na piscina com ela.

Puck era mesmo um cara legal, tinha a idade de Santana e parecia ser o melhor amigo dela. Fiquei conversando com ele até as duas descerem as escadas e eu me perder toda ao ver Santana vestindo um biquíni minúsculo. O corpo dela era definitivamente perfeito. Eu devo ter ficado uns bons segundos encarando ela antes de ser puxada novamente para realidade.

- Não vai entrar? – Santana me perguntou.

- É... Hm, não, vou ficar conversando com o Puck... – Falei meio desnorteada.

Ela abriu um pequeno sorriso e assentiu, antes de sair com Beth em seu colo e pular na piscina com ela.

Puck começou a me falar de Santana e esse assunto era o que mais me interessava. Me contou que ela começou a usar fazia tempos, mas que antes era só uma vez por mês ou coisa parecida, e que só de algum tempo pra cá era que ela começou a usar todos os dias sem exceção. Disse que ela parou de se importar com as consequências disso. E aí ele me agradeceu, me deixando confusa. Ele pareceu notar por que voltou a falar rapidamente.

- Faz tempo que ela não fica dois ou três dias sem essas coisas... Desde que você começou a se aproximar dela, isso acontece, e querendo ou não isso é uma vitória... – Disse.

Abri um pequeno sorriso. Era bom saber que eu estava mesmo ajudando Santana.

Fiquei mais um pouco com Puck no sofá antes de nós irmos para o lado de fora da casa para ficar observando as duas na piscina.

Era tão fofo o jeito como Santana cuidava de Beth, não deixando de segurá-la por um segundo sequer. Ela tinha todo o cuidado do mundo com Beth, mas não consigo mesma. E isso era meio triste. Saber que as pessoas vinham antes dela mesma.

Só que agora ela teria alguém que faria a mesma coisa por ela. Eu sei que era estranho eu querer ajudar uma drogada quando era para eu estar aproveitando o país nesse um ano, mas eu sentia uma necessidade enorme de ajudar Santana, de protegê-la.

E eu faria isso.

Notas finais
Estou pensando, vocês querem que eu escreva um capítulo mostrando um pouco de uma noite da Santana nas drogas?

E outra, acho que no próximo capítulo ou depois dele acontece beijo*-*

Mandem reviews!!!!