The Exchange

4 O que? Você não pode aceitar!


Notas iniciais
- OOOOOOOOOOOOOI — SE QUISEREM FALAR COMIGO, PODEM ENCHER MINHAS MENTIONS, EU NÃO LIGO U.U HSUIAHSUIOA(é sério, vão lá *séria*) @_MyKidrauhl — Agora podem descer a página

Lindsay narrando

— Terminei. – disse jogando o pano de secar louça em cima da mesa.
— Ok, obrigada filha. Amanhã a louça do jantar é minha, juro. – Catherine, minha mãe, disse rindo.
— Quero só ver dona Catherine. – ri. – Vou para meu quarto. – falei.
— Ok, pode ir querida. – disse minha mãe e fui direto ao meu quarto. Tomei um banho e deitei na cama, encarando o teto, pensando em como seria minha vida se não vivesse aqui, penso no meu pai que morreu uma semana antes de minha mãe descobrir que ela estava gravida de mim, na vida que eu poderia ter caso ele fosse vivo ainda... Bom, minha mãe diz que não gosta que toque nesse assunto. Eu não conheço ninguém da minha família, além da minha mãe e isso era triste, não tenho primos, irmãos, eu... Eu me sinto sozinha às vezes. Mas, eu considero a família do Harry como se fosse minha e eles me adoram. Em meio aos meus pensamento, fui dormir, eu sei que era um pouco cedo, mas em uma fazenda no meio do nada, onde as únicas pessoas que tem, estão à praticamente 8 km de você, e você não tem uma tv, celular ou computador, a sua única escolha é dormir, ou ler, mais eu já li metade da biblioteca da escola, sem exageros.

6h00min. Quarto de Lindsay. Sexta-feira.

— Filha, acorda, já são 6h30min. Acorda, vai se atrasar para escola. – minha mãe disse me chacoalhando.
— O que? Por que não me acordou antes? – disse pulando da cama e olhando para o relógio ao lada da minha cama. — Mãe! Ainda são 6 horas. – mães e suas manias. Ela riu.
— Claro, para te acordar tem que ser assim. – riu.
— Muito engraçada você dona Catherine.
— Ok, agora vai tomar banho e se arrumar que vou terminar de fazer o café da manhã.
— Tá, tá. – disse me levantando bufando e fui até o banheiro tirei minhas roupas e logo entrei no box, deixando que a água morna entrasse em contato com a minha quente, dando-me um pequeno choque térmico. Saí do banho, já despertada e vesti-me a roupa fui até a cozinha, tomei o café e despedi-me de minha mãe:

— Mãe, to saindo, tchau. – disse dando-lhe um beijo em suas bochechas pálidas.

— Ok filha, tenha um bom dia. – disse ela, sorri e peguei minha mochila saindo pela porta vinho de casa. Peguei minha bicicleta que ficava na varanda ali mesmo perto da porta e fui até a casa de Harry, toquei na campainha e logo ele abriu.

— Bom dia. – ele disse me dando um selinho demorado e saindo de casa, e abrindo a garagem de sua casa, deixei minha bicicleta lá dentro e fomos até o ponto de ônibus, onde toda semana às 6h50 passava o ônibus da escola amarelo com letras pretas e grandes escrito “escolar” para buscar os alunos que tinham naquela escola. Chegamos até o ponto de ônibus e minutos depois o mesmo chegou abrindo as porta para nós entrarmos, sentamos no meio do ônibus, aquele sempre foi o nosso lugar, ninguém nunca sentava nele, talvez porque Harry gostava de intimidar as pessoas, com aquele olhar dele, que por acaso, não me afeta.

Não em mim, no meu primeiro dia de aula, eu me sentei nesse lugar, bom, era meu primeiro dia, como iria saber que aquele lugar tinha um dono? E quando ele entrou e me olhou sério, tentando me intimidar, ele só fez o contrário, eu... Sei lá, eu não estava com medo, talvez eu tenha ficado com vergonha depois, porque eu me desliguei totalmente com aqueles olhos verdes dele e fiquei-o encarando até ele sentar do meu lado, e imagine, em seu primeiro dia de aula, um garoto lindo te encara, como se fosse te esquartejar e te enterrar nos fundo de seu quintal, e em vez de você sair correndo e se agarrar nos braços do motorista implorando pra abrir a porta e sair correndo, você fica tão hipnotizada que quase sussurra para ele: “que tal sairmos dessa droga de ônibus e irmos para sua casa, hein?” pois é, foi assim que me senti quando vi Harry. Bom, ele não sabe disso, aliás, nem precisa saber.

— Lindsay? Vamos? – Harry estava ao lado do meu banco, em pé me chamando para sairmos do ônibus e entrarmos na escola. Espera, já chegamos? É o que parece né? O ônibus está vazio.
— A quanto tempo estamos aqui? – perguntei para ele me levantando e colocando a mochila jeans em minhas costas.
— Hã... – ele falou olhando em seu relógio de pulso. – Ah, 2 minutos. Estava na onde? No maravilhoso munda de Lindsay? – falou e logo depois riu.
— Não enche Harry. – ri junto com ele e passando pela grande porta de madeira de entrada da escola.
— E aí Harry? Qual é a boa? – gritou Zayn Malik, que estava agarrado com uma vadia e logo depois a soltou a ignorando totalmente, vindo em nossa direção, junto com seu grupinho de seguidores.
— Te vejo depois. – disse dando um selinho em Harry. – Tchau. – disse e virei às costas dando de cara com Zayn.
— E ai Zayn? – falei enquanto passava por ele.
— E ai. – Zayn deu de ombros e fez um toque com Harry. Bom, pra falar a verdade, eu só o cumprimentava por educação, eu não gostava desse cara, ele usa as garotas, e bom, por mais que a garota merecesse ela nunca deve ser usada. Tenho medo de que algum dia Harry fique igual à Zayn de tanto ficar no mesmo ambiente que ele, mais eu não iria proibir Harry de andar com seus amigos, até por que, eu confio nele e isso seria coisa de garota que não se garante e fica com ciúminhos bobos. Faltava cerca de sete minutos para começar a aula, então fui encontrar com Traccy, Traccy Grenns, minha melhor amiga, minha ÚNICA amiga em toda a cidade, na verdade em todo mundo, porque amigaS é um coisa que não consta em minha lista de pertences. Somente uma.

— E ai Bis? – falei dando-lhe dois beijos em suas bochechas rosadas. Bis é abreviação de bisnaguinha, porque eu falo para ela que ela parece uma bisnaguinha, só para irritá-la, apenas um apelido carinhoso que eu a chamo, bom, e ela me chama de Rox, porque minha mãe mostrou umas fotos de mim quando era récem-nascida e minha cor não era vermelha ou rosada como da maioria das crianças, eu era roxa, mais não lilás, eu era muito roxa. E bom, no começo até que me irritava com esse apelido, mas eu já me acostumei.

— Aula de quê agora Rox? – falou assim que nos afastamos.
— Geometria e a sua?
— Física. S.O.S.* — falou e logo depois rimos. Logo o sinal tocou e fomos para nossas devidas salas.

*S.O.S. – Save our Soul/salve nossas almas.

— Logo o sinal para a próxima aula tocou, assim que saí da sala, Traccy me esperava do lado de fora, aflita.
— Meu Deus menina, o que aconteceu? Roubaram suas roupas íntimas de novo do varal e sua mãe te ligou gritando falando que não iria mais comprar roupas intimas para você? – ri me lembrando do dia que ela chegou na escola com uma cara de aflição e me contou que daqui a pouco não iria mais ter calcinhas em sua gaveta e que sua mãe teria que comprar mais.

— Não, pior... – fui andando em direção à outra sala de aula, seguida por Traccy, estralando seus dedos. – Jason me chamou para sair. – quando ela disse isso, meus livros foram ao chão.
— O quê? Você não pode aceitar! – falei autoritária.

Notas finais
- GENTE 2 COMENTÁRIOS???????? SÓ ISSO??????? QUERO VER MAIS NESSE CAPÍTULO U.U akslçka~dlsjdksç