The Exchange

5 Damn! He knows.


Notas iniciais
- CARA EU ENTREI HOJE E TINHA 6 COMENTARIOS EU FIQUEI TIPO SÇASL~DLA~ÇLDslD~ÇSL~ÇAÃLS]~LAÇ~SLA~D e não, não foi um ataque cardíaco em cima do teclado kkk
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- Podem ler agora.

– Mas... Mas... – a interrompi.
– Traccy! Não! E não encista. – falei me abaixando para pegar meus livros.
– Não encista? Sério mesmo? Você não manda em mim Lindsay, eu até não ia, mas, você se acha a dona da razão, você acha que manda nos outros, mais não é assim não, e só para te provar que não é assim, eu vou sair com o Jason, entendeu? Eu vou sa-ir com o Jason. – ela disse e se virou, antes mesmo d’eu dar uma explicação, do porquê não sair com o Jason. Entrei e minha sala de aula, matemática, droga! Sentei-me no fundo, só para não assistir a aula desse professor chato e rabugento, e essa berruga enorme ao lado de seu nariz? Eca!! Eu teria nojo de ser mulher desse cara, imagina acordar ao lado dessa berruga enoooooorme. Eu pularia da cama sem nenhum esforço. O professor falava sobre “Funções de uma variável real”.

“Parecia que eu estava do lado deles, ouvindo tudo o que eles falavam, e sem que nenhum dos dois percebesse que eu estava ali, ela estava totalmente dopada e mole, e ele dizia que iria levar ela para casa dela, que ela já havia passado da conta, e ela concordava falando que ele era um fofo e super cavalheiro, então, eles entraram no carro, só que ao invés dele fazer um curva que dava direto na rua de sua casa, ele virou, em um beco, escuro e gélido, que me fez arrepiar, e ela já desacordada no banco de trás apenas resmungou e virou-se para o outro lado enquanto ele destravava a porta de trás, ele saiu do carro e passou os olhos pelo local, para ver se havia alguém, percebeu que não havia ninguém, e tirou ela do carro, a colocando delicadamente no chão, fazendo-a não acordar, quando ele foi colocando a mão em seus cabelos e passou para o rosto e logo depois para seus seios e ficou massageando, eu não acredito nisso, ele... Ele vai... Mas... Ela... Ela está desacordada... Seu imundo... Eu fui para cima dele, mas, era como se eu não existisse, ele nem se mexia, e ela nem conseguia abrir os olhos por causa de seu sono pesado, ele tirava seu pênis da calça e levantava um pouco o vestido dela, e quando ele ia penetrá-la... BUUUM”

– Não teve uma boa noite de sono em casa dona DiLaurents? – eu acordei ofegante e suando, todos olhavam para mim e riam, enquanto eu encarava aquela berruga enorme e me sentia com uma vontade tremenda de fazê-la sumir com minhas próprias mãos. Apenas sorri forçada e respondi.
– Me desculpe senhor, apenas uns problemas familiares. – disse e me encolhi na carteira.

11h23min. Quarto de Hanna. Sexta-feira.

– Hanna narrando. –

AI MEU DEUS COMO É BOM ACORDAR TARDE.
Folga, folga, folga. A melhor palavra que deve existir na face da terra, pelo menos para quem trabalha, ou faz estágio de fotógrafa, como eu. Está um belo dia, mas quê belo dia. Apenas um dia para o Justin voltar e eu estar feliz com a vida novamente. Minha vó está em casa, meu carro está limpo na garagem pronto para usar, meu cartão está livre para as compras, e bom, esse sol de Los Angeles está bom para o quê? Piscina! Tem dia melhor que esse? Essa eu mesma respondo, não! Não tem. Levantei-me e fui direto para o banheiro, hoje não tem nada que me deixe triste, fiz minhas higienes matinais e fui até meu closet, peguei meu biquíni e o coloquei, peguei meu iPhone em cima do criado-mudo e desci as escada de estufado branco enquanto digitava o número do celular da Giselly, sentei-me no banco da cozinha e Giselly atendeu:

– Fale. – ela disse do outro lado da linha.
– Piscina e depois shopping, topa? – falei.
– Claro, estarei ai em vinte minutos. – falou.
– Sei, ok, te vejo em cinquenta minutos. – disse rindo.
– Claro que não, se eu disse vinte então é vinte!
– Ok, Giselly, então até vinte minutos. – disse em um tom irônico.
– Até. – disse ela e desligou. Apoie meu cotovelo na bancada de mármore da cozinha, esperando que a cozinheira Isabell viesse com meu café da manhã.
– Ô Isabell, cadê meu café, minha vô te paga pra quê? – eu hein, parece que quer perder o emprego, logo ela apareceu toda atrapalhada e tremendo. Quando foi colocar o suco ela derramou um pouco.
– Eita, não enxerga mais o copo? Tudo bem, tudo bem, vá pegar um pano e limpar isso, deixa que eu mesma ponho o suco. – disse pegando a jarra de suco de sua mão, coloquei no copo e fui com o mesmo para a piscina. Sentei naquelas cadeiras que ficam na beira da piscina até terminar meu suco e Giselly chegar:
– E ai, gatona, que tal um rolê? — ela disse logo depois assobiando.
– Ai nem sei gato, só depois das oito né?
– O dia e a hora que você quiser princesa. – ela disse se segundo para não rir.
– Opa, então eu topo. – disse e logo depois rimos.
– Milagre, dona Hanna de bom humor, o que houve?
– Nossa... As pessoas não podem acordar de bem com a vida não é?
– Poder até pode, desde que está pessoa não seja Hanna Lind Morin.
– Nossa, desculpa então.
– Agora é sério, o que aconteceu?
– Ok, primeiro, eu acordei tarde, falta somente um dia para o Justin chegar, meu carro voltou do lava-rápido hoje, está limpinho pronto para usar, meu cartão está pago, ou seja, posso gastar. – sorri de orelha à orelha.
– Hm, dia de sorte de Hanna Morin. – ela riu.
– Acho que sim. – ri e meu celular começou a tocar, era Justin. Giselly olhou para mim e disse:
– Você contou? – droga! Eu me esqueci desse ensaio fotográfico, mas, ele não deve saber.
– Não. – respondi e atendi.

– Ligação on. –

Oi bebê. – disse.
– Oi, amanhã estou ai. Tá tudo bem ai? – ele disse, espera... Nada de amor? Bebê? Linda? Vish...
– Tá sim, por quê? — estremeci.
– Nada não, é porque você demorou para atender o celular. – falou desconfiado.
– Ah, é que... Eu estava aqui na piscina com a Gi, está um sol em Los Angeles, e hoje e amanhã estou de folga então resolvi aproveitar um pouquinho.
– Ah, amanhã vou cantar no show do Usher ai em Los Angeles, vou cantar a última música, quero que vá. – ele disse.
– Claro que vou né... E você, tá tudo bem ai? Já está na Rússia?
– Está tudo bem sim, já estou, cheguei hoje, sete horas da manhã.
– Ah sim. – ele estava frio.
– Alguma novidade? – ele perguntou meio desconfiado, estremeci.
– Não, nenhuma. E você, alguma?
– Também não. – ele disse e ficamos durante uns 30 segundos em silencio. – Bom, eu tenho que ir, vou almoçar agora. Beijos. – ele disse, frio.
– Ok, beijos, tchau e te amo.
– Tchau. – disse ele e desligou

– Ligação off. –

– Droga! Ele sabe. – falei assim que desliguei o celular.



Notas finais
- Eu sei que esse capitulo tá um lixo, a partir do cap 6/7 melhora hehe
- rewiers me inspiram