The Evil Is In My Side
4 Chapter Three
Notas iniciais
Nos vemos lá embaixo.
O amor só é amor, se não se dobra a obstáculos e não se curva à vicissitudes... é uma marca eterna... que sofre tempestades sem nunca se abalar.
Helena não acreditava nas palavras que ouvira, estava em estado de choque e feliz ao mesmo tempo.
- Helena, você está bem? — Henrique perguntou preocupado com ela.
- C-casar? — ela gaguejou em meio as palavras — Mas como? Nós só temos dezessete anos.
- Não importa, eu te amo e quero viver para sempre ao seu lado e ser o único em sua vida. — Helena se emocionou, ia falar algo mais Henrique interrompeu-a. — Então, o que me diz? — ele perguntou com ansiedade.
- Eu a-aceito. — depois de dois minutos em silencio Helena respondeu deixando Henrique feliz, eles se beijaram apaixonada e calorosamente.
- Eu vou para a igreja marcar a data, quer ir comigo? — ela assentiu e eles foram para a igreja mais próxima.
Quando chegaram la, foram recebidos pelo padre e marcaram para o dia quinze de novembro, em 15 dias.
Chegaram de volta ao hotel depois de resolverem tudo, Henrique distribuía vários beijos pelo rosto angelical de Helena, tamanha era a felicidade que era perceptível até sendo vista de longe por pessoas estranhas, Helena nunca se sentiu tão amada e segura na vida e Henrique nunca se sentiu tão feliz como naquele momento. Henrique pegou-a no colo e a levou para cama onde dormiram abraçados e pela primeira vez Helena teve apenas bons sonhos.
( ... )
10 dias depois.
- Dormiu bem? — Henrique perguntou assim que Helena abriu os brilhantes olhos azuis piscina.
- Sim e você? — ela perguntou com um sorriso no rosto, aquele sorriso era tudo para Henrique.
- Também. — ele a pegou pela cintura e lhe deu um beijo cheio de paixão e desejo.
- Estou de saída — ele disse assim que se separaram.
- Para onde você vai? — ela perguntou chateada, não gostava de ficar longe dele nenhum minuto.
- Para o trabalho, esqueceu? — ele deu um último beijo nela e saiu porta fora.
Depois de algum tempo sozinha, Helena começou a sentir estranhas sensações que a perseguiam, ela resolveu pegar a chave do carro e ir ao centro de Paris, de repente seu olhos brotaram e lágrima pois se lembrou de sua mãe, que ficaria muito feliz em vê-la casar com o amor da sua vida. Quando chegou no centro, estacionou o carro e foi em direção as lojas comprar seu vestido, já que seu casamento era daqui à cinco dias.
- Bom dia! O que deseja? — perguntou a vendedora com seu forte sotaque francês.
- Um vestido de noiva não muito chamativo e não muito simples — ela respondeu.
Depois de várias provas de vestidos ela escolheu um modelo que ela tinha imaginado usar em toda a sua vida, o vestido tinha o caimento perfeito sobre seu corpo magro e esbelto. Rodou em todo o centro e comprou os outros acessórios que faltavam para complementar.
Resolveu lanchar no McDonald's e pediu o lanche de sempre, um cheeseburger com coca-cola e batata-frita. Depois do lanche voltou para casa pois tinha que guardar tudo antes de Henrique chegar.
(...)
Perdida nos seus pensamentos ouviu a porta se abrir e viu que Henrique havia chegado, correu em sua direção e pulou no seu colo.
- Já estava com saudades — ela disse ainda abraçada sobre o corpo dele.
- Eu também, meu amor — ficaram mais um tempo assim,aproveitando o momento perfeito.
Henrique lhe contara que no casamento só iria a família dele e alguns amigos, ia ser uma comemoração reservada.
( ... )
5 dias depois.
O dia finalmente chegara, Helena estava muito ansiosa, a irmã de Henrique Lucy, ajudou-a se arrumar.
- Você está linda Helena — Lucy a elogiou.
- Obrigada.
- Fico muito feliz por meu irmão ter escolhido a pessoa certa para ele. — Helena sorriu emocionada. — Agora vamos, eles estão te esperando.
Helena desceu ás escadas da casa e foi em direção a limousine preta que estava parada em frente ao jardim da casa, os outros iriam no carro e ela iria sozinha com o motorista.
Passado alguns minutos, Helena desceu do carro e foi subindo as escadas da igreja lenta e graciosamente, estava muito feliz, avistou Henrique a uns cinquenta metros de distância e sorriu, ela resolveu entrar sozinha não quis que ninguém a levasse. Assim que se aproximou de Henrique, sentiu uma felicidade enorme.
- Você está linda! — ele falou num sussurro.
- Estamos aqui reunidos para celebrar a união de Helena e Henrique. — o padre falou, ele fez as orações e perguntou. — Henrique, você aceita Helena como sua esposa para amá-la e respeitá-la, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, na alegria e na tristeza até que a morte os separe?
- Sim! — Henrique respondeu calmamente.
- Helena, você aceita Henrique como seu esposo para amá-lo e respeitá-lo, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, na alegria e na tristeza até que a morte os separe?
- Aceito — então, eles se beijaram profundamente em meio as comemorações. Eles foram para o carro, a caminho da festa.
A noite passou voando e já estava na hora de eles irem para a esperada lua de mel.
- Para onde nós estamos indo? — Helena perguntou curiosa, enquanto eles entravam novamente no carro.
- É surpresa!
- Ah! Me fala. — ela insistiu fazendo biquinho.
- Nem pense nisso senhorita Helena! — ele falou. — Surpresa é surpresa. — os dois riram.
Chegaram no aeroporto, fizeram o Check — in e embarcaram para a Austrália (sem o conhecimento de Helena, claro)
( ... )
Desembarcaram em Sydney na Austrália, chamaram um táxi e foram para uma lancha no porto.
- Vamos ficar aqui em Sydney? — Helena perguntou com ansiedade.
- Não, estamos só de passagem. — Henrique respondeu enquanto ligava a lancha. — Iremos para outro lugar aqui perto.
- Aonde?
- Você vai ver.
A lancha navegou alguns metros e eles chegaram numa ilha perfeita, com detalhes que pareciam aqueles de cinema.
- Aonde estamos? — Helena perguntou.
- Numa ilha, que meu pai comprou como presente de aniversário para mim, ele disse que era para eu trazer aqui a pessoa que eu escolheria como esposa.
- Está brincando? — Helena perguntou surpresa.
- Não. — Henrique suspirou e disse — Seja Bem Vinda à ilha e a aproveite muito bem.
- Com certeza — eles riram juntos e desceram da lancha em destino a pequena mansão que envolvia a ilha. Aquele só era o começo da lua de mel.
Amor quando é amor não definha e até o final das eras há de aumentar. Mas se o que eu digo for erro e o meu engano for provado então eu nunca terei escrito ou nunca ninguém terá amado.
Notas finais
OBS: NÃO ESQUEÇAM OS REVIEWS.
KISSES
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