The Evil Is In My Side
5 Chapter Four
Notas iniciais
Dedico a KathBitchDivaS2 e a SallyEverdeen por recomendarem suas lindas.
Aproveitem e espero que lhe agradem, e olha que eu passei mal, mas nem por isso me esqueci de vocês meu amores.
Nos vemos lá embaixo.
"Guarda estes versos que escrevi chorando como um alívio a minha saudade, como um dever do meu amor; e quando houver em ti um eco de saudade, beija estes versos que escrevi chorando."
E quem diria que tudo iria acontecer naquela ilha? Aquela ilha parecia um sonho, mas na realidade ela era uma maldita de uma ilha Sim, naquela ilha o amor talvez predestinado se concretizasse. E foi naquela ilha que o terror nasceu.
De fato, aquela estava sendo a melhor semana da vida do novo casal, a ilha era um lugar maravilhoso, calmo e aquele cheiro do ar puro fazia Helena se sentir no paraíso. Enquanto Helena estava na sacada, admirando a paisagem e esperando o Henrique voltar com comida , ela estava com um olhar vago e muito distraída.
– Você está bem? – Disse Henrique, a assustando-a.
– Estou sim – disse ela com um tom meio frio
– Bom você sabe que pode me contar sobre tudo né? – Falou acariciando-a e fazendo cafuné nela.
– É, eu sei... É só que, aqui é um bom lugar para ... Você sabe pensar e refletir – Engolindo a seco suas palavras, ela até já sabia o que Henrique ia dizer logo em seguida.
– E no que a senhorita está pensando? — Com um leve sorriso , ele a fitou e percebeu que se tratava de algo mais sério.
– Se eu te falar você vai me achar maluca.
– Mais do que eu já acho? Helena, você sabe que pode contar comigo para tudo – Agora, Henrique estava a conduzindo para dentro, pois a noite estava caindo e o frio causado pelas brisas se intensificando.
– É que, semana passada, enquanto nós estávamos no quarto , você sabe... Se divertindo – Essa parte ela contou de maneira mais sutil, mas logo em seguida continuou — Eu vi uma imagem de uma menina, que estava me olhando, e ela sacou uma faca, era aquela que apareceu nossa escola para você e no meu sonho.
" No início achei que era porque tinha bebido demais, mas depois que nós fomos dormir, eu tive um daqueles sonhos de novo. Sei que prometemos nunca falar sobre isso de novo, mas aquela menina me disse outra espécie de profecia, eu estava em um quarto todo branco e estranho e aquela garota veio na minha direção e começou a falar...- Henrique não disse nada, apenas estava esperando para ver o que Helena tinha a dizer. — Ela falou bem assim" — Helena suspirou e prosseguiu
“Entrastes neste lugar com um amor incondicional e sairá dele carregando o ódio que culminará sua vida e afetará a todos que amam permanentemente. De dentro irá surgir, a felicidade se transformará em angústia e o mal virá de quem você menos esperar”. Logo em seguida fui acordada com você me levando café na cama, fiquei com muito medo, mas se quando eu sonhei há anos atrás e não aconteceu nada, presumo que desta vez também não aconteça... é que faz tanto tempo que eu não sonho com uma coisa dessas — Helena era corajosa, mas deu para perceber que ela estava com uma angústia verdadeira, assim, começou a escorrer lágrimas e mais lágrimas – Eu não choro desde que minha mãe morreu."
– Calma Helena, vai ficar tudo bem – e a abraçou. Henrique era de fato um excelente ouvinte e ficou mio triste com a situação de sua amada. – Já estamos nessa ilha há quase duas semanas, que tal zarparmos dela nesse sábado? – Propôs Henrique como uma oferta de consolação.
– Eu não sei, por mim tanto faz, mas você não está entendendo o que quero dizer. Eu não quero perder você. Já perdi minha família e dói muito, se eu perdesse você eu me mataria ! – As lágrimas de Helena já pararam de escorrer, um pequeno sorriso surgiu quando ele a olhou e lhe deu um beijinho.
– Vai ficar tudo bem, nós vamos ficar juntos para sempre, o nosso amor vence de todos os monstros de fora que vierem enfrentar.... – Olhando- a de uma maneira que ele nunca tinha visto antes nela , disse :
– Que tal irmos dormir?
– É, acho que uma boa noite de sono seria legal. – Ao se enrolar no cobertor ,Henrique cochichou em seu ouvido com palavras que soaram doces feito mel e mais do que perfeitas a ocasião.
– Eu te amo. – O pai dela sempre dizia isso para Helena antes de ela se deitar, ela achou muito fofo, deu um selinho nele e falou.
– Eu também te amo, muito mesmo. – E assim ambos entraram nos braços de morfeu ( Deus do sono).
Naquela noite, Helena tivera mais um sonho. Desta vez, ela estava em um hospital muito chique até para dizer a verdade , pois ela estava em um corredor e ele era todo ornamentado .Estava um pouco fraca e decidiu ficar lá parada por um tempo. Mas ouviu algumas vozes lá perto, de médicos talvez, mas percebeu que uma das vozes era muito familiar. Era de Henrique. Logicamente, muitas perguntas surgiram a sua cabeça e ela ficou se perguntando por que Henrique estava conversando em um tom alegre e feliz, pois , por experiências vividas por Helena, ela assimilava que hospital era algo horrível, aliás, ela só foi uma vez na vida no hospital( quando seus pais ainda estavam vivos e ela estava com uma febre muito alta), pois quando ela está passando mal, ela prefere ficar em casa do que ir ao hospital. Ela acha o hospital um fim indigno para uma vida de conquistas, um lugar deprimente, ela nunca gostou de hospital, e piorou mais ainda depois da perda de deus pais, que foram parar em um hospital, mas infelizmente de nada adiantou. Ouvia risadas e mais risadas. Escutou outras vozes também. O sonho era bem real .
Então Helena decidiu procura-lo para conversar, virou o corredor à esquerda e logo em seguida seguiu reto. Ao vê-lo, ela ficou extremamente feliz, gritou o nome de Henrique e correu em direção aos seus braços, mas no meio do caminho, ele simplesmente entrou em um quarto. Agora ela realmente não tinha entendido o porquê disso, viu os médicos com quem ele estava conversando e decidiu falar com eles.
– O que está acontecendo doutor? Nenhuma resposta. Eles continuaram o bate papo sobre o campeonato de futebol, ignorando-a completamente. “Mas quanta grosseria”, ela pensou. Porém Helena era uma garota muito inteligente, e logo se lembrou de um livro que ela adora, e pensou se ela por acaso tinha ... Morrido, ou algo do tipo, e o espírito dela tivesse lá vagando sem ninguém notar a presença dela. Enquanto ela estava se aprofundando em hipóteses totalmente baseadas em filmes e livros ela ouviu a voz de Henrique novamente, e uma outra voz, uma voz feminina.
Ela resolveu voar que nem um raio em direção aquele quarto, virou um pequeno corredor, se deparou com uma menina que estava lendo o começo de um livro que ela adorava e queria muito argumentar com ela, mas se lembrou que todos não sentiam a presença dela e retornou a seu objetivo.
Ao alcançar o quarto ela ficou chocada, se deparou com Henrique, e com ela mesma, sorrindo, deitada em uma cama que aparentava ser muito sofisticada, viu a figura dela mesmo, sorrindo e falando com seu marido.
– Ai amor, esse momento é mais bonito do que eu sonhava.
– É, e para ser só mais bonito do que esse momento, só mesmo essa linda bebê. – Ele não parou nem para olhar para a esposa e vice versa, de tão vidrado que ambos estavam sobre a linda criatura que nascera.
Na manhã do dia seguinte, Helena acordara sorrindo, de alguma estranha maneira, aquele sonho mexeu com ela de uma maneira muito boa.
Correu para o banheiro e logo foi fazer o teste de gravidez. Neste momento, Henrique estava levando, como de costume, café da manhã na cama para Helena, e se assustou com a velocidade que ela correra para o banheiro. Assim, ele colocou o café da manhã cuidadosamente sobre a cama, e muito preocupado, foi em direção ao banheiro e bateu na porta perguntando.
– Helena, você está bem? Quer algum remédio ou alguma coisa? Se você não estiver com muito apetite tudo bem, eu entendo, mas o café hoje está bem leve, é apenas leite e um pão com manteiga.
– Eu estou bem sim, já estou de saída. – Respondeu Helena apressadamente sem ter prestado muito atenção depois da primeira sentença de seu marido.
Ao sair, ela foi correndo em direção ao marido, que estava na cozinha.
– Bom dia – Disse Henrique enquanto lavava um copo d’água.
– Bom dia! – Disse Helena
– Acho que devemos ir embora dessa ilha amanhã, você não acha? – Perguntou ele olhando o enorme sorriso que se formava no rosto de Helena
– É, acho que sair seria uma boa ideia. Mas no momento tenho que conversar com você sobre algo bem mais sério , é sobre ... – Ela se distraiu comendo o pão e acariciando a barriga.
Henrique que não era bobo nem nada , sacou de cara.
– Então quer dizer que você está... – Não conseguiu terminar a frase, ficou olhando para Helena esperando que ela acabasse a sentença.
– Isso mesmo. Eu estou grávida — Ao completar a frase os dois se abraçaram e beijaram. Helena estava radiante, o sonho que ela tivera noite passada compensava os pesadelos que ela tivera antes. Em um futuro próximo , ela vai associar esses sonhos como uma ligação .
Um pouco mais tarde
– Você gostaria que fosse menino ou menina? – Perguntou Helena.
– Não sei. Porque a pergunta?
– Alguma coisa me diz que vai ser menina. – Não teve como não relembrar do sonho.
– Ui, minha esposa é vidente e eu nem sabia. – Ele disse brincando, mas logo em seguida continuou — Mas, se for menina, meu sonho, é claro que se você estiver de acordo, é dar o nome dela de Tiffany.
– Tiffany? Porque Tiffany? – Perguntou Helena curiosa.
– Porque era um nome de uma mulher, de uma verdadeira guerreira que ambos admirávamos muito, acho que ela merece uma homenagem. – Ele estava se referindo a mãe de Helena que havia morrido em um acidente há anos atrás.
– É verdade. Então Tiffany será. Espero que essa bebê seja tão boa quanto ela, se for, acho que conseguiria ficar mais feliz do que já estou.
– Com certeza. – E os dois foram embarcar conversando sobre o futuro maravilhoso que eles teriam juntos, ou melhor, o futuro dos sonhos deles, enquanto embarcavam a Austrália, e de lá voltar a Paris, onde o verdadeiro terror os aguardam.
Que minhas lágrimas corram para bem longe, para que meu amor nunca saiba que um dia chorei por ele.
Notas finais
Beijinhos
OBS: POSTAREI MAIS QUANDO EU PUDER, SE EU ATRASAR É PORQUE EU ESTOU SEM TEMPO.
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